terça-feira, 24 de junho de 2014

Infraero usará Caio Millennium Articulado Mercedes-Benz O 500 UDA de piso baixo.

11/06/2014 - http://carplace.virgula.uol.com.br/

O ônibus superarticulado Mercedes-Benz O 500 UDA de piso baixo, bem sucedido em sistemas de transporte coletivo urbano (BRT e corredores exclusivos) pela alta capacidade de transporte, será usado pela Infraero no Aeroporto Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, durante um mês, a partir de 12 de junho.


"O ônibus tem capacidade para até 170 pessoas, podendo transportar, de uma única vez, quase todos os passageiros de um Boeing 737-800, uma das aeronaves mais utilizadas no Brasil" afirma Curt Axthelm, gerente sênior de Marketing de Produto Ônibus da Mercedes brasileira. Com 23 metros de comprimento, o superarticulado é o maior ônibus a operar em aeroportos do país.
Com adesivos especiais alusivos à bandeira do Brasil – reforçada pela frase "Faça sua estrela brilhar, Brasil" – o superônibus em demonstração no Galeão assegura um padrão de conforto diferenciado aos usuários, devido, entre diversos itens, à suspensão totalmente pneumática e ao ar-condicionado.

Além disso, o 500 UDA proporciona melhor dirigibilidade ao motorista. Graças ao quarto eixo direcional, o veículo fica mais fácil de manobrar. Esta característica é essencial para operações em aeroportos, assegurando agilidade no traslado de passageiros entre o avião, na pista do aeroporto, e o terminal de desembarque.

Para aperfeiçoar a utilização do veículo, a equipe de motoristas da Infraero recebeu um treinamento especial de operação, que foi ministrado por um instrutor técnico da área de Demonstração do Produto – Ônibus da Mercedes. A Guanabara Diesel, concessionária da marca, dará toda a assistência necessária durante o período de demonstração


terça-feira, 17 de junho de 2014

Aeroporto Santos Dumont é inaugurado na Ponta do Calabouço, em 1936

17/06/2014 - O Globo

Estação de passageiros só foi aberta em 1945, com projeto premiado dos irmãos Roberto

Um dos poucos aeroportos do mundo instalados no coração de uma cidade, o Santos Dumont foi idealizado pelo urbanista francês Alfred Agache, no início dos anos 30. O Rio era capital federal e não dispunha de um aeroporto condizente com suas necessidades. Optou-se então por aproveitar uma área na Ponta do Calabouço, no Centro da cidade, onde atracavam os hidroaviões de rotas nacionais e internacionais.
As obras começaram em 1934 e incluíram a ampliação do aterro em mais 370 mil metros quadrados, com o uso de mais de 2,7 milhões de metros cúbicos de areia, além da construção de uma muralha de contenção. Em setembro de 1935, as primeiras aeronaves, de pequeno porte, começaram a utilizá-lo, na pista de 400 metros. A inauguração oficial do primeiro aeroporto civil do país aconteceu em 30 de novembro de 1936, já com o nome de Aeroporto Santos Dumont. Sua pista tinha, então, 700 metros.

A Estação de Hidroaviões foi aberta no ano seguinte. Ainda em 1937, o governo lançou um concurso para escolher o projeto da Estação Central de Passageiros. Os irmãos Marcelo e Milton Roberto foram vencedores. A obra começou em 1938 e ficou parada durante a Segunda Guerra Mundial - só ficaria pronta em 1945. Foi então que os cariocas puderam conhecer a beleza do predio, de linguagem arquitetônica moderna, marcadamente horizontal, com destaque para a a grade de brise-soleils.

O pé-direito duplo e o salão envidraçado, que permitia aos passageiros não apenas ver o pouso e decolagem, mas também apreciar a paisagem da Baía de Guanabara, ajudaram a fazer do edifício um clássico da arquitetura brasileira.

Outro destaque é o painel do artista plástico Paulo Werneck, que conta a história da aviação. O prédio é tombado.

Hoje, a pista principal tem 1.350 metros e há uma pista auxiliar de 1.260 metros. Desde que a ponte aérea Rio-São Paulo foi criada, em 1959, por um pool de quatro empresas (Varig, Cruzeiro do Sul, Vasp e Panair), já pousaram por lá aviões como DC4, Constellation e Electra II até os atuais boeings 737-300.

