terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Aruba reafirma que Brasil terá voo da Aruba Airlines

21/02/2013 - Mercado & Eventos, Lisia Minelli

Segundo Ana Maria Ostrower, diretora do escritório de Turismo do destino no Brasil, o País terá um voo direto da Aruba Airlines em breve. "O voo estava programado para dezembro, mas devido a um problema na liberação da companhia ele teve que ser adiado. Agora a previsão é que em junho o voo já esteja em operação, coincidindo com a alta temporada de Aruba", disse.

De acordo com ela, a estimativa é que o destino tenha um incremento de pelo menos 15% no fluxo de turistas brasileiros. "Isso sem contar com o novo voo", comentou. Os meses de janeiro e fevereiro apresentaram um aumento de 3,15% e 147%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Hoje, o Brasil ocupa a quinta posição no ranking dos turistas, perdendo apenas para EUA – que representa 60% do total, Venezuela, Canadá e Holanda.

Outra novidade do destino é a abertura de dois novos hotéis. O Hitz Carlton, em 2013 e Hard Rock Hotel, em 2014. Ana Maria ainda comentou sobre os segmentos que Aruba irá trabalhar com mais ênfase neste ano. "O MICE está se consolidando e já ganhamos alguns grupos para o destino. Agora voltaremos a investir no segmento de mergulho", contou.

Promoções – O destino está com duas promoções com foco na família. A primeira chamada Happy Family, onde uma criança se hospeda de graça para cada adulto pagante. A segunda é que cada criança hospedada nos hotéis participantes ganha um passaporte para curtir as atrações da ilha como museus e parques. Em cada atração ela recebe um carimbo e ao final da estadia poderá concorrer a uma viagem de volta ao destino com a família – com aéreo e hospedagem inclusos. Veja mais informações no site www.br.aruba.com.

Aerolíneas terá voos regulares para três cidades

22/02/2013 - Panrotas

O processo de renovação de frota que a Aerolíneas Argentinas vive desde o ano passado faz com que a companhia amplie o leque de destinos operados no Brasil. As cidades de Belo Horizonte, Curitiba e Brasília receberão seis frequências semanais, cada uma, até o mês de setembro.

"O Brasil é um destino prioritário para a nossa companhia e a atualização de nossa frota, com a chegada de 57 novas aeronaves, nos deu liberdade para operar mais destinos e com maior pontualidade", disse o diretor geral Ariel Rodríguez, durante o 19º Workshop & Trade Show CVC (veja aqui a entrevista).

Entre os meses de julho e agosto (primeira quinzena), a companhia vai disponibilizar dois voos semanais entre São Paulo e Bariloche, operados com B737-700, além de um voo semanal para Ushuaia, operado por A340.

Biaphra Galeno

Obra em aeroporto entra em fase final e nova expansão já é planejada

21/02.2013 - G1

Aeroporto de Araraquara, SP, deve receber voos comerciais a partir de abril.
Prefeitura também quer Bartholomeu de Gusmão com transporte de carga.

Do G1 São Carlos e Araraquara

Veja vídeo no site do G1

Com 80% das obras de expansão concluídas, aeroporto Bartholomeu de Gusmão, em Araraquara (SP), terá capacidade para atender 200 passageiros por dia. O início das operações de voos comerciais está previsto para abril e vai representar novas oportunidades de negócios na região. Antes da inauguração, a Prefeitura já estuda uma nova ampliação em uma área de 145 mil metros quadrados, com a intenção de torná-lo também um aeroporto de transporte de cargas.

Por enquanto, o aeroporto só tem pousos e decolagens de aviões particulares e para formação de pilotos. A Azul é a empresa de voos comerciais interessada em operar na cidade. Antes mesmo do novo terminal ficar pronto, a prefeitura já pensa em um outro projeto de expansão. A intenção é que entre 10 e 15 anos o local também seja usado para o transporte de cargas.

A nova área, que equivale a 15 campos de futebol, já foi desapropriada e a publicação no Diário Oficial foi feita na quarta-feira (20). A intenção é desapropriar até 600 mil metros quadrados e, assim, a pista poderá ter o dobro do tamanho.


Nova expansão em aeroporto de Araraquara
já é estudada (Foto: Adriano Ferreira/EPTV)

O prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri (PMDB) explicou que a cidade foi incluída em um programa do governo federal para investimentos em aeroportos. "Há possibilidade desse fundo financiar essa ampliação da pista, porque você tendo uma pista maior você vai atrair novos investimentos de empresas de carga e de passageiros para Araraquara", disse.

Empregos
O desenvolvimento do setor pode criar oportunidades de trabalho. A empresária Michele Lacombe Meyer, que é dona de uma escola de formação de pilotos, comissários e técnicos de manutenção, recebe alunos de todo o país e tem agora uma expectativa de crescimento na procura por estas profissões. "Tudo ajuda, com a construção de novo terminal e a operação de uma companhia aérea. As pessoas vendo o movimento, vindo visitar o aeroporto com mais frequência, o interesse por essa área cresce um pouco sim", destacou.

A reabertura do aeroporto também vai gerar 40 empregos entre técnicos e operadores de vôos, de embarque e desembarque, operadores de esteira, raio x, administração, manutenção e limpeza.
G1
Atualizado em 21/02/2013 22h27
Obra em aeroporto entra em fase final e nova expansão já é planejada
Aeroporto de Araraquara, SP, deve receber voos comerciais a partir de abril.
Prefeitura também quer Bartholomeu de Gusmão com transporte de carga.
Do G1 São Carlos e Araraquara

Veja vídeo no site do G1
Com 80% das obras de expansão concluídas, aeroporto Bartholomeu de Gusmão, em Araraquara (SP), terá capacidade para atender 200 passageiros por dia. O início das operações de voos comerciais está previsto para abril e vai representar novas oportunidades de negócios na região. Antes da inauguração, a Prefeitura já estuda uma nova ampliação em uma área de 145 mil metros quadrados, com a intenção de torná-lo também um aeroporto de transporte de cargas.

Por enquanto, o aeroporto só tem pousos e decolagens de aviões particulares e para formação de pilotos. A Azul é a empresa de voos comerciais interessada em operar na cidade. Antes mesmo do novo terminal ficar pronto, a prefeitura já pensa em um outro projeto de expansão. A intenção é que entre 10 e 15 anos o local também seja usado para o transporte de cargas.

A nova área, que equivale a 15 campos de futebol, já foi desapropriada e a publicação no Diário Oficial foi feita na quarta-feira (20). A intenção é desapropriar até 600 mil metros quadrados e, assim, a pista poderá ter o dobro do tamanho.


Nova expansão em aeroporto de Araraquara
já é estudada (Foto: Adriano Ferreira/EPTV)

O prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri (PMDB) explicou que a cidade foi incluída em um programa do governo federal para investimentos em aeroportos. "Há possibilidade desse fundo financiar essa ampliação da pista, porque você tendo uma pista maior você vai atrair novos investimentos de empresas de carga e de passageiros para Araraquara", disse.

Empregos
O desenvolvimento do setor pode criar oportunidades de trabalho. A empresária Michele Lacombe Meyer, que é dona de uma escola de formação de pilotos, comissários e técnicos de manutenção, recebe alunos de todo o país e tem agora uma expectativa de crescimento na procura por estas profissões. "Tudo ajuda, com a construção de novo terminal e a operação de uma companhia aérea. As pessoas vendo o movimento, vindo visitar o aeroporto com mais frequência, o interesse por essa área cresce um pouco sim", destacou.

A reabertura do aeroporto também vai gerar 40 empregos entre técnicos e operadores de vôos, de embarque e desembarque, operadores de esteira, raio x, administração, manutenção e limpeza.

Gol e TAM mudam trechos de voos saindo de Campo Grande

21/02/2013 - G1

Empresas cancelam alguns trechos, mas abrem novas opções de rotas.
Anac informa que todas as alterações são solicitadas e autorizadas.
Do G1 MS

As companhias aéreas Gol e TAM fizeram mudanças nas malhas aéreas cancelando alguns voos que partiam ou chegavam na cidade de Campo Grande e criando novas rotas entre essa e outras capitais. Conforme as assessorias das empresas, as alterações foram encaminhadas para autorização na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que por sua vez informou ao G1 que algumas delas já foram permitidas e outras ainda estão em análise.

Foram cancelados os voos JJ 3570 e JJ 3571, operados pela TAM, que faziam a ligação direta entre a capital sul-mato-grossense e Brasília. Por outro lado, conforme a companhia, os voos JJ 3590 e JJ 3591, que passavam antes por Goiânia, deixam de fazer essa escala, tornando-se novas opções para ir diretamente ao aeroporto Juscelino Kubitschek.

Segundo a empresa, essa mudança começou
a valer na quarta-feira (20). Essas duas rotas tiveram
os horários alterados. (Veja tabela ao lado)

A TAM informou ainda que pediu à Anac a criação de mais três frequências semanais na rota entre Brasília e Campo Grande e espera aprovação. A agência não informou se há prazo para que a solicitação seja analisada.

Já a Gol informou que deixa de operar voos entre Campo Grande e Brasília a partir de sábado (23), mas vai oferecer um que sai da capital sul-mato-grossense para o Rio de Janero. A opção dos passageiros para chegar ao Distrito Federal pela companhia será fazer escala na capital fluminense ou em São Paulo.

A companhia orienta os passageiros que já compraram as passagens dos trechos afetados a consultarem as mudanças nas rotas das viagens.

Azul conquista todas as capitais do Brasil

25/02/2013 - Mercado & Eventos

A Azul Linhas Aéreas está a um passo de chegar a todas as capitais do País e com isso oferecer 102 opções de destinos aos seus clientes. A companhia acaba de pedir autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar voos diários para Macapá (AP) e Boa Vista (RR), últimas duas capitais que ainda não são servidas pela empresa. Se os pedidos forem aprovados, esses dois novos destinos serão somados aos 100 hoje atendidos pela Azul.

"Apesar do grande marco, o que realmente importa para a companhia é atender aos nossos clientes da melhor maneira, facilitando ainda mais suas viagens", garantiu o presidente da Azul, David Neelman.

Para obter mais infomações sobre os horários do novos voos, acesse o site www.voeazul.com.br ou ligue 4003 1118

Catarina Lopes

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Aeroporto Castro Pinto, na PB, perde voos e secretário anuncia um novo

20/02/2013 - G1

Voos do Rio de Janeiro e Brasília estão suspensos até 30 de junho.
Secretário de Turismo da capital anuncia novo voo de São Paulo, pela Gol.
Do G1 PB

Veja vídeo no site do G1
A partir desta quarta-feira (20), o Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em Bayeux, na Grande João Pessoa, terá dois voos da TAM suspensos. Segundo a nota da companhia, a suspensão atinge os voos 3484 e 3485, que fazem os trechos Rio de Janeiro - João Pessoa - Rio de Janeiro, e os dos voos 3482 e 3483, que viaja por Brasília - João Pessoa - Brasília - apenas nas terças, quintas e sextas-feiras. Diante da mudança, a Secretaria de Turismo de João Pessoa (Setur) anunciou, nesta quarta, que o voo da Gol que faz o trecho Guarulhos (SP) - João Pessoa - Guarulhos passa a operar a partir deste mês.

