sexta-feira, 7 de maio de 2010

Novo aeroporto sai do papel até março de 2014


7/5/2010
Diário Catarinense (SC)

A novela em que se transformou o projeto do novo Aeroporto Internacional de Florianópolis ganhou uma outra data para seu desfecho: março de 2014, meses antes do início da Copa no Brasil. O prazo foi anunciado, ontem, durante assinatura de um acordo de cooperação entre governo do Estado, prefeitura de Florianópolis e Infraero. O investimento soma R$ 436 milhões.
   
Um novo Hercílio Luz será construído no lado oposto ao atual. As obras de infraestrutura aeroportuária serão custeadas pela Infraero.Tudo será novo: terminal de passageiros, pátio de aeronaves, pista de taxiamento, prédio para seção contra-incêndio e estacionamento.
   
Caberá ao governo do Estado a ampliação da rodovia entre a Via Expressa Sul e o novo terminal, além de ampliação de infraestrutura básica como água, saneamento, energia e telecomunicações. O governador Leonel Pavan explica que serão negociados terrenos com a Universidade Federal (Ufsc), a Celesc e o governo do Estado.
   
A prefeitura contribuirá com a cessão de terrenos já desapropriados para a ampliação da via de acesso, desapropriação das áreas que faltam e revisão do plano diretor do aeroporto. O prefeito Dário Berger afirmou que, em seis anos, a prefeitura realizou 70% das desapropriações necessárias e alterou o traçado original da via de acesso por sugestão do Ibama.


Obras estão previstas para começar em 2011
   
O projeto de engenharia terminará em agosto. Depois inicia-se a licitação para obras, previstas para maio de 2011. A promessa é de conclusão em março de 2014. Uma vez terminado o novo aeroporto, a estrutura atual do Hercílio Luz será utilizada exclusivamente para aviação executiva.
   
Em 2009, passaram pelo aeroporto 2,1 milhões de passageiros, 1 milhão a mais do que a atual capacidade. O novo terminal, que deve suportar 2,7 milhões de pessoas por ano, poderá ser ampliado assim que a obra terminar, explica o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza.
   
- Do jeito que está, o projeto atende a demanda prevista para 2020 - afirma Barboza.

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