Em 13 de fevereiro de 1998, um incêndio que durou oito horas destruiu o aeroporto, que só voltaria a funcionar por completo em 15 de agosto daquele ano. Em 26 de maio de 2007, um novo terminal de passageiros foi inaugurado, dobrando a capacidade do Santos Dumont de quatro milhões para oito milhões de passageiros por ano.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Air Costa faz pedido firme para 50 Embraer E-Jets E2

13/02/2014 - Aviação Brasil

Embraer_commercial
A Embraer assinou um acordo definitivo com a Air Costa, da Índia, para um pedido firme de 50 E-Jets E2s, com direitos de compra para aquisição de outras 50 aeronaves. A aquisição é uma combinação de 25 E190-E2 e 25 E195-E2 e tem um valor estimado de USD 2,94 bilhões, com base nos preços de lista de 2014. Os direitos de compra são para outros 25 E190-E2 e 25 E195-E2, elevando o potencial total do pedido para até 100 aeronaves, podendo atingir USD 5,88 bilhões, se todos forem exercidos. Esta transação eleva o total de pedidos de E-Jets E2 para 200 firmes e 200 opções e/ou direitos de compra desde o lançamento do programa E2, em junho de 2013.

A Air Costa se torna assim o primeiro cliente dos E-Jets E2 no mercado indiano e receberá o E190-E2 em 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019. Atualmente, a companhia aérea, com base na cidade de Vijayawada, do estado de Andhra Pradesh, voa quatro E-Jets, sendo dois E170 e dois E190.

"Os E-Jets já provaram sua capacidade de estimular o tráfego e manter a rentabilidade das companhias aéreas, proporcionando ao mesmo tempo transporte aéreo acessível e confortável para as pessoas em mercados emergentes como Brasil e China. Vejo o mercado indiano se desenvolvendo de forma semelhante com a atual geração de E-Jets e, claro, os E2. Parabenizo a Air Costa por sua visão em aproveitar a oportunidade de criar uma maior conectividade na Índia e estamos gratos pela confiança da companhia aérea na Embraer", disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial.

A Air Costa conecta cidades no sul da Índia como Bangalore, Chennai, Hyderabad e Vijayawada, bem como importantes cidades menores no norte e no noroeste do país. A companhia aérea planeja ligar mercados pouco atendidos, com mais voos diretos, aumentando freqüências e rotas, servindo assim às crescentes áreas metropolitanas, bem como importantes centros de negócios secundários e terciários.

Ramesh Lingamaneni, Diretor-Executivo do Grupo LEPL e Presidente da Air Costa, observou que "os serviços aéreos regionais têm um enorme potencial na Índia, especialmente conectando grandes centros, cidades secundárias e terciárias. Nossa experiência inicial com nossos atuais E-Jets tem sido muito positiva. Nossos passageiros têm elogiado a aeronave pelo conforto e conveniência de viagens ponto-a-ponto. Os jatos E2 nos darão a capacidade adequada de assentos para atender a mercados-alvos futuros com custos unitários que são muito competitivos em relação a aeronaves de corredor único re-motorizadas."

Os E2 da Air Costa contarão com um novo design de cabine, elevando ainda mais os padrões de conforto e espaço pessoal. O E190-E2 será configurado com 98 assentos em duas classes de serviço, com seis assentos na primeira classe, enquanto o E195-E2 terá 118 assentos, sendo 12 na primeira classe.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Novo terminal em Viracopos oferece conforto e rapidez a turista

10/06/2014 - Correio Popular - Campinas

Os turistas estrangeiros que desembarcam em Viracopos encontram um terminal de passageiros moderno e que, se não olharem pelas janelas, não perceberão que o aeroporto ainda está em obras.

No saguão de embarque, cadeiras e espreguiçadeiras de couro estão instaladas; amplas janelas de vidro deixam ver as obras e também a grande área de cerrado junto do aeroporto.

O terminal, que começa a funcionar parcialmente, surpreende pelo tamanho da construção — são 145 mil metros quadrados.

A iluminação natural é a tônica do novo terminal. Ontem, quando o Correio visitou o píer A, funcionários ainda trabalhavam para instalar carpete no acesso à ponte de embarque — um piso emborrachado preto tinha sido instalado, mas a concessionária não gostou e decidiu trocar por carpete cinza.

Os check-ins ainda não estão instalados, mas um modelo de como serão os balcões está na área de desembarque.

Os banheiros nem de longe lembram aqueles que funcionavam no antigo terminal há dois anos. Papeleiras eletrônicas, torneiras automáticas são o diferencial em uma área de paredes com detalhes em vermelho.