A suspensão, segundo a TAM, segue até o dia 30 de junho deste ano. "A suspensão é um ajuste pontual, reflexo da constante análise da eficiência das rotas em operação", diz a nota da empresa, que ainda esclarece que não está comercializando bilhetes dos voos suspensos e os clientes que já tinham bilhetes adquiridos podem optar pela reacomodação nos voos que foram mantidos, em voos de companhias semelhantes ou pelo reembolso integral da passagem.

"Esse voo reduz nossa oferta de voos para 28 somente, durante todo o dia. Mas a gente está otimista que essa situação seja revertida. O trabalho da indústria do turismo na Paraíba está cada vez mais forte, cada vez mais consistente. A gente entende que esse é um processo natural da dinâmica de voos no Brasil inteiro. A gente perdeu um voo hoje, mas certamente a gente vai ganhar outros no futuro", comentou o superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) na Paraíba, Alexandre Oliveira.

Novo voo
Com o anúncia das suspensões, o secretário de Turismo de João Pessoa, Roberto Brunet, participou de reuniões para tentar repor os voos. Por enquanto, o novo voo é para São Paulo, mas, segundo o chefe de gabinete da Setur, Breno Mesquita, a intenção do secretário é preencher a lacuna dos voos perdidos.

Na reunião com a Gol, Brunet também pediu mais voos diurnos para a capital paraibana vindo de outros estados do país, principalmente do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília, os principais mercados emissores de turistas para a Paraíba. "Precisamos receber os turistas em um horário que eles possam chegar com mais conforto. Atualmente observamos que a maioria dos voos ofertados para a cidade de João Pessoa são durante a madrugada, por isso viemos pedir esse reforço e nos colocar à disposição da Gol para trabalhar neste sentido", explicou.

Aeroporto Castro Pinto, na PB, perde voos e secretário anuncia um novo

20/02/2013 - G1

Voos do Rio de Janeiro e Brasília estão suspensos até 30 de junho.
Secretário de Turismo da capital anuncia novo voo de São Paulo, pela Gol.
Do G1 PB

Veja vídeo no site do G1
A partir desta quarta-feira (20), o Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em Bayeux, na Grande João Pessoa, terá dois voos da TAM suspensos. Segundo a nota da companhia, a suspensão atinge os voos 3484 e 3485, que fazem os trechos Rio de Janeiro - João Pessoa - Rio de Janeiro, e os dos voos 3482 e 3483, que viaja por Brasília - João Pessoa - Brasília - apenas nas terças, quintas e sextas-feiras. Diante da mudança, a Secretaria de Turismo de João Pessoa (Setur) anunciou, nesta quarta, que o voo da Gol que faz o trecho Guarulhos (SP) - João Pessoa - Guarulhos passa a operar a partir deste mês.

A suspensão, segundo a TAM, segue até o dia 30 de junho deste ano. "A suspensão é um ajuste pontual, reflexo da constante análise da eficiência das rotas em operação", diz a nota da empresa, que ainda esclarece que não está comercializando bilhetes dos voos suspensos e os clientes que já tinham bilhetes adquiridos podem optar pela reacomodação nos voos que foram mantidos, em voos de companhias semelhantes ou pelo reembolso integral da passagem.

"Esse voo reduz nossa oferta de voos para 28 somente, durante todo o dia. Mas a gente está otimista que essa situação seja revertida. O trabalho da indústria do turismo na Paraíba está cada vez mais forte, cada vez mais consistente. A gente entende que esse é um processo natural da dinâmica de voos no Brasil inteiro. A gente perdeu um voo hoje, mas certamente a gente vai ganhar outros no futuro", comentou o superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) na Paraíba, Alexandre Oliveira.

Novo voo
Com o anúncia das suspensões, o secretário de Turismo de João Pessoa, Roberto Brunet, participou de reuniões para tentar repor os voos. Por enquanto, o novo voo é para São Paulo, mas, segundo o chefe de gabinete da Setur, Breno Mesquita, a intenção do secretário é preencher a lacuna dos voos perdidos.

Na reunião com a Gol, Brunet também pediu mais voos diurnos para a capital paraibana vindo de outros estados do país, principalmente do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília, os principais mercados emissores de turistas para a Paraíba. "Precisamos receber os turistas em um horário que eles possam chegar com mais conforto. Atualmente observamos que a maioria dos voos ofertados para a cidade de João Pessoa são durante a madrugada, por isso viemos pedir esse reforço e nos colocar à disposição da Gol para trabalhar neste sentido", explicou.

Voos do aeroporto de Varginha estão suspensos até o dia 6 de março

20/02/2013 - G1

Medida faz parte do plano de adequação de novas rotas de voo da Azul.
Intenção é direcionar voos para a base da empresa em Campinas.
Do G1 Sul de Minas

Veja vídeo no site do G1
A partir desta quarta-feira (20), os voos da linha comercial da Trip no aeroporto de Varginha (MG) estão cancelados. A medida faz parte do plano de adequação de novas rotas de voo, que com a junção das empresas Trip e Azul, fará mudanças nas escalas de viagens. A única rota que estava ativa no aeroporto era para Belo Horizonte (MG). Os voos devem ser retomados no dia 6 de março.

Segundo assessoria de imprensa da Azul, a partir desta data, haverá dois voos diretos diários para Campinas (SP), dois voos diários para Resende (RJ) e um voo aos sábados direto para São João Del Rei (MG). A empresa afirma que a intenção é direcionar os voos de Varginha para a base da Azul em Campinas, no Aeroporto de Viracopos, onde há 50 destinos nacionais oferecidos diariamente.

A direção do aeroporto de Varginha, que é feita pela prefeitura municipal, já adiantou que não concorda com as mudanças. Segundo o diretor do aeroporto, Rogério Evaristo, um ofício está sendo preparado para ser encaminhado a Azul pedindo que a empresa reconsidere as mudanças.

Voos diretos para São Paulo e Belo Horizonte foram cancelados em Varginha.
(Foto: Reprodução EPTV)

A Azul ainda não divulgou as tarifas de voo. Em nota, a empresa esclareceu que os valores das viagens serão informados próximo ao dia 6 de março, data de volta dos voos.

Aerolíneas apresenta reestruturação ao mercado brasileiro

20/02/2013 - Jornal de Turismo, Fernando Pratti, São Paulo

Depois de ser reestatizada pelo governo argentino, a Aerolíneas Argentinas esteve presente no Workshop CVC para apresentar sua reestruturação e as novidades em relação aos voos entre Brasil e Argentina.

Segundo Ariel Rodriguez, diretor geral para o Brasil, a empresa de bandeira argentina conta hoje com 57 novas aeronaves, nos modelos Embraer 190 (20), Airbus A-340 (11) e Boeing 737-700 e 800 (26). "A primeira medida do governo argentino foi reposicionar a companhia nos mercados regionais e internacionais e parte disso foi renovar a frota que estava envelhecida e melhorar a qualidade do serviço, que se encontrava deteriorada", explicou Rodriguez.

Segundo o diretor, atualmente as aeronaves dispõe de cabines individuais e novos serviços para clientes corporativos, além de salas VIPs no Aeroporto de Ezeiza, próximo a Buenos Aires. O atendimento ao cliente também foi priorizado, passando a funcionar durante as 24 horas do dia na Argentina, com menor tempo de atendimento e maior tecnologia. "No Brasil, também implantamos uma nova central de vendas no 0800-0005050", disse o diretor geral.

Atualmente, a empresa mantém sete voos semanais para o Rio de Janeiro, uma frequência para Porto Alegre e mais cinco voos para a capital paulista. No inverno, a empresa também passa a operar duas frequências entre São Paulo e Bariloche e uma para o Ushuaia. "Este ano ainda pretendemos iniciar operações para Curitiba, Belo Horizonte e Brasília, sendo que Confins deve começar já em abril, com a chegada das novas aeronaves", explicou Rodriguez.

Outro passo importante dentro da restruturação da Aerolíneas foi sua entrada à aliança SkyTeam, o que obrigou a empresa a seguir uma série de exigências e padrões internacionais. "Hoje, chegamos a 92% de pontualidade e a ocupação geral é de quase 70% nos voos entre Brasil e Argentina, com 30% de crescimento nas operações entre Argentina e a América do Sul", contou o diretor.

GOL disponibiliza embarque sem papel

20/02/2013 - Jornal de Turismo

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes colocou no ar mais uma facilidade de autoatendimento de check-in: o embarque paperless. Com o novo serviço, os clientes poderão realizar o check-in pelo celular (WAP e aplicativos mobile), onde será gerado um cartão de embarque virtual e seguir direto para a sala de embarque, caso não tenham bagagem para despachar.

Além do celular, a companhia também oferece a opção de realizar o autoatendimento por meio da internet e totens dispostos nos aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Seguro, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Ilhéus, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Salvador e Vitória.

O embarque paperless está disponível em todos os aeroportos operados pela empresa. Aos clientes que utilizarem qualquer um dos canais de autoatendimento e possuírem bagagens para despachar, a GOL disponibilizará uma fila exclusiva para o despacho.

"Estes investimentos fazem parte do conceito "fast travel", no qual estamos nos aprimorando diariamente para possibilitar aos clientes uma passagem cada vez mais rápida pelos aeroportos, por meio de processos simples e com um atendimento de muita qualidade", destaca André Lima, diretor de Aeroportos da GOL.

Outra conveniência que está no ar desde dezembro é aumento no prazo para a realização do check-in. Por meio da internet e do celular, os clientes podem fazer o check-in ou cancelá-lo com a antecedência máxima de 7 dias e mínima de 45 minutos antes do voo.

Para ter mais concorrência, Anac vai privilegiar aéreas com menor participação

31/01/2013 - Valor Econômico

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve divulgar hoje novas regras para a distribuição de "slots" - horários de pousos e decolagens - em aeroportos que já estão saturados. A minuta de resolução, que será debatida em audiência pública, prevê critérios mais rigorosos de regularidade e pontualidade. Ou seja, aéreas que hoje têm índices elevados de atrasos e cancelamentos de voos perderão mais facilmente seus espaços em terminais como o de Congonhas (SP).

Hoje, as aéreas que cancelam mais de 20% dos voos, a cada período de 90 dias, podem perder seus slots. Ao redistribuir essas permissões, a Anac privilegia as empresas que já operam no aeroporto, a quem cabem quatro de cada cinco slots desocupados. A partir de agora, os critérios vão privilegiar companhias que têm menos presença nos aeroportos, de forma a aumentar a concorrência.

