quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Invepar e SP discutem local para estação em Cumbica

Invepar e SP discutem local para estação em Cumbica

29/11/2012 - Revista Ferroviária

O presidente da Invepar, Gustavo Nunes da Silva Rocha, disse que a empresa e o governo do Estado ainda discutem a localização da ligação férrea entre a cidade de São Paulo e o Aeroporto de Guarulhos, assumido recentemente pela Invepar. De acordo com ele, independente do local a ser escolhido para a estação, haverá acesso fácil do usuário aos principais terminais do aeroporto. O projeto original da empresa prevê um sistema de transporte sobre trilhos para servir ao próprio aeroporto.

(A estação) Dentro ou fora do aeroporto tem que ter o acesso aos terminais. O projeto original prevê um veículo sobre trilhos para fazer esse deslocamento, disse. Rocha fez as declarações depois de palestra, nesta manhã, no evento Financiamento para o Desenvolvimento, da série Fóruns Estadão Brasil Competitivo, promovido pelo Grupo Estado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O executivo disse, ainda, que a empresa está atenta a oportunidades de investimentos no País, mas que, por enquanto, não pretende entrar no segmento de ferrovias. Sobre portos, que serão alvo de pacote que deve ser lançado pelo governo federal na semana que vem, Rocha contou que a Invepar tem a expectativa de que as medidas proporcionem competitividade à área e boas oportunidades de investimento.



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Concessionária e Governo de SP ainda discutem localização de futura estação da linha 13 da CPTM

29/11/2012 - Via Trólebus

Prestes a ter o edital lançado, o Governo de SP e a Invepar, concessionária que administra o Aeroporto de Guarulhos, ainda não decidiram onde será a futura estação Cumbica da Linha 13 – Jade da CPTM.
De acordo com o presidente da Invepar, Gustavo Nunes da Silva Rocha, independente do local a ser escolhido para a estação, haverá acesso fácil do usuário aos principais terminais do aeroporto.
A Invepar deseja que a estação fique próxima ao terminal 4. Este terminal funcionava para atender os voos da Webjet. Com a extinção da companhia pela Gol, o terminal está ocioso. A ligação com os demais terminais deve ser feita através de monotrilho.
"(A estação) Dentro ou fora do aeroporto tem que ter o acesso aos terminais. O projeto original prevê um veículo sobre trilhos para fazer esse deslocamento", disse. Rocha fez as declarações depois de palestra, nesta manhã, no evento Financiamento para o Desenvolvimento, da série Fóruns Estadão Brasil Competitivo, promovido pelo Grupo Estado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Por Caio Lobo




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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Qual a maior aeronave que opera no aeroporto Santos Dumont, RJ?

28/11/2012 - Diário de Araxá

Pergunta enviada pelo Sr. Arnaldo Honorato Lopes de Mossoró, RN
rbenencase@hotmail.com

Nossa pergunta foi enviada pelo Sr. Arnaldo Honorato Lopes de Mossoró, RN:

Qual a maior aeronave que opera no aeroporto Santos Dumont, RJ? É preciso fazer algum curso para operar naquele aeroporto?

Prezado Arnaldo, pela sua pergunta deu para perceber que é um entusiasta da aviação! A maior aeronave a operar no Santos Dumont hoje é o Boeing 737-800SPF (Short Field Performance) da GOL/WEBJET. Foi um projeto fascinante oriundo da própria GOL em parceria com a Boeing, onde, fizeram algumas modificações no sistema de freio, nos flapes das asas e no motor para conseguir pousar e decolar mais curto que o -800 convencional carregando 186 passageiros. Um passo bem a frente de suas principais rivais, A Airbus e TAM, que operam lá apenas com o A319 de 134 a 144 lugares. Sacou a jogada? Posteriormente a Airbus lançou um kit para ser aplicado no Airbus A320 que possui a mesma capacidade do -800. A TAM chegou a usar alguns destes aviões para operar lá, mas por decisões da própria companhia decidiram continuar apenas com o A319. Vale ressaltar que a GOL com o Boeing 737-800SPF e a TAM com o A320 modificado, não podem simplesmente fazer estas melhorias para operar lá por conta própria. Existem homologações rigorosíssimas e muitos testes para que estas modificações sejam aceitas pelos órgãos fiscalizadores e até mesmo pelo fabricante da aeronave.

Quanto ao curso para operar naquele aeroporto, normalmente eles selecionam comandantes que tenham um "file" (arquivo, ou, ficha em inglês) favorável, ou, algum que tenha interesse em operar lá com um bom histórico. Aos copilotos, eles selecionam aqueles mais experientes também com bom "file". Após esta seleção ele vai para um treinamento específico para operar naquele aeroporto. Cada companhia tem seu cronograma para treinamento. Hoje em dia o Santos Dumont é um dos aeroportos com sistema de navegação mais modernos que existem, onde permite aproximações precisas em curto espaço devido ao relevo da região. Para tal operação, tanto os pilotos quanto a aeronave, devem estar homologados. Portanto, quem opera naquela localidade, tem um currículo diferenciado dos demais.

Obrigado pela interessante pergunta e assim "matamos mais uma pane"!

Envie sua pergunta para nós no e-mail: rbenencase@hotmail.com e claro, BONS VOOS SEMPRE!!!

O conteúdo assinado não reflete, necessariamente, a opinião do Diário de Araxá.



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Gol nega possibilidade de rever fim da Webjet

28/11/2012 - Valor Econômico, Bruno Peres

Brasília -
Não há possibilidade de a Gol reverter a decisão de encerramento das atividades da Webjet, segundo Paulo Kakinoff, presidente-executivo da aérea, que reuniu-se hoje em Brasília com o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bitterncourt.

"A decisão está ligada ao aspecto técnico de não trabalharmos mais com os aviões Boeing 737-300, que têm 21 anos de uso e consomem 30% a mais de combustível [que os aviões Boeing 737-800 operados pela Gol]", explicou Kakinoff. O executivo lembrou que as despesas com combustíveis representam aproximadamente 45% dos custos de aviação da companhia.

Na sexta-feira, a Gol comunicou que 20 aeronaves da Webjet serão devolvidas até o fim do primeiro semestre de 2013, o que implicará a demissão de 850 colaboradores, entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.

"A Gol opera no mercado nacional com aproveitamento de capacidade em torno de 70%, o que permite absorver a malha da Webjet e, com isso, mitigar parte dos custos excessivos", afirmou Kakinoff. Segundo ele, as demissões estão ligadas ao excesso de funcionários após o fim das operações das aeronaves e ao mau momento do setor.

O setor de aviação brasileiro vive o pior ano de sua história, em termos de resultado. A Gol, especificamente, tem prejuízo acumulado de R$ 1 bilhão.