A operação de embarque e desembarque mudará radicalmente. Os passageiros saem da aeronave diretamente nas pontes (os fingers) e entram no terminal.

Não precisarão mais fazer o trajeto da aeronave ao terminal em ônibus, como ocorre atualmente. Quando estiver concluído, o terminal terá 28 pontes.

A Receita Federal e a Polícia Federal já foram testadas na agilidade da operação de liberação dos passageiros com as seleções da Costa do Marfim, Argélia, Japão.

A Receita Federal levou 14 minutos para processar 80 passageiros e a Polícia Federal, 12.

Entre desembarcar, dar entrevistas no pátio, passar pelo tapete verde colocado entre a aeronave e a entrada do terminal (passando por um painel em homenagem as seleções), pela aduana, ouvir chorinho e comer quitutes disponibilizado em um lounge montado no terminal, autografar uma bola e a camisa da seleção e sair do terminal, o tempo foi de uma hora.

 "É um tempo excelente", disse diretor de operações da Aeroportos Brasil Viracopos, Marcelo Mota.

Atualmente, a Polícia Federal está operando com dois balcões e quatro posições, mas depois da Copa, quando iniciar a operação de rotina, serão 12 balcões com 24 posições.

A implantação das lojas previstas no novo aeroporto só iniciarão as instalações depois do dia 20 de julho, informou o diretor comercial Aluízio Margarido.

Por enquanto, apenas as lojas dutyfree estão sendo implantadas e a montagem, quase finalizada.

Isso ocorre porque o alfandegamento (a liberação pela Receita Federal) demora em média 30 dias para ser aprovado.

 "Assim, quando o píer A entrar em operação de rotina, depois da Copa, as lojas dutyfree estarão funcionando", afirmou. O início do funcionamento das demais lojas está relacionado ao início da transferência das aéreas.

Viracopos é o pulmão aéreo da Copa do Mundo

O Aeroporto Internacional de Viracopos está assumindo a função de pulmão de toda a malha aérea brasileira durante a Copa do Mundo e será o aeroporto alternado especialmente para os voos da região Sudeste. Isso significa que o terminal de Campinas ficará responsável por receber os voos em caso de fechamento de algum aeródromo no período.

A concessionária de Viracopos diz que está pronta para atender aos 116 voos charters (fretados) já confirmados, dos quais 50 deles das seleções que disputarão o mundial e que ficarão hospedadas na região, além de outros 38 voos executivos, que estão em análise.

A informação é do diretor de operações da Aeroportos Brasil Viracopos, Marcelo Mota, que ontem acompanhou a reportagem do Correio em um tour ao píer A do novo terminal de passageiros — o primeiro dos três píers a ficar pronto e que receberá exclusivamente as seleções da Copa do Mundo em oito voos internacionais e outros 42 deslocamentos domésticos das equipes e os voos charters.

Das sete seleções que ficarão hospedadas na região, apenas Rússia, Nigéria e Honduras não desembarcam em Campinas, mas todas utilizarão Viracopos para os deslocamentos dentro do País.

No final de semana, Viracopos por pouco não se tornou o aeroporto alternado para as seleções da Itália, Bósnia e Holanda no sábado e da Espanha no domingo.

Os aeroportos de Guarulhos, onde desembarcaram as três primeiras, e de Curitiba, que recebeu os espanhóis, ficaram fechados por causa de neblina mas foram logo liberados. Se o fechamento durasse mais, teriam sido transferidos para Campinas.

A opção por tornar Viracopos o aeroporto alternado da Copa ocorre porque este aeroporto tem o melhor índice de operacionalidade entre os terminais do País. É um aeroporto que dificilmente fecha por causa de condições climáticas.

Com o pátio de aeronaves concluído — 28 novas posições fixas e mais sete remotas — e homologado, Viracopos está pronto para receber voos que tenham necessidade de ser alternados, especialmente os da região Sudeste.

A nova área de pátios tem 400 mil metros quadrados, equivalente a cem campos de futebol.

Os voos charters confirmados trarão turistas da França, Argélia e Estados Unidos no píer A.

Somente a Argélia terá sete voos, com 2 mil argelinos chegando a Campinas para acompanhar a seleção daquele país, que está hospedada em Sorocaba, e acompanhar a equipe nos jogos pelo País. Os jogadores argelinos chegaram em um Airbus A330-200 no domingo.

