quinta-feira, 21 de maio de 2015

Embraer fecha venda de 22 aeronaves para a chinesa Tianjin Airlines por US$ 1,1 bilhão

19/05/2015 - O Estado de S.Paulo

Acordo entre as duas empresas para 40 aviões havia sido anunciado durante visita de Estado do presidente chinês Xi Jinping ao Brasil

FÁTIMA LARANJEIRA – O ESTADO DE S. PAULO

SÃO PAULO – A Embraer e a chinesa Tianjin Airlines, subsidiária do Grupo HNA, assinaram nesta terça-feira, 19, acordo final para a venda de 22 aeronaves. O contrato, com valor estimado em US$ 1,1 bilhão pelo atual preço de lista, compreende 20 E195 e dois E190-E2, o que tornou o Grupo HNA Tianjin Airlines a primeira companhia aérea chinesa a adquirir os E-Jets E2.

O acordo entre as duas empresas para 40 aviões havia sido previamente anunciado durante a visita de Estado do presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, em julho de 2014. Segundo a empresa brasileira, os 18 jatos E190-E2 restantes farão parte de uma segunda aprovação das autoridades chinesas em fase posterior.

Segundo a Embraer, os 18 jatos E190-E2 restantes farão parte de uma segunda aprovação das autoridades chinesas

O primeiro E195 será entregue em 2015, e o primeiro E190-E2 tem entrega programada para 2018. Este pedido será incorporado à carteira de pedidos firmes (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2015.

De acordo com a Embraer, a Tianjin foi o cliente-lançador do E190 na China e opera a maior frota de E-Jets na Ásia, com 50 jatos E190. Também foi a primeira empresa chinesa apontada como Centro de Serviço Autorizado pela Embraer no país.

Azul. Deve ser assinado hoje, no Palácio do Planalto, um contrato de FINANCIAMENTO de leasing operacional entre a Azul Linhas Aéreas e o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC). O texto, obtido com exclusividade pelo Broadcast, serviço de informações da Agência Estado, era dado como negociado pelas autoridades brasileiras ontem à noite, mas ainda não foi oficializado.

O documento prevê o leasing de oito aeronaves. O contrato faz parte de uma série de atos que serão assinados durante a viagem de Li Keqiang, primeiro ministro da China, e mais 150 empresários ao Brasil.
(Com informações de Victor Martins, Ricardo Della Coletta e Rafael Moraes Moura)

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