Governo

Wagner Bittencourt avalia que o encerramento das atividades da Webjet não causará problemas para os consumidores. "[...] a Gol está tomando todas as providências, inclusive não tivemos problema nos últimos dias em que isso aconteceu", disse o ministro.

Segundo Kakinoff, todos os passageiros da Webjet foram realocados para voos da Gol e o planejamento inclui também os períodos de alta temporada. As duas companhias aéreas têm um plano especial de fim de ano, que será oportunamente informado pela SAC e pela Anac, disse.

O ministro não comentou as demissões. "O governo está acompanhado, sempre acompanha, e discute todas as questões do setor", acrescentou.

Bittencourt também destacou a governança do setor, que, conforme avaliação dele, promove o "desenvolvimento equilibrado".

O ministro demonstrou otimismo com as operações de fim de ano, com intensificação do tráfego aéreo. "Já está tudo planejado, teremos um fim de ano tranquilo, todos os aeroportos inclusive dos concessionários e mais as companhias aéreas estão todos organizados para prestar um bom serviço", disse.


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Inframérica assume aeroporto de Brasília no próximo sábado

28/11/2012 - Valor Econômico, Daniel Rittner

Brasília -
A concessionária Inframérica, formada pela brasileira Infravix e pela argentina Corporación América, assume plenamente a administração do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek (Brasília) à 0h01 de sábado. O grupo, que venceu o leilão de concessão do aeroporto com uma oferta que representava ágio de 673% sobre o valor mínimo de outorga, promete investir R$ 750 milhões até a Copa do Mundo de 2014.

O investimento deverá ser suficiente para expandir a capacidade do aeroporto de 13 milhões para 21 milhões de passageiros por ano. Em 2012, a previsão é que a demanda atinja 16,2 milhões de passageiros. O número de pontes de embarque e desembarque, até junho de 2014, passará das atuais 13 para 28. Também haverá expansão do estacionamento de veículos, que passará de cerca de 1,2 mil para até 3 mil vagas, na primeira etapa da concessão.

Para fazer esses investimentos, a concessionária negocia um empréstimo-ponte de R$ 350 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que deverá sair entre dezembro e janeiro. "Depois, devemos assinar o financiamento de longo prazo no fim do primeiro semestre de 2013", diz o vice-presidente do conselho de administração da Inframérica, Antonio Droghetti.

Após 90 dias de operação assistida no aeroporto de Brasília, na qual a Infraero continuou gerindo as instalações e a Inframérica fazia apenas um acompanhamento, a concessionária privada agora assume de vez. Droghetti apresentou um conjunto de intervenções que começarão a ser realizadas nos próximos dias. "A Corporación América já fez transições em 50 aeroportos, enfrentando diferentes, diferentes condições. Isso nos dá bastante tranquilidade", afirmou o executivo.

O passageiro que usa o aeroporto já pode acessar internet gratuita, por tempo ilimitado, sem a necessidade de senha ou cadastro dentro dos terminais. Um aplicativo permitirá que ele seja avisado, pelo celular, sobre mudanças no posicionamento das aeronaves e alterações no embarque. Pesquisa feita pela concessionária indica que 50% dos passageiros em Brasília têm smartphones.

Em janeiro, serão iniciadas as obras de uma sala vip no segundo andar do terminal, que terá 2,5 mil metros quadrados. De acordo com a concessionária, será a "maior sala vip da América Latina", com acesso permitido não somente a passageiros de classe executiva ou de primeira classe, mas também a quem se dispuser a pagar uma tarifa pelo uso.

Um sistema inteligente de esteiras, orçado em R$ 40 milhões, deverá ser implantado e permitirá maior agilidade na restituição de bagagens. A concessionária promete ainda, nas próximas semanas, fazer substituição de elevadores, modernização de escadas rolantes e mudanças na identidade visual do terminal. "A partir de janeiro, começa um ritmo bastante acelerado de obras", diz Droghetti. Se não entregar a tempo a ampliação exigida pelo governo no contrato de concessão, expandindo a capacidade em 2 milhões de passageiros por ano, multas de R$ 150 milhões poderão ser aplicadas.


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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Azul recebe primeiro avião com nova marca; veja

27/11/2012 - Panrotas

A Azul Linhas Aéreas recebeu uma aeronave especial: vindo da fabricante em Toulouse, na França, um ATR 600, de matrícula PR-AQB (foto acima, divulgação), é a primeira aeronave que ostenta a nova identidade visual da empresa resultante da união entre a Azul e a Trip Linhas Aéreas após aprovação das autoridades governamentais. O turboélice será operado pela Trip e deve entrar na malha no dia 5 de dezembro.

A nova identidade visual traz a letra "U" na palavra "Azul" grafada em uma tonalidade diferente, fazendo alusão à marca da Trip, além de simbolizar a união das duas companhias. Há ainda outra mudança: as expressões "Linhas Aéreas Brasileiras" e "Brazilian Airlines", que hoje fazem parte da marca, deixam de existir.

Os novos aviões, encomendados pelas duas aéreas, já sairão de fábrica com a nova identidade unificada. Quanto aos aviões já existentes nas malhas das empresas, esses receberão gradativamente a nova identidade unificada. A expectativa é de que em dois anos toda a frota esteja sob a nova marca.



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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aeroportos de SP apresentam crescimento

26/11/2012 - Assessoria de Imprensa - DAESP

Com 151.6 mil passageiros, Bauru/Arealva creceu 92% e lidera ranking da aviação comercial

São Paulo, 26 de novembro de 2012 - O movimento total de passageiros dos 31 aeroportos administrados pelo Departamento Aeroviário do Estado (Daesp) cresceu cerca de 13% de janeiro a outubro de 2012. No total, passaram pelos aeródromos do Estado 2.397.085 passageiros frente a 2.126.255 no mesmo período de 2011.

Entre os seis aeroportos que operam com aviação regular (comercial) o Moussa Nakal Tobias (Bauru/Arealva) lidera o ranking de crescimento da rede do Daesp. De janeiro a outubro de 2012 recebeu 151.651 passageiros entre embarque e desembarque contra 78.671 passageiros registrados no ano passado, o que representa crescimento de 92%.

O aeroporto Frank Miloye Milenkowich (Marília) ocupa a segunda posição em movimentaçãp. De janeiro a outubro de 2012 recebeu 80.550 passageiros entre embarque e desembarque. No mesmo período de 2011 contabilizou 47.286 usuários, o que representa crescimento de 70% de um ano para outro.

O Aeroporto Dario Guarita (Araçatuba) é o terceiro colocado no ranking dos aeroportos que operam com aviação aviação regular (comercial). Entre embarque e desembarque o aeródromo recebeu 134.364 passageiros, ou seja, aumento de 35% em relação aos 99.760 passageiros, números do ano anterior.