Já desembarcaram por Viracopos as equipes da Costa do Marfim e Japão. Nigéria chega hoje, em Guarulhos, e virá até Campinas em ônibus.

Jogadores que estão chegando ao aeroporto seguem um ritual. Descem pela porta dos fundos da aeronave, param ao lado para entrevistas e fotos e depois seguem por um tapete verde, de cem metros, até a entrada do terminal.

Além disso passam por painel pintado pelo artista Paulo Consentino, que recria a comemoração de um gol de um dos principais jogadores do time, Sofieane Feghouli, do Valência da Espanha.

O painel ainda contém representações de jogadores da Costa do Marfim, Japão, Portugal e Rússia.

Dali passam pela Polícia Federal e Receita Federal e são recebidos em um lounge montado pela concessionária com uma mesa de petiscos e um grupo de chorinho.

Nesse espaço são convidados a assinar uma bola e a camiseta do time, que a partir de quinta-feira ficarão expostos no antigo terminal e, finalizada a Copa, estarão em uma exposição permanente no novo terminal.

Entre as seleções que chegaram, somente a equipe da Argélia não assinou a camiseta, porque a concessionária não conseguiu adquirir uma no Brasil. Mas a Embaixada argelina se encarregou de providenciar uma com a assinatura de todos os jogadores.

Obras que faltam

A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos está fazendo um inventário de todas as obras que ainda precisam ser feitas, o número de pessoas necessário para executá-las e a data em que entregará o novo terminal de passageiros pronto, para encaminhar à Secretaria de Aviação Civil (SAC) e ter, assim, um cronograma definitivo das obras. Elas deveriam ter sido concluídas em 11 de maio.

Um mês depois, ainda faltam 8% para cumprir o contrato.

 "Achávamos que seria possível cumprir todas as obrigações contratuais, mas encontramos dificuldades no meio do caminho, como a necessidade de movimentação muito grande de terra e os embargos. Tivemos 40 dias de obras paradas e, se não fosse isso, teríamos terminado no tempo", afirmou o diretor de operações, Marcelo Mota. Três trabalhadores morreram durante a execução das obras.

Sem o cronograma definitivo, o que existe é um plano de transferência de voos aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que poderá ainda ser alterado.

Nesse cronograma está previsto que a TAP passará a operar no novo terminal em agosto (o dia não está estabelecido), a Gol e a TAM em 18 de agosto e a Azul, em 5 de outubro. "Essas datas terão ainda que ser confirmadas com o plano de execução de obras", disse.

 "Estamos fazendo uma obra em tempo recorde. A Arábia Saudita, que construiu um aeroporto com capacidade semelhante ao nosso, é considerado o recorde em tempo de obras e levou 33 meses. Nós estamos fazendo em 22 meses, incluindo o tempo de licenciamento ambiental. Somente com obra estão sendo 18 meses", afirmou.

Até o dia 20 de julho, nenhuma obra complementar ocorrerá no píer A, onde serão operados os voos internacionais, disse Mota. Enquanto isso, a concessionária corre para concluir o restante das obras exigidas no contrato de concessão.

O edifício-garagem, com 4 mil vagas, está pronto, mas ainda não será usado porque falta concluir o acesso a ele, o que deverá ocorrer em uma semana, segundo a concessionária.

Para a conclusão, uma adutora terá que ser remanejada. Mesmo pronto em uma semana, ele não será disponibilizado para os usuários do aeroporto.

 "Estamos com operação no novo terminal somente para a Copa. Se abríssemos a garagem teríamos que manter um serviço de vans para levar as pessoas até o terminal antigo, o que tornaria o serviço moroso", informou.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Estudo analisa trem de passageiros entre Viracopos e centro de Campinas

09/06/2014 - G1

Prefeitura quer contratar empresa para verificar viabilidade de ligação férrea. Estimativa é que sejam gastos R$ 1,5 milhão na fase de avaliação da rota.

A Prefeitura de Campinas contratará um estudo de viabilidade para um sistema de transportes sobre trilhos para passageiros entre o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), e a região central da cidade. O secretário municipal de Administração, Silvio Bernardin, afirma que o governo federal já aprovou a verba de R$ 1,5 milhão para a contratação da empresa que fará a avaliação das possibilidades. "O estudo, que está em fase final de contratação, vai nos indicar as rotas possíveis na cidade e se será possível usar parte da estrutura do extinto VLT [Veículo Leve sobre Trilhos]", detalha.