Ontem, a Gol, que ao lado de TAM lidera o mercado doméstico, registrou queda de 4% na bolsa. Analistas de mercado apostavam que a queda das ações da Gol estava relacionada com as novas regras da Anac. Seu presidente Paulo Kakinoff disse ao Valor que a queda das ações da Gol faz parte da "volatilidade dos papéis da companhia", que são negociadas por muitos investidores.

A distribuição dos slots passará a ser feita anualmente. As empresas terão que cumprir exigência de pelo menos 80% de regularidade e 75% de pontualidade. Em Congonhas, o aperto será ainda maior. A exigência será de 90% de regularidade e 80% de pontualidade. O objetivo da Anac é evitar uma prática das aéreas, já identificada pelos técnicos, de cancelar decolagens com horários próximos a fim de evitar aviões vazios e juntar os passageiros em um mesmo voo. Elas costumam fazer um rodízio dos voos cancelados para escapar do risco de perder os slots, segundo avaliação dos técnicos, o que ficará mais difícil a partir de agora.

Outra mudança é que, até hoje, a redistribuição de slots era restrita apenas a aeroportos totalmente saturados, que não têm mais horários disponíveis para pousos e decolagens. Atualmente, o único que se enquadra no caso é Congonhas.

As novas regras passam a valer para outros aeroportos, inclusive aqueles que têm apenas saturação nos horários nobres como os de Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Santos Dumont (RJ). Em dezembro, o governo já havia anunciado parte das mudanças e deixado claro o objetivo de acirrar a competição em Congonhas. O que falta agora é a regulamentação da medida, pela Anac, com o detalhamento das regras. (DR, com Alberto Komatsu)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Ethiopian confirma voo inaugural no Brasil em 1º de junho

07/02//2013 - Merccado & Eventos, Lisia Minelli

​Agora é oficial. A partir de 1º de junho a Ethiopian Airlines começa a operar voos semanais no Brasil. De acordo com Alemu, o País é um importante mercado, que apresenta uma forte economia e um grande potencial para a companhia. "O Brasil é o único na região a ter um voo da Ethiopian e será o nosso hub na América do Sul", disse Grebe Alemu, diretor da companhia. Ele e seus representantes no País Klaus Becker e Marcos Teodoro, gerente de Vendas Brasil e coordenador de marketing e RP da Aviareps, estiveram na sede do MERCADO & EVENTOS para contar as novidades sobre a chegada da Ethiopian.

O novo voo fará a rota Addis Abeba – Lome (capital do Togo) – Rio de Janeiro – São Paulo; e a volta será São Paulo – Lome – Addis Ababa, ambos operados com um Boeing 767-300 com três saídas semanais da capital paulista. "Nossa meta é consolidar o voo e depois transformá-lo em diário. Se a demanda for grande ainda podemos trocar de aeronave para atender os passageiros. Temos todos os recursos que é preciso para atender a esse mercado", disse.

Segundo Becker, o foco da companhia será o corporativo. "O voo direto incrementará as oportunidades de negócios entre os países", disse. Os segmentos de turismo étnico e de lazer também serão atendidos. "O voo trará facilidade para conexões em outras regiões da África, China, Tel Aviv, Índia e ainda a descoberta de destinos de lazer como Zanzibar e Kilimanjaro, na Tanzânia", contou. Para ele, será uma oportunidade dos agentes trabalharem destinos ainda desconhecidos pelos brasileiros. Em relação a estratégia de divulgação da companhia, Becker disse que a Aviareps estará muito ao trade. "Nosso objetivo é conectar o País a uma região nova no mundo. É um produto que não

existia no mercado e que será de grande valia para os executivos e ainda para o turismo", disse. Já para o segundo semestre, após o lançamento do voo, a Aviareps dará início a participação em feiras e eventos apresentando a companhia ao mercado brasileiro. "O novo voo abre um leque de oportunidades e assim que estiver em operação, os investimentos começarão a aparecer nos dois países", completou.

Os contatos de Gebre Alemu, da Ethiopian no Brasil são: gebregziabhera@ethiopianairlines.com e (11) 3106-3295. Os contatos de Klaus Becker, da Aviareps são: kbecker@aviareps.com. Informações: www.ethiopianairlines.com e www.aviareps.com.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Companhias aéreas criticam privatização dos aeroportos no país

14/12/2013 - Folha de São Paulo

Temor do setor é que concessionárias passem a cobrar mais caro por alguns dos serviços

ENVIADO ESPECIAL A GENEBRA

A Iata (Internacional Air Transport Association), entidade que reúne a maior parte das empresas aéreas no mundo, criticou a privatização dos aeroportos realizada pelo governo brasileiro neste ano.

Durante encontro anual com jornalistas de todo o mundo, o presidente da entidade, Tony Tyler, chamou atenção para o fato de as companhias vencedoras do leilão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília terem oferecido um ágio cinco vezes superior ao valor mínimo da outorga exigido no leilão.

Para o executivo, propostas agressivas como essas são motivo de preocupação para a entidade, que reconhece a necessidade de investimento nos aeroportos para que eles possam aguentar o crescimento da demanda na região, apontado como um dos mais expressivos do mundo.

O temor das companhias aéreas é que as empresas concessionárias dos aeroportos passem a cobrar mais caro por serviços prestados a elas dentro do aeroporto e que não são regulados por tarifas.

De acordo com Tyler, "claramente alguém está vendo uma grande oportunidade de extrair um monte de dinheiro [do setor]".

Segundo as projeções da Iata, o tráfego de passageiros na América Latina vai crescer 40% nos próximos oito anos, puxado pelo Brasil.

A previsão da entidade é que o Brasil vai continuar em 2016 como o terceiro maior doméstico de aviação do mundo, atrás dos EUA e da China.

(DIMMI AMORA)
O jornalista DIMMI AMORA viajou a convite da Iata.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Após 10 meses, Terminal 4 de Cumbica só tem 17% de sua capacidade utilizada

17/12/2012 - O Estado de São Paulo

Projetado para 15 mil passageiros por dia, local recebe hoje 2,6 mil viajantes diários, enquanto Terminais 1 e 2 estão superlotados.


Foto: Adriano Lima/Terra
Construído há um ano e inaugurado há dez meses ao custo de R$ 85,6 milhões em um contrato sem licitação com a empreiteira Delta, o Terminal 4 do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), está subutilizado. Projetado para receber 5,5 milhões de passageiros por ano – ou uma média de 15 mil por dia – o local recebe hoje apenas 17% de sua capacidade: 2,6 mil viajantes diários.

O número corresponde aos passageiros da Azul e da Trip, companhias que agora formam uma só empresa e operam exclusivamente no Terminal 4. Antes, era a Webjet (comprada pela Gol e depois extinta), que também não preenchia o vazio do terminal: movimentava 7 mil passageiros por dia, metade da capacidade.

O número de voos das duas companhias também é irrisório: são 42 operações – 21 decolagens e 21 pousos por dia. Nos horários de pico, os terminais 1 e 2 recebem a mesma quantidade de aviões em apenas uma hora.

Os dois terminais do aeroporto também receberam um volume recorde de passageiros em 2011:30 milhões em um ano. Superlotados, operaram 15% além da capacidade instalada. Na teoria, o Terminal 4 aumentaria a capacidade geral do aeroporto em 5,5 milhões de passageiros/ano. Na prática, mesmo depois da inauguração, os outros continuam apertados e ele, ocioso.

À época da inauguração, em 8 de fevereiro, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) instalou 34 posições de check-in no Terminal 4, o que daria, com folga, para atender os passageiros. A Webjet usava menos de cinco. A Azul diz que usa 10. O restante fica vazio. Como há menos de uma decolagem por hora, não há filas.

No setor, fala-se que a partir de março de 2013 a Azul pode incrementar as operações em Cumbica e levar mais 40 voos ao aeroporto, utilizando melhor a estrutura do Terminal 4. A empresa não confirma. Quando era administradora do aeroporto, a Infraero tentou negociar a ida da Gol para acabar com a ociosidade do Terminal.

A companhia nunca quis ir – como o terminal é doméstico, a Gol, que tem voos para a América do Sul, temia prejudicar passageiros em conexão, que desceriam de um voo doméstico no Terminal 4 e teriam de ir até outros terminais tomar outro avião. Apesar de haver transporte gratuito, o Terminal 4 fica a 2 km dos demais.

Outro lado

A GRU Airport, concessionária que hoje administra Cumbica, disse que quer dar um "upgrade" nas operações do Terminal ainda em 2013, levando outras empresas para lá. Por enquanto, a que aceitou ir não agrega muito em termos de movimentação: a Passaredo opera menos de 15 voos semanais a partir de São Paulo, tem problemas financeiros e está em recuperação judicial.

Fonte: O Estado de S.Paulo, Por Nataly Costa

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

TAM é a primeira aérea no Brasil a possibilitar o uso do Passbook

06/02/2013 - Jornal de Turismo

Os clientes da TAM que possuem iPhone ou IPod touch têm uma facilidade a mais ao fazer o check-in pelo celular. Quem utilizar o aplicativo Passbook, da Apple, não precisará mais usar a internet no momento de apresentar o cartão de embarque eletrônico, o que lhe tornará ainda mais ágil a entrada na aeronave.

A TAM é a primeira companhia aérea brasileira a se beneficiar da tecnologia oferecida pelo sistema operacional IOS 6. Ao fazer o check-in pelo celular, o passageiro recebe por email um cartão eletrônico de embarque. Basta gravá-lo em seu Passbook que as informações estarão guardadas para utilização sem que haja a necessidade de acesso à rede.

Hoje, o uso de canais eletrônicos (check-in pelo celular e pela internet ou por meio dos totens de autoatendimento) permite uma economia média de 50% no tempo gasto em aeroportos para efetuar o embarque. "Nossos clientes que fazem check-in pelo celular agora têm mais uma opção para conseguir ainda mais agilidade no serviço. Ao utilizar o Passbook, eles terão o cartão eletrônico de embarque disponível de forma segura, prática e sustentável, já que dispensa a impressão em papel.", explica Rodrigo Trevizan, diretor de vendas diretas da TAM Linhas Aéreas.

Tecnologia em expansão

Em agosto de 2012, a TAM passou a oferecer o serviço de check-in pelo celular para os 42 aeroportos nos quais está presente. Daquele mês até o fim do ano, cerca de 32% de todos os check-ins para embarques domésticos realizados pela companhia aérea foram feitos por meio de novas tecnologias que facilitam a vida do passageiro, como pelo celular, pela internet ou por meio dos totens de autoatendimento. Já nos aeroportos com maior fluxo de clientes que viajam a negócios, esse número chega a aproximadamente 60%.