Além da aviação comercial, o Daesp registra crescimento na movimentação dos voos executivos. Exemplo disso é o Aeroporto Estadual Artur Siqueira (Bragança Paulista), um dos que lideram em aviação geral. Os 38.088 passageiros desses 10 meses de 2012 atingem índice de crescimento de 44% frente os 26.390 usuários no embarque e desembarque de 2011. Da mesma forma, o aeroporto Estadual Domingos Pignatari (Votuporanga) recebeu 2.209 passageiros em 2012 e 1.520 de 2011, com crescimento de 45%.

Em Campinas, o Campo dos Amarais, com 23.514 embarques e desembarques em 2012 cresceu 37% na movimentação. Em 2011 esse número ficou em 17.127 usuários.

Outro aeroporto com destaque na rede Daesp é o Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí, que movimentou entre janeiro de outubro deste ano 84.363 pousos. Levando-se em consideração que em 2011 foram 67.007. o crescimento é de 26% em pousos e decolagens. Já o aeroporto de Sorocaba recebeu em 2012, 66. 669 pousos e decolagens frente aos 55.144, de 2011, crescimento de 20%.

As estatísticas estão à disposição para consulta no site do Daesp - www.daesp.sp.gov.br


Assessoria de Imprensa
Secretaria Estadual de Logística e Transportes
Tel. (11) 3702-8111 a 8116


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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Anac autoriza fusão entre Azul e Trip

23/11/2012 - O Globo

Mas união entre empresas ainda depende de aval do Cade.

RIO - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu autorização prévia para a fusão entre as companhias aéreas Trip e Azul, conforme decreto publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

"A diretoria da Anac (...) decide conceder autorização prévia para a transferência das ações representativas da totalidade do capital social da Trip Linhas Aéreas para a Azul, nos exatos moldes da operação descrita no processo supra referenciado", afirmou a autarquia na publicação.

A associação entre Azul e Trip, anunciada em 28 de maio, ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade).

Após a aprovação, as empresas passarão a operar sob a holding Azul Trip S/A, resultando em uma companhia aérea com 840 voos diários, 116 aviões e 9 mil funcionários. A nova Azul será responsável por 29% das decolagens realizadas no Brasil.


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Gol acumula prejuízo de mais de R$ 1 bi no ano

23/11/2012 - O Estado de São Paulo

Com o fim das operações da Webjet e a devolução de aviões, empresa deve cortar ainda mais sua oferta de assentos em 2013

Marina Gazzoni

SÃO PAULO - A interrupção das operações da Webjet levará a Gol a cortar ainda mais sua oferta de passagens aéreas no ano que vem. A empresa espera uma redução entre 5% e 8% no volume de assentos à venda no primeiro semestre de 2013, dando continuidade ao corte de cerca de 4,5% feito neste ano.

A retração da oferta é consequência da devolução da frota da Webjet, anunciada ontem. "Seis das 20 aeronaves estavam operantes e pararam de voar ontem (quinta-feira). Essa decisão (de cortar a oferta) está em linha com o cenário do setor aéreo, que demanda atenção em função de resultados negativos", disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

A vice-líder do setor aéreo brasileiro atravessa sua pior crise em 2012. A empresa cortou 2 mil funcionários nos últimos meses e deixou de voar cerca de 100 frequências diárias. A Gol acumula um prejuízo líquido de mais de R$ 1 bilhão nos nove primeiros meses deste ano, o pior da história da empresa no período. O remédio para tentar reverter as perdas - ou, pelo menos, minimizá-las - foi enxugar a operação, cortando voos menos rentáveis.

Sua maior concorrente, a TAM, passa por situação semelhante. A companhia reduziu sua oferta em 2% neste ano e anunciou um corte de mais 7% no volume de assentos à venda em 2013. O último balanço divulgado apontou um prejuízo líquido de R$ 928 milhões no segundo trimestre - no terceiro trimestre, os resultados da companhia já foram consolidados nos números da Latam, empresa criada após a fusão com a LAN.

"Os cortes anunciados confirmam o quadro de excesso de oferta no mercado brasileiro", disse o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company. A estimativa dele é que o excedente chegue a 10% dos assentos disponíveis para voos domésticos.

Nos últimos anos, as empresas ampliaram suas frotas esperando um crescimento maior da demanda. Mas foram surpreendidas por aumentos de custos, principalmente do querosene de aviação, que ficou 50% mais caro entre 2010 e 2012, segundo cálculos da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).

"O produto transporte aéreo ficou mais caro. Há excesso de oferta porque não há passageiros suficientes dispostos a pagar o valor necessário para a operação ser rentável para as companhias aéreas", explica Castellini.

Sem conseguir repassar os aumentos de custos ao valor das passagens, as empresas tentam aumentar sua rentabilidade com mais eficiência na operação. Ou seja, voando com aviões mais cheios.

Uma das intenções da Gol ao eliminar as aeronaves da Webjet é incorporar os passageiros da empresa em seus voos. "Temos uma expectativa de aumento da nossa taxa de ocupação, mas não é possível precisar de quanto", disse Kakinoff.

Concentração

O fim da Webjet reduz o número de empresas aéreas operantes no Brasil para nove. A fusão de Azul e Trip, que teve aval da Superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), fará a lista cair para oito empresas.

"Aviação é um negócio de escala. Existe uma tendência global de consolidação", disse o consultor em aviação Nelson Riet, ex-diretor da Varig.

Procurado pelo Estado, o Cade disse que sua análise de fusões e aquisições de empresas considera exclusivamente se o negócio preservará a concorrência em um mercado. No caso da fusão de Gol e Webjet, aprovada pelo órgão em outubro, a única restrição imposta foi a manutenção da regularidade das operações no aeroporto Santos Dumont, no Rio. / COLABOROU CELIA FROUFE



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GOL anuncia fim da Webjet e demissão de 850 funcionários da empresa

