terça-feira, 31 de julho de 2012

Aéreas regionais somem do mercado

28/07/2012 - O Estado de São Paulo

Desde 2010, dez empresas deixaram de voar por problemas econômicos ou fusões
Glauber Gonçalves / RIO

ANDRE LESSA/AE-22/7/2010

Pelo interior. Após fusão com a Azul, Trip tem a intenção de dominar destinos não atendidos pelas ‘gigantes’ Gol e TAM

Apesar do forte crescimento do número de passageiros transportados no Brasil, os últimos anos têm sido difíceis para as companhias aéreas regionais. Mais vulneráveis que as grandes empresas, muitas não aguentaram as adversidades. De 2010 para cá, restaram apenas 4 das 14 empresas que operavam voos regulares regionais, segundo levantamento do 'Estado' a partir de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Nesse período, nove pararam de voar regularmente e uma - a Pantanal - foi incorporada pela TAM. Continuam operando NHT, Sete, Passaredo e Trip, que em maio anunciou fusão com a Azul, o que a colocará no rol das grandes companhias aéreas. As duas últimas conseguiram implementar modelos de negócios que lhe deram alguma musculatura e maior resistência para sobreviver no mercado.

Num segmento em que a necessidade de capital não é uma barreira tão grande como no caso das empresas aéreas de maior porte, investidores acabam ignorando margens apertadas e outras adversidades, apontam especialistas. "Esse é um setor em que a mortandade das empresas é muito grande. Em geral, os empresários subestimam o risco de entrar nesse negócio", afirma o consultor André Castellini, da Bain & Company.

Desafios. Para as companhias que seguem voando, o cenário é de desafios. Além dos altos custos do querosene, as empresas regionais enfrentam a deficiente infraestrutura aeroportuária do interior do País e uma rede de distribuição de combustíveis que não chega a todas as cidades com voos regulares.

Entre os 13 destinos que a Trip opera no Amazonas, há ofertas do insumo em apenas quatro. A situação se repete em outras regiões, como em cidades gaúchas, aponta diretor de Relações institucionais da aérea, Victor Celestino. "Isso significa que a empresa tem de levar o combustível para ir e voltar. Então tenho menos capacidade de levar passageiros e tenho um custo maior", diz.

Mesmo com as dificuldades, o País ainda vê empresários querendo apostar no segmento. É o caso de Jorge Barouki, do grupo catarinense Acauã, que comprou a NHT em maio. A aérea pertencia ao gaúcho JMT, e deu prejuízo no ano passado.

O novo dono tem planos de expansão. Com uma frota de seis aeronaves LET 140 para 19 passageiros, a NHT planeja incorporar quatro aviões Embraer de 30 lugares este ano e outros seis em 2013 - um investimento que totaliza US$ 21,5 milhões. O plano é ampliar os destinos no Paraná e em Santa Catarina e estrear no interior de São Paulo.

Com base em Goiânia, a Sete Linhas Aéreas, que usa aviões iguais aos que a NHT quer comprar, também pretende adquirir aeronaves de maior porte. No entanto, a empresa - há oito anos operando voos regulares - tem planos mais modestos. Pretende manter o ritmo atual de crescimento e adicionar uma aeronave por ano à sua frota.

"Somos uma empresa extremamente pé no chão. É preciso investir em metodologia interna. Quem tenta viver na base do instinto não prospera. Essa é a razão de muitas fracassaram ao longo todo tempo", diz o diretor comercial da Sete, Decio Assis.

Apesar do ânimo de alguns empresários, a aviação regional no País atende atualmente menos destinos do que há 13 anos. Em 2011, havia voos regulares para 130 municípios, número inferior ao de 1998, quando 180 cidades estavam interligadas.

Diante das dificuldades, o setor aguarda com ansiedade o plano da Secretaria de Aviação Civil (SAC) para a aviação regional, que pretende ampliar o número de localidades atendidas. Procurada, a SAC não retornou até o fechamento desta edição.

● Entusiasmo controlado
DECIO ASSIS
DIRETOR DA SETE LINHAS AÉREAS
“Somos uma empresa extremamente pé no chão. É preciso investir em metodologia interna. Quem tenta viver na base do instinto não prospera.”

Aperto é para justificar preço baixo, diz empresa

29/07/2012 - Folha de São Paulo

A Webjet disse que, por ser a única empresa "ultra low cost" do Brasil, usa o máximo de assentos permitidos pelo fabricante nos aviões; daí a distância entre as poltronas ser a menor e, consequentemente, obter a pior classificação pela Anac.

Outro fator que motivou a decisão de manter assentos mais apertados, diz a empresa, foi que a média dos seus trajetos é curto, de cerca de 1 hora e 20 minutos.

As poltronas são travadas, diz a empresa, porque, se reclinassem, provocariam desconforto ao passageiro que estivesse sentado no banco imediatamente atrás.

A empresa afirmou que está em processo de troca dos antigos Boeings 737-300 pelo modelo 737-800.

Nos sete aviões do novo modelo que já estão em uso (um quarto da frota), a distância entre as poltronas varia entre 71 e 73 centímetros, a segunda melhor pela classificação da Anac -e, neles, os bancos reclinam.

Há previsão de mais dez aviões Boeing 737-800 até novembro, segundo a Webjet.

A Gol tem dez dos seus 127 aviões com o pior espaço entre as poltronas. Mas 70% da frota está na categoria B, a segunda mais espaçosa.

A empresa diz oferecer opções de conforto como iluminação especial em parte da frota e compartimentos de bagagem espaçosos. Em voos internacionais, dispõe de uma classe especial, com poltronas mais confortáveis.

A Azul oferece assentos mais espaçosos (86 cm) por R$ 25 nos seus jatos Embraer, quase 80% da frota. Já a Avianca diz que o conforto é seu principal atributo.

A TAM informou não ter nenhum avião nas duas piores faixas de espaço.

Trip retoma operações em Macaé 

30/07/2012 - Viajeaqui

Trip retoma operações em Macaé (RJ)
A companhia volta a operar no aeroporto, após reforma, com três voos diários

por Anderson Estevan,  Junior Hitomi, Macaé, RJ

Com a retomada dos voos para Macaé, a Lagoa de Imboassica, em Macaé, ficará mais próxima dos viajantes da capital fluminense
A Trip Linhas Aéreas anunciou nesta segunda-feira (30), que voltará a operar na cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, em 5 de agosto. A companhia havia suspendido os voos no Aeroporto Benedito Lacerda por conta de uma reforma, que foi concluída recentemente.

A partir de lá, a empresa tem voos para Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ) e Campos (RJ). Com a retomada, a Trip terá três frequências diárias para o Rio de Janeiro, duas para Campos e uma para Vitória.

Já disponíveis no site oficial da companhia, os bilhetes, se adquiridos com antecedência, têm valores promocionais. O trecho Macaé/Rio de Janeiro é vendido a partir de R$ 99,90; já Macaé/Vitória tem passagens partir de R$ 119,90.

Para saber mais sobre horário, tarifas e disponibilidade de assentos, acesse o site oficial da Trip.

Aeroporto opera além da capacidade

29/07/2012 - O Estado de São Paulo

Inaugurado em 1958, o Aeroporto Francisco Álvares de Assis (ou Aeroporto da Serrinha) tem capacidade anual de 37 mil passageiros. Em 2011, no entanto, recebeu 68 mil, mais do que o dobro. Nos primeiros seis meses de 2012, esse número já alcançou 50 mil pessoas. Além de voos particulares, apenas a Trip opera em Juiz de Fora, com 14 voos para Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Webjet lidera aperto entre as poltronas de aeronaves

29/07/2012 - Folha de São Paulo

Assentos têm menor distância em ranking da Anac; Avianca é a mais espaçosa
Azul é a segunda com melhor espaço entre as poltronas; TAM e Gol, as maiores do setor no país, ficam na média

RICARDO GALLO
KÁTIA LESSA
DE SÃO PAULO

O passageiro que viaja pela Webjet é o que mais sofre com o aperto das poltronas dos aviões, enquanto a Avianca é a empresa que oferece os assentos mais espaçosos.

A Azul é a segunda melhor no ranking; TAM e Gol, as duas maiores companhias do setor, estão na média.

O raio-x do aperto nos aviões foi fornecido à Folha pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e pelas próprias empresas aéreas.

A agência estabeleceu em 2010 a etiqueta Anac, para informar aos passageiros a distância entre as poltronas.

São cinco categorias, de "A" a "E", da mais espaçosa para a mais apertada. A etiqueta fica afixada na entrada da cabine de passageiros -só os mais atentos notam.

O estudo que subsidiou a criação da etiqueta pela Anac mostrou que um assento com distância superior a 71 centímetros atenderia a 95% da população brasileira. Avianca e Azul têm todos os aviões nessa faixa; na TAM e Gol, eles são a maioria na frota.

A média da TAM é puxada para cima por conta dos aviões que fazem voos internacionais, mais espaçosos.

Na Webjet, 15 dos 28 aviões têm menos de 67 centímetros entre as poltronas, o que os coloca na pior categoria, a "E". Todos são Boeings modelo 737-300, alguns ex-Vasp e Varig, fabricados a partir da década de 1980.

'TORTURA'

Era em um deles que o advogado Valter Moreira da Costa Jr., 27, estava há dez dias, em um voo de 1h e 40 minutos entre São Paulo e Brasília. De tão apertado, o joelho dele tinha que ficar espremido para não encostar na poltrona da frente. E o banco era travado, para não reclinar.

"Quando o voo é curto, prefiro a passagem mais barata, em vez da poltrona espaçosa", disse. "Mas, em voos com mais de duas horas, se você é grande como eu, a viagem vira uma tortura."

O preço é justamente o nicho da Webjet. A empresa oferece passagens mais em conta do que as concorrentes, em troca de aviões mais apertados e serviço enxuto.

Segundo a empresa, o aperto diminuirá com a renovação da frota para Boeings 737-800, como os usados pela Gol. Há sete desses hoje.

Também como estratégia de mercado, a Avianca tem todos os seus 27 aviões na faixa "A" da Anac, com distância entre assentos superior a 73 centímetros. A empresa diz que o espaço é maior: varia de 76,4 centímetros a 78,6 cm.

A Avianca tem 5% de participação no mercado, a menor entre as que a Folha comparou, segundo a Anac.

Tam terá novo voo São Paulo a Uberlândia direto

30/07/2012 - Panrotas, Claudio Schapochnik

A Tam anuncia para o dia 11 de setembro a estreia de mais um voo entre São Paulo (Congonhas) e Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A operação será diária.

Confira os voos: JJ-3082 sai de Congonhas às 12h33 e pousa em Uberlândia às 13h48; JJ-3053 deixa Uberlândia às 10h16 e chega em Congonhas às 11h26.

Infraero conclui a reforma a pista do Aeroporto de Macaé

30/07/2012 - Jornal de Turismo

A Infraero concluiu na semana passada (21-07) as obras de revitalização da pista de pouso e decolagem do Aeroporto de Macaé (RJ). Iniciadas em abril, os trabalhos envolveram o reforço estrutural e microrrevestimento asfáltico do pavimento, e receberam investimentos de R$ 1,06 milhão. Esta ação integra uma série de melhorias atualmente em curso no terminal fluminense. Entre elas, se destacam a obras de ampliação do terminal de passageiros, construção de nova torre de controle e implantação do módulo operacional de navegação aérea (Mona). 

O superintendente da Regional do Rio de Janeiro, Abibe Ferreira Júnior, ressaltou a importância dessas obras para o funcionamento do aeroporto. "O Aeroporto de Macaé é muito importante nas operações off-shore, com constante aumento na sua movimentação. Com isto, melhorias são necessárias e a Infraero está providenciando essas obras para fazer frente a uma nova realidade", afirmou.

Terminal de passageiros

A construção do novo terminal de passageiros e edificações de apoio do aeroporto, em execução desde o início de junho, receberá investimentos da ordem de R$ 45 milhões. A área do terminal será ampliada de 900 m² para 11,1 mil m². A melhoria compreende ainda as reformas do edifício administrativo e operacional e do pátio de aeronaves, construção do novo sistema de acesso ao aeroporto e novo estacionamento de veículos, que passará de 74 para 460 vagas. A conclusão das obras está prevista para fevereiro de 2015.

“A obra do novo terminal de passageiros proporcionará mais conforto e segurança aos usuários de Macaé”, destacou o superintendente do aeroporto, Hélio Batista. 

Torre de controle

A Infraero iniciou em 16/7 as obras para construção da nova torre de controle, instalações do Grupamento de Navegação Aérea (GNA) e Controle de Aproximação (APP) de Macaé. Serão investidos R$ 12,4 milhões na ação, que deve ser concluída até dezembro de 2013.

A nova torre terá 31 metros de altura e possibilitará a implantação de novos equipamentos de navegação aérea, assim como a ampliação das operações de controle de tráfego aéreo no local. A nova estrutura permitirá o aumento do campo de visão dos controladores de voo e proporcionará novas posições operacionais. A área do novo GNA, por sua vez, contará com simuladores para treinamento de pessoal, auditório e elevador, entre outras melhorias.

