quinta-feira, 14 de setembro de 2017

13/09/2017 - Aeroflap

A partir desta semana, a MODERN Logistics começa a operar voos regulares, além dos voos fretados
que já realiza para atender as demandas dos clientes. O Boeing 737-400F da empresa voará todas as semanas entre Campinas (Aeroporto Internacional de Viracopos), Brasília e Manaus.

“A maior novidade para o mercado é o serviço cargueiro regular entre Campinas e Brasília e entre Manaus e Brasília, que mostra a proposta da empresa de ir além do que já existe e oferecer ao mercado novas alternativas”, disse Gerald Lee, CEO da MODERN Logistics.

Idealizada há 5 anos, a MODERN Logistics começou a operar há dois, primeiro na área de armazenagem e transporte rodoviário. Desde junho passado, com a assinatura do contrato de concessionária de serviços públicos de transporte aéreo regular com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), a empresa começou a oferecer voos com sua própria aeronave completando o pool de
serviços que a companhia oferece para seus clientes.

A empresa é resultado de um investimento de US$ 75 milhões e tem como meta chegar a 2020 com  15 aeronaves. Até o fim do ano serão dois Boeing 737-400 F e a empresa também vai voar com modernos ATR-72F, para conectar as cidades de menor porte aos maiores centros e assim atender a demanda dos clientes.



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Aeroportos têm pouco movimento

07/08/2017 - O Estado de S. Paulo.

Renée Pereira, Agência Estado

A combinação entre investimentos bilionários, dívida alta e uma expectativa de demanda que nem de longe se confirmou jogou os aeroportos licitados entre 2011 e 2013 numa grave crise financeira. Levantamento feito pelo Estado, com base em informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mostra que, em média, a demanda de passageiros está quase 30% abaixo do que era projetado na época dos leilões. Na prática, isso representa uma frustração de demanda que somava 32 milhões de passageiros no ano passado e que não viraram receita para as concessionárias.

Hoje os seis aeroportos concedidos - Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ), Confins (MG) e Natal (RN) - convivem com a ociosidade. Em alguns casos, esse indicador beira os 80%, como é o caso de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Em Viracopos, Confins e Galeão, a ociosidade supera os 50%. O cenário é difícil até mesmo nos dois maiores aeroportos do País. Em Guarulhos, os investimentos elevaram a capacidade para 50 milhões de passageiros, mas a movimentação foi de 36 milhões no ano passado; em Brasília, a capacidade é de 25 milhões para 18 milhões de passageiros.

Especialistas afirmam que o cenário atual de demanda não era esperado nem no pior dos mundos. Na época dos leilões, o ambiente era de forte crescimento da economia, com as famílias viajando cada vez mais de avião dentro e fora do País. Pouco tempo antes, o Brasil havia enfrentado o chamado "caos aéreo", que revelou a carência de investimentos no setor e abriu espaço para a entrada da iniciativa privada. Nos leilões, o governo aproveitou para exigir pesadas quantias para modernizar e ampliar os terminais nacionais, e os investidores entraram no jogo, oferecendo ágios bilionários pelas concessões.

"Ninguém podia imaginar que o buraco seria tão grande", afirma Allemander Pereira, ex-diretor da Anac. Com a forte recessão econômica, a curva projetada foi ficando mais distante da realidade vivida nos aeroportos. As receitas caíram e provocaram um descompasso entre o caixa e as obrigações das concessionárias.

Nos leilões de licitação, os vencedores jogaram alto para arrematar as concessões e aceitaram pagar outorgas bilionárias ao governo. Teve ágio de até 673%, como foi o caso do Aeroporto de Brasília. No Galeão, a oferta foi menor, de 294%, mas o grupo se comprometeu a pagar R$ 19 bilhões, divididos em 24 anos, à União. Mas, com a mudança do cenário econômico, esses compromissos ficaram pesados demais para o tamanho do negócio. O resultado foi que quase todas as concessionárias atrasaram o pagamento da outorga por falta de caixa. Outras preferiram fazer o depósito em juízo até que algumas pendências sejam avaliadas pela Anac.