22/11/2012 - Melhores Destinos

Agora é oficial. Por meio de um comunicado a seus acionistas, a GOL confirmou que deu início ao processo de encerramento das atividades da Webjet. A notícia foi antecipada há dois dias pelo Melhores Destinos e levará ao fim da marca e à demissão de 850 funcionários, entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.
A companhia informou que a medida se deve ao alto custo para manter a antiga frota da Webjet, que terá seus 20 jatos devolvidos: "A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo. Os 20 jatos Boeing 737-300 que eram usados pela Webjet serão devolvidos"
A empresa confirmou que todos os voos da Webjet serão assumidos pela GOL, que a partir de hoje passa a ser a responsável "por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros".
Veja o comunicado da GOL na íntegra:
"A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A., maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, comunica, a partir da presente data, o início do processo de encerramento das atividades de sua controlada Webjet e a descontinuidade de sua marca.
A primeira medida é a extinção das operações de voo. A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo.
Como consequência do encerramento das operações, a Webjet desliga aproximadamente 850 colaboradores entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.
Os clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela GOL, e terão seus voos garantidos, permanecendo a GOL, a partir dessa data, responsável por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros. Nesse sentido, todas as providências necessárias serão tomadas.
Com essa decisão e as consequências dela decorrentes, a Companhia estima um aumento pontual de custos durante o quarto trimestre de 2012, que serão oportunamente informados. Tais medidas deverão resultar em uma operação mais eficiente a partir de 2013.
Com relação à frota Boeing 737-300 da Webjet, estima-se a devolução total das 20 aeronaves até o final do primeiro semestre de 2013, sendo 16 dessas devolvidas até o final do primeiro trimestre do próximo ano.
Nesse cenário de redução de sua frota, a GOL prevê uma redução da oferta doméstica (ASK) entre 5% e 8% no primeiro semestre do ano de 2013 na comparação com o mesmo período de 2012. Essas medidas reforçam o comprometimento da GOL na recuperação de suas margens operacionais e na sustentabilidade do negócio".
Como dissemos nesta semana, o lado positivo da mudança é que os passageiros terão jatos mais novos e confortáveis, contando com o sistema de entretenimento GOL no Ar e pontuando no programa de milhas Smiles. A má notícia é que o preço das passagens, na maioria dos casos, aumentou, já que a Webjet mantinha uma política de tarifas mais baixas que a sua compradora e algumas rotas foram descontinuadas – isso sem entrar na questão das promoções que a Webjet fazia, forçando as concorrentes a baixar seus preços.
A compra da Webjet pela GOL foi aprovada pelo Cade no dia 10 de outubro, data em que teve início o processo de fusão. Na ocasião publicamos um post especial, assinado pelo Leonardo Marques, sobre a importância que teve a Webjet e o impacto de seu desaparecimento no mercado aéreo nacional. Vale a pena dar uma lida clicando aqui.


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Gol reduz em até 8% oferta doméstica em 2013

23/11/2012 - Panrotas

Com o fim da Webjet, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff anunciou a previsão de redução da oferta doméstica, no primeiro semestre do próximo ano, de entre 5% e 8%, em relação ao primeiro semestre deste ano. Com prejuízo acumulado nos nove primeiros meses do ano de cerca de R$ 1 bilhão, a Gol tem 46% de seus custos diretos oriundos do combustível, segundo Kakinoff. "Por isso determinamos o fim das operações dos Boeing 737-300 da Webjet. As aeronaves da família 800 têm economia de até 30% em combustível em relação aos 737-300", justificou o presidente da Gol. A aérea tem frota atual de 128 aeronaves e terminará o ano com cerca de 17 mil funcionários, contra os 20,5 mil do início de 2012.

Segundo Kakinoff, entre os principais benefícios para a companhia com a aquisição da Webjet estão a incorporação dos ativos, como o expertise operacional, a malha operacional, a base de clientes e a participação de mercado. Em outubro, a Gol teve 34,12% de market-share no mercado doméstico, liderado pela Tam. Com a participação da Webjet, esse percentual sobe para 38,7%.



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Gol anuncia fim da WebJet e corte de 850 empregos

23/11/2012 - O Estado de São Paulo

Reuters

A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o fim das atividades da controlada WebJet, decisão que resultará na demissão de cerca de 850 empregados e num aumento pontual de custos no quarto trimestre.

"A WebJet possui uma frota composta majoritariamente por aviões Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo", disse a Gol em fato relevante.

A companhia estima em 5 a 8 por cento a redução da oferta doméstica de assentos no primeiro semestre de 2013, mas ressaltou que todos os passageiros da WebJet terão os voos garantidos.

Quanto à frota de 20 aeronaves Boeing 737-300s da WebJet, a Gol prevê devolvê-la toda até a metade do ano que vem, a maioria até março de 2013.

"Essas medidas reforçam o comprometimento da Gol na recuperação de suas margens operacionais e na sustentabilidade do negócio", segundo a empresa.

A Gol concluiu a compra da WebJet em outubro de 2011, por 70 milhões de reais, além de ter assumido dívidas de cerca de 200 milhões de reais.

A aquisição foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 10 de outubro último, condicionada ao cumprimento de um acordo para garantir um patamar de 85 por cento de eficiência na operação dos slots do aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

A Gol afirmou, após o aval do Cade ao negócio, que pretendia concluir a integração da malha da WebJet em dezembro, divulgando até o fim do ano um plano de sinergias que poderiam ser alcançadas.

As ações da Gol subiam 0,31 por cento às 10h20, cotadas a 9,71 reais. No mesmo instante, o Ibovespa tinha variação negativa de 0,19 por cento.

(Por Diogo Ferreira Gomes)


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Tópicos: AEREAS, GOL, WEBJET, ATUA*
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Gol anuncia fim da Webjet e desligamento de 850 funcionários

22/11/2012 -

Primeira medida é a extinção das operações de voo. Companhia prevê que haverá aumento 'pontual' de custos.

A companhia aérea Gol anunciou na manhã desta sexta-feira (23) o início do processo de encerramento das atividades de sua controlada Webjet e a descontinuidade de sua marca. De acordo com o presidente da companhia, Paulo Kakinoff, 850 funcionários, entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves, serão desligados. Desse total, 143 são técnicos (comandantes e copilotos), 400 são de operação comercial e o restante é de profissionais do grupo de manutemção. A Webjet tinha um quadro de 1.500 funcionários. Uma parte será absorvida pela Gol.

"A primeira medida é a extinção das operações de voo", diz a empresa, em comunicado ao mercado. A Webjet possui aviões modelo Boeing 737-300, que, segundo a empresa, são de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Vinte aeronaves serão devolvidas até o final do primeiro semestre de 2013.

Quanto aos clientes e passageiros da Webjet, todos deverão ser assistidos pela Gol, conforme informou a companhia, terão seus voos garantidos. "Nesse sentido, todas as providências necessárias serão tomadas."

Diante de todas essas mudanças, a companhia prevê que haverá aumento "pontual" de custos durante o quarto trimestre de 2012. "Tais medidas deverão resultar em uma operação mais eficiente a partir de 2013."

A Gol prevê uma redução da oferta doméstica entre 5% e 8% no primeiro semestre do próximo ano sobre o mesmo período do ano anterior.

Histórico

A Gol concluiu a compra da WebJet em outubro de 2011, por R$ 70 milhões, além de ter assumido dívidas de cerca de R$ 200 milhões.

A aquisição foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 10 de outubro último, condicionada ao cumprimento de um acordo para garantir um patamar de 85% de eficiência na operação dos slots do aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

A Gol afirmou, após o aval do Cade ao negócio, que pretendia concluir a integração da malha da WebJet em dezembro, divulgando até o fim do ano um plano de sinergias que poderiam ser alcançadas.