Segundo Hélio Batista Filho, as obras buscam aperfeiçoar a segurança das operações aeroportuárias. “A nova torre de controle elevará os padrões de qualidade para execução das atividades de navegação aérea, sendo fundamental para operacionalidade”, pontuou o superintendente.

Módulo de Navegação Aérea

O módulo está sendo implantado desde o início de julho, com previsão de conclusão para novembro de 2012. A nova estrutura possibilitará o aumento de posições operacionais do Controle Radar (consoles) até a conclusão definitiva das obras da torre de controle. As instalações terão durabilidade mínima de dez anos e serão compostas por piso elevado, estrutura, vedações, cobertura, sistemas e instalações. Outra característica da edificação será a possibilidade de desmontá-la e removê-la para reaproveitamento em outros terminais. O investimento da obra será de R$ 2,1 milhões.

Avianca volta a operar em Passo Fundo após liberação do aeroporto

30/07/2012 - Jornal de Turismo

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) suspendeu, na última sexta-feira (27/07), a restrição de operações no Aeroporto Lauro Kurtz (Passo Fundo, no Rio Grande do Sul), resultante das vistorias realizadas nos dias 16 e 17/07/2012. Nessas inspeções foram verificadas as condições da pista de pouso e decolagem, do pátio das aeronaves e da seção contra incêndio, além de questões relacionadas à segurança operacional e contra atos de interferência ilícita.

A restrição, iniciada no dia 25/07, foi motivada por não conformidades na seção contra incêndio que poderiam comprometer a operação de aeronaves que devem operar na categoria contra incêndio quatro ou superior. Como o operador implementou as correções necessárias paras a retomada das operações, a restrição pode ser suspensa.

Os demais aspectos observados nas vistorias e que precisam de adequação não prejudicam os voos do aeroporto, mas também deverão ser corrigidos. O resultado das inspeções foi comunicado ao operador aeroportuário em 19/07/2012 e a ANAC havia concedido prazo de cinco dias (vencido em 24/07/2012) para adoção de providências cabíveis, especialmente quanto à seção contra incêndio. A Avianca, principal companhia com operações regulares no aeroporto, também havia sido informada previamente sobre a possibilidade de restrição das operações.

A suspensão da restrição ocorreu em função da adequação do serviço contra incêndio, o que possibilita garantir a segurança das operações de aeronaves de maior porte. Atualmente, o aeroporto recebe voos regulares das empresas Avianca e NHT. As operações da NHT não sofreram restrições devido ao porte de suas aeronaves. A Avianca opera dois voos de ida e volta para o aeroporto de Guarulhos (um de segunda a sexta e o outro aos domingos).

Durante a vigência da restrição, as companhias tiveram que atender os passageiros que possuíam bilhetes comprados, conforme previsto na Resolução nº. 141/2010 da ANAC, que estabelece os direitos dos passageiros tais como assistência material e acomodação.

Brasil vai vender 20 aviões da Embraer para a Venezuela

30/07/2012 - O Dia Online

Brasília - O primeiro resultado da entrada da Venezuela no Mercosul será concretizado pela venda de 20 aviões Embraer 190AR. As negociações foram feitas pelo Brasil com a empresa estatal de aviação venezuelana, a Conviasa. A compra foi assunto de reuniões entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Mas nesta segunda-feira os ministros das Relações Exteriores do Mercosul fecharam os termos da venda.

As aeronaves do tipo 190AR têm capacidade de 98 a 114 assentos. O Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, não informou o valor total do negócio. Mas os venezuelanos estimam que pode chegar a R$ 1,5 bilhão. Nesta terça-feira, durante cerimônia no Palácio do Planalto, será oficializada a incorporação da Venezuela ao Mercosul.

O ingresso da Venezuela no bloco, no entanto, só ocorrerá efetivamente a partir do dia 13 de agosto, porque é necessário contar um prazo para a análise dos documentos apresentados. Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota; da Argentina, Héctor Timerman; do Uruguai, Luis Almagro; e da Venezuela, Nicolás Maduro, que se reuniram hoje, por cerca de duas horas, definiram sobre os aspectos técnicos para a entrada dos venezuelanos no Mercosul.

A ideia é que um grupo de trabalho se debruce sobre as questões mais específicas por até 180 dias. Mas o objetivo é que no dia 13 de agosto ocorra uma primeira reunião em Brasília. Paralelamente, todos os países que integram o Mercosul vão se empenhar para que a Venezuela consiga adotar a nomenclatura do bloco até dezembro de 2012. A nomenclatura é a adequação dos produtos comercializados com os códigos adotados no bloco.

Também foi definido que, inicialmente, a prioridade será incluir na lista de produtos comercializados os que têm taxas próximas às cobradas pelo Mercosul – que variam de 10% a 12,5%. Na Venezuela, a média cobrada é 12%. A ideia é incorporar os produtos venezuelanos, mas com tolerância de variação de 2%.

O livre comércio na região, denominado liberalização, deve ser adotado após a conclusão do processo de regularização da nomenclatura. A previsão é que ocorra a partir de janeiro de 2013. Mas, pelo Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, o prazo final é quatro anos. O empenho para que ele seja antecipado.

As informações são da Agência Brasil

TAM inicia voos diretos do Rio para Orlando a partir de novembro

30/07/2012 - Folha de São Paulo

DA REUTERS

A TAM recebeu autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar um voo direto entre o aeroporto do Galeão, no Rio, e Orlando, nos Estados Unidos. O anúncio foi feito pela própria companhia aérea nesta segunda-feira.

O início das operações do novo voo deve ocorrer em 12 de novembro.

Rafael Andrade - 26.jan.2012/Folhapress 

Saguão do aeroporto Galeão - Antônio Carlos Jobim, no Rio, que terá voo direto para Orlando em novembro

A TAM opera desde novembro de 2008 voos do aeroporto de Garulhos, em São Paulo, para a cidade americana. São dois voos diários atualmente, sem escalas.

Em junho, a brasileira TAM e a chilena LAN concluíram o processo de fusão que criou a empresa Latam, uma das maiores companhias aéreas do mundo. Com a união, a TAM deixou de negociar suas ações na Bovespa.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Aeroporto de João Pessoa cresce em movimentação de passageiros

26/07/2012 - Mercado & Eventos

Rafael Massadar

Nos meses de maio e junho deste ano, foi constatado que o movimento de passageiros no aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em João Pessoa, apresentou crescimento. De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), em junho houve uma movimentação de 111.751 passageiros, índice 24,23% maior que o mesmo mês do ano passado. Em maio o crescimento foi de 18,83%. No semestre foi registrado um incremento na movimentação de 11,47% em relação ao mesmo período de 2011.

O mesmo crescimento na movimentação de passageiros foi registrado no aeroporto João Suassuna, em Campina Grande. No primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma elevação de 11,11%. Foram 64.618 passageiros embarcando e desembarcando no primeiro semestre de 2012, contra 58.156 registrados em 2011. Em junho deste ano, o crescimento foi de 22,73% em relação a junho do ano passado. Mais de 12 mil passageiros cruzaram os portões do João Suassuna no período.

“Viajar de avião é mais barato do que de onibus”

16/07/2012 - redebomdia

O juiz aposentado Dagoberto Loureiro, de 74 anos, costuma viajar de avião há décadas e tem encontrado aeronaves cada vez mais lotadas. “Antigamente, tinha mais tripulante do que passageiro em alguns voos”, brinca.

O aumento na procura por viagens aéreas se deve ao fato de o preço das passagens estarem em queda no Brasil. Segundo relatório divulgado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) na semana passada, a tarifa  média  fechou 2011 a R$ 276,25, 6,8% menor do que no ano anterior. Os valores são calculados com base nos dados das tarifas  domésticas cobradas pelas empresas aéreas e atualizados pelo índice IPCA, que mede a inflação.

Viajar de avião ficou até mais barato do que de ônibus, em algumas situações. Para Salvador, por exemplo, o DIÁRIO encontrou passagem aérea, de ida e volta,  por R$ 270. De ônibus, custa R$ 597,51 .

Segundo o economista Roberto Troster, a queda nos preços está ligada à questão do aumento da concorrência e a um “desenho institucional inteligente” que as empresas aéreas brasileiras copiaram das americanas. Oferecer passagens mais em conta, aumentar a demanda. Pelo modelo, o preço das tarifas vai subindo à medida que o voo vai enchendo. “Todos saem ganhando”, afirma Troster.

Dagoberto Loureiro viaja de dois em dois meses de São Paulo para Foz do Iguaçu (PR), onde morou e tem casa, e está sabendo aproveitar bem essa nova fase da aviação. Em vez de passar quase 20 horas na estrada dentro de um ônibus, ele sempre chega ao destino em uma hora e 15 minutos, pagando pouco mais.

“O segredo é planejar as viagens com antecedência e aproveitar as promoções das empresas aéreas”, diz. Ele paga, em média, R$ 200 pela passagem aérea para o interior do Paraná, um terço do que pagaria fora de promoção. O aposentado aproveita os preços mais baixos e já compra para dua s ou três viagens.

Empresas criam alternativas para atrair cliente

O DIÁRIO fez pesquisa em sites que comparam preços e vendem passagens aéreas e constatou que os bilhetes comprados com pelo menos um mês de antecedência saem até um terço mais em conta do que se fossem adquiridos na véspera. Mas é importante se programar bem antes, pois as empresas cobram taxas de aproximadamente R$ 100 para mudança de data.

Algumas empresas aéreas também entraram na onda dos sites de compras coletivas. A TAM tem seu próprio portal com essa modalidade. Durante 24 horas, alguns trechos são vendidos com descontos que chegam perto de  80%, desde que um determinado número de pessoas faça a compra. Outra dica são cartões de fidelidade. O juiz aposentado Dagoberto Loureiro está somando pontos no Gol Smiles para uma viagem internacional, provavelmente para os Estados Unidos. Mas não descarta ir para Tóquio para assistir ao Corinthians na disputa do título mundial.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Voos são suspensos no norte do Estado

26/07/2012 - Zero Hora

Decisão da Anac proíbe parte dos pousos e decolagens em Passo Fundo
Viajantes que deviam partir do aeroporto Lauro Kourtz em Passo Fundo, no norte do Estado, foram surpreendidos ontem com a interdição do local para voos com mais de 20 passageiros. A medida foi tomada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) após vistoria.

Mais de 60 passageiros que viajariam a São Paulo foram transportados de van pela empresa Avianca para embarcar em Porto Alegre. A partir de hoje, quem tiver passagens já compradas pode remanejar os voos para o aeroporto de Chapecó (SC), a cerca de 240 quilômetros de Passo Fundo. Por dia, 76 pessoas seguiam pela companhia até São Paulo.

– Temos prejuízo imenso a nossa imagem, mas o maior transtorno é para os passageiros – destaca Tarcísio Gargioni, vice-presidente comercial e de marketing da Avianca.

A assessoria da Anac informou ontem que a interdição ocorreu após vistoria realizada nos dias 16 e 17 de julho. O principal problema foi na segurança operacional contra incêndios, o que poderia comprometer a operação de aeronaves.

A decisão foi tomada após o prazo concedido pela Anac para adaptações ter vencido na terça-feira sem que nada fosse feito. Apesar da interdição, aeronaves de menor porte, como as operadas pela NHT, estão autorizadas a pousar e decolar no aeroporto.

O diretor do Departamento Aeroportuário do Estado, Roberto Carvalho Netto, passou a tarde em reunião na tentativa de reverter a situação, que persistia até o início da noite.

O que fazer
Quem já comprou passagem deve fazer contato com a Avianca para remarcar ou agendar transporte. É possível remanejar o voo para Chapecó (SC) ou Porto Alegre.


Com o impasse, passageiros que voariam até São Paulo precisaram ser remanejados
por companhia

Aeroporto de Floriano será inaugurado no início de setembro

25/07/2012 - Portal AZ - PI

O aeródromo vai operar durante todo o dia, recebendo aviões de pequeno, médio e grande porte.

O aeroporto Cangapara, no município de Floriano, a 244 quilômetros da capital, já possui data para começar a operar em pleno vapor. Segundo o secretário estadual dos Transportes, Avelino Neiva, a inauguração do aeródromo deve acontecer no dia 7 de setembro, às 20h, com o pouso de um avião de grande porte. A obra encontra-se em estágio final, restando apenas a pavimentação da pista de pouso, bem como alguns acabamentos.

“O aeroporto de Floriano será a maior alternativa de pouso e decolagem do Extremo Sul do Piauí, pois sua pista será maior que a do aeroporto de São Raimundo Nonato”, ressalta Avelino Neiva, ao comentar que a execução da obra se deve ao esforço do governador Wilson Martins, que durante os últimos meses tomou as medidas necessárias para viabilizar a entrega do aeroporto.