Viracopos ocupa os espaços para ser maior que Cumbica

07/02/2013 - Portal IG

Expectativa da nova administração é de que, em 30 anos, número de passageiros chegue a 90 milhões por ano

Brasil Econômico - Cláudia Bredarioli

Diante do desafio de multiplicar por dez sua capacidade de atendimento — chegando ao movimento de até 90 milhões de passageiros por ano, superando Cumbica, cuja meta é chegar a 60 milhões —, Viracopos pretende se tornar, em 30 anos, o maior aeroporto da América Latina. Para alcançar esse objetivo — respaldado pela presidente Dilma Rousseff durante visita ao local no fim do ano passado —, a Aeroportos Brasil, que venceu o leilão de privatização, conta com um grande e raro aliado: espaço.

Diferentemente do que ocorre no entorno dos maiores aeroportos brasileiros, a localização geográfica de Viracopos permite não apenas a realização de todo o plano de expansão previsto para as três décadas de concessão — envolvendo investimentos de R$ 9,5 bilhões —, como também outras possíveis obras de ampliação depois disso.

Projeção mostra como deve ficar o novo terminal do Aeroporto de Viracopos. Foto: Divulgação

"A possibilidade para crescer é um dos principais fatores que nos permitem prever que seremos o maior aeroporto do Brasil, superando Cumbica, ao final do período de concessão", afirma João Santana, presidente do conselho de administração da Aeroportos Brasil Viracopos. "Temos possibilidade para trabalhar com uma previsão de três pistas operando simultaneamente", completa.

O consórcio Aeroportos Brasil é formado por três empresas: TPI —Triunfo Participações e Investimentos S.A. (com participação de 45%), UTC Participações S.A. (com outros 45%) e Egis Airport Operation (com os 10% restantes). Elas foram representadas no leilão de privatização, realizado em 2012, pela corretora Planner. O prazo de concessão para Viracopos é de 30 anos, com possibilidade de ser expandido por mais cinco anos. Juntas, as companhias fizeram um lance de R$3,821 bilhões, o que representou um ágio de 159,75% sobre o lance inicial. Todas as empresas participantes do consórcio possuem larga experiência em concessões de serviço, engenharia e operação no segmento de transporte — cada uma, contudo, tem uma especialidade peculiar em suas áreas de atuação.

O novo aeroporto deverá ocupar uma área de 400 mil metros quadrados, sendo que o terminal que está em construção ocupará 145 mil metros quadrados. A área em que atualmente funciona o aeroporto dará lugar a um shopping center ou será ocupada pela aviação executiva (leia mais ao lado).

A concessionária deverá concluir as obras previstas antes do início da Copa do Mundo, mas, caso descumpra os prazos, a multa está prevista em R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso. Segundo Santana, porém, como as obras estão dentro do prazo, a nova administração começou a trabalhar com a possibilidade de entrega de toda a estrutura do novo terminal com cerca de 30 dias de antecedência. "É possível que consigamos e isso será muito importante, pois teremos tempo de treinar as pessoas e fazer as adequações necessárias para que tudo comece a funcionar em perfeita sintonia", diz o executivo.

Aeroportos privatizados em SP e Brasília dão sinais de melhora

07/02/2013 - O Globo

Terminais estão mais bem sinalizados e há mais vagas
Movimentação do carnaval será teste

ROBERTA SCRIVANO
roberta.scrivano@sp.oglobo.com.br
GERALDA DOCA
geralda@bsb.oglobo.com.br

MICHEL FILHO

Obra em andamento. O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, ganhou placas mais visíveis

SÃO PAULO e BRASÍLIA – O grande fluxo de passageiros no carnaval colocará à prova as melhorias que os novos administradores dos aeroportos privatizados no ano passado – Guarulhos, Viracopos (em Campinas) e Brasília – já realizaram nos terminais. Na semana passada, quem circulasse por Guarulhos e Viracopos percebia novidades na paisagem.

Com novas placas de sinalização e sistemas de iluminação modificados, os dois aeroportos paulistas parecem maiores, mais arejados e limpos. Os banheiros também foram reformados. Em Viracopos, a ouvidoria até registrou alguns elogios. Em Guarulhos, quem chega vê a mudança no nome: antes apresentado como Cumbica, o terminal foi rebatizado de GRU Airport.

Comandando o aeroporto desde agosto, a Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos informa que triplicou a área dos banheiros e construiu outros seis. Angélica de Lima, que trabalha como garçonete há dois anos e meio em um restaurante do Terminal 1, conta ter ouvido passageiros elogiarem os novos banheiros:

— Para nós, que trabalhamos aqui, também foi uma mudança muito importante. Antes, eu tinha que caminhar até o outro lado para escovar os dentes em um banheiro feio e escuro.

Para fazer frente ao aumento de passageiros durante o carnaval, porém, a concessionária vai remanejar horários e funções para reforçar o atendimento ao público – a equipe incumbida de orientar e informar passageiros passará de 110 para 145 pessoas, por exemplo.

Viracopos: check-in alemão

Em Viracopos, em Campinas, 12 banheiros foram reconstruídos. O diretor-presidente da Aeroportos Brasil Viracopos, Luiz Alberto Küster, diz ainda que a partir desta semana os passageiros vão dispor de três novos estacionamentos, todos com passarela coberta até o terminal:

— Com a reforma dos banheiros e a ampliação dos estacionamentos, resolvemos os dois principais motivos de reclamação dos passageiros. Também fizemos uma sala, com 500 assentos, para quem está em conexão.

Antonio Miguel Marques, presidente do GRU Airport, lembra também que em Guarulhos, maior aeroporto da América Latina, foram instalados mais três aparelhos de raios X para a bagagem nas áreas de embarque:
— Também contratamos mais 50 pessoas para dar informações, identificadas com coletes amarelos, reforçamos e modernizamos a segurança e colocamos 900 novas vagas nos estacionamentos.

O novo terminal de Viracopos, que está em construção e deve ficar pronto em maio de 2014, antes dos jogos da Copa, terá melhorias tecnológicas. Sua gestora contratou, por € 7 milhões, a alemã Munich Airport para desenvolver um sistema de check-in unificado.

A Invepar prevê que a primeira fase das obras do novo terminal de Guarulhos fique pronta em março, um mês antes do previsto no edital. O terminal só estará pronto em maio de 2014. Serão investidos R$ 2 bilhões, valor que inclui a construção de um edifício-garagem para três mil veículos, reforma nas pistas e um novo pátio para aeronaves, com 63 vagas.

Em Brasília, obras à vista

No Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, o consórcio Inframérica vai reforçar as equipes de limpeza, manutenção e de informações para o carnaval, quando deverão passar pelo terminal 262,6 mil passageiros, uma média diária de 52,5 mil — uma alta de 3,5% frente ao mesmo período de 2011. Mas, com as obras de melhoria da infraestrutura ainda no começo, os passageiros enfrentarão algum desconforto, como ter de andar mais para chegar aos banheiros, por exemplo.

Por outro lado, já se observam mudanças: a sinalização melhorou e ficou mais fácil localizar os guichês das companhias. E a troca do vermelho pelo branco na estrutura metálica do saguão principal clareou o local. Os investimentos somam R$ 200 milhões, segundo a empresa.
Para o analista de sistemas Flávio Eduardo Moraes, o aeroporto está mais bonito, embora ainda não haja mudanças na parte operacional.

O Inframérica assegura que as obras estão dentro do cronograma. Durante a alta temporada, a empresa optou por pequenas modificações. A partir de março serão fechadas grandes áreas para reformas e ampliações. As obras devem terminar até maio de 2014.

Sem operar desde 2010, TAF perde concessão

07/02/2013 - Valor Econômico

Por Alberto Komatsu

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou ontem, no Diário Oficial da União, a caducidade da concessão da companhia aérea TAF Linhas Aéreas, originária de Fortaleza. Com isso, a TAF torna-se a oitava companhia aérea brasileira a perder sua concessão desde 2009, segundo dados da Anac.

A TAF foi fundada em 1957 como Táxi Aéreo Fortaleza. Em 1992, a TAF operou linhas da Rede Postal Noturna, dos Correios. A companhia passou a operar voos regulares de passageiros em meados de 1998. Em janeiro de 2010 a TAF parou de operar.

Segundo a Anac, caso a TAF queira operar novamente voos regulares terá de se passar por todas as etapas para obter uma nova concessão. "Existe a possibilidade de buscar a recertificação, mas só se houver um aporte. Alguns investidores estão em contato conosco", disse Ariston Pessoa Filho, um dos acionistas da companhia. De acordo com ele, uma eventual busca por uma nova concessão não aconteceria em 2013, já que esse processo "pode levar um ano".

Ariston Filho afirmou que a TAF parou de operar "por causa da pouca demanda como resultado das crises econômicas de 2008 e 2009". No auge de sua operação, a TAF tinha 10 aviões e voos para 10 capitais brasileiras e até para a Guiana Francesa.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Revista de luxo chinesa premia aviões da Embraer

30/01/2013 - Diario de Pernambuco - Diários Associados

(Embraer/Divulgação)

A revista chinesa Hurun Report reconheceu os avanços tecnológicos feitos pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e premiou dois aviões da linha Legacy. Para a publicação, uma das mais conhecidas e influentes do segmento de luxo na China, o Legacy 650 foi considerado o jato de grande porte de melhor desempenho. Já o modelo Legacy 500 recebeu o prêmio de melhor novidade do ano em aviões executivos.

De acordo com a Embraer, a empresa introduziu várias características inovadoras na fabricação dos jatos executivos que são vendidos no mercado mundial. Em nota, Ernest Edwards, presidente da Embraer Aviação Executiva, disse que "é muito gratificante que a empresa esteja sendo reconhecida pela Hurun Report".

Segundo Edwards, "o auxílio de nossos clientes para nos ajudar a projetar a aeronave ideal é uma estratégia eficaz e isto se reflete no reconhecimento por um de nossos mais rigorosos críticos, a imprensa mundial de aviação e luxo".

Veja como vai ficar o Aeroporto de Brasília

22/01/2013 - Panrotas

Um dos mais criticados aeroportos do País, o Juscelino Kubitschek, na capital federal, agora sob administração do consórcio Inframerica (união da Infravix/Engevix com a Argentina Corporación América), já iniciou sua transformação, que incluirá investimentos de R$ 2,5 bilhões. A concessão da Inframerica é de 25 anos e o grupo também administrará o novo Aeroporto de Natal, com previsão de abertura para 2014.

Segundo Roberto de Oliveira Luiz, ex-Varig e Pluna, e que cuida do relacionamento comercial dos dois aeroportos com as empresas aéreas, as primeiras ações já saíram do papel: um retrofit de 180 dias de duração, a reforma de dois banheiros (maior reclamação e dor de cabeça dos aeroportos) e a instalação de wi-fi gratuito em todo o aeroporto, sem necessidade de cadastro ou de inserção de código, como pedia a Infraero.