As ações da Gol subiam 0,31% às 10h20, cotadas a R$ 9,71. No mesmo instante, o Ibovespa tinha variação negativa de 0,19%.

Demissões

Desde o início do ano, a Gol vem reduzindo seu quadro de funcionários, num processo de "racionalização de custos". De acordo com Kakinoff, no final do ano passado, a companhia contava com 20.500 funcionários. Hoje, são 17.000. A frota está da empresa está em 130 aeronaves.



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Gol inicia processo de encerramento da Webjet

23/11/2012 - Valor Econômico

Por Tatiane Bortolozi

A Gol Linhas Aéreas demitirá 850 colaboradores, entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves, como parte do processo de encerramento das atividades e da marca da controlada Webjet, que se inicia hoje, informou em comunicado.

A primeira medida é a extinção das operações de voo. "A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica", afirma a Gol em comunicado. "Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo", complementa.

Estima-se a devolução de 20 aeronaves Boeing 737-300 da Webjet até o fim do primeiro semestre de 2013. Deste total, 16 aviões serão devolvidos até o fim do primeiro trimestre do próximo ano.

Segundo a empresa, as medidas resultarão em uma operação mais eficiente a partir de 2013. A Gol estima um aumento "pontual" de custos no quarto trimestre deste ano, que será informado mais adiante.

A frota menor deve reduzir a oferta doméstica (ASK) de 5% a 8% no primeiro semestre de 2013, ante o mesmo período deste ano, estima a empresa aérea. "Essas medidas reforçam o comprometimento da Gol na recuperação de suas margens operacionais e na sustentabilidade do negócio", frisa a companhia em nota.

Economia de combustível

As aeronaves da Gol economizam 30% mais combustível que os aviões utilizados pela Webjet, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol, em teleconferência com jornalistas.

Segundo Kakinoff, "ainda não é possível dimensionar o valor absoluto" da economia que a empresa vai fazer com o fim da operação da Webjet, mas será um valor significativo.

O combustível representa atualmente 46% dos custos da gol, afirmou ele, acrescentando que a empresa registrou em 2012 um "prejuízo histórico", de perdas acumuladas de R$ 1 bilhão, que, segundo o executivo, decorreram de fatores macroeconômicos que colocaram a companhia em um nível crítico

Kakinoff citou a desvalorização cambial, que refletiu em aumento nos custos de manutenção e aquisição de aeronaves, além do preço do combustível, "que passou a representar 46% dos custos da Gol. "[Este] é um dos motivos pelos quais decidimos não operar com as aeronaves da Webjet", disse.

Sinergias

As sinergias decorrentes da operação de compra e extinção da Webjet ainda estão sendo estudadas e calculadas, disse Kakinoff. Cerca de 450 funcionários da Webjet, principalmente de aeroportos, estão sendo imediatamente absorvidos pela Gol.

Além disso, a Gol acrescentou à sua malha as rotas e slots da Webjet, além de diminuir a concorrência, aumentar sua participação de mercado e a ocupação das aeronaves.

"Identificamos os processos feitos na Webjet que representavam melhorias aos serviços de patamares da Gol", disse Kakinoff, acrescentando que um deles é o check-in não presencial, cujo índice é "bastante superior ao que a própria Gol oferecia".

Para aprimorar esse modelo de check-in, a Gol incorporou dois diretores da Webjet: o de check-in não presencial, André Lima, e o de tecnologia da informação, Paulo Aidar.

A Webjet contava com sete diretores. Além dos dois mencionados, outros dois foram incorporados pela Gol: o presidente, Julio Perotti, e o diretor de operações, Charles Malak. Outros dois diretores optaram por deixar a empresa e um foi desligado, informou a assessoria de imprensa da Gol.

Processo de decisão

A decisão de encerrar as operações da Webjet foi tomada ao longo das últimas semanas, disse Kakinoff.

O executivo afirmou que, até a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em outubro, a Gol "estava impedida de ter diligência mais aprofundada, justamente para analisar as sinergias" das duas empresas. A aprovação do Cade liberou a Gol para estudar o desligamento da Webjet.

O assunto já estava na pauta dos executivos da Gol. Em reportagem publicada no dia 17 de outubro, Kakinoff disse ao Valor que ainda não havia decisão "sobre a continuidade da marca Webjet".

A Gol montou então um grupo de estudos para analisar a viabilidade do fim da Webjet, contou Kakinoff.



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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Aeroporto de Chapecó (SC) recebe mais investimentos

22/11/2012 - Jornal de Turismo

Segundo o governo de Santa Catarina, o Estado foi incluído na segunda etapa do Plano de Investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa), que destinará o total de R$ 39,4 milhões para investimentos em aeródromos catarinenses. A portaria que autoriza o repasse (número 139), assinada pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, foi publicada no Diário Oficial da União de hoje.

Conforme a medida, o Aeroporto Serafin Enoss Bertaso, de Chapecó, terá R$ 35,2 milhões mais contrapartida, para construção de novo pátio, táxi, sinalização horizontal, vertical e balizamento noturno. Também está prevista ampliação do terminal de passageiros e aumento da cerca. Além disso, o governo do Estado receberá parcela de R$ 4,2 milhões para aquisição de dois carros contra incêndio de aeroportos.


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Governo eleva em 321% volume de investimentos a aeroportos regionais

22/11/2012 - Aviação Regional

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Brasília - BRASÍLIA - A Secretaria de Aviação Civil (SAC) ampliou em 321%, saindo de R$ 56,4 milhões para R$ 236,35 milhões, o volume de recursos previstos para investimentos da União em obras e construção de aeroportos regionais.


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União planeja investir R$ 308 mi em 20 aeroportos

22/11/2012 - Agência Brasil

A Secretaria de Aviação Civil publicou no Diário Oficial da União de hoje portaria que institui o Plano de Investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa) de 2012. E prevê convênios com os governos estaduais para a melhoria na infraestrutura de 20 aeroportos localizados fora das capitais. A União investirá R$ 308 milhões nos projetos, que vão desde obras e serviços de engenharia até a compra de equipamentos e veículos.

O teto das contrapartidas exigidas dos estados será variável. O valor mínimo, de 5% a 10%, será exigido dos estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste e o valor máximo, de até 40%, de São Paulo e do Espírito Santo. Caberá às unidades da federação cadastrarem suas propostas no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse, respeitando o que foi definido pelo Profaa.

Entre as ações previstas estão a construção e ampliação de pistas de pouso, a construção e reforma de terminais de passageiros e a compra de veículos contra incêndio.

As obras serão feitas nos aeroportos das cidades de Linhares (ES), Maringá (PR), Resende (RJ), Angra dos Reis (RJ), Vitória da Conquista (BA), Barreiras (BA), Iguatu (CE), Rio Verde (GO), Itumbiara (GO), Caxambu (MG), Ponte Nova (MG), Cajazeiras (PB), Fernando de Noronha (PE), Chapecó (SC), Ji-Paraná (RO), São José do Rio Preto (SP), Araçatuba (SP), Marília (SP), Presidente Prudente (SP) e Mateiros (TO).