Devolução

Nesse ambiente, a concessionária de Viracopos, cuja movimentação está quase 40% abaixo da projetada na época do leilão, iniciou um processo de relicitação da concessão, ou seja, vai devolver o ativo ao governo para ser leiloado novamente. Com um sócio envolvido na Lava Jato e em recuperação judicial (a UTC), outro em recuperação extrajudicial (a Triunfo) e com problemas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a concessionária ficou sem caixa para pagar a outorga de 2016, de R$ 178 milhões - a Anac executou o seguro-garantia do aeroporto.

O Aeroporto do Galeão passou pelos mesmos problemas, mas conseguiu resolver os percalços, pelo menos, por enquanto. A chinesa HNA, sócia da Azul, comprou a participação da Odebrecht no grupo e aportou recursos para honrar os compromissos atrasados. A concessionária ficou alguns meses sem pagar a outorga de mais R$ 1 bilhão ao governo, mas acertou um acordo para o reperfilamento das parcelas. "Os sócios colocaram mais dinheiro e, assim, vamos antecipar o pagamento da outorga, que soma mais de R$ 3,5 bilhões", afirma o presidente da Riogaleão, Luiz Rocha. As informações são do jornal

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Aeroporto 'Eduardinho' será desativado até 1º de agosto em Manaus, diz Infraero

06/07/2017 - G1 AM

Mudança ocorre dois anos após obras de ampliação e reforma do espaço em Manaus.

Por Ive Rylo

Terminal 'Eduardinho' (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
Terminal 'Eduardinho' (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

O terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, o "Eduardinho", será desativado a partir do dia 1º de agosto deste ano, segundo anunciou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) nesta semana. As atividades realizadas no local serão transferidas para o Terminal 1. A mudança A ocorre dois anos após obras de ampliação e reforma do espaço. Empresários do setor que operam no terminal criticam a data prevista para a mudança.

De cordo com informações repassadas pela Infraero, a mudança ocorre após estudo realizado pela Diretoria de Aeroportos, com apoio das Diretorias de Operações e Segurança.

“A alteração traria mais conforto para os atuais usuários do terminal 2 devido à infraestrutura e serviços disponíveis no terminal 1, além de ganhos de eficiência operacional e econômica para as atividades do aeroporto”, apontou nota.

No “Eduardinho” operam duas empresas aéreas, a Total e a Map. De acordo com dados da Infraero, passam pelo terminal 360 pessoas diariamente. Tanto o fluxo de passageiros como o operacional do terminal 2 serão absolvidos no terminal 1.

“O complexo inteiro tem capacidade operacional para receber 13,5 milhões de passageiros por ano, sendo que a capacidade do terminal 2 é de 2 milhões de passageiros por ano. Em 2016, o Eduardo Gomes recebeu 2,61 milhões de passageiros, contando embarques e desembarques”, afirmou a empresa.

Segundo a empresa de aviação, nenhum funcionário do terminal 2 será demitido e não haverá prejuízo para as empresas do ramo de táxi aéreo que operam no “Eduardinho”. O órgão estuda alternativas para a utilização do espaço do terminal 2 para outras atividades.

Reforma

O terminal 2 foi reformado e ampliado entre os anos de 2013 e 2015. Foram investidos aproximadamente R$ 20 milhões na transformação do espaço que teve a capacidade de receber 2 milhões de passageiros por ano. Houve a mudança do piso, pé direito que passou de 5 metros para 8 metros, cobertura em aço galvanizado e climatização dos ambientes.

Também foram ampliadas as salas de embarque, desembarque e os banheiros. Uma parede de vidro foi instalada na sala de embarque para que os passageiros pudessem acompanhar a movimentação das aeronaves no pátio. As vagas no estacionamento saltaram de 131 para 267.

Prazo

O diretor comercial da empresa MAP, Décio Assis, questiona o prazo apontado pela Infraero para que seja feita a transferência. Ele diz que a empresa precisa de um tempo maior para se adequar.

“Comercialmente atender o ‘Eduardinho’ no terminal 1 não tem grande mudança. Para o passageiro, a alteração é apenas uma questão de ter tempo para absolver o novo endereço. Mas operacionalmente é uma coisa que não pode ser feita a toque de caixa, é uma mudança que envolve toda uma estrutura operacional”, disse Décio.

Ele acredita que a mudança repentina poderá trazer transtornos para a empresa taxou como “inviável” o prazo de 1º de agosto.