Outra alteração foi a diminuição da distância entre as aeronaves na hora da aproximação: baixou de cinco para três milhas, o que permite mais operações. O aeroporto trabalha agora para operar as duas pistas simultaneamente.

Até maio o Aeroporto de Brasília terá iniciado o sistema Cute, de compartilhamento de balcões, e o Cuss, de terminais de auto-atendimento com múltiplas companhias. Assim, se a fila de check-in de uma empresa estiver grande e a de outra vazia, a administração do aeroporto pode fazer alterações rápidas e pontuais nas posições. E no auto-atendimento, o passageiro encontrará o check-in de várias empresas em uma só máquina.

Algumas das grandes expectativas para o novo aeroporto são: a cobertura na entrada para a parada de automóveis, que ganham mais uma via; a sala vip compartilhada com 2,5 mil metros quadrados e diversos serviços, como sala de conferência e cinema; e os dois novos terminais, com a demolição do terminal satélite e a entrada para embarque em um só local. Para 2021, estão previstos novos empreendimentos no entorno, como hotel e centro de convenções.

Veja abaixo vídeo de como ficará o Aeroporto JK, em Brasília. E veja as perspectivas artísticas das novas áreas no álbum anexo.

Aeroporto de Cascavel (PR) pode receber B737 e A320

06/02/2013 - Panrotas

O governador do Paraná, Beto Richa, discursa na inauguração oficial das obras de ampliação do Aeroporto de Cascavel (foto Jonas Oliveira / ANPr)
De acordo com o governo do Paraná, o governador do Estado, Beto Richa, inaugurou oficialmente ontem (terça-feira, dia 5) as obras de ampliação do Aeroporto de Cascavel – cidade localizada no oeste do Estado e distante 500 quilômetros da capital Curitiba.

A pista foi estendida de 1.618 metros para 1.780 metros, e a largura passou de 30 metros para 45 metros, permitindo a operação de aviões de maior porte como o Boeing 737 e o Airbus A320.

Na reforma do terminal foram investidos R$ 8 milhões, metade dos recursos repassados pelo governo estadual, que já aplicou R$ 22 milhões na modernização de vários aeroportos nos últimos dois anos. "Estamos investindo em quase todos os aeroportos do Estado para que o Paraná se torne mais competitivo", afirmou o governador Richa.

Embraer não espera cortes adicionais de produção de E-Jets

Embraer não espera cortes adicionais de produção de E-Jets

05/02/2013 - G1

Reuters

SÃO PAULO, 5 Fev (Reuters) - A fabricante de aviões Embraer não espera novos cortes de produção de jatos comerciais nos próximos anos, após a empresa ter anunciado na véspera os planos de cortar a produção de seus E-Jets em até 15 por cento em 2013.

Uma seca de grandes encomendas durante a maior parte do ano passado obrigou a Embraer a diminuir as linhas de montagem em sua divisão chave de aviões comerciais, disse o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado. Ele descartou a ideia de cortar produção de novo em breve.

"Eu não vejo qualquer aumento ou diminuição significativa. Nós certamente não esperamos reduzir (a produção) ainda mais", afirmou ele a analistas em teleconferência.

"Há potencial de aumento, dependendo de quanta participação de mercado conseguirmos com as campanhas de vendas nos Estados Unidos."

A Embraer e sua principal rival para o segmento de jatos regionais, a canadense Bombardier, têm conseguido encomendas robustas desde o fim dezembro.

Com os pedidos firmes que já têm em carteira, a empresa brasileira garante de dois terços a três quartos do nível atual de produção para 2014, disse Curado.

Os E-Jets da Embraer são projetados para transportar de 70 a 120 passageiros.

Com os negócios na aviação executiva se recuperando e o rápido crescimento da unidade de defesa, a divisão de aviação comercial deve responder por apenas 52 por cento da receita da Embraer em 2013 --depois de ter gerado mais de dois terços há cinco anos.

(Por Brad Haynes)

Pousos com auxílio de ILS no Aeroporto de Joinville estão previstos para junho

Pousos com auxílio de ILS no Aeroporto de Joinville estão previstos para junho

06/02/2013 - Diário Catarinense

Sistema chega na cidade no próximo dia 25 e a instalação começa em março
Claudine Nunes
claudine.nunes@an.com.br


Navio que trouxe o equipamento da Alemanha chegou na madrugada desta terça-feira no Porto de Itapoá
Foto: Alexandre Pinheiro da Silva / Divulgação Porto Ipoá

O ILS, instrumento de auxílio à navegação que facilita o pouso das aeronaves em condições de mau tempo, deve entrar em operação no Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola no mês de junho.

A previsão foi dada nesta terça-feira pela Força Aérea Brasileira (FAB). Importado da Alemanha, o equipamento chegou ao Porto Itapoá no início da madrugada desta terça a bordo do navio Santa Catarina.

Ainda de acordo com a FAB, o desembaraço alfandegário, processo burocrático para que a carga possa ser liberada, começará no próximo dia 18. A expectativa é de que o procedimento leve alguns dias e o equipamento seja entregue no aeroporto no dia 25.

Já a instalação do sistema no terminal joinvilense está prevista para começar no dia 4 de março. A estimativa é de que sejam necessários 90 dias. O prazo inclui também os testes de homologação, o voo de aceitação e a entrada em operação do sistema.

A partir desse momento, o aeroporto de Joinville estará habilitado a operar por instrumento. A FAB reforça que, para utilizar o pouso por instrumentos, o piloto deve estar habilitado. Com a entrada em operação do ILS, a expectativa é de que haja redução nos cancelamentos de voos por causa do mau tempo em Joinville.

— Ter o cronograma é uma boa notícia. Mas junho ainda está muito longe. Vamos trabalhar para antecipar esta instalação —, afirma o secretário de Integração e Desenvolvimento Econômico de Joinville, Jalmei Duarte.

Na manhã desta quarta-feira, o secretário terá uma reunião com o superintendente do aeroporto, Rones Rubens Heidemann, para tratar sobre temas como a instalação do ILS e o andamento das desapropriações para a ampliação do terminal.

Para a instalação do ILS, coube à Infraero realizar as obras de infraestrutura. Os trabalhos foram realizados e entregues no final do ano passado.

CRONOGRAMA

Fevereiro
Dia 18 - Início do desembaraço alfandegário para que o ILS possa ser retirado do Porto Itapoá e levado para o Aeroporto de Joinville.
Dia 25 - Previsão de chegada do equipamento ao aeroporto.

Março
Dia 4 - Início da instalação do ILS. A expectativa é de que o procedimento dure 90 dias. Além da instalação, são necessários testes para homologação e voo de aceitação para entrada em operação do equipamento.

Junho
Mês em que está previsto o início das operações com o ILS.

Fonte: Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

A NOTÍCIA

Passagens aéreas regionais podem ficar 50% mais baratas

06/02/2013 - Amazonas em Tempo

Redação EM TEMPO

Amazonenses que se deslocam dentro do Estado terão maior facilidade em relação aos preços dos
bilhetes aéreos regionais, que podem ter valor reduzido em até 50%.

Esta medida será possível devido ao subsídio que o Governo Federal pretende disponibilizar para o
Amazonas.

O tema foi adiantado pelo senador Eduardo Braga, no último final de semana, quando anunciou que a
presidente Dilma Roussef daria atenção especial para o assunto de fundamental importância para a
região.

De acordo com o senador, será criada uma política de incentivo para a região, assim como aconteceu
com a conta de luz e os juros bancários.

Eduardo Braga reforçou ainda o anúncio da presidente Dilma Roussef em relação à reforma, construção e
ampliação de aeroportos em 270 municípios brasileiros.

Dentre eles, estão os aeroportos de Amaturá, Borba, Boca do Acre, Barcelos, Coari, Carauari, Codajás,
Eirunepé, Fonte Boa, Humaitá, Itacoatiara, Lábrea, Maués, Manaus, Maraã, Nova Olinda do Norte,
Parintins, Pauni, São Paulo de Olivença, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Tefé,
Tabatinga e Uarini.

Azul negocia acordo com Tap

05/02/2013 - Mercado & Eventos

De acordo com a reportagemdo Portal Amazônia, a Azul negocia um acordo de compartilhamento de voos com a Tap. Ainda segundo a publicação, a informação foi dada pelo diretor de Planejamento da Azul, Marcelo Bento. Segundo ele, a intenção é que o acordo tenha início até o final de maio.

"Estamos fechando um acordo com a Tap Portugal. Se tudo ocorrer bem, vamos oferecer a possibilidade do amazonense voar para a Europa e a chance do europeu conhecer mais e melhor o Amazonas", destacou o diretor ao site.

O Portal Amazônia afirma na publicaçaõ que se tudo der certo, o sistema de venda das duas empresas estarão integrados até maio, permitindo que os clientes da Azul comprem passagens para a Europa saindo de suas cidades e vice-versa. Vale destacar que após a compra da Trip, a Azul é a companhia que possui a maior malha regional do País, com mais de 100 destinos.

Portal Amazônia

Azul terá mais 4 voos entre Guarulhos e Pampulha

05/02/2013 - O Estado de São Paulo

EQUIPE AE - Agência Estado

A Azul Linhas Aéreas vai ampliar sua operação a partir do Aeroporto Internacional de Cumbica em Guarulhos, em São Paulo. A companhia recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar quatro novos voos entre Guarulhos e o Aeroporto de Pampulha, em Belo Horizonte.

"Fizemos algumas mudanças na malha aérea de Guarulhos para torná-la ainda melhor e mais eficiente" disse o diretor de Planejamento da Azul, Marcelo Bento, em nota. Atualmente, a companhia possui voos que ligam Guarulhos a nove aeroportos: Araçatuba (SP), Cuiabá, Confins (Belo Horizonte), Ipatinga (MG), Juiz de Fora (MG), Londrina (PR), Recife, Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Salvador.

A rota com destino a Pampulha terá início no próximo dia 20. Antes disso, no dia 18, a companhia passará a operar quatro frequências diárias entre Guarulhos e Curitiba, para as quais a Azul obteve autorização da Anac em janeiro. Com isso, totalizará 11 destinos a partir do aeroporto paulista.

A Azul também planeja ampliar o número de voos para destinos que já opera a partir de Guarulhos. A companhia solicitou à Anac alguns horários de transporte (Hotran) para aumentar as frequências de voo para Belo Horizonte (Confins) e Rio de Janeiro (Santos Dumont).

A partir da cidade mineira, que é o segundo hub Azul, os clientes podem se conectar a 26 destinos: Aracaju, Belém, Porto Seguro (BA), Brasília, Carajás, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro (Galeão), Rio de Janeiro (Santos Dumont), Goiânia, Ipatinga (MG), Marabá (PA), Manaus, Montes Claros (SP), Guarulhos, Porto Alegre, Porto Velho, Ribeirão Preto (SP), Recife, São José dos Campos (SP), Salvador, Uberlândia (MG), Campinas (SP), São José do Rio Preto (SP), Vitória da Conquista (BA) e Vitória.