A obra no aeroporto Cangapara contempla a reforma da pista de pouso e decolagem, construção de uma pista para taxiamento das aeronaves, pátio para estacionamento de aeronaves com capacidade para comportar três aviões de grande porte, cerca de proteção e balizamento noturno, possibilitando que os aviões realizem pousos em qualquer horário do dia. O aeroporto de Floriano possui uma extensão de 1800 x 30 m². A reforma e ampliação da área custaram aos cofres estaduais um investimento de aproximadamente R$ 7,8 milhões.

Além das obras no aeroporto, a Secretaria Estadual dos Transportes (Setrans) também está viabilizando a pavimentação asfáltica da rodovia que liga o trecho da BR-343 e a PI-140, com extensão de aproximadamente 4,2 quilômetros. A estrada será pavimentada em concreto betuminoso usinado a quente e custará ao Governo do Estado um investimento de aproximadamente R$ 5 milhões. É válido ressaltar que a pavimentação da via será uma forma de facilitar o acesso ao aeroporto Cangapara.

Fonte: Ccom

ASTA anucia reestruturação da malha aeroviária no Estado de Mato Grosso

16/07/2012 - Diario de Cuiaba

A Asta (América do Sul Linhas Aéreas) anunciou ontem que em função da reestruturação da sua malha aeroviária, em Mato Grosso, está suspendendo, a partir do dia 18 de julho, próxima quarta-feira, a operação de voos regulares entre Cuiabá e Matupá, no norte do Estado. Por quase um ano, a empresa operou voos domésticos diários entre as duas cidades. 

O diretor comercial da Asta, Ricardo Gottardi, explica que mesmo havendo demanda para a rota, houve uma decisão que optou pelo remanejamento por questões estratégicas de logística. A Asta iniciou as operações do trecho em 9 de dezembro de 2011. Com a sua saída, não há nenhuma outra companhia aérea atuando na região. 

Com a eliminação desta rota, restam sob atendimento da Asta, em Mato Grosso, as rotas Cuiabá/Sinop/Juara/Juína/Aripuanã e Cuiabá/Sinop/Alta Floresta/Novo Progresso/PA. 

Em relação à participação da empresa, as rotas atendidas pela Asta, em Mato Groso, alcançam 90% de tudo que é operado. Além do Estado, o Pará também contará com atendimento da companhia. 

A partir do dia 23 de julho, a empresa passa a atender mais duas rotas. Serão voos comerciais para Santarém (PA), partindo de Cuiabá com conexão em Sinop e escalas em Alta Floresta (MT) e Novo Progresso e Itaituba, no sul do Estado do Pará, de segunda a sexta-feira. Com a nova rota, a Asta passa a atender uma demanda reprimida por falta de alternativas de transporte aéreo formada por pecuaristas, madeireiros, comerciantes e estrangeiros que se deslocam todos os dias entre o norte de Mato Grosso e o sul daquele Estado. 

A Asta opera com aeronaves modelo Grand Caravan C-208 B, da Cessna, com capacidade para nove pessoas e dois tripulantes. Trata-se de um avião de fabricação norte-americana, considerado um dos mais seguros da aviação mundial. Há seis meses, a Asta já havia iniciado voos regulares para Novo Progresso, rota que nasceu diante dos apelos do segmento do agronegócio para que essa região fosse atendida com o transporte aéreo. Agora, a Asta passa a estar presente com voos regulares em três municípios paraenses. 

O diretor-superintendente da Asta, Luis Roberto Silva, explica que a nova rota é parte do plano estratégico da empresa que aposta no transporte aéreo como componente para o desenvolvimento da região norte do Estado. "Acabamos de fazer um investimento na ordem de US$ 5 milhões, o correspondente a R$ 11 milhões, na aquisição de duas aeronaves que devem chegar ao segundo semestre de 2012. Sabemos que o sul do Pará tem uma relação socioeconômica forte com o norte de Mato Grosso, muito maior do que com a capital Belém. É uma questão relacionada à distância via terrestre até a cidade, a má conservação das rodovias e ao tempo de viagem pela estrada.”, destaca Silva. 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

BSB recebe autorização da Anac para operação privada

24/07/2012 - Mercado & Eventos

Luciano Palumbo

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) emitiu hoje (24/07) o documento que autoriza a transferência das operações do aeroporto de Brasília para o consórcio formado pela Infravix (subsidiária do grupo Engevix) e pela companhia argentina Corporación América, com o nome de Inframérica. O terminal foi um dos três a passar por leilão de concessão em fevereiro deste ano, junto com Guarulhos e Campinas.

A sociedade que administrará o terminal também será composta pela Infraero, estatal que gere a maioria dos aeroportos brasileiros.De acordo com a Anac, após a emissão do documento, chamado de ordem de serviço, a concessionária tem dez dias para apresentar o plano de transferência operacional (PTO).

Caso haja a aprovação, a operação do aeroporto passa a ser feita pela Infraero com acompanhamento da concessionária, o que pode durar até três meses. Ainda segundo a Anac, a concessionária deve apresentar o projeto básico das obras num prazo de 90 dias.

Gol recebe 9º Boeing com padrão Sky Interior

24/07/2014 - Panrotas

Modelo Boeing 737-800 Next Generation da Gol (foto divulgação)
A Gol recebeu mais uma aeronave Boeing 737-800 Next Generation, com configuração Sky Interior. O novo avião chegou no aeroporto de Confins (MG) às 8h45, do último sábado (dia 21), e já é nona aeronave da companhia com este modelo.

Atualmente, a companhia possui uma frota operacional com 125 aeronaves e realiza mais de 800 voos diários para 63 destinos.

Fechamento do aeroporto de Búzios prejudica o turismo

23/07/2012 - Jornal de Turismo

A Agência Nacional de Avião Civil (Anac) determinou a suspensão, por seis meses, das atividades do Aeroporto Umberto Modiano, no município de Búzios, na Região dos Lagos, após constatação de algumas irregularidades. De acordo com a agência, ele funcionava com a portaria de registro vencida. O terminal, classificado no órgão como privado, estava sendo explorado comercialmente, inclusive por empresas de táxi aéreo. O aeroporto, inaugurado em abril de 2003, está fora de operação desde o dia 11 deste mês.

Segundo o relatório da Anac, que fiscalizou o terminal no final de junho passado, as sinalizações da pista estão desgastadas e em péssimo estado de conservação. O documento apontou ainda que as cores das luminárias de algumas luzes da pista de pouso e decolagem não atendem à necessidade do aeroporto. Caso as determinações da Anac não sejam cumpridas, a agência poderá prorrogar o prazo de suspensão.

O secretário de Turismo de Búzios, Cristiano Marques, disse que a prefeitura lamenta a decisão da Anac, que prejudica a economia do município, mas que a segurança das pessoas é mais importante. “Nós lamentamos essa decisão, até porque quem sai perdendo é o turismo da nossa cidade. Claro, se a Anac comprovou que existem irregularidades, nós somos a favor [da suspensão] até mesmo por uma questão de segurança”, disse.

Segundo o secretário, o terminal recebe em média de dois a três voos executivos diariamente, na baixa temporada. Já no período do verão, o número de voos chega a 50 por dia, no eixo Rio, São Paulo e Minas Gerais. Ele lembrou ainda que o aeroporto tem licença e alvará de funcionamento e não consta na prefeitura nenhuma irregularidade.

Cristiano Marques também destacou que o terminal opera com voos regulares, somente os fretados. Ele também é usados por aviões particulares. Ele garantiu que o procurador do município, Fábio Moraes, entrará em contato com o administrador do aeroporto para obter mais detalhes sobre a decisão da Anac.

Aeroportos perto de São Paulo dobram movimento em cinco anos

24/07/2012 - Portal Uol

Matheus Lombardi
Do UOL, em São Paulo

Movimento de pousos e decolagens no aeroporto de Jundiaí cresceu 157% no 1º semestre

O crescimento da aviação executiva nos últimos cinco anos tem mais que dobrado o movimento nos aeroportos que ficam num raio de até 100 km de distância da cidade de São Paulo.

Com a saturação dos grandes aeroportos do Estado (Congonhas, Guarulhos e Viracopos) e o aumento no número de aviões, as empresas de manutenção e locação migraram para os aeroportos próximos da capital. 

O principal exemplo desse aumento na demanda é o aeroporto de Jundiaí (a 58 km de distância de São Paulo). Segundo dados do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), nos últimos cinco anos o movimento de pousos e decolagens no local teve crescimento de 178% no primeiro semestre (passando de pouco mais de 18 mil para aproximadamente 50 mil por mês).

“No aeroporto de Jundiaí, por exemplo, o crescimento se deu além dos pousos e decolagens, mas também na construção de hangares – passando de 19, em 2006, para 28 hangares, em 2012”, diz o superintendente do Daesp, Ricardo Volpi. 

Outros aeroportos com grande destaque são os de Sorocaba (99 km de São Paulo), Campo dos Amarais (em Campinas, a 93 km de São Paulo) e Bragança Paulista (85 km de São Paulo). O crescimento nesses aeroportos quase dobrou nos últimos cinco anos.

Segundo o Daesp, serão investidos R$ 70 milhões em obras de infraestrutura e melhorias nos aeroportos do Estado neste ano, principalmente para sistemas de iluminação e de comunicação. 

Empresa usa aeroporto para desafogar demanda de Congonhas
Estar nos aeroportos menores é mais uma opção de ficar próximo dos clientes, segundo o presidente da Colt Aviation, Alexandre Eckmann.

"Nossa demanda de voos para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro é bastante grande, e, muitas vezes, os aeroportos de Jundiaí e Sorocaba servem de auxílio para desafogar a grande demanda de Congonhas", afirma.

A empresa, que está entre as quatro maiores do mercado de aviação executiva do Brasil, construirá um hangar no aeroporto de Sorocaba e já possui um hangar com sala vip, em Jundiaí.

Empresa de manutenção de aviões estima crescimento de 40%
A empresa de manutenção de jatos e turboélices Japi Aeronaves estima um crescimento de até 40% na movimentação em 2012. Fundada há 16 anos, a empresa recebe cerca de 350 aviões por ano, em média.

"Nos últimos anos, aumentou muito o movimento nos aeroportos do interior. O espaço em Congonhas é muito caro e você precisa agendar os horários para os voos. Aqui, em Jundiaí, há duas oficinas e escolas de aviação, que garantem o movimento durante todo o ano", diz, o gerente comercial da empresa, André Bernstein.

Nordeste é novo foco de empresas do setor
O crescimento da aviação civil no país já vem repercutindo em outras regiões, com destaque para o Nordeste. Representante dos jatos da Cessna e dos helicópteros da Bell no Brasil, a TAM Aviação Executiva, pretende inaugurar no próximo ano uma base de operações na região de Fortaleza, no Ceará.

"O Nordeste vem se destacando significativamente como uma região de grande crescimento econômico. Os jatos da Cessna, representam hoje 49% da atual frota de aviões executivos no Brasil, sendo que 15% deles estão no nordeste", afirma o diretor comercial da TAM Aviação Executiva, Leonardo Fiuza.

American Airlines fará voos diretos entre Salvador e Miami

23/07/2012 - O Povo - CE

Voos serão realizados cinco dias por semana, com exceção das terças e sábados

A partir de 15 de novembro, quem desejar embarcar para os EUA ou estiver em solo americano e desejar vir à Bahia, pode contar com voos diários da American Airlines entre a capital baiana e a cidade de Miami, sem fazer escala em Recife. 

Os voos serão realizados cinco dias por semana, com exceção das terças e sábados, com saída do estado da Flórida sempre às 23h25 (horário local) e previsão de chegada na Bahia, às 10h25. Já os voos de Salvador com destino ao Aeroporto Internacional de Miami têm o horário de partida às 11h50 (horário de Brasília), com chegada prevista para às 16h50.

A frequência faz parte da ampliação dos serviços da American Airlines, que passará a oferecer, a partir de outubro, 17 novos voos entre os Estados Unidos e o Brasil. Com a maior parte de suas rotas situadas entre a América do Norte e o Brasil, a American presta serviço de Miami para Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, de Nova York (JFK) para o Rio de Janeiro e São Paulo e de Dallas (Fort Worth) para o Rio de Janeiro e São Paulo.

No total, a American oferece cerca de 800 voos semanais para mais de 40 cidades da América Latina, incluindo México, América Central e do Sul.

Redação Economia Nordeste, com informações do Governo da Bahia

Aeroporto de Santarém (Pará) será ampliado

24/07/2012 - Panrotas

Claudio Schapochnik

A Infraero emitiu a Ordem de Serviço para o início das obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros e estacionamento do Aeroporto de Santarém/Maestro Wilson Fonseca, no Pará. Os investimentos para os trabalhos, que têm prazo estimado de execução de 300 dias, serão de R$ 6,3 milhões. O documento foi assinado na semana passada (quinta-feira, dia 19), e o começo das obras está previsto para o próximo mês.