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Anac autoriza fusão entre companhias aéreas Trip e Azul

21/11/2012 - Reuters

A nova Azul será responsável por 29% das decolagens realizadas no Brasil; operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade)



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Anac aprova transferência de ações da Trip para a Azul

21/11/2012 - Panrotas

A Anac aprovou ontem (terça-feira, dia 20), durante reunião deliberativa da diretoria, a transferência das ações que representam a totalidade do capital da empresa Trip Linhas Aéreas S.A para a Azul S.A. O processo de alteração societária não caracteriza incorporação ou fusão, que ainda precisará de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para ser concretizado.

Após publicação no Diário Oficial da União (DOU) e aprovação do Cade, o grupo Azul S.A (holding que atualmente controla a sociedade empresária Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A) também controlará o capital social da empresa Trip Linhas Aéreas S.A. As duas empresas continuarão a operar separadamente. Para operação conjunta, deverá haver nova solicitação junto à Anac.

As operações entre as companhias aéreas precisam ser aprovadas pela agência em diversos aspectos: jurídicos (para verificação da regularidade jurídica e fiscal das empresas envolvidas), econômicos (como a idoneidade econômico-financeira da adquirente), regulatórios (em atendimento ao Código Brasileiro de Aeronáutica) e também relativos à operação.

Após a análise das solicitações que envolvam empresas concessionárias do transporte aéreo público regular, como é o caso da Trip, a aprovação acontece por meio de deliberação da diretoria colegiada da Anac. Depois disso, a operação se torna efetiva juridicamente com o registro dos instrumentos societários na Junta Comercial.



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GOL assume voos e Webjet deixa de existir

21/11/2012 - Melhores Destinos

O processo de absorção da Webjet pela GOL chegou à sua fase final na última semana e a partir de agora todos os voos passarão a ser operados pela GOL. No site da companhia, já não aparecem voos da Webjet e está confirmado que as rotas que eram operadas por ela passarão a ser feitas com jatos da GOL.
Consultada pelo Melhores Destinos, a GOL confirmou a mudança, que na prática decreta o desaparecimento definitivo da Webjet: "A GOL informa que tem trabalhado na readequação de sua malha integrada envolvendo a Webjet para melhor atender aos clientes e oferecer mais conveniência de voos. Os voos alterados serão operados pela GOL nos mesmos horários e para os mesmos destinos, de maneira que os clientes sejam atendidos da melhor forma possível", afirmou.
Há algum tempo o site e as redes sociais da Webjet passaram a exibir apenas um comunicado sobre a integração e os canais de atendimento da GOL e outros serviços, como o sistema de emissão de passagens e a Assessoria de Imprensa, foram unificados.
O lado positivo da mudança é que os passageiros terão jatos mais novos e confortáveis, contando com o sistema de entretenimento GOL no Ar e pontuando no programa de milhas Smiles, já que os voos serão operados oficialmente pela GOL.
A má notícia é que o preço das passagens, na maioria dos casos, aumentou, já que a Webjet mantinha uma política de tarifas mais baixas que a sua compradora.
A compra da Webjet pela GOL foi aprovada pelo Cade no dia 10 de outubro, data em que teve início o processo de fusão. Na ocasião publicamos um post especial, assinado pelo Leonardo Marques, sobre a importância que teve a Webjet e o impacto de seu desaparecimento no mercado aéreo nacional. Vale a pena dar uma lida clicando aqui.
Veja a página da GOL em nosso guia de companhias aéreas.
Com dica dos leitores Márcio Henrique e Silvia Cristina



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Turkish marca início de voo entre São Paulo e BUE

22/11/2012 - Panrotas

A partir do próximo dia 11, a Turkish Airlines começa a operar a rota São Paulo-Buenos Aires. A companhia aérea turca terá quatro voos semanais entre as duas cidades. O voo TK 015 parte de São Paulo para o Aeroporto de Ezeiza, na Argentina, aos domingos, terças, quartas e sextas-feiras, às 20h15. No sentido inverso, o voo parte de Buenos Aires nos mesmos dias da semana, às 23h55 – considerando horários locais.

A Turkish Airlines opera quatro voos semanais entre São Paulo e Istambul. A operação é realizada com o Boeing 777ER e os voos de São Paulo partem às segundas, quartas, quintas-feiras e sábados, às 5h05. De Istambul para São Paulo, as saídas ocorrem às terças, quartas, sextas-feiras e domingos, saindo às 9h30 e chegando a Guarulhos às 19h20. Mais informações no www.flyturkish.com.br.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Webjet deixa de existir

21/11/2012 - Melhores Destinos

Aprovada a compra da Webjet pela GOL, já teve início o processo de unificação das duas empresas, que passarão a ser apenas GOL . A partir de hoje o site da Webjet deixa de existir e as passagens da companhia carioca serão vendidas apenas pelo site da GOL. A mudança também afetou as agências de viagem, que desde ontem passaram a emitir bilhetes somente pelo sistema da GOL.
Além do efeito prático, as mudanças deixam claro que a Webjet chegou ao fim, assim como aconteceu com a Varig e com a Pantanal e irá acontecer com a Trip no dia 02/12. Em algumas semanas, a Webjet será apenas uma pintura de aviões usados para operar voos da GOL até que a marca desapareça em definitivo. Não deve haver cancelamento de voos, uma vez que isso já foi feito no decorrer de 2012. Daqui pra frente o que deve mudar é que os voos operados pela Webjet passem a ser voos GOL.
Podemos dizer que a Webjet foi a primeira e única empresa low cost, low fare a operar no Brasil. É lamentável que a companhia, depois de tanto lutar para conseguir seu espaço no mercado, tenha chegado a esse fim. Por outro lado, esse final era inevitável: os preços da Webjet pressionavam muito TAM e GOL e uma das duas uma hora iria comprar a Webjet para por fim a esse modelo de preços baixíssimos. Quem acompanhou o Melhores Destinos em 2010 e 2011 viu a agressividade dos preços da Webjet e certamente aproveitou promoções fantásticas como esta.
Em maio de 2011, eu estive na sede da Webjet, conversei com o presidente da empresa e com todos os diretores. Eles estavam empolgados com o crescimento da companhia e com a implantação de um modelo de empresa aérea diferente no Brasil. Na época Charles Clifton, um dos fundadores da Ryanair, coordenadava a reformulação na operação da Webjet. Ele conseguiu tornar a empresa a mais pontual do Brasil por 18 meses consecutivos, mesmo tendo a frota mais antiga entre as seis maiores aéreas brasileiras. Inovaram em muitas coisas mas foram limitados pela legislação brasileira.