Embraer vê receita líquida de até US$6,4 bi em 2013

04/02/2013 - O Estado de São Paulo

BRAD HAYNES - Reuters

A Embraer, terceira maior fabricante mundial de aviões comerciais, espera um leve aumento na receita líquida em 2013, apesar do corte na produção dos jatos regionais em até 15 por cento.

A companhia informou nesta segunda-feira que espera receita líquida entre 5,9 bilhões e 6,4 bilhões de dólares em 2013, ante expectativa de 5,8 bilhões e 6,2 bilhões de dólares no ano anterior.

O segmento de jatos executivos e as operações de defesa, setor de rápido crescimento, serão cruciais para o resultado. A fabricante espera entregar entre 90 e 95 jatos comerciais, abaixo dos 106 em 2012.

A aviação comercial, que há cinco anos constitui mais de dois terços da receita da Embraer, deve contribuir com 52 por cento da receita do ano, pressionado por uma demanda fraca, que levou sua carteira de pedidos para o nível em seis anos.

A empresa planeja compensar isso com um aumento na produção de jatos executivos, que devem representar 25 por cento das receitas em 2013, com estimativa de receita entre 1,4 bilhão a 1,6 bilhão de dólares no período.

A Embraer também espera que a unidade de defesa forneça uma parcela maior de vendas. Um avião militar de carga em desenvolvimento e um contrato com as Forças Armadas do Brasil, de controle de fronteiras, devem ajudar a unidade a contribuir com 21 por cento da receita total, mais do que dobrando sua participação em cinco anos.

A Embraer prevê entregar entre 80 e 90 jatos executivos leves em 2013, acima dos 77 do ano passado passado, e de 25 a 30 jatos executivos grandes neste ano, ante 22 em 2012.

A fabricante de aviões planeja investir cerca de 580 milhões de dólares no ano, abaixo dos 650 milhões dólares destinados para 2012.

Deste total, 100 milhões de dólares serão destinados para pesquisa e 300 milhões de dólares para desenvolvimento de produtos. Os outros 180 milhões de dólares serão destinados ao Capex da companhia em 2013.

MARGENS DE LUCRO

A Embraer fez uma pequena mudança para sua estimativa de rentabilidade das operações, que se mostraram conservadoras nos últimos anos.

A margem operacional (Ebit) deve ficar entre 9 por cento e 9,5 por cento, enquanto a margem Ebitda deverá ficar entre 13 e 14 por cento.

Em fevereiro do ano passado, a margem Ebit estimada para 2012 foi de 8 a 8,5 por cento, antes de aumentar para 9 a 9,5 por cento em julho. Naquela época, a companhia também aumentou a previsão para a margem Ebitda em 1 ponto percentual para 12,5 por cento a 13,5 por cento.

(Reportagem adicional de Roberta Vilas Boas e Juliana Schincariol)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Beting, da Azul: plano é ir a cidades menores onde avião grande não pousa

23/01/2013 - Guilherme Serodio

A Azul Linhas Aéreas calcula que o mercado brasileiro de aviação vai crescer entre 10% e 12% em volume de passageiros este ano, favorecido pela expansão mais vigorosa longe dos grandes centros urbanos. Com um modelo focado nas viagens regionais, a Azul projeta aumentar sua participação de mercado em 3 pontos e chegar a 18%, se as líderes do setor TAM e Gol mantiverem a política de redução de frota.

A Azul, informa seu sócio e diretor de comunicação da Azul, Gianfranco Beting, vai receber este ano 15 aviões, sendo oito turbo-hélices. Estes podem substituir os aviões mais antigos da Trip ou, se o mercado demandar, serem somados aos da Trip, ampliando a frota da companhia. As outras sete aeronaves serão jatos da Embraer.

"Se a gente sentir que o mercado está receptivo, que as oportunidades continuam se apresentando, a gente vai manter [os aviões antigos da Trip na frota]. Se a gente sentir que o 'pibão' continua 'pibinho', a gente tem a possibilidade de fazer uma substituição dos aviões mais antigos", afirma Beting.

É justamente nas regiões com menos habitantes que a empresa vem crescendo. Enquanto o setor aéreo encolhe em número de destinos no Brasil, a Azul traça a rota contrária. Atualmente há 122 cidades atendidas por voos regulares no país - a Azul voa para 101 delas. Até o final de 2013, a meta da companhia é aterrissar em outras nove localidades, chegando a 110 destinos.

Os aviões de menor capacidade favorecem a Azul no contexto atual. O plano de voo traçado é "sobretudo ir onde as grandes não conseguem ir porque têm aviões grandes demais: as cidades de médio porte e baixa densidade de tráfego".

No longo prazo, o objetivo da empresa é voar apenas com dois modelos, aposentando outras aeronaves ainda operadas pela Trip. "Operar com dois modelos de aviões pequenos facilita enormemente nosso planejamento", diz o executivo.

A empresa espera continuar voando praticamente sozinha nos menores destinos e não crê em uma mudança de posicionamento das duas gigantes do setor. Mas ainda que espere um horizonte sem turbulências, a Azul ainda não dá lucro aos investidores e não tem data para abrir capital. "O IPO vai acontecer não por necessidade, mas sim por oportunidade. Por isso, só ocorrerá quando a oportunidade for inconteste".

Beting lembra que expectativas sobre crescimento de "market share" não dependem só da companhia - que atualmente detém 15% do mercado. Mas diz que se as previsões das grandes empresas - TAM e Gol - forem mantidas, a Azul deve conquistar mais dois a três pontos percentuais, chegando a 18% do mercado doméstico.

Em 2012, o número de rotas alcançadas pela Azul cresceu 140% devido à união com a Trip. Este ano, o foco da companhia é avançar na fusão. Com a sobreposição de funções, demissões não estão descartadas, mas Beting afirma que em 2013 a empresa deve contratar mais do que demitir. "A gente sabe da nossa necessidade de continuar contratando pessoas para operar os aviões. Estamos falando de um punhado de demissões e centenas de contratações".

Infraero dá andamento às obras do terminal do aeroporto de Manaus

22/01/2013 - Portal da Copa

Estatal entregará em 15 dias os serviços de impermeabilização da laje da cobertura do local

Trabalhos no aeroporto Eduardo Gomes atingiram 46% de conclusão (crédito: Infraerr/Divulgação)
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Em obras no terminal desde novembro de 2011, o aeroporto de Manaus avança na ampliação do terminal de passageiros. Com 46% dos trabalhos concluídos, a Infraero entregará em 15 dias os serviços de impermeabilização da laje da cobertura do local.

Segundo a estatal, os serviços também incluem a obra do contrapiso. Ele servirá de suporte para o revestimento de piso e seus componentes e incorpora sistemas de impermeabilização.

Além disso, ocorre a construção do novo estacionamento e viaduto, novas salas de embarque e desembarque doméstico e internacional e áreas administrativas, que serão entregues em maio.

Após a conclusão das obras, prevista para dezembro de 2013, a capacidade do Eduardo Gomes passará de 6,4 milhões para 13,4 milhões de passageiros ao ano, com um aumento de 57,77 mil m² na área do terminal de passageiros, expandindo o espaço em cerca de 146%.

O estacionamento do aeroporto, por sua vez, será ampliado em quase 167 mil m² e contará com 2,67 mil vagas. Também está prevista a instalação de duas novas pontes de embarque, 11 novas escadas rolantes, 15 novos elevadores e sete novas esteiras de restituição de bagagem. As obras estão orçadas em R$ 316 milhões.

Além das obras do terminal 1, a Infraero autorizou, em dezembro, o início das obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros 2. O investimento será de R$ 19,49 milhões, com prazo de execução de 455 dias. O local terá sua capacidade ampliada para 645 mil passageiros ao ano e uma área total de 6.959 m².

Anac prevê investimentos de 7 bilhões em novos aeroportos

29/01/2013 - Jornal de Turismo, Samantha Chuva

Com o aumento da demanda dos aeroportos no país – só no ano passado o número de voos domésticos cresceu 6,4% - o governo prevê a construção de novos aeroportos em um futuro próximo. De acordo com o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, o país precisará de novos aeroportos nos próximos 10 a 15 anos.

"Locais como o Rio Grande do Sul e regiões no Nordeste do país precisarão de novos aeroportos, uma vez que a demanda desses locais vêm crescendo e os atuais aeroportos não serão suficientes no futuro", afirmou o ministro.

De acordo com Bittencourt, já estão sendo estudados possíveis locais para a construção dos aeroportos, mas é preciso levar em consideração questões de logística, como infraestrutura, potencial turístico, consumo, desenvolvimento e crescimento das cidades em que ocorrerão as obras.

Rio de Janeiro e São Paulo estão fora destes planos de expansão de terminais, uma vez que os aeroportos de Viracopos e Guarulhos (SP) já foram concedidos à iniciativa privada, e o Galeão (RJ) entrará na próxima rodada de concessões.

"Não vemos necessidade de algo em São Paulo antes de 2030; Rio de Janeiro, só depois. Temos que pensar que o Brasil não é só capital, é preciso dar condições de acessibilidade às cidades interioranas também", frisou o ministro.

Visando fortalecer a aviação regional brasileira, o governo lançou recentemente um plano que mapeou 270 aeroportos com potencial turístico, social e econômico para serem desenvolvidos nos próximos anos. Os investimentos previstos, segundo o ministro, são de sete bilhões de reais.

Viracopos tem crescimento maior que média nacional

31/01/2013 - O Estado de São Paulo

Comissão vai investigar barulho de aeroportos
Técnicos do Daesp, que administra 31 terminais no interior de São Paulo, vão analisar os arredores das quatro principais pistas Foram 8,8 milhões de passageiros em 2012; até 2014, capacidade do terminal vai aumentar para 14 milhões

RICARDO BRANDT / CAMPINAS,
NATALY COSTA, JOSÉ MARIA TOMAZELA - O Estado de S.Paulo

O Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, registrou movimento de 8,8 milhões de passageiros em 2012, um crescimento de 16,9%, em relação aos 7,5 milhões de pessoas que viajaram em 2011. Enquanto isso, a média nacional foi de 6,4%. Assim, ele passou do nono para o sétimo lugar na lista de terminais aéreos mais movimentados do País, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Concedido para a iniciativa privada no primeiro lote de privatizações de aeroportos do governo federal em fevereiro do ano passado, Viracopos ainda está em expansão. A capacidade vai para 14 milhões de passageiros até 2014.

"O aeroporto tem crescido significativamente e estamos investindo para suprir essa demanda. Com reformas, novas áreas e otimizando o atual espaço, vamos dar uma sobrevida ao atual terminal", afirma o diretor de operações da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, Marcelo Mota.