O contrato prevê a ampliação da sala de desembarque e do saguão do terminal, assim como a construção de nova sala de embarque e adaptações para aperfeiçoar a acessibilidade do espaço para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. O estacionamento, por sua vez, terá sua área aumentada em 4,8 mil m².

As reformas incluem a substituição da cobertura e do forro do terminal, tratamento e pintura das paredes e revitalização das fachadas. Serão instaladas marquises metálicas, novos sanitários e nova sinalização no terminal de passageiros, estacionamento e nas vias externas. As instalações elétricas, hidrossanitárias e eletrônicas também passarão por modernização.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Consórcio do aeroporto de Brasília entrega documentos

20/07/2012 - Estado de Minas

Agência Estado

O consórcio Inframerica Aeroportos informa que entregou nesta sexta-feira à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e à Secretaria de Aviação Civil (SAC) a documentação e as garantias, incluindo a apólice de seguro, necessárias para a emissão da ordem de serviço da concessão do aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foi a data-limite para que o grupo apresentasse a documentação.

A emissão da ordem de serviço é um passo importante no processo de transferência da administração do aeroporto para o concessionário privado. Essa documentação foi entregue antecipadamente pelo consórcio Invepar, que adquiriu a concessão do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, e pela Aeroportos do Brasil, que venceu o leilão do aeroporto de Viracopos, em Campinas, ambos no Estado de São Paulo.

Em fevereiro, o governo federal realizou o leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, arrematados pelo valor total de R$ 24,5 bilhões. A assinatura dos contratos de concessão ocorreu no dia 14 de junho.

Com a emissão da ordem de serviço, que deve ocorrer em até 30 dias, o consórcio Inframerica poderá dar início à fase de transferência das operações e à fase de ampliação do aeroporto de Brasília. O documento é necessário para a entrada em eficácia do contrato e para que as demais obrigações contratuais se tornem aplicáveis.

A Anac destaca que, para a Copa do Mundo em 2014, no aeroporto de Brasília, está prevista a construção de um novo terminal com capacidade para, no mínimo, 2 milhões de passageiros por ano e pátio de aeronaves para 24 posições, entre outros pontos. Até o final da concessão, estão estimados investimentos da ordem de R$ 4,7 bilhões em Guarulhos, de R$ 8,7 bilhões, em Viracopos, e de R$ 2,85 bilhões em Brasília, informa a agência.

Desembarques domésticos batem recorde no semestre

22/07/2012 - Diário do Pará

Os aeroportos brasileiros registraram a marca de 40,8 milhões de desembarques domésticos no primeiro semestre de 2012, de acordo com levantamento do Ministério do Turismo (Mtur). É o melhor resultado, no período de janeiro a junho, dos últimos 12 anos. O recorde é 7,5% superior à marca do ano passado, quando foram registradas 38 milhões de chegadas nacionais. Os desembarques internacionais no acumulado do ano também cresceram: passaram de 4,35 milhões, em 2011, para 4,62 milhões, em 2012.

Em junho deste ano, os desembarques domésticos e internacionais de passageiros no Brasil cresceram 12,4% e 12,6%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado estabelece os novos recordes de indicadores de junho. Segundo o MTur, o País registrou 6.880.363 desembarques nacionais no mês passado, frente aos 6.119.198 verificados em junho de 2011. A variação foi de 12,44%. O resultado mostra também que os desembarques internacionais passaram de 650.995, em junho de 2011, para 733.197 no mesmo período de 2012. O acréscimo foi de 12,63%.

AEROPORTOS

Os desembarques se referem às chegadas de passageiros, em voos regulares e não-regulares, nos 67 aeroportos brasileiros administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em todo o território nacional. O indicador é utilizado pelo MTur para avaliar o crescimento da atividade turística no Brasil.

(Diário do Pará)

Copa faz aviação decolar no interior

22/07/2012 - O Estado de Minas

Pedro Rocha Franco

Enquanto uma das principais preocupações da organização da Copa do Mundo de 2014 refere-se à capacidade de uso dos terminais aeroportuários das cidades-sedes, devido à saturação das principais unidades, uma outra modalidade da aviação entra na pauta de investimentos: o setor regional. Em Minas, cinco unidades devem ser ampliadas (Divinópolis, Patos de Minas, Poços de Caldas, Caxambu e Governador Valadares) e outra construída (Itajubá) antes de a bola rolar.

Na semana passada, a Secretaria Estadual de Transportes e Obras Públicas (Setop) encaminhou à Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) estudo de viabilidade técnica para ampliação dos aeroportos de Divinópolis (Centro-Oeste), Patos de Minas (Alto Paranaíba) e Poços de Caldas (Sul de Minas). De acordo com o projeto, as unidades devem ser ampliadas para receber aeronaves de grande porte, com capacidade para até 130 passageiros. Atualmente, as três unidades têm capacidade para receber aeronaves de até 50 lugares, tipo ATR-42. Mas, antes de as licitações serem abertas, o governo estadual espera a definição da Fifa de quais cidades mineiras serão pré-selecionadas para abrigar centros de treinamento das seleções. “Essa regionalização dos voos é importante para atrair o empresariado para o interior”, afirma o secretário de Governo de Patos de Minas, Marcos André Alamir, justificando que, no caso de Patos, mesmo tendo cinco voos semanais, muitos passageiros ainda ficam dependentes do aeroporto de Araxá, devido à maior quantidade de opções. Caso as três não sejam incluídas na lista que será divulgada até o fim do ano, a tendência é que sejam incluídas na próxima etapa do Programa Aeroportuário de Minas Gerais (Proaero).

Também está na lista de projetos emergenciais a construção do aeroporto de Itajubá, no Sul de Minas. Visando atender à demanda do Polo Aeronáutico de Asas Rotativas, que tem como principal eixo a fábrica de helicópteros da Helibras, a licitação para construção da unidade deve ser lançada no primeiro semestre de 2013. O projeto executivo e o estudo de viabilidade econômica foram concluídos há dois meses e a expectativa é que o edital seja publicado ainda esse ano.

Além dessas quatro unidades, outros dois aeroportos devem ser entregues nos próximos meses. O governo federal destinou recursos para ampliação das unidades de Governador Valadares (Vale do Rio Doce) e Caxambu (Sul de Minas). Ao custo de R$ 3 milhões, no primeiro deve ser construído o terminal de passageiros, enquanto no segundo devem ser construído o terminal e cerca de proteção para a pista, além de espaço para combate à incêndio, sendo necessários investir R$ 4,24 milhões.

Regionalização: a bola da vez
O investimento em aviação regional segue a tendência do governo federal, que trata o setor como prioridade e prevê ampliar o total de unidades regionais das atuais 129 para 200 até 2014, garantindo que quase 95% dos brasileiros sejam atendidos por aeroportos. A proposta é investir na ampliação, modernização ou construção de unidades que sejam identificadas como indutores da atividade turística no país.

O diretor de Relações Institucionais e de Infraestrutura Aeronáutica da Trip Linhas Aéreas, Victor Celestino, classifica como “muito importante” o projeto de ampliação de aeroportos. “Já atuamos em Patos de Minas. Com essa ampliação poderemos pensar em ligar a cidade com nossos jatos, suprindo a demanda crescente. Já Poços de Caldas, Divinópolis e Itajubá são importantes polos mineiros, que contando com essa maior mobilidade de transporte, terão muito a expandir”, diz ele, reiterando que Paracatu também é outra rota considerada importante para a companhia e que, assim que a administração providenciar a infraestrutura necessária – aquisição de caminhão de bombeiros e aparelho de raios-X –, a cidade pode iniciar as operações.

CONCORRÊNCIA De um lado, companhias aéreas inseridas nos mercados nacional e internacional amargam redução na participação de mercado num período crítico de aumento de custo operacional. Do outro, empresas regionais, mesmo com aumento da fatia de mercado, se unem para conquistar rotas do interior. Enquanto as rivais Tam e Gol perdem espaço no setor aéreo, Azul e Trip abocanham passageiros com passagens mais acessíveis e rotas diferenciadas e, juntas, sonham em alçar voos mais altos rumo às primeiras posições do setor.

Balanço da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostra que nos cinco primeiros meses do ano Azul e Trip aumentaram sua participação no mercado em 39,87% e 71,5%, respectivamente. Em contrapartida, Gol e Tam tiveram redução de 2,7% cada (veja arte). Entre outros, por isso, a Gol prevê demitir 2,5 mil funcionários até dezembro. A possibilidade de aumento do número de rotas, com o investimento dos governos federal e estadual em aeroportos regionais, deve manter essa trajetória. “A intenção da Trip é incentivar não somente a ligação do estado com o restante do país, como favorecer conexões regionais entre os municípios mineiros”, diz o diretor de Relações Institucionais e de Infraestrutura Aeronáutica da Trip Linhas Aéreas, Victor Celestino. (PRF)

Trip incorpora 60ª aeronave na frota

23/07/2012 - Panrotas

Com a chegada de novo avião, aérea soma 20 ATR´s em sua frota (foto: divulgação)
A Trip incorporou recentemente um turbo-hélice ATR 72-500, atingindo a marca de 60 aeronaves na frota. Os modelos ATR´s da companhia são equipamentos fabricados pelas empresas Aeroespatiale, da França, e a Alenia, da Itália, que fazem parte do consórcio Airbus. Com essa incorporação, a aérea atinge a oferta de 4,3 mil assentos servindo mais de 80 cidades do País.

Mais sustentáveis, os ATR´s emitem menor quantidade de CO2 por passageiro, 20% menos do que outros modelos. "Esses aviões são mais econômicos, com menor utilização de combustível e importante redução nos níveis de poluição e ruído", explica o diretor de Relações institucionais e de Infraestrutura Aeronáutica da Trip, Victor Celestino.

De acordo com Celestino, esse equipamento é a opção mais adequada para voos regionais e ideais para operar rotas de curta distancia. "Além disso, eles são apropriados para pousos em pistas mais curtas, como as encontradas em aeroportos de médias e pequenas cidades, o que é essencial para nossa operação", concluiu o diretor.

A frota da Trip é composta por Embraer 190 (12), Embraer 175 (nove), ATR 72 (20) e ATR (19).

Danilo Teixeira Alves

sábado, 21 de julho de 2012

Anac suspende por seis meses operações no aeroporto de Búzios

21/07/2012 - Agência Rio

A Agência Nacional de Avião Civil (Anac) determinou a suspensão, por seis meses, das atividades do Aeroporto Umberto Modiano, no município de Búzios, na Região dos Lagos, após constatação de algumas irregularidades. De acordo com a agência, ele funcionava com a portaria de registro vencida. O terminal, classificado no órgão como privado, estava sendo explorado comercialmente, inclusive por empresas de táxi aéreo. O aeroporto, inaugurado em abril de 2003, está fora de operação desde o dia 11 deste mês.

Segundo o relatório da Anac, que fiscalizou o terminal no final de junho passado, as sinalizações da pista estão desgastadas e em péssimo estado de conservação. O documento apontou ainda que as cores das luminárias de algumas luzes da pista de pouso e decolagem não atendem à necessidade do aeroporto. Caso as determinações da Anac não sejam cumpridas, a agência poderá prorrogar o prazo de suspensão.

O secretário de Turismo de Búzios, Cristiano Marques, disse que a prefeitura lamenta a decisão da Anac, que prejudica a economia do município, mas que a segurança das pessoas é mais importante. “Nós lamentamos essa decisão, até porque quem sai perdendo é o turismo da nossa cidade. Claro, se a Anac comprovou que existem irregularidades, nós somos a favor [da suspensão] até mesmo por uma questão de segurança”, disse.

Segundo o secretário, o terminal recebe em média de dois a três voos executivos diariamente, na baixa temporada. Já no período do verão, o número de voos chega a 50 por dia, no eixo Rio, São Paulo e Minas Gerais. Ele lembrou ainda que o aeroporto tem licença e alvará de funcionamento e não consta na prefeitura nenhuma irregularidade.

Cristiano Marques também destacou que o terminal opera com voos regulares, somente os fretados. Ele também é usados por aviões particulares. Ele garantiu que o procurador do município, Fábio Moraes, entrará em contato com o administrador do aeroporto para obter mais detalhes sobre a decisão da Anac.

A reportagem da Agência Brasil informou que tentou contato com a administração do aeroporto, mas até o fechamento da matéria ninguém foi encontrado para falar sobre a suspensão das operações.

C/Agência Brasil

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Anac decide fechar aeroporto de Búzios para pousos e decolagens

18/07/2012 -  Folha de São Paulo

Administrador tem 180 dias para atender às especificações estabelecidas pela Anac e ter o aeroporto reaberto Foto: Ernesto Galiotto
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determinou na tarde do último dia 11 o fechamento do aeroporto de Búzios, na região dos Lagos (RJ). Os motivos da interdição seriam inconformidades envolvendo infraestrutura, equipamentos de comunicação e de combate a incêndio.