“Isso ser feito agora para 1º de agosto já estar no outro terminal é praticamente inviável. Vai trazer transtornos para toda nossa área de manutenção. É preciso saber como que vai ficar o acesso dos nossos funcionários aos hangares, que hoje é feito através do terminal 2. Tudo que tem aqui, vai ter que ser transferido para la, toda a operação, todos os equipamentos vão ter que ser transferidos para o terminal 1 e isso não é feito com a simplicidade que estão pensando”, analisou o diretor da MAP.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Passaredo Linhas Aéreas é vendida para o grupo de transporte rodoviário Itapemirim

03/07/2017 - G1 Ribeirão e Franca

Valor da negociação não foi informado. Novos gestores dizem que vão adquirir 20 aeronaves até 2018 e ampliar de 20 para 80 os destinos aéreos no interior do país.

Passaredo Linhas Aéreas tem sua operação baseada em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Passaredo Linhas Aéreas tem sua operação baseada em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV) 

A Passaredo Linhas Aéreas anunciou na noite desta segunda-feira (3) a venda da empresa para o Grupo Itapemirim, conglomerado de transporte rodoviário de cargas e passageiros, que atua em 22 estados e conta com 1,2 mil ônibus. O valor da negociação não foi divulgado.

Em nota, a assessoria da Passaredo informou que a gestão da empresa será compartilhada pelos próximos dois meses, durante o "cumprimento de condições suspensivas", mas o comando executivo ficará nas mãos do empresário Sidnei Piva de Jesus, sócio da Itapemirim.

Atualmente, a Passaredo possui sete aviões e atende 20 cidades em nove estados brasileiros. O grupo Itapemirim anunciou que vai ampliar para 80 os destinos aéreos no interior do país e adquirir 20 novas aeronaves até o final do próximo ano.

A integração entre as malhas aérea e terrestre atingirá cerca de 2,5 mil cidades brasileiras.

Também em nota, a Passaredo informou que as operações firmadas em codeshare, com a Latam Linhas Aéreas, e em contrato interline, com a Gol Linhas Aéreas, continuam funcionando normalmente. Isso significa que as empresas seguem operando de forma complementar.

Passaredo Linhas Aéreas tem sede em Ribeirão Preto (Foto: Claudio Oliveira/EPTV)
Passaredo Linhas Aéreas tem sede em Ribeirão Preto (Foto: Claudio Oliveira/EPTV) 

Em recuperação judicial há quatro anos, a Passaredo chegou a demitir 200 funcionários em junho do ano passado e ainda deixou de atender os municípios de Dourados (MS) e Uberlândia (MG), como parte de um processo de reestruturação diante da crise econômica.

Antes disso, em julho de 2012, a empresa já havia demitido 113 colaboradores, após encerrar os voos entre o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), e cidades de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Cascavel (PR) e Londrina (PR).

"O novo controlador quer investir para o crescimento sustentável do negócio, para que, gerando receita, a própria empresa possa liquidar seu passivo", diz nota enviada pela Passaredo.

O grupo Itapemirim, por sua vez, é formado pela Viação Itapemirim, que também está em processo de recuperação judicial, diante de um quadro de dívidas trabalhistas e com fornecedores da ordem de R$ 330 milhões e de um passivo tributário de R$ 1 bilhão.

Garagem da Viação Itapemirim em Cariacica, ES (Foto: Bernardo Coutinho/ A Gazeta)
Garagem da Viação Itapemirim em Cariacica, ES (Foto: Bernardo Coutinho/ A Gazeta)

terça-feira, 4 de julho de 2017

Aeroporto de Jericoacoara receberá voo da Azul

03/07/2017 - Diário do Nordeste

A nova rota ligará o Litoral Leste do Estado ao Recife aos domingos

por Redação Diário do Nordeste

Aeroporto de Jericoacoara
O Aeroporto Regional de Jericoacoara tem capacidade para receber 600 mil passageiros por ano ( Foto: Helene Santos )

A partir do dia 16 de julho, o Aeroporto de Jericoacoara irá receber um novo voo, desta vez vindo do Recife. A companhia aérea Azul recebeu, nesta segunda-feira (3), autorização para operar voos diretos saindo da capital pernambucana para o destino no Litoral Oeste do Ceará.