De 2007 até 2011, o movimento subiu 49%, enquanto a média nacional foi de 8,7%. A maior consequência desse aumento fora do comum é a superlotação. O atual terminal está projetado para receber 3,5 milhões de passageiros, mas desde 2011 opera com o dobro da capacidade. "Nos horários de maior movimento, ficava insuportável a sala de embarque. Já dá para notar alguma diferença, principalmente nos novos espaços e nos banheiros, mas ainda falta opção de lojas e lanchonetes", conta o empresário Marcos Buzolin, de 43 anos.

Entre os dez maiores aeroportos do Brasil, Viracopos perdeu em aumento de passageiros apenas para o Galeão, no Rio, que cresceu 17,1%.

Viracopos é projetado para ser o maior terminal de passageiros do País ao término do contrato de concessão, daqui 30 anos. Ele terá capacidade para 80 milhões de passageiros. "Já investimos R$ 69 milhões nas melhorias de estrutura do atual terminal e vamos investir até 2014 R$ 2 bilhões no novo terminal. No atual terminal atacamos todos pontos críticos, mais espaços, novas vagas de estacionamento, novos banheiros, mais ônibus, mais equipamentos de raio X", explica Mota.

O aeroporto terá um novo terminal, com 110 mil m² de área total, edifício-garagem com três pisos e capacidade para 4,5 mil veículos (o atual suporta 2,1 mil) e 28 posições para estacionamento de aeronaves com pontes de embarque e desembarque (fingers), além de sete posições remotas (com acesso aos aviões por ônibus).

O ronco dos aviões faz tremer as vidraças. O aparelho de som e a televisão captam vozes do sistema de comunicação de aeronaves. Esse é o tipo de problema que o frentista Marcos Lúcio de Souza, de 38 anos, tem em sua casa, na zona norte de Sorocaba. Morador da Vila Helena há 16 anos, ele ainda não se acostumou com o barulho do aeroporto local. E esse é o tipo de caso que vai ser alvo de uma comissão do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp).

Técnicos da autarquia que administra 31 aeroportos do interior paulista vão sair a campo para monitorar os níveis de ruídos no entorno das pistas e apresentar soluções para o controle do barulho.

Os aeroportos de Jundiaí, Sorocaba, Ribeirão Preto e Campo dos Amarais, em Campinas, registraram 480.148 operações de pouso e decolagem de aeronaves de janeiro a novembro de 2012, mais de 50% do movimento de todos os 31 aeroportos administrados pelo Daesp. A Comissão de Gerenciamento de Ruído Aeronáutico foi criada no último dia 14 com representantes dos quatro terminais, que têm em comum, além do grande movimento de aviões, a localização em áreas residenciais. As administrações estão autorizadas a contratar equipes especializadas para medir o barulho. O objetivo é identificar atividades incompatíveis com o nível de ruído previsto no plano de zoneamento dos aeroportos.

Levantamento. A comissão terá de apresentar mapas de cada aeródromo apontando os locais mais sensíveis aos ruídos. O mapeamento vai orientar as ações do Daesp e das prefeituras para reduzir o barulho. Serão enviados relatórios à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que vai acompanhar o processo. As medidas a serem propostas podem ir de uma redução nas manobras que exigem alta potência do motor até a restrição nos horários de pousos e decolagens para determinadas aeronaves.

O aeroporto de Jundiaí, de maior movimento - teve 92.504 pousos e decolagens no período -, recebe aviões, jatinhos e helicópteros de forma ininterrupta, até a noite, o que vem causando reclamações dos vizinhos. Construído a 7 quilômetros do centro, o terminal já foi alcançado pelo crescimento da área urbana. Os bairros residenciais Jardim Ermida e Gramadão, os mais próximos, já são afetados pelo barulho. A prefeitura informou que o município restringe construções de prédios e residências no entorno do aeroporto, conforme o que é determinado pelo Daesp.

As construções mais próximas são indústrias, a um quilômetro da pista.

Segundo a ouvidoria municipal, não há registro de reclamações da população do entorno. Moradores de um condomínio no bairro Eloy Chaves, que está na rota das aeronaves, já reclamaram publicamente do barulho excessivo.

O Campo dos Amarais, em Campinas, também está cercado por indústrias e casas. Medições informais mostraram que o nível de ruído no solo, na passagem de aviões maiores, atinge 80 decibéis, bem acima do recomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) - 50 decibéis durante o dia.

Em Ribeirão Preto, a prefeitura, o Daesp e o Ministério Público Estadual já discutem o impacto do projeto de ampliação do terminal aéreo sobre a vizinhança. O aeroporto, que tem o maior movimento de passageiros da rede estadual, com 994.795 embarques de janeiro a novembro de 2012, está cercado por bairros residenciais.

Um grupo de pessoas e entidades lançou o Movimento Pró Aeroportos Seguros, que se opõe à ampliação do atual terminal, por estar em área densamente povoada. O grupo defende a construção de um novo aeroporto fora da área urbana.

SAC abre consulta sobre política de slots em Congonhas

01/02/2013 - Diário da Manhã - GO

AGÊNCIA ESTADO
LUCI RIBEIRO

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) quer aprimorar a política de slots do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A partir desta sexta-feira está aberta consulta pública para receber sugestões da sociedade, que devem ser enviadas até às 18 horas do dia 3 de março somente por e-mail ( slots@aviacaocivil.gov.br). O governo pretende com essa revisão melhorar o sistema de alocação de horários de chegadas e partidas das empresas no terminal paulista.

Haverá sessão presencial no dia 20 de fevereiro, em Brasília. Documento com as diretrizes da política que estará em consulta pode ser acessado no site da SAC. O aviso da consulta pública foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

American Airlines comemora voo direto Salvador-Miami

American Airlines comemora voo direto Salvador-Miami

24/01/2013 - Bahia Econômica

A Bahiatursa e a American Airlines selaram esta semana parceria para a realização de uma agenda que irá promover a Bahia junto ao mercado americano. De acordo com a diretora de Relações Internacionais da Bahiatursa, Rosana França, serão realizados, ainda neste primeiro semestre, três eventos com os principais agentes de turismo das cidades de New York, Chicago e Miami.

Na ocasião, a companhia aérea divulgou os primeiros resultados do novo voo direto Salvador-Miami, que entrou em operação desde o dia 15 de novembro do ano passado.

De acordo com o gerente comercial da American Airlines em Salvador, Leandro Lustosa, desde que foi inaugurado, o voo tem operado com uma média de 80% de ocupação. "Os resultados estão sendo surpreendentes. Essa é a média, mas muitas vezes operamos com 100% de ocupação. Estamos colhendo bons frutos e planejamos aumentar de cinco para sete as frequências semanais".

O resultado revela, segundo Rosana França, a superação da Bahia em relação a outros estados do Nordeste, o que contribui de forma significativa para a captação de novos voos. "Esses resultados são de extrema importância para nós, pois demonstra a consolidação de um voo exclusivo, direto entre a Bahia e os EUA, o que nos garante também a frequência de novos voos".

Atualmente, a companhia oferece 870 assentos nos voos regulares, que operam cinco vezes por semana, partindo da capital baiana às 10h50, com destino a Miami. A aeronave em operação é um Boeing 757 com 174 assentos, sendo 14 executivos e 160 de classe econômica.

TAM terá nova rota Ribeirão Preto - Rio de Janeiro

30/01/2013 - Jornal de Turismo

No dia 2 de março a TAM Linhas Aéreas iniciará as atividades da nova rota Ribeirão Preto-Rio de Janeiro/Santos Dumont, e uma das novidades são as tarifas a partir de R$ 63,00.

O voo JJ 3349 decolará diariamente do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto, às 5h20, e pousará no Santos Dumont, às 6h24. No sentido inverso, o voo JJ 3348 partirá do Rio de Janeiro, às 22h09, e chegará ao Leite Lopes, às 23h28.

Com a nova rota, a TAM passará a ser a única companhia aérea a oferecer uma ligação diária entre o município paulista e o Aeroporto Santos Dumont, localizado próximo ao centro do Rio de Janeiro. A possibilidade de ida e volta no mesmo dia facilitará, principalmente, a locomoção de viajantes a negócios que precisam transitar rapidamente entre as duas cidades. A ligação é uma opção também para quem busca visitar a Cidade Maravilhosa a lazer.

Simone Tebet garante conclusão de obras do aeroporto de Três Lagoas

30/01/2013 - Tribuna News - MS

Governadora em exercício assegurou que Estado entrará com recursos, caso a União não renove o convênio de R$1,5 milhão para obras

A União ainda precisa liberar R$ 1,7 milhão em recursos do convênio para a construção de obras de infraestrutura do Aeroporto Municipal de Três Lagoas , mas uma reunião no dia 20 de fevereiro na Secretaria de Aviação Civil (SAC), em Brasília, é que vai definir a continuidade do convênio com o Governo Federal.

Segundo a governadora em exercício, Simone Tebet, o corte da verba federal não deve comprometer as obras. "Já temos recursos garantidos pelo Estado para bancar a conclusão destas obras caso o Governo Federal não renove o convênio. Três Lagoas não pode parar", garante a governadora.

Simone se reuniu na última semana com uma equipe de secretários da Prefeitura de Três Lagoas para discutir o andamento das obras do Aeroporto Municipal, Plínio Alarcon. Estiveram presentes na reunião: Marco Garcia de Souza, secretário de Desenvolvimento Econômico; Walter Garcia de Oliveira Júnior, secretário de Infraestrutura, Transporte e Habitação; Carmen Lúcia Ribeiro Goulart, secretária de Planejamento; além de técnicos das respectivas secretarias. Também participaram o deputado estadual, Eduardo Rocha; o coordenador de Transportes Aéreos da Secretaria Estadual de Obras Públicas (Seop), Fabrício Alves Corrêa; e o representante da Agesul em Três lagoas, Dirceu Deguti.

A governadora reafirmou o empenho do governo do Estado em ter o aeroporto funcionando plenamente até o dia 15 de junho, no aniversário da cidade. "Hoje discutimos os prazos com os secretários e posso dizer que o que compete ao governo do Estado está a pleno vapor. Sabemos da importância desta obra para a Cidade. Com o início das operações comerciais, o acesso de investidores em Três Lagoas vai ficar muito mais fácil", disse Simone.

Entre as obras de Infraestrutura Aeroportuária que devem ser concluídas ainda no primeiro trimestre estão: a Adequação da Cerca de Proteção, a Instalação do Balizamento Noturno, a Implantação da SCI e acesso à SCI (Obra do Estado e União) e o acesso ao aeroporto está previsto para terminar em maio.

Já a construção do Terminal de Passageiros, a implantação do Saneamento Hidro-sanitário (Obra do Município) e a implantação da Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicação e Tráfego Aéreo - EPTA - (Obra do Estado e operacionalização a ser terceirizada pelo Município) devem estar prontos em março.