Sede da Webjet no Rio de Janeiro
Sempre achei que era importantíssimo o Brasil ter uma empresa como a Webjet, já que ela representava algo realmente diferente para o mercado de aviação no Brasil. É verdade que os serviços dela eram inferiores aos de empresas como GOL e TAM, mas o objetivo era exatamente esse: ser diferente, mais acessível. Será que faz sentido ter seis empresas aéreas operando nas mesmas rotas com o mesmo modelo, oferecendo o mesmo tipo de serviço de bordo e se diferenciando apenas por preço? Eu acredito que não. A partir de 3 de dezembro a Azul irá operar sozinha em 42 cidades brasileiras! Onde estão as outras empresas? Estão todas brigando pelas mesmas rotas, oferecendo praticamente o mesmo serviço. Enquanto isso, a Azul terá o monopólio em 42 cidades brasileiras, você tem ideia do que é isso? A TAM voa para 42 cidades no Brasil, a GOL voa para 48 e a Azul, que agora incorpora a Trip, voa para mais de 100 destinos.
Portanto, mesmo que a Webjet não fosse uma empresa aérea para você voar e mesmo que a Azul não seja, é muito importante termos companhias fazendo algo diferente, atendendo novos destinos, oferecendo alternativas, sacudindo o mercado e incomodando as gigantes.
Geralmente, quanto mais concorrência, melhor para os consumidores e obviamente que são mais promoções de passagens e mais visitas ao Melhores Destinos Mas também não adianta ter seis empresas aéreas quebradas. 2012 entra para história como o ano que o Brasil começou com seis empresas aéreas grandes e terminou com quatro, sendo que uma delas passou a ser chilena.
Só nos resta torcer para que com todos esses ajustes, as empresas aéreas se fortaleçam e consigam oferecer boas tarifas mas também tenham lucros e consigam se manter no mercado.


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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Boeing vende mais três jatos 787 à Avianca

19/11/2012 - Panrotas

Perspectiva artística do 787 da aérea (imagem divulgação Boeing)
A Boeing e a Avianca, da Colômbia, anunciaram na quinta-feira passada (dia 15) um contrato para a compra de mais três jatos 787 Dreamliners. Pelo preço de tabela, a nova encomenda vai custar à aérea colombiana cerca de US$ 620 milhões.

Agora, a Avianca tem um total de 15 encomendas do 787 Dreamliners, sendo que as 12 primeiras unidades foram compradas em 2007. No total, esses 15 aviões vão custar à Avianca mais de US$ 3,1 bilhões a preços de tabela.



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sábado, 17 de novembro de 2012

Azerbaijan Airlines compra seis jatos da Embraer

17/11/2012 - Aviação Brasil

A Embraer e a Azerbaijan Airlines (AZAL) assinaram um contrato para quatro jatos Embraer 190. As entregas para a companhia aérea nacional do Azerbaijão estão previstas para começar no terceiro trimestre de 2013. O valor total do negócio é de USD 180,8 milhões, a preço de tabela, que será incluído na carteira de pedidos a entregar da Embraer do quarto trimestre de 2012.
A AZAL também adquiriu da Embraer, por meio de sua subsidiária integral ECC Leasing, dois jatos Embraer 170 usados, o primeiro dos quais será entregue no segundo trimestre de 2013. Até o final do próximo ano, os seis E-Jets estarão voando em rotas domésticas e internacionais da AZAL a partir do Aeroporto Interbacional Heydar Aliyev (GDY), principal base da companhia aérea em Baku, capital do Azerbaijão.
"O pedido da Azerbaijan Airlines aumenta a presença da Embraer no Leste Europeu, mercado onde vemos um grande potencial para os E-Jets no que se refere à renovação de frotas das companhias aéreas de forma eficiente e ainda abrir novas rotas", disse Paulo Cesar de Souza e Silva, Presidente da Embraer, Aviação Comercial. "A posição geográfica estratégica do Azerbaijão oferece um excelente potencial para o desenvolvimento de ligações aéreas com a Europa/CIS, o Oriente Médio e a Ásia. Com o E170 e E190, a AZAL terá a flexibilidade necessária para crescer por meio da combinação ideal de freqüência e capacidade de assentos que somente a família de E-Jets pode oferecer."
A AZAL introduz os E-Jets como parte de uma estratégia de renovação da frota que inclui a substituição de turboélices. A companhia aérea irá configurar seus E170 e E190 em classe única com 76 e 106 assentos Elite, respectivamente. As aeronaves permitirão à AZAL aumentar as frequências entre Baku e Nakhchievan, e oferecer voos domésticos e internacionais para cidades como Odessa, Volgograd, Sochi, Donestsk e outras.
"O Embraer 190 é o avião ideal para a velocidade e o alcance que precisamos para abrir novas rotas. É um avião muito versátil, que nos dará a capacidade de voar para os mercados doméstico e internacional, onde vemos grande potencial de crescimento", disse Jahangir Askerov, CEO e Presidente do Conselho da Azerbaijan Airlines CJSC. "Já com o EMBRAER 170 podemos combinar uma melhor capacidade de assentos às variações da demanda em toda a rede. A comunalidade entre os dois aviões também é um grande benefício."
A AZAL é o vigésimo quinto cliente dos E-Jets na Europa. A empresa também se junta a uma crescente lista de clientes no Leste Europeu e na Ásia Central, que identificaram os E-Jets como sua aeronave preferida: AeroSvit, Air Astana, Air Moldova, Belavia, Bulgaria Air, Dniproavia, Estonian Air, LOT Polish, e Montenegro Airlines.



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Aeroporto de Cumbica terá megaterminal para trem e metrô

17/11/2012 - O Estado de São Paulo

Nova concessionária já trabalha com a chegada da Linha 13-Jade da CPTM, do expresso e do trem-bala, em um prazo de sete anos

Nataly Costa

SÃO PAULO - O Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, vai ganhar um terminal ferroviário para abrigar três linhas de trem e uma de metrô. O primeiro a chegar será o da Linha 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em 2014. Depois, um trem expresso vindo do centro de São Paulo, em 2016. O metrô é prometido para o ano seguinte e o Trem de Alta Velocidade (TAV), o trem-bala, para 2019.

Epitácio Pessoa/Estadão
Ligação entre estação, ao lado do Terminal 4, e outros terminais será por meio de monotrilho
O anúncio foi feito ontem pela concessionária que administra o aeroporto, agora chamada GRU Airport, que assumiu anteontem a operação, ainda assistida pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Em fevereiro, a estatal sai de cena e a empresa passa a comandar o aeroporto sozinha pelos próximos 20 anos, tempo estipulado para a concessão.