De acordo com o assessor de Infraestrutura Aeroportuária do Departamento Estadual de Rodovias do Ceará (DER), coronel Paulo Edson Ferreira, a empresa ganhou autorização para operar, inicialmente, com voos charters. O voo vai sair do Recife aos domingos, às 13h10, e pousar no Aeroporto  de Jericoacoara, às 14h40. A volta será às 15h10, com chegada às 16h45. As viagens serão em jato Embraer 195, de 118 assentos.

A informação sobre o novo voo foi publicada pelo governador Camilo Santana, em sua página no Facebook. “A novidade significa cada vez mais oportunidades de emprego e desenvolvimento para o nosso Estado”, disse. O governador acredita que, ainda no início das operações, o aeroporto possibilite aumento de 7% no número total de turistas da região. Ao longo de três anos, o número deve chegar a 20%, segundo o governador.

O equipamento, inaugurado no dia 24, já recebe voos diretos vindo de Congonhas, São Paulo, operados GOL,  aos sábados. Na última sexta-feira (30), a Secretaria do Turismo anunciou que a GOL vai operar um segundo voo semanal, às quartas-feiras, ligando a capital paulista ao Litoral Oeste cearense.

O Aeroporto Regional de Jericoacoara tem capacidade para receber 600 mil passageiros por ano.


   


   



domingo, 2 de julho de 2017

Em um ano, Azul transportou 100 mil passageiros a Lisboa

30/06/2017 - Aviação

Ana Luiza 

Azul levou 100 mil passageiros para Lisboa em um ano
Azul levou 100 mil passageiros para Lisboa em um ano

A Azul celebrou um ano de operações em Lisboa, com 100 mil clientes transportados na rota que liga Campinas (SP) à capital portuguesa.

Única empresa brasileira a operar voos diretos para Portugal, a Azul começou a rota em junho de 2016 com três operações semanais. Em maio deste ano, a companhia ampliou as frequências entre as duas cidades, tornando o voo diário.

“Estamos muito satisfeitos com a demanda desses voos e, por isso, tornamos as nossas operações diárias”, destacou o presidente da Azul, Antonoaldo Neves.

A Azul liga mais de 50 cidades brasileiras a Campinas. Em Lisboa, os clientes contam com voos da Tap e Tap Express para mais de 80 destinos em 35 países, por meio do codeshare firmado entre as companhias.

A aeronave da rota para Portugal é a A330, maior da frota da companhia e que oferece as classes Buniness, Economy Xtra e Economy, além do Sky Sofa, espaço na aeronave em que um grupo de quatro poltronas se transforma em uma cama.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Paraíba recebe primeiro voo internacional

30/06/2017 - Brasilturis Jornal

Neste sábado (01), a Paraíba recebeu o primeiro voo internacional entre  João Pessoa e Buenos Aires (Argentina), pela Gol Linhas Aéreas, pelo Aeroporto Castro Pinto. Houve uma série de atividades de recepção, com apresentações de tango, para os paraibanos que embarcaram para a Argentina, depois danças folclóricas para os passageiros que desembarcaram. Também foram distribuídos material institucional para esses passageiros.

Assim que o avião pousou no aeroporto, dois carros do Corpo de Bombeiros irão ficar posicionados para promover a tradicional solenidade de batismo da aeronave, que é uma ação que ocorre em todos os aeroportos do mundo para dar boas-vindas ao novo voo. Será jogada água no avião.

Para esse voo, o governo local negociou a redução para 6% na alíquota de ICMS incidente no combustível de aviação. A Gol deve ainda mexer na sua malha aérea para João Pessoa e Campina Grande, alterando alguns horários para facilitar o acesso dos passageiros, tanto para chegar na Paraíba, como aqueles que embarcam para outros destinos.

Nossa malha aérea

O Aeroporto Internacional de João Pessoa tem capacidade para receber 2,3 milhões de passageiros por ano, sendo que em 2016 passaram pelo terminal 1.418.232 passageiros entre operações de embarque e desembarque. Atualmente, o Castro Pinto conta com 25 voos regulares (16 diários e 9 que operam semanalmente), com destino ao Rio de Janeiro (RJ), Guarulhos e Campinas (SP), Brasília (DF), Campina Grande (PB) e Recife (PE).

O voo entre João Pessoa e Buenos Aires será aos sábados. Vindo da Argentina ele será direto, com um tempo médio de cinco horas de duração. Na ida para a capital argentina, haverá uma escala no Aeroporto de Maceió/Zumbi dos Palmares, de pouco mais de uma hora de permanência.