No início de 2012, o governo do Estado concedeu incentivo fiscal à Azul Linhas Aéreas, quando assinou a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias de Mato Grosso do Sul (ICMS). Na ocasião, o diretor de Relações Institucionais da Azul Linhas Aéreas, Adalberto Febeliano, mostrou o interesse em investir em Três Lagoas, assim que concluídas as obras do aeroporto.

Segundo o coordenador de Transportes Aéreos da Seop, Fabrício Alves Corrêa, após a conclusão das obras poderemos providenciar a implantação e a homologação, o que depende da Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac. "A maior dificuldade são os trâmites burocráticos, mas contamos com o prestígio político do governador e da vice-governadora para adiantarmos estes prazos junto ao Governo Federal", afirma Fabrício.

Com informações do Governo do Estado/Assessoria de Comunicação

Argentina, Venezuela e Colômbia são prioridade

31/01/2013 - Valor Econômico

Por De Brasília

Três países da América do Sul estão na lista de prioridades da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a renegociação dos acordos bilaterais em vigência com o Brasil. A Argentina é uma das maiores urgências, mas não há sinais de que Buenos Aires esteja disposta a voltar à mesa de discussões para ampliar o limite de voos entre as duas principais economias do Mercosul.

Atualmente, cada lado tem direito a alocar 133 frequências por semana às companhias aéreas de seu país. Do lado brasileiro, 77 voos são operados pela Gol e 56 pela TAM. O governo argentino, que privilegia a estatal Aerolíneas Argentinas na distribuição de suas frequências, se recusa a sentar-se com as autoridades brasileiras para renegociar o acordo bilateral enquanto a Aerolíneas não preenche toda a cota disponível do lado argentino.

Trata-se de uma forma de empurrar os passageiros, diante do aumento da demanda nas ligações aéreas entre o Brasil e a Argentina, para a empresa reestatizada pela presidente Cristina Kirchner, em 2008. Segue-se o raciocínio de Buenos Aires: se os voos da Gol e da TAM saem lotados e elas praticam tarifas maiores, a tendência é que o aumento da demanda vá principalmente para a empresa argentina. Essa é considerada, segundo ouviu o Valor até mesmo de autoridades argentinas, uma das tábuas de salvação para a Aerolíneas - que tem prejuízo de US$ 2 milhões por dia após a reestatização.

O superintendente de relações internacionais da Anac, Bruno Dalcomo, destaca a necessidade de ampliar o limite de voos entre os dois países, mas reconhece que não trabalha com a perspectiva de resolver a situação no curto prazo. "A Argentina tem optado por preservar o papel da Aerolíneas a qualquer custo", diz Dalcomo. "Não conseguimos antecipar, com essas tentativas de resguardar os balancetes da companhia, quando será possível fazer uma renegociação."

A agência brasileira também busca mudar o acordo com a Venezuela, ampliando o direito de tráfego, mas não tem obtido sucesso. Outra prioridade é alterar o tratado com a Colômbia. Empresas brasileiras têm muito interesse em pousar no país, embarcar passageiros locais e continuar seus voos rumo aos Estados Unidos. Isso hoje não é possível e os colombianos resistem à mudança, que poderia ser aproveitada pela Gol e pela nova Latam.

Dalcomo informa que outros avanços importantes já foram obtidos na liberalização do mercado brasileiro. Um deles foi a eliminação dos pisos tarifários, a partir de 2008, extinguindo gradualmente os valores mínimos de tarifas que as companhias aéreas eram obrigadas a respeitar nos voos internacionais. O superintendente observa ainda o acordo de céus abertos entre Brasil e Estados Unidos. A partir de outubro de 2015, não haverá mais nenhum obstáculo à criação de novos voos entre os dois países, desde que haja disponibilidade de espaço nos aeroportos. (DR)

Brasil amplia ligações a 53 cidades no exterior

31/01/2013 - Valor Econômico

Daniel Rittner

O número de destinos atendidos por voos internacionais a partir de aeroportos brasileiros é hoje o mais alto pelo menos desde 2000. Até novembro do ano passado, o Brasil já tinha ligações aéreas com 53 cidades no exterior, por meio de companhias nacionais ou estrangeiras. E esse número continua aumentando rapidamente: estão sendo criadas novas rotas que conectam o país a destinos como Abu Dhabi (Emirados Árabes), Adis Ababa (Etiópia) e Quito (Equador).

Em 2000, havia voos a 47 cidades, mas a cobertura da malha aérea foi diminuindo nos anos seguintes. Pesaram na redução as oscilações cambiais e a quebra da Varig. A quantidade de voos regulares - com 12 meses seguidos de operações - caiu para 40 destinos em 2008, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Desde então, houve uma disparada, que reflete o interesse crescente de companhias estrangeiras e a remoção de barreiras que impediam o estabelecimento de novas rotas.

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Uma das prioridades da agência foi acelerar a assinatura de acordos de serviços aéreos com outros países. O número de tratados vigentes subiu de 67 para 85 nos últimos cinco anos. Também houve adaptação de antigos. Esses acordos são pré-condição para qualquer ligação entre dois países e regulam, por exemplo, a quantidade de voos permitidos para cada lado. "Fomos fazendo testes de mercado, introduzindo níveis crescentes de abertura e de concorrência nos acordos bilaterais, para ver como as empresas se comportariam", diz o superintendente de relações internacionais da Anac, Bruno Dalcomo.

Segundo ele, um dos principais focos da agência tem sido a Ásia e o Oriente Médio, por causa do fluxo crescente de passageiros e da falta de alternativas para viajar que havia até pouco tempo. "Estamos tentando construir novas portas de acesso no mercado de longo curso, principalmente [ao mercado] asiático, sem ficarmos reféns da Europa", afirma.

A ideia é evitar, cada vez mais, escalas ou conexões no Velho Continente para chegar ao destino final. Além de tornar a viagem mais prática, trata-se de uma alternativa de driblar dois problemas. Primeiro, evitar que o aumento de preços nos voos durante a alta temporada encareça as tarifas até de passageiros que não pretendem ficar na Europa; depois, não correr riscos de que eventos localizados causem uma bagunça em grande parte da malha internacional. Parece improvável, mas foi exatamente o que ocorreu quando as cinzas do vulcão Eyjafjallajokull, na Islândia, paralisaram os céus europeus, em 2011, dificultando a vida de quem fazia só uma conexão para seguir rumo à Ásia ou à África.

Entre as companhias que chegaram - ou, em alguns casos, voltaram - ao Brasil nos últimos estão a Emirates (com voos para Dubai), Qatar (Doha), Singapore (Cingapura), Turkish (Istambul) e Korean (Seul). A maioria parte do aeroporto de Guarulhos. Em junho, deve ter início um voo da Etihad, outra companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos, ligando São Paulo a Abu Dhabi.

Outra rota que começará em junho é Galeão-Guarulhos-Adis Abeba (Etiópia), operada pela Ethiopian Airlines, com escala em Lomé (Togo). "A rentabilidade não é o único objetivo do voo, mas também aproximar a África como um todo da América Latina, aumentando a conectividade entre os dois continentes", afirma o embaixador da Etiópia no Brasil, Wuletaw Hailemariam.

A companhia etíope, gerida pelo Estado e uma das mais lucrativas da África, pretende usar Adis Ababa como um centro de distribuição de passageiros brasileiros e latino-americanos pela África e pela Ásia. Ela tem voos regulares para as principais cidades da China, Índia, Arábia Saudita, Israel, Quênia, Senegal e Gana. Por outro lado, a escolha da Ethiopian pelo Brasil ocorreu porque é o país com melhor conectividade para a América do Sul, na avaliação da empresa.

No dia 7 de janeiro, a Tame Airlines - principal companhia aérea do Equador - iniciou a operação da rota Quito-Guayaquil-São Paulo. Há mais de dez anos, com a crise da Vasp e depois da Varig, não havia ligação direta entre os dois países. O governo equatoriano ofereceu um subsídio de 40% no preço do combustível para a retomada da ligação aérea. De olho no potencial de negócios e também na atração de turistas brasileiras, a Tame criou três frequências semanais.

A rota será operado por aeronaves Airbus 319 e 320, com capacidade para 120 passageiros - 12 na classe executiva e 108 na econômica -, três vezes por semana. "Com o voo direto, podemos fazer essa ligação em menos de seis horas e com tarifas muito eficientes", afirma o presidente da Tame, Rafael Farias. "Acredito no potencial dessa rota e que, em pouco tempo, poderemos ter um voo diário", completa o executivo.

Anac finaliza novas regras para redistribuição de horários nos aeroportos

30/01/2013 - Folha de São Paulo

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deve divulgar amanhã novas regras para a distribuição de slots --horários de pousos e decolagens-- em aeroportos que já estão saturados.

A minuta de resolução, que será debatida em audiência pública, prevê critérios mais rigorosos de regularidade e pontualidade. Ou seja, companhias que hoje têm índices elevados de atrasos e cancelamentos de voos perderão mais facilmente seus espaços em terminais como o de Congonhas (SP).

Hoje, as aéreas que cancelam mais de 20% dos voos, a cada período de 90 dias, podem perder seus slots. Ao redistribuir essas permissões, a Anac privilegia as empresas que já operam no aeroporto, a quem cabem quatro de cada cinco slots desocupados.

A partir de agora, pela proposta, os critérios vão privilegiar companhias que têm menos presença nos aeroportos, de forma a aumentar a concorrência. Com as novas regras, todos os slots da aviação doméstica serão distribuídos de acordo com critérios de eficiência, contemplado não só a regularidade (quantidade de cancelamentos), mas também a pontualidade dos voos.

A distribuição dos slots passará a ser feita anualmente. As empresas terão que cumprir exigência de pelo menos 80% de regularidade e 75% de pontualidade. Em Congonhas, o aperto será ainda maior. A exigência será de 90% de regularidade e 80% de pontualidade.

O objetivo da Anac é evitar uma prática das companhias aéreas, já identificada pelos técnicos, de cancelar decolagens com horários próximos a fim de evitar aviões vazios e juntar os passageiros em um mesmo voo.

Elas costumam fazer um rodízio dos voos cancelados para escapar do risco de perder os slots, segundo avaliação dos técnicos, o que ficará mais difícil a partir de agora. Outra mudança é que, até hoje, a redistribuição de slots era restrita apenas a aeroportos totalmente saturados, que não têm mais horários disponíveis para pousos e decolagens. Atualmente, o único que se enquadra no caso é Congonhas.

As novas regras passam a valer para outros aeroportos, inclusive aqueles que têm apenas saturação nos horários nobres, como é o caso de vários terminais da rede: Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Santos Dumont (RJ) se encaixam nessas características.

Em dezembro, ao lançar um plano de aviação regional e duas novas concessões de aeroportos --Galeão (RJ) e Confins (MG)--, o governo já havia anunciado parte das mudanças e deixado claro o objetivo de acirrar a competição em Congonhas. O que falta agora é a regulamentação da medida, pela Anac, com o detalhamento das regras.