Após a determinação da Anac, a Aeronáutica afirmou que emitiu uma Notam (notificação aos pilotos) sobre o fechamento do aeroporto. A Folha entrou em contato com a agência, mas ainda não obteve retorno.

A reportagem tentou localizar os responsáveis pela administração do terminal, mas ninguém foi encontrado. Funcionários do aeroporto disseram que os voos continuam cancelados nesta quarta-feira.

Fonte: Folha de São Paulo

Anac decide fechar aeroporto de Búzios para pousos e decolagens

18/07/2012 -  Folha de São Paulo

Administrador tem 180 dias para atender às especificações estabelecidas pela Anac e ter o aeroporto reaberto Foto: Ernesto Galiotto
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determinou na tarde do último dia 11 o fechamento do aeroporto de Búzios, na região dos Lagos (RJ). Os motivos da interdição seriam inconformidades envolvendo infraestrutura, equipamentos de comunicação e de combate a incêndio.

Após a determinação da Anac, a Aeronáutica afirmou que emitiu uma Notam (notificação aos pilotos) sobre o fechamento do aeroporto. A Folha entrou em contato com a agência, mas ainda não obteve retorno.

A reportagem tentou localizar os responsáveis pela administração do terminal, mas ninguém foi encontrado. Funcionários do aeroporto disseram que os voos continuam cancelados nesta quarta-feira.

Fonte: Folha de São Paulo

Deputados aprovam liquidação da Pluna

18/07/2012 - Valor Econômico

Por Alberto Komatsu | De São Paulo

A Câmara de Deputados do Uruguai aprovou, na madrugada de ontem, o projeto de lei que prevê a liquidação da Pluna, após o Senado ter dado o seu aval na noite da última quinta-feira. De acordo com o site do jornal "El País", a aprovação foi obtida apenas com votos da base governista do Uruguai.

A Pluna encerrou suas atividades no dia 6 de julho, após o seu controlador, o fundo de investimentos Leadgate, ter desistido de continuar investindo na companhia. O projeto de lei para a liquidação da Pluna prevê dois leilões de ativos da companhia, basicamente sete jatos da canadense Bombardier, de uma frota total de 13 aeronaves.

Destes, seis aviões estão sendo devolvidos à fabricante porque foram operados por meio de leasing operacional (arrendamento sem opção de compra). A primeira opção é leiloar os aviões por US$ 135 milhões. A segunda alternativa, caso fracasse a primeira, é o governo negociar as aeronaves com potenciais interessados, com preço mínimo de US$ 100 milhões.

A imprensa uruguaia destacou uma coluna de opinião sobre a Pluna, publicada pelo vice-presidente uruguaio, Danilo Astori, também ex-vice-ministro de Economia. Nela, Astori afirma que "custou muito" assumir seus erros e que ele acompanha "com muita atenção e tensão" a situação da Pluna. Astori disse que "quer assumir plena e totalmente" a responsabilidade sobre o caso da Pluna.

O vice-presidente uruguaio recordou que, em 2007, quando a Pluna voltou a ser estatal, a companhia tinha apenas quatro aviões da Boeing, modelo 737-200. As aeronaves estavam no fim de sua vida útil e as perdas mensais alcançavam US$ 2 milhões. Naquela ocasião, acrescenta Astori em sua coluna, a Pluna estava em situação pré-falimentar, herança da época em que era controlada pela antiga Varig.

O ex-presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez, demonstrou apoio a Astori. Por meio de comunicado, ele afirmou que "é o principal responsável pelo equívoco [situação da Pluna]".

Aeroporto de Maringá poderá receber voos internacionais após ampliação

18/07/2012 -G1

Obras inauguradas na terça-feira (17) custaram R$ 3 milhões.
Em 2011, terminal recebeu 620 mil passageiros, diz administração.
Do G1 PR

O Aeroporto de Maringá, no norte do Paraná, está apto a receber voos internacionais diariamente. O anúncio foi feito pelo governo do estado, na terça-feira (17), com a inauguração das obras de ampliação do pátio de aviões.

A nova área de 13 mil metros custou R$ 3 milhões. O dinheiro foi levantado junto ao Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Proffa). Desse montante, 70% são de recursos federais e os outros 30%, estaduais.

O terminal é administrado pela prefeitura de Maringá e já recebia um voo internacional de cargas que vinha de Miami, a cada 15 dias. Porém, devido às restrições, era preciso que a carga fosse limitada.

Novas ampliações

Ainda neste ano, a administração do aeroporto prevê a inauguração de uma ampliação na pista principal, que deverá ficar 280 metros mais extensa, alcançando 2.380 metros. Já a área destinada ao tráfego das aeronaves entre a pista e os hangares e terminal ganhará mais 1,5 mil metros de extensão.

Segundo a administração, o aeroporto movimentou, em 2011, cerca de 620 mil passageiros. Esse número representa um aumento de 285%, em relação a 2008, quando 217 mil pessoas passaram pelo terminal.

AirEuropa inicia quarta frequência SSA-Madri em dezembro

17/07/2012 - Mercado & Eventos

Por: Anderson Masetto

A AirEuropa está ampliando as suas operações no Brasil. A companhia possui três voos semanais entra Salvador (BA) e Madri, na Espanha. A partir do dia 1º de dezembro a aérea espanhola passa a ter a quarta frequência ligando a capital baiana à Europa. De acordo com o representante comercial da empresa, Luis Antonio Sobrinho, a alta ocupação e o bom retorno desses voos fizeram com que a companhia tomasse a decisão de aumentar a sua presença no país.

Atualmente a ocupação média dos voos da AirEuropa para o Brasil é de 75%, sendo que 46% dos passageiros são brasileiros, 42% espanhóis e o restante de outras nacionalidades. “Temos um equilíbrio interessante, o que nos deixa confortáveis, pois não dependemos de um só público”, explicou Sobrinho. “Nos períodos de alta temporada chegamos a uma ocupação média de 90%”, completou.

Além disso, a companhia conta com acordos comerciais com Gol e Tam, o que permite que passageiros de outras localidades do Brasil possam utilizar o voo da AirEuropa para Madri. Da capital espanhola, a empresa oferece conexões para diversos destinos da Europa, como Paris, Roma, Lisboa, Londres, Genebra e outros.

Os três voos atuais são operados às terças, quintas e sábados. A nova frequência será aos domingos. Todos têm saída de Salvador às 21h45 com chegada em Madri às 11h40. No sentido contrário a decolagem acontece às 15h45, com chegada ao Brasil às 19h50. Os voos são feitos com Airbus A330 com capacidade para 299 passageiros, sendo 24 na classe Business e 275 na Econômica.

São Paulo – Além da nova frequência em Salvador, a empresa tem como meta iniciar operações no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com Sobrinho a companhia já solicitou slots no aeroporto e aguarda autorização para ter três frequências semanais ligando São Paulo a Madri sem escalas. “Temos que estar em São Paulo, pois é o grande hub da América do Sul”, disse.

Empresa aérea do Grupo Águia, Lynx sai do papel

17/07/2012 - Panrotas

Artur Luiz Andrade

Coincidência ou não, a autorização para funcionamento da empresa de táxi aéreo (jatos executivos) do Grupo Águia, a Lynx, chegou no dia da apresentação do novo presidente executivo do grupo, Paulo Cezar Castello Branco. A Anac expediu ontem a especificação operativa para a empresa do fundador do Águia, Wagner Abrahão, que passa a ser presidente do Conselho de Administração, formado por 27 sócios das 14 empresas do grupo. Castello Branco assume em 6 de agosto o cargo, que interinamente está com Thiago Abrahão, filho de Wagner e diretor financeiro das empresas.

A companhia aérea nasce, segundo Wagner Abrahão, de uma necessidade de mercado. "Há demanda para a aviação executiva e com a proximidade dos grandes eventos mais ainda", disse ele. A empresa começa a operar hoje, com dois helicópteros: um Agusta Power e um Grand, ambos com cinco lugares, mais dois pilotos. A empresa, formatada por Paulo Enrique Coco, ex-Transbrasil e Rio Sul, e tocada por Pedro Mattos, diretor do grupo, estuda agora a aquisição de um jato Phenom 300.

Além das aeronaves próprias a meta é administrar aeronaves particulares, para dar mais segurança e comodidade aos proprietários. "Segurança é o item número um em aviação e uma empresa sabe disso. Temos de conscientizar que para o dono o melhor não é ele mesmo gerir sua aeronave. Muitas vezes o proprietário do avião dá ordens a seu piloto, que, como funcionário, ocasionalmente acata. E o acidente pode ocorrer nessas horas. Nosso objetivo é minimizar isso", explica Abrahão.

A Lynx entrou agora em uma licitação para um hangar no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. A infraestrutura aeroportuária é uma das preocupações de Abrahão. "Falta estrutura para a aviação regular e para a executiva".

Gol anuncia crescimento de 7% do PRASK em junho

17/07/2012 - Mercado & Eventos
Pamela Mascarenhas

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes divulgou relatório com os números de junho. De acordo com o documento, a demanda no mercado internacional teve queda de 6,4%, com relação a junho de 2011 - a companhia reduziu em 3,7% a oferta desse mercado, no período. Já o PRASK (receita de passageiros dividida por assentos-quilômetro) líquido apresentou aumento de aproximadamente 7%, enquanto na comparação trimestral cresceu 4,5%.

Com relação a oferta total, o período teve queda de 6,4% e a taxa de ocupação do mês atingiu 70,5%, a maior registrada em junho nos últimos cinco anos. Por sua vez, a oferta do sistema doméstico também apresentou queda de 6,7%, comparado ao mesmo período do ano anterior. No entanto, a demanda por esse mercado cresceu 1,4%, de acordo com a empresa, por conta do gerenciamento dinâmico de tarifas em um mês de alta sazonalidade.

Companhia aérea TRIP retoma as operações em Araguaína Tocantins

17/07/2012 - Ascom-Trip
 
A partir do dia 23 de julho, a TRIP Linhas Aéreas, maior companhia aérea regional da América do Sul, volta a operar na cidade de Araguaína (TO) com destino direto para as cidades de Brasília (DF) e Carajás (PA). Serão disponibilizadas também rotas para Belém (PA), com escala em Tucuruí (PA) e Carajás (PA) de segunda a sexta-feira.

 “Araguaína é a segunda cidade mais populosa de Tocantins e para nós é muito importante esse retorno já que a partir da cidade os araguainenses poderão se conectar com todas as regiões País”, afirma Victor Rafael Celestino, diretor de Relações institucionais e Infra estrutura aeronáutica da TRIP Linhas Aéreas.

 Os voos serão operados pelos modernos ATR72-600, aeronaves reconhecidas mundialmente pelo conforto. Outras ligações rápidas a partir de Araguaína serão oferecidas para as cidades mineiras de Belo Horizonte, Uberlândia, Uberaba e para os aeroportos paraenses de Altamira e Santarém, além de vários destinos no Brasil.

 As passagens poderão ser encontradas nas agências de viagens credenciadas, pelo portal www.voetrip.com.br, nos aeroportos ou na Central de Vendas 0300 789 8747 ou 3003 8747 (regiões metropolitanas)

Sobre a TRIP Linhas Aéreas (www.voetrip.com.br)

Com 14 anos de atividade, a TRIP é hoje a maior companhia aérea regional do Brasil e também da América do Sul com a maior frota de ATRs em operação no mundo. Com 58 aeronaves que operam em mais de 80 cidades do País. É controlada pelos Grupos Caprioli e Águia Branca, ambos com tradição em transporte de passageiros.

A qualidade de seus serviços, processos e produtos renderam em 2011 importantes títulos, entre eles, ‘Melhor Companhia Aérea regional da América do Sul’, pesquisa internacional da Skytrax com mais de 18 milhões de consumidores de 100 diferentes nacionalidades. Foi ainda, a primeira entre as aéreas em ‘Governança Corporativa’, pela Istoé Dinheiro. Por três anos consecutivos, a revista de bordo ‘Voe’, foi premiada como o melhor veículo customizado do Brasil, de acordo com a revista Propaganda.

Embraer entrega 55 jatos no 2º trimestre de 2012

18/07/2012 - Panrotas

Savia Reis

No segundo trimestre de 2012, a Embraer entregou 35 jatos para o mercado de aviação comercial e 20 para o de aviação executiva. O total de entregas nos seis primeiros meses do ano soma 56 jatos comerciais e 33 jatos executivos entregues, 13 a mais do que no mesmo período do ano passado. 

ESTIMATIVAS
De acordo com perspectiva da empresa, ao longo das próximas duas décadas, a demanda por transporte aéreo deverá crescer 5% anualmente. A Embraer acredita que algo em torno de 6,8 mil jatos no segmento de 30 a 120 assentos deverão ser entregues em um valor estimado em US$ 315 billhões.

Ainda segundo estimativa da Embraer, a frota mundial de jatos em operação com capacidade de 30 a 120 assentos aumentará de 4.150 aviões em 2011 para 7,3 mil em 2031.