Como uma estação já será construída no começo do ano que vem para o projeto mais avançado - o da CPTM -, a intenção da concessionária é ampliá-la para, futuramente, servir como hub ferroviário da região. O terreno fica na Rodovia Hélio Smidt, na frente do Terminal 4. A conexão entre este terminal - que é remoto e fica a 2 km dos demais - e a circulação dos passageiros pelo aeroporto deve ser feita por monotrilho. "Como em vários aeroportos do mundo", afirma Antonio Miguel Marques, presidente da GRU Airport. É assim em aeroportos como o de Miami e o Gatwick, em Londres.

Os projetos da Linha 13-Jade, do trem expresso e do metrô são da Secretaria dos Transportes Metropolitanos; o TAV é do governo federal. Como nada vai sair a tempo do mundial de 2014, a GRU Airport negocia com o Comitê Gestor da Copa um plano para melhorar a mobilidade em Guarulhos. A ideia é oferecer serviços de van e ônibus de e para o aeroporto, provavelmente saindo de algum ponto do centro de São Paulo.

A concessionária reforçou o cronograma das duas maiores obras em andamento no aeroporto: o Terminal 3, para abril de 2014, e o edifício-garagem com 2,3 mil vagas, pronto até abril do ano que vem. Até a Copa serão 10 mil vagas com serviço de valet e preços diferenciados. Hoje, uma diária no bolsão principal (que tem 3 mil vagas) custa R$ 50. Uma hora, R$ 9.

Nova marca. Algumas mudanças já podem ser percebidas em Cumbica. As placas indicativas de portões, check-in e terminais agora têm fundo amarelo e letras pretas, seguindo um padrão internacional de sinalização aeroportuária. As que mostram restaurantes e serviços têm fundo azul. Cerca de 75% das placas foram trocadas e, como algumas têm iluminação de LED, o aeroporto está mais claro.

Os monitores que indicam horário de voos também tiveram o layout modificado. Nos próximos dias, outras opções de lojas tanto para compras quanto para alimentação vão começar a surgir. Dois restaurantes - uma lanchonete americana e um brasileiro chique - serão inaugurados nos terminais 1 e 2. Um deles vai ficar em um lounge no mezanino, área hoje subutilizada.

Banho de loja. Os oito banheiros da área comum do aeroporto - antes de entrar na parte restrita de embarque e desembarque - também foram reformados, ganharam novo piso, mais luzes e ficaram maiores.

Quase não há mais sinal da presença da Infraero em Cumbica - do lado de fora do aeroporto e no terminal de cargas, a marca GRU Airport já aparece em letras garrafais. No alto falante, o anúncio dos voos também já é feito com a devida chamada "A GRU Airport informa".


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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Senadora celebra aprovação de limite de multa de aéreas

16/11/2012 - Agência Senado

Em pronunciamento nesta quarta-feira (dia 14), a senadora Ana Amélia (PP-RS) comemorou a aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) de projeto de sua autoria que limita em 10% do valor da passagem a multa cobrada pelas companhias aéreas por cancelamento ou remarcação.

O PLS 24/2012 reduz o valor da taxa descontada nos casos de reembolso ao cliente, independentemente do tipo de tarifa, desde que observado o prazo de validade de um ano desde a emissão do bilhete. O texto altera o Código Brasileiro de Aeronáutica, que já limita a multa a 10%, mas não se aplica às tarifas promocionais.
Para a senadora, as cobranças feitas atualmente são "abusivas", porque cada companhia adota um critério diferente.

"Às vezes o valor é 50% maior que o bilhete emitido, seja numa promoção ou num valor convencional. Então é preciso ter uma proteção maior aos consumidores", afirmou.

Ana Amélia citou como exemplo os gastos do seu gabinete com passagens aéreas. Ela explicou que, apesar de sua preocupação em reduzir gastos, cada vez que precisa mudar a data de viagens em função de alterações de agenda, a taxa cobrada acaba elevando o custo.

"Também tive essa preocupação de economizar o dinheiro do contribuinte, porque é ele que paga essa conta", disse.



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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Aprovado projeto que limita multas em passagens aéreas

14/11/2012 - Agência Brasil

A cobrança de taxas abusivas pelo cancelamento com reembolso ou remarcação de passagens aéreas pode estar com os dias contados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta hoje projeto de lei – o PLS 24/2012 – que limita o valor das multas que podem ser cobradas dos passageiros nesses casos a 10% do custo da passagem.

A proposta, que ainda precisa ser analisada pela Câmara dos Deputados, também altera o Código Brasileiro de Aeronáutica e determina que o valor de 10% seja cobrado "independentemente do tipo de tarifa" paga pelo passageiro.

Para a senadora Ana Amélia (PP-RS), autora do projeto, as companhias aéreas abusam na cobrança de multas exorbitantes pela remarcação ou reembolso dentro do prazo de validade da passagem. Ainda segundo Ana Amélia, as taxas para cancelar e remarcar uma passagem aérea comprada em tarifa promocional giram em torno de R$ 100.

Em caso de pedido de reembolso, o passageiro deve ainda pagar uma taxa que varia de 40% a 50% do saldo, já descontado o valor da multa de cancelamento. "É um absurdo, não há nenhum critério para a multa que você paga", reclamou Ana Amélia.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Geraldo Tardin, é urgente uma legislação que proteja o consumidor na relação com as companhias aéreas. "A Anac é inerte. Tem conhecimento do problema e não faz qualquer intervenção", criticou.

Tardin ressaltou ainda que a prática de multas abusivas representa uma receita grande para as empresas aéreas. "Se o projeto for aprovado na Câmara, minha preocupação é que isso vá se refletir em aumento das passagens aéreas", questionou.

Em agosto, a Justiça Federal obrigou as companhias aéreas Tam, Gol, Cruiser, Taf e Total a comprovarem o cumprimento de uma sentença de 2011 que determinava a redução, em todo o País, das taxas cobradas para remarcação ou cancelamento das passagens. Foi estipulada multa de R$ 100 mil para cobrança superior a 10% do valor da passagem em casos de remarcação ou cancelamento.


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Senado aprova texto que reduz taxas cobradas por companhias aéreas

14/11/2012 - Folha de São Paulo

GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

O Senado aprovou hoje projeto que reduz o valor das taxas cobradas pelas companhias aéreas para o cancelamento ou remarcação de passagens.

Justiça Federal desobriga empresas aéreas de baixar taxas de remarcação
Justiça limita multa por remarcação de voos em até 10%

O texto determina que, nos casos de reembolso do cliente após cancelamento ou remarcação, seja descontada uma taxa máxima de 10% do valor pago, desde que observada a validade do bilhete aéreo --que é de um ano contado a partir da emissão.

O projeto altera o Código Brasileiro de Aeronáutica ao determinar que o valor de 10% seja cobrado "independentemente do tipo de tarifa" adquirida pelo passageiro. Também estabelece que a nova regra se aplica nos casos de remarcação de voos.

Autora do projeto