O secretário afirma que a expectativa é ter o resultado do estudo de viabilidade até o fim deste ano, mas até lá não será possível mensurar valores da construção e definir a malha férrea para esse tipo de transporte, além de qual tipo de equipamento poderia ser usado. Em nota, a Prefeitura informou que já encaminhou para a Caixa Econômica Federal a documentação para a liberação da verba e aguarda o retorno do processo. Somente após a liberação da Caixa o processo licitatório para a contratação da empresa será aberto.

A concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Viracopos afirmou que realizou algumas reuniões sobre a possibilidade de interligação do novo terminal até a região central da cidade. No projeto de expansão, está prevista uma estação para parada de trens próxima à área de circulação de passageiros, dentro do sítio aeroportuário, mas o detalhamento depende do estudo de viabilidade que for contratado, segundo a empresa.

Alternativas
O projeto tem como objetivo buscar alternativas para o transporte público de massa na cidade, que atualmente conta apenas com sistema de ônibus municipal e intermunicipal. O governo paulista também tem projeto do trem intercidades para o transporte de média velocidade entre a capital, litoral e interior paulista. O edital para a proposta, que será financiada pela iniciativa privada em modelo de Parceria Pública Privada (PPP), deve ser lançado em 2014, ainda sem data definida.

A proposta ainda não foi detalhada, a ideia é utilizar a área férrea já existente no eixo norte-sul, interligando Americana (SP) até Santos (SP), e no eixo leste-oeste, entre Sorocaba (SP) e Taubaté (SP). A primeira etapa de obras com 430 quilômetros de extensão teria início por Campinas, segundo o governador Geraldo Alckmin (PSDB), e na região passaria ainda por Americana, Nova Odessa (SP), Sumaré (SP), Hortolândia (SP), Valinhos (SP) e Vinhedo (SP), além de Jundiaí (SP) e São Paulo (SP).

Outra opção para o transporte coletivo da cidade são os corredores de ônibus do BRT (sigla de ônibus rápido, em inglês), que estão em fase final de projeto pela terceirizada contratada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). O projeto básico do BRT, segundo a Emdec, está concluído e em cerca de 30 dias será aberta fase licitatória para a parte executiva e obras. Uma das ideias é usar a antiga rota do VLT para o percurso.

Transporte de cargas
Em janeiro deste ano, a concessionária fez alterações no plano de ampliação e "agrupou" os três terminais de passageiros previstos para serem construídos no período de 30 anos. A mudança foi feita com base na possibilidade de desviar o traçado de uma linha férrea que passa dentro do sítio aeroportuário. No primeiro plano de ampliação aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a concessionária não previa a obra e, por conta disso, os terminais de passageiros ficariam "espalhados" na área do aeroporto.

Fonte: Do G1 Campinas e Região 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Copa Airlines comemora 14 anos no Brasil

30/05/2014 - Aviação Brasil

Em junho de 2000 pousava em São Paulo o primeiro voo da Copa Airlines no Brasil, empresa que hoje é uma das três companhias aéreas que possuem mais voos internacionais para o nosso país.

Inicialmente eram três voos semanais para a capital paulista, que em 14 anos se transformaram em 74 operações semanais para sete cidades brasileiras. Hoje é possível voar sete vezes por semana de Belo Horizonte, Brasília, Manaus e Porto Alegre, quatro vezes por semana de Recife, 14 do Rio de Janeiro e 28 de São Paulo.
Também nesse período tornou-se a preferida por homens e mulheres de negócios a conexão no Centro de Conexões das Américas, no Aeroporto de Tocumen, na Cidade do Panamá, de onde é possível voar para 69 aeroportos em 30 países.

"Acreditamos no Brasil pelo seu potencial e por ser um dos mais estratégicos para a Copa Airlines. Desde o início, os voos foram bem aceitos e com taxas de ocupação que superavam as expectativas, e hoje, 14 anos depois do nosso voo inaugural podemos confirmar que o fluxo de passageiros brasileiros continua em alta", afirma o gerente geral da Copa Airlines para o Mercosul, Gustavo Esusy.

Os destaques para 2014 são a nova frequência diária para Brasília, a partir de 11 de junho, e os voos extras que a Copa Airlines oferecerá durante a Copa do Mundo FIFA 2014: entre os dias 3 de junho e 13 de julho haverá uma quinta frequência diária para São Paulo e, entre 6 de junho a 12 de julho, uma terceira para o Rio de Janeiro.