Oferta doméstica da Gol registra queda de 6,7%

17/07/2012 - Panrotas

Danilo Teixeira Alves

A oferta de voos domésticos da Gol em junho caiu 6,4% na comparação com igual período de 2011. No entanto, a ocupação da empresa no sexto mês do ano atingiu 70,5%, a maior taxa registrada em junho nos últimos cinco anos. O balanço da empresa foi divulgado ontem (segunda-feira, dia 16) e encontra-se disponível no www.voegol.com.br/ri.

De acordo com a Gol, a redução na oferta foi motivada pela racionalização de voos iniciada em março desse ano, que teve como resultado o cancelamento de 100 voos diários. A rentabilidade dessas operações foi o fator principal para definir os cortes que, segundo a aérea, atingiram principalmente os voos mais longos e noturnos.

No final do mês passado, a aérea possuía malha aérea composta por aproximadamente 810 voos diários frente a 940 voos diários em junho de 2011. Esse movimento está em linha com a meta da companhia de reduzir a oferta doméstica em 2% em relação a 2011.

WEBJET

Já a Webjet registrou um crescimento na oferta de 10,7%, por conta do recebimento de cinco aeronaves Boeing 737-800, que foram sub-arrendadas da Gol. A oferta foi parcialmente compensada pelo início da retirada da frota operacional de quatro aeronaves B737-300 em função do período de manutenção pré-devolução.

A longa e lenta morte da primeira classe no ar

20/07/2012 - Valor Econômico

Jack Nicas - The Wall Street Journal

Companhias aéreas dos Estados Unidos estão reduzindo o tamanho da primeira classe em algumas rotas internacionais, porque estão concluindo que o serviço de luxo - há muito uma parte fundamental das viagens aéreas - tem um grande problema: poucos viajantes realmente pagam por ele.

Atualmente, devido a um encolhimento dos orçamentos de viagens empresariais, à frágil economia mundial e aos preços de passagens de primeira classe, que muitas vezes chegam a US$ 15.000 para uma viagem de ida e volta, o passageiro de primeira classe típico está pagando com as milhas dos programas de fidelidade.

Na verdade, depois de ser um emblema do conforto nos céus, o serviço de luxo vem desaparecendo nas companhias aéreas americanas há décadas. Dos mais de 500 aviões de aéreas americanas que voam regularmente para a Europa, Ásia e América do Sul, apenas 27% oferecem primeira classe.

Agora, as duas únicas empresas que mantêm serviços de primeira classe, a American Airlines e a United Airlines, estão diminuindo o espaço dedicado às cabines mais luxuosas.

Em maio, a American Airlines, uma filial da AMR Corp., informou que planeja reduzir o número de assentos dedicados à primeira classe em voos intercontinentais em 90%, de 750 para 80. A United, parte da United Continental Holdings Inc., está terminando uma revisão de frota que irá descartar um terço dos seus assentos de primeira classe nas rotas internacionais.

Companhias aéreas de outros países, como a Qantas Airways Ltd. e a Deutsche Lufthansa AG também decidiram recentemente reduzir a primeira classe.

As companhias aéreas estão essencialmente remodelando seu serviço de luxo, substituindo poltronas da primeira classe com assentos redesenhados na classe executiva que rivalizam com a maioria das cabines de primeira classe de hoje e superam até mesmo as melhores poltronas dos aviões da década de 90. Ao mesmo tempo, as operadoras também estão adicionando assentos na classe econômica e criando uma nova classe, a econômica "prêmio", que oferece poltronas com mais espaço para as pernas.

Motivos econômicos levaram as companhias aéreas americanas a consolidar seus espaços de luxo na classe executiva - um rótulo mais palatável para os gerentes dos departamentos de viagens de empresas do que o de primeira classe.

De acordo com a Advito, uma consultora que ajuda empresas a administrar as viagens aéreas, menos de 20% de seus clientes permitem que os funcionários voem de primeira classe em voos de longa distância, enquanto que cerca de 75% autorizam viagens de classe executiva.

As grandes companhias aéreas dos EUA continuam a oferecer um serviço em rotas mais curtas que é faturado como de primeira classe, mas geralmente o usam como um bônus para viajantes frequentes. Em voos internacionais, as cabines de primeira classe e executiva dão às companhias aéreas uma forma de atrair viajantes que gastam mais e são seus principais geradores de receita. A American, por exemplo, diz que 25% de seus passageiros representam 70% de sua receita.

Algumas companhias aéreas internacionais de luxo têm voltado a investir na primeira classe, intensificando a concorrência em certas rotas. A Singapore Airlines Ltd. oferece uma suíte privativa com cama de casal e champanhe para casais. A Air France-KLM SA tem uma galeria de arte contemporânea em alguns aviões. A Emirates Airline oferece chuveiros e suítes privativas com frigobar.

As americanas Delta Air Lines Inc., US Airways Group Inc. e a antiga Continental Airlines abandonaram a primeira classe anos atrás em favor de uma classe executiva melhorada em rotas internacionais. A Delta e a US Airways ainda oferecem primeira classe na América do Norte, mas dizem que seus melhores lugares estão realmente na classe executiva.

A American está duplicando a estratégia em seus 47 aviões maiores, eliminando a primeira classe para aumentar a classe executiva e adicionar uma cabine econômica "prêmio".

A companhia aérea não está abandonando completamente a primeira classe, mas sim "racionalizando o tamanho", disse Jim Butler, diretor de planejamento comercial para a América do Norte. A American planeja adicionar 10 novos Boeing 777 em alguns de seus mercados mais lucrativos - São Paulo, Londres e Tóquio -, com cabines de primeira classe menores, mais extravagantes, com as quais esperam aumentar o porcentual de viajantes que pagam a tarifa cheia.

"Há sempre um grupo VIP que exige um nível superior de serviço, exclusividade, privacidade", disse Butler.

Delta voará com 767-400 em 27 de outubro, no Rio; veja vídeo

19/07/2012 - Mercado e Eventos

Luciano Palumbo

Em entrevista exclusiva ao MERCADO&EVENTOS, o diretor regional de vendas da Delta, Luiz Henrique Teixeira, anuncia que em 27 de outubro, a companhia estreará o novo voo para os EUA partindo do Rio de Janeiro com o equipamento 767-400 e com assentos flat bed - poltronas que se transformam em verdadeiras camas - na classe business elite. O lançamento será feito durante a Abav 2012. Além disso, o executivo destacou o code-share com a Gol que de deve saltar de 59 para 150 voos até o final de 2012. 

“Neste primeiro momento, São Paulo e Rio de Janeiro servirão as rotas de Atlanta e Nova York com os novos assentos. Porém, até o final de 2013, toda nossa oferta aérea com destino a Nova York, Atlanta e Detroit terá o novo equipamento”, diz o executivo. “Com relação a Brasília, esta realidade está bem próxima”, emenda.

Teixeira afirma ainda que está investindo e adequando a malha da Delta para favorecer os passageiros em conexões nos voos com a Gol no Brasil. “Estamos readequando e alinhando nossas operações para favorecer oas pax em conexões tranquilas”, diz. O executivo disse ainda que para o segundo semestre, a companhia prepara diversas ações para os públicos corporativo e de lazer, como a continuidade na regionalização do serviço de bordo. 

Hoje as vendas da Delta são realizadas em 80% de sua totalidade via agente de viagens e o restante distribuídas entre TMC's, GSA's, e canais diretos.

Infraero vai investir R$ 100 milhões no Aeroporto de Salvador

18/07/2012 - Mercado & Eventos

Rafael Massadar

Aeroporto Internacional de Salvador — Deputado Luís Eduardo Magalhães

Em visita técnica ao Aeroporto de Salvador, o secretario de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, tomou conhecimento que a Infraero vai investir R$ 100 milhões nas obras de modernização do equipamento na capital baiana. As informações foram dadas pelo superintendente regional do órgão, Cassiano Ferreiro. O objetivo é melhorar as condições do equipamento com vista na Copa do Mundo de 2014.

Mais balcões de check-in, que sairão das atuais 60 para 82 unidades, ampliação da área de desembarque, com mais esteiras de bagagem, modernização do sistema eletrônico, nova torre de controle, com 63 metros de altura, e ampliação do estacionamento são algumas das melhorias no aeroporto que ficarão prontas até dezembro de 2013. 

Outros equipamentos - O Pátio I terá o pavimento de asfalto substituído por um pavimento de concreto, o que irá permitir o estacionamento de aeronaves de grande porte.Ainda conforme Ferreiro, no Pátio III, do Terminal de Cargas, serão construídos mais três pontos de estacionamento. Já no Pátio IV, que comporta a aviação civil, a exemplo dos táxis aéreos, haverá ampliação das vias de acesso.

“Para dar maior comodidade e conforto a baianos e turistas, o terminal de passageiros vai passar por um processo de modernização, com a readequação e ampliação das áreas de desembarque e dos balcões de check-in, que passarão de 60 para 82, distribuídos em ilhas, além da criação de um espaço reservado para o web check-in”, disse o superintendente. O projeto ainda contempla a substituição das esteiras de bagagem e de todo sistema eletrônico, que inclui climatização, iluminação, segurança, informação de voos, combate a incêndio e demais serviços essenciais ao bom funcionamento do aeroporto.

Segunda pista - O superintendente da Infraero informou a Leonelli que a segunda pista do aeroporto não ficará pronta para 2014, mas reconheceu a sua necessidade. "Essa segunda pista poderia ampliar o fluxo anual de passageiros (embarques, desembarques e conexões) e possibilitaria a implantação de novos fingers, o que significaria um novo passo na logística da Bahia. Não só para passageiros, como para cargas, além de novas rotas e novos voos".

TAM cai 7 posições no ranking das melhores aéreas do mundo

19/07/2012 - Estado.com.br

Sílvio Guedes Crespo

A TAM, empresa brasileira mais bem avaliada no ranking das melhores companhias aéreas do mundo, caiu de 25º para 32º lugar, segundo a premiação World Airline Awards, noticiada em blog da revista The Economist.

A classificação é feita com base em entrevistas com passageiros das três classes (primeira, executiva e econômica) e mede a satisfação dos clientes em diversos itens, incluindo check-in, comida, conforto do assento e outros. Abrange mais de 200 companhias aéreas.

Apesar de ter caído, a TAM ainda está mais bem colocada que empresas como KLM, Air France (a pesquisa separa as duas companhias mesmo após a fusão), United Airlines, Japan Airlines e TAP.

A também brasileira Azul, fundada em 2008, aparece bem abaixo da TAM, mas está em rápida ascensão: subiu 22 posições, da 76ª para a 54ª.

O ranking é liderado pela Qatar Airways, seguido por Asiana Airlines e Singapore Airlines. Das dez primeiras colocadas, seis são do Extremo Oriente, três do Oriente Médio e uma da Turquia.

Avianca lidera ranking de cancelamentos de voos

19/07/2012 - Diário de Pernambuco

Agência Brasil

A Avianca aparece ainda em segundo lugar no número de atrasos, com 728
voos, 18% do total de maio

Com 575 voos domésticos cancelados, o equivalente a 13%, a Avianca foi, em maio, a companhia aérea com maior percentual de cancelamentos, segundo ranking divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Procon de São Paulo. A Passaredo teve o maior número de atrasos superiores a 30 minutos, com 774 voos fora de horário, 32% do total.

A Avianca aparece ainda em segundo lugar no número de atrasos, com 728 voos, 18% do total de maio. A Gol foi a segunda em percentual de cancelamentos, com problemas em 2.601 voos, 10% das decolagens domésticas de maio. Em relação aos voos internacionais, a Gol teve o maior percentual de cancelamentos, 8%, (54 voos). A Avianca ficou em primeiro no ranking dos atrasos em decolagens para o exterior, 34 voos (23%).

Entre as rotas com maior percentual de cancelamentos, três operadas pela Gol estão no topo da lista: Fortaleza-Manaus, com 97% dos 30 voos previstos canceladas; Manaus-Fortaleza, com não realização de 94% dos 29 voos programados; e Campo Grande-Rio de Janeiro, com 87% dos voos 27 previstos.

O trecho entre Fortaleza e Manaus teve ainda atraso no único voo que foi efetivamente realizado. Em segundo lugar na lista de atrasos, vem os três voos que foram operados pela Gol entre Belém e Porto Velho. O terceiro lugar é do trecho entre Belém e Paraupebas (PA), operado pela Passaredo, que atrasou em 28 das 30 decolagens.

A Passaredo disse, por meio de nota, que “não medirá esforços para eliminar o desconforto causado aos clientes em relação aos atrasos anteriormente relatados”. Segundo a empresa, grande parte dos problemas está relacionada às condições meteorológicas das bases atendidas. A companhia informou ainda que “iniciou, em junho, um processo de reestruturação de sua malha aérea, visando justamente oferecer pontualidade satisfatória”.

A Gol e a Avianca não responderam, até o momento da publicação desta reportagem, as perguntas da Agência Brasil sobre o ranking.

Taca inicia charter para Miami a partir de Porto Alegre

18/07/2012 - Panrotas

Alex Souza

Em parceria com a consolidadora Skyteam e com a operadora Unesul, a Taca deu início no último sábado, 14, ao primeiro charter para Miami a partir do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. De acordo com o gerente comercial da base Porto Alegre da Taca, Daniel Trento, o voo é fruto de negociação que envolveu o executivo de Contas da Skyteam, Alessandro Scholze, e o diretor de Unesul, Walmir Cardoso. 

O charter saiu com todos os 150 lugares – 12 na executiva – ocupados. “Este charter demonstra o crescimento da Taca na região Sul do Brasil, além da confiança das agências gaúchas no produto que oferecemos. Aguardamos os próximos que virão”, comenta Trento.

Aeroporto de Búzios está irregular

19/07/2012 - O Globo

Anac cobra melhorias na infraestrutura e adequação a normas para reabrir o terminal
Rafaella Barros
rafaella.barros@oglobo.com.br 
Walmor Freitas
granderio@oglobo.com.br 


O AEROPORTO, que tem 180 dias para atender às especificações da Anac - Ernesto Galiotto/Divulgação

● As condições precárias de infraestrutura do aeroporto Umberto Modiano, em Búzios, e sua exploração comercial sem permissão levaram a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a fechá-lo temporariamente. O aeroporto, inaugurado em abril de 2003, era usado por empresas de táxi aéreo, apesar de não estar homologado para receber operações comerciais de qualquer tipo, porque é classificado como privado. A validade da interdição é de 180 dias. Se, nesse prazo, o administrador não atender às exigências da Anac, o fechamento pode ser renovado.

Segundo a Anac, a portaria de registro do aeroporto está vencida e o mesmo funcionava em condições irregulares: “As sinalizações da pista estão desgastadas e em péssimo estado de conservação; as cores das luminárias de algumas luzes da pista de pouso e decolagem não atendem à necessidade do aeroporto”. As falhas na infraestrutura do aeroporto foram constatadas durante fiscalização nos dias 28 e 29 de junho. O aeroporto está fechado desde o dia 11 deste mês, como noticiou Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO.

A prefeitura de Búzios informou que o fechamento do aeroporto traz prejuízos ao setor turístico do município, que deixará de receber, pelo menos, cinco voos por semana.

— O nosso foco é um turismo de qualidade, e isso preocupa porque a gente acaba perdendo clientes com forte potencial — afirmou o secretário de Turismo, Cristiano Marques.

A prefeitura informou ainda que o aeroporto não é municipal, mas administrado pelo grupo Modiano. De acordo com a assessoria do município, o administrador, Marcio de Souza, avisou à prefeitura que uma grande reforma já começou a ser feita no local.

O terminal de Búzios só recebe aeronaves de pequeno porte, como monomotores, bimotores e jatos executivos. A única pista de pouso e decolagem, segundo a Anac, mede 1.300 metros.

Cumbica descarta projeto e impõe prejuízo à Infraero

19/07/2012 - Diário do Grande ABC

O projeto de R$ 22,6 milhões encomendado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para o futuro Terminal 3 do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, vai ser engavetado. Isso porque os novos operadores do aeroporto - a Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A. - decidiram não aproveitar o projeto, que ficou conhecido pelo desenho em formato de avião.
 
Quando definiu as regras da concessão de Cumbica, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estipulou que a Infraero entregasse o projeto básico do terceiro terminal ao operador privado. Mas o contrato não tem nenhuma cláusula que obrigue a iniciativa privada a usar o tal projeto. A informação é da Anac.
 
Questionada sobre o motivo de gastar tanto dinheiro em um projeto quando a discussão sobre a privatização de Cumbica já estava em andamento, a Infraero afirmou que a entrega "estava na lista dos afazeres" da estatal, "assim como a conclusão das obras de terraplenagem".
 
Economia
 
Agora, a Infraero tenta reduzir o prejuízo: em uma reunião ontem com o consórcio MAG - formado, entre outras empresas, pelo escritório de arquitetura paulistano Biselli+Katchborian -, tentou renegociar o valor global do contrato, uma vez que o projeto executivo não chegará a ser feito. Dos R$ 22,6 milhões totais, quase R$ 11 milhões já foram pagos pelos estudos preliminares e projeto básico.
 
A Infraero quer fechar tudo em aproximadamente R$ 16 milhões, mas ainda não chegou a um acordo com os escritórios, que venceram uma licitação em 2009 para tocar a proposta.
 
Formada pela construtora Invepar e pela operadora de aeroportos sul-africana Acsa, a Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos confirma que não vai usar o projeto encomendado pela Infraero. Dois novos desenhos estão sendo elaborados por um escritório de arquitetura com sede fora do País.
 
A concessionária não comenta por que não quis usar o projeto já pronto. A reportagem apurou que ele não atenderia aos padrões pretendidos pelos novos donos do aeroporto, que querem que Guarulhos siga uma identidade visual parecida com a dos aeroportos que a Acsa já mantém na África do Sul, em cidades como Johannesburgo.
 
Pensado para receber apenas a demanda de passageiros internacionais de Guarulhos, o Terminal 3, oficialmente, tem capacidade estimada para 12 milhões de passageiros por ano. Mas a concessionária já estaria repensando esse número, uma vez que, só em 2011, o aeroporto recebeu 11,3 milhões de passageiros internacionais e, com a estimativa atual, já nasceria saturado.
 
Até a Copa de 2014, o terceiro terminal não estará 100%, mas vai operar com no mínimo metade da capacidade. Será ampliado aos poucos até 2022, quando Cumbica poderá receber, ao todo, cerca de 60 milhões de pessoas por ano. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Cumbica: projeto de R$ 22 milhões é descartado 

19/07/2012 - O Estado de São Paulo

Desenho do 3º terminal, na forma de avião, foi exigência da Anac; concessionária vai refazer proposta e já estuda ampliar capacidade

NATALY COSTA

O projeto de R$ 22,6 milhões encomendado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para o futuro Terminal 3 do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, vai ser engavetado. Isso porque os novos operadores do aeroporto - a Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A. - decidiram não aproveitar o projeto, que ficou conhecido pelo desenho em formato de avião.

Quando definiu as regras da concessão de Cumbica, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estipulou que a Infraero entregasse o projeto básico do terceiro terminal ao operador privado.

Mas o contrato não tem nenhuma cláusula que obrigue a iniciativa privada a usar o tal projeto. A informação é da Anac.

Questionada sobre o motivo de gastar tanto dinheiro em um projeto quando a discussão sobre a privatização de Cumbica já estava em andamento, a Infraero afirmou que a entrega "estava na lista dos afazeres" da estatal, "assim como a conclusão das obras de terraplenagem".

Economia. Agora, a Infraero tenta reduzir o prejuízo: em uma reunião ontem com o consórcio MAG - formado, entre outras empresas, pelo escritório de arquitetura paulistano Biselli+Katchborian -, tentou renegociar o valor global do contrato, uma vez que o projeto executivo não chegará a ser feito. Dos R$ 22,6 milhões totais, quase R$ 11 milhões já foram pagos pelos estudos preliminares e projeto básico.

A Infraero quer fechar tudo em aproximadamente R$ 16 milhões, mas ainda não chegou a um acordo com os escritórios, que venceram uma licitação em 2009 para tocar a proposta.

Outro desenho. Formada pela construtora Invepar e pela operadora de aeroportos sul-africana Acsa, a Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos confirma que não vai usar o projeto encomendado pela Infraero. Dois novos desenhos estão sendo elaborados por um escritório de arquitetura com sede fora do País.

A concessionária não comenta por que não quis usar o projeto já pronto. O Estado apurou que ele não atenderia aos padrões pretendidos pelos novos donos do aeroporto, que querem que Guarulhos siga uma identidade visual parecida com a dos aeroportos que a Acsa já mantém na África do Sul, em cidades como Johannesburgo.

Pensado para receber apenas a demanda de passageiros internacionais de Guarulhos, o Terminal 3, oficialmente, tem capacidade estimada para 12 milhões de passageiros por ano. Mas a concessionária já estaria repensando esse número, uma vez que, só em 2011, o aeroporto recebeu 11,3 milhões de passageiros internacionais e, com a estimativa atual, já nasceria saturado.

Até a Copa de 2014, o terceiro terminal não estará 100%, mas vai operar com no mínimo metade da capacidade. Será ampliado aos poucos até 2022, quando Cumbica poderá receber, ao todo, cerca de 60 milhões de pessoas por ano.

Queda de avião no Recife segue sem laudo final

19/07/2012 - O Estado de São Paulo

ÂNGELA LACERDA / RECIFE - O Estado de S.Paulo

Um ano após a queda, segue sem um laudo conclusivo o acidente com o LT-410 da empresa Noar, que caiu a 100 metros da Praia de Boa Viagem, na zona sul do Recife, logo após ter decolado do Aeroporto dos Guararapes, com destino ao Rio Grande do Norte. O caso ocorreu no dia 13 de julho do ano passado, matando 16 pessoas - os 2 tripulantes e os 14 passageiros.

Segundo o coronel de Aeronáutica Fernando Camargo, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa), o desempenho dos pilotos e as divergências entre o manual de voo, o programa de treinamento e o check-list - todos emitidos pelo fabricante da aeronave - são alguns dos elementos que podem ter contribuído para o acidente. "Com o apoio do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), estamos fazendo um estudo teórico para tentar estimar a participação de cada um dos elementos, o que contribuiu ou não para o acidente."

A fratura da palheta 27 do motor esquerdo determinou a parada do motor, cerca de 30 segundos depois da decolagem. Das 55 palhetas do disco do compressor do motor esquerdo, 4 eram novas e 51 foram reutilizadas, incluindo a 27 - que estava na metade da vida útil.

Mesmo depois da pane, a aeronave continuou subindo, com um motor só, demonstrando que não havia problemas com o outro motor. A incógnita é a razão de os tripulantes não conseguirem retornar com a aeronave até o Aeroporto dos Guararapes. "A fratura da palheta desencadeou o problema, mas foi somente um dos eventos que levaram ao acidente", observou o chefe da investigação.

Os problemas de manutenção da Noar já estavam corrigidos e houve revisão da aeronave. A manutenção do motor cabia à GE. O conteúdo da caixa-preta não será divulgado.

Anac decide fechar aeroporto de Búzios para pousos e decolagens

18/07/2012 - Folha de São Paulo

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determinou na tarde do último dia 11 o fechamento do aeroporto de Búzios, na região dos Lagos (RJ). Os motivos da interdição seriam inconformidades envolvendo infraestrutura, equipamentos de comunicação e de combate a incêndio.

Após a determinação da Anac, a Aeronáutica afirmou que emitiu uma Notam (notificação aos pilotos) sobre o fechamento do aeroporto. A Folha entrou em contato com a agência, mas ainda não obteve retorno.

A reportagem tentou localizar os responsáveis pela administração do terminal, mas ninguém foi encontrado. Funcionários do aeroporto disseram que os voos continuam cancelados nesta quarta-feira.

Governo federal fará melhorias em 200 aeroportos regionais

19/07/2012 - Mercado & Eventos

Lisia Minelli

​Os 65 destinos considerados indutores do turismo no Brasil serão contemplados - direta ou indiretamente - pelo Plano de Aviação Regional da Secretaria de Aviação Civil (SAC). A indicação foi feita pelo Ministério do Turismo, integrante do grupo de trabalho que elabora o pacote de medidas da SAC. Ao todo, terminais de mais de 200 municípios brasileiros serão construídos, ampliados ou modernizados. 

Além da qualificação em infraestrutura, o plano deve contemplar também investimentos em processos de gestão. Segundo o gerente de Política de Serviços Aéreos da SAC, Gustavo Fleury, a meta é ampliar de 71% para 94% o percentual de brasileiros atendidos por aeroportos no país.

“A movimentação dos aeroportos brasileiros cresceu cerca de 40% nos últimos anos, e muito se deve ao turismo”, assegurou Gustavo. A participação do MTur no processo de mapeamento de rotas que podem potencializar o turismo no Brasil “vai garantir que o pleito do setor seja contemplado ao máximo, considerando o dinamismo do mercado e o potencial de cada localidade”, garantiu.

Aeroporto de Aracati inaugura no dia 8

19/07/2012 - Diário do Nordeste

Segundo o secretário de Turismo, o terminal deverá receber as primeiras aeronaves em dezembro deste ano

Com inauguração remarcada para 8 de agosto próximo, o Aeroporto de Aracati possui também data definida para receber os primeiros voos. O período é dezembro de 2012, na próxima alta estação do Estado, quando os voos fretados da CCV Turismo aportaram no terminal. A informação foi dada com exclusividade, ontem, ao Diário do Nordeste pelo secretário de Turismo (Setur), Bismarck Maia.

A chegada do centro de tecnologia e manutenção da TAM Aviação Executiva fará com que o terminal seja impulsionado Foto: Melquíades Júnior

A sua estimativa para os voos conhecidos como charters é de pelo menos um por semana, a partir da data anunciada.

"Há mais de um ano eu tenho negociação com a CVC (Turismo) para iniciar a operação do aeroporto na alta estação seguinte ao término das obras", contou Bismarck. Segundo ele, o segundo semestre servirá para a secretaria investir em divulgação e no planejamento para a administração do terminal.

Ele afirmou ainda que, a partir de agora, terão início os processos licitatórios para a definição de quais lanchonetes e restaurantes funcionarão nas instalações do novo terminal, além de credenciamento de taxistas e locadoras de carro. Já a administração seguirá sob a responsabilidade da Setur com empresas prestadoras de serviço.

Outro empreendimento confirmado e que, de acordo com Bismarck, irá impulsionar o empreendimento é a chegada de um centro de tecnologia e manutenção da TAM Aviação Executiva, o qual terá cerca de 150 funcionários trabalhando lá.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Após fusão com a Trip, Azul vai acelerar planos de internacionalização 

17/07/2012 - O Estado de São Paulo

Segundo executivo da Azul, com a união, empresa já voa para 96 das 108 cidades que contam com serviço aéreo regular no País; por isso, os planos de voar para o exterior, que já vinham sendo cogitados há algum tempo, ganham mais destaque
GLAUBER GONÇALVES / RIO

PAULO LIEBERT/AE-15/12/2008

Desaceleração. Azul prevê expansão mais lenta e estuda rever prazos de entrega de novos aviões ou usá-los na frota da Trip

A fusão com a Trip vai deixar a Azul mais próxima de partir para o mercado de voos internacionais. Com o negócio, a empresa abandona o discurso de que ainda há muito a ser explorado no segmento doméstico antes de iniciar operações para outros países e passa a direcionar parte de sua atenção para um nicho em que já atuam suas principais concorrentes, a TAM e a Gol.

"Com certeza, (o negócio) antecipou muito do que faríamos sozinhos", disse ao Estado o vice-presidente comercial da Azul, Paulo Nascimento. "Os planos de internacionalização começam a entrar no radar de Azul e Trip uma vez que, com a fusão, estamos cobrindo praticamente o Brasil todo."

Juntas, as duas empresas aéreas voam hoje para 96 das 108 cidades que contam com serviços aéreos regulares no País.

A empresa ainda não decidiu se lançará já neste ano o primeiro voo para o exterior, como aventado anteriormente pelo controlador, David Neeleman.

Antes da associação com a Trip, ele havia manifestado a intenção de começar a voar para o Uruguai. Mesmo sem especificar destinos em estudo, Nascimento afirmou que agora é natural que a companhia passe a olhar para a América do Sul, região onde também estão concentrados os esforços internacionais da Gol.

Ao revelar que o ritmo de andamento da internacionalização está sendo ditado pelos movimentos dentro do País, como a fusão, o executivo disse que o fim das operações da companhia uruguaia Pluna pouco beneficiam o plano da Azul de voar para fora. "Pelo tamanho dela, não é nada que vá afetar nossos planos", afirmou. A aérea do país vizinho era uma das empresas estrangeiras que oferecia o maior número de voos para o Brasil.

Em paralelo à estruturação do plano de voar para o exterior, a Azul terá que trabalhar na consolidação da fusão com a Trip. Apesar do momento adverso para o setor aéreo no mundo e em especial no Brasil, o plano da empresa é continuar crescendo.

Para este ano, a Azul mantém a estimativa, feita em janeiro, de ampliar em 40% o número de passageiros transportados. De agora em diante, porém, a empresa diz que crescerá em menor velocidade.

Para isso, ajustes devem ser feitos. Uma das possíveis medidas é rever o ritmo de recebimento das aeronaves encomendadas. Outra possibilidade é utilizar os aviões recebidos para renovar a frota da Trip, cuja idade média é superior à da Azul. As duas companhias operam com jatos Embraer e turboélices fabricados pela franco-italiana ATR.

Modelo Azul. Além disso, Nascimento sinalizou que a gestão de rotas adotada pela Trip, que atendia alguns destinos com um número pequeno de voos, deve dar lugar ao modelo da Azul após a fusão. "A Trip tinha rotas num modelo um pouco diferente do nosso; às vezes era uma frequência por dia. Nós gostamos muito de atender mercados com várias frequências por dia", declarou.

Dentro da empresa, a visão é de que a aérea resultante da transação terá condições de disputar "quase que de igual para igual" com a Gol e a TAM no mercado doméstico. "Se você tem apenas várias empresas pequenininhas, pouco representativas, e um duopólio muito grande, a competitividade é menor do que quando você entra com uma empresa mais forte", disse Nascimento.

Cade. A empresa não tem previsão de quanto tempo levará para que a fusão seja aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Como o negócio foi formalizado pelas companhias aéreas em 28 de maio, último dia antes da entrada em vigor das novas regras para avaliar fusões e aquisições, a transação será julgada de acordo com os critérios antigos. No processo aberto na autarquia, que terá como relator o conselheiro Ricardo Ruiz, a operação é descrita como incorporação das ações da Trip pela Azul.

● Mercado doméstico

96 cidades são atendidas por voos da Azul e Trip, de um total de 108 que recebem voos regulares

15,89% é a soma da participação de mercado das duas empresas em voos domésticos em maio

PARA LEMBRAR
Empresas se uniram em maio

Azul e Trip anunciaram a fusão em maio. O negócio, que prevê apenas troca de ações, cria uma companhia com faturamento anual de R$ 4,2 bilhões. Juntas, as aéreas detém 112 aviões e operam 840 voos diários em 234 rotas, interligando 96 cidades brasileiras, segundo dados divulgados no dia do anúncio da operação. Com o acordo, os acionistas da Azul terão dois terços das ações da nova empresa e um terço ficará nas mãos dos investidores da Trip. Inicialmente, as aéreas seguirão operando de forma independente, com suas marcas e frotas separadas, sob o comando de uma holding, a Azul Trip. Além de obter o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a transação precisa do sinal verde da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De acordo com os últimos dados da autarquia, a participação de mercado conjunta das duas empresas no segmento de voos domésticos foi de cerca de 16% em maio.

Taxa de ocupação em voos da Gol atinge 70,5% em junho

16/07/2012 - Reuters

SÃO PAULO, 16 Jul (Reuters) - A Gol apresentou em junho uma taxa de ocupação no sistema total de 70,5 por cento, aumento de 5 pontos percentuais na comparação com o mesmo mês do ano passado, o maior índice registrado no mês de junho nos últimos 5 anos, afirmou a companhia aérea nesta segunda-feira.
A oferta total do sistema Gol recuou 6,4 por cento em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado devido à racionalização de voos iniciada em março.
No mercado doméstico, a oferta apresentou queda de 6,7 por cento em junho, enquanto no mercado internacional, a redução na oferta ficou em 3,7 por cento.
A demanda doméstica, no entanto, cresceu 1,4 por cento em junho na comparação anual. No mercado internacional, a alteração de equipamentos operados nos voos para Montevidéu, no Uruguai, impactou a demanda, que teve queda de 6,4 por cento, na mesma base de comparação.
Já o yield líquido, índice que mede o preço cobrado por passagens aéreas, ficou praticamente estável em junho, em relação ao mesmo mês do ano passado, entre 18 centavos e 18,5 centavos de real.

Pilotos demitidos pela Gol são disputados lá fora

15/07/2012 - O Estado de São Paulo

Companhias aéreas estrangeiras querem contratar comandantes brasileiros com experiência em operar aviões como o Boeing 737

A onda de demissões na Gol reacendeu o temor de o País ver uma nova leva de pilotos migrar para o exterior em busca de emprego, num movimento semelhante ao que aconteceu após a paralisação das operações da Varig em 2006.

Atentas à mudança de cenário, empresas internacionais de recrutamento e companhias aéreas estrangeiras começam uma corrida para tentar captar os profissionais desempregados hoje no mercado brasileiro.

Com a perspectiva de um novo impulso no fluxo de pilotos expatriados, o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) já receia uma volta da situação vivida até o ano passado, quando a escassez de pilotos assombrava companhias aéreas nacionais. "Assim que o mercado brasileiro (de aviação civil) voltar a crescer, vamos ter falta de pilotos novamente", disse o secretário-geral da entidade, Sérgio Dias.

A notícia de que a Gol demitiria 2.500 pessoas este ano - incluindo pilotos, comissários e outros profissionais - chegou rápido a Dublin, na Irlanda, onde estão os escritórios da empresa de recrutamento Direct Personnel. Ao tomar conhecimento das dispensas pela aérea brasileira, a companhia entrou em contato com o sindicato e começou a procurar os pilotos desempregados para tentar levá-los para companhias aéreas estrangeiras.

"Contatei todos os pilotos afetados (pelas demissões) e mandei informações sobre as vagas disponíveis", diz a gerente Barbara Kelly. O próximo passo da empresa, agora, é trazer ao País as empresas que querem contratar. "O interesse desses profissionais tem sido alto, e eu já estou conversando com clientes da China e da África para levá-los ao Brasil para entrevistar os pilotos da Gol e fazer avaliação em simuladores." A busca por uma posição no exterior pode ajudar os pilotos dispensados a encontrar mais rapidamente uma vaga, num momento em que a situação é mais adversa do que a de 2006. Na época, companhias como TAM e Gol estavam em franca expansão e absorveram parte dos profissionais que ficaram sem trabalho com o fim da Varig. Hoje, depois de um ano marcado por um prejuízo conjunto de mais de R$ 1 bilhão, as duas empresas enxugam suas operações.

Os pilotos nacionais têm sido disputados principalmente por aéreas da Ásia, continente em que a aviação civil vem se desenvolvendo fortemente nos últimos anos e que não tinha um contingente significativo de pilotos. Mas outras regiões, como África e Europa, também têm oferecido vagas. Profissionais experientes, com milhares de horas voadas, os brasileiros são vistos com bons olhos pelo mercado internacional.

Segundo o consultor Nelson Riet, especialista no setor aéreo, a boa qualidade técnica dos profissionais não é o único motivo de seu prestígio no exterior. "Do fim da Varig para cá, os pilotos brasileiros firmaram conceito positivo, não só pela competência técnica, mas por sua boa capacidade de adaptação a outras culturas", explica. Ele vê as demissões da Gol como pontuais e acredita que o mercado brasileiro se recuperará, mas acredita que os pilotos que tiverem a possibilidade de trabalhar fora vão migrar.

Com quase 24 anos de experiência em grandes aéreas nacionais, o comandante Marcos Ferreira, 49, agora escolhe entre as ofertas de emprego de companhias estrangeiras, depois de ter deixado a Gol no mês passado. Uma delas é a Ethiopian Airlines, da Etiópia, que já manifestou interesse em voar para cá.

"A empresa está atrás de 30 pilotos para operar Boeing 737, mesmo avião em que voávamos na Gol. Eles pegarão pilotos praticamente prontos para voar", afirma o aeronauta, que também analisa oportunidades em companhias chinesas.

Além da possibilidade de ganhos mais elevados, que podem chegar a R$ 25 mil por mês para comandantes, as aéreas estrangeiras criam facilidades para atrair os brasileiros. A possibilidade de tirar 15 dias de folga a cada mês, por exemplo, permitiria que Ferreira viesse frequentemente ao Brasil, onde sua mulher atua também como piloto.

Atento aos processos de seleção, ele diz que a OK Airways, com base no gigante asiático, mandará representantes ao Brasil no mês que vem para recrutar. A Emirates, dos Emirados Árabes Unidos, que também tem recebido inscrição de candidatos no País, marcou datas este mês para receber currículos de aeronautas, incluindo comissários, de São Paulo e Porto Alegre.

Enquanto isso, o sindicato teme que movimentos de consolidação, como a fusão da TAM com a chilena LAN, possam resultar em novas reduções de pessoal. Procurada, a aérea diz que não há previsão de demissões por causa da criação do grupo Latam Airlines. O vice-presidente comercial da Azul, Paulo Nascimento, também negou que associação com a Trip resulte em enxugamento.

"Com o excesso de oferta que houve no mercado, as líderes (TAM e Gol) foram obrigadas a reduzir capacidade. No nosso caso, mesmo com a fusão, o plano de expansão continua", declarou. A previsão de crescimento da empresa, porém, não implica a possibilidade de realocação rápida dos pilotos da Gol. Como a Azul utiliza outros tipos de aeronaves, eles precisariam se requalificar.

● Mudança de rota
SÉRGIO DIAS
SECRETÁRIO-GERAL DO SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS 
“Assim que o mercado brasileiro (de aviação civil) voltar a crescer, vamos ter falta de pilotos novamente”

NELSON RIET
CONSULTOR
“Do fim da Varig para cá, os pilotos brasileiros firmaram conceito positivo, não só pela competência técnica, mas por sua boa capacidade de adaptação a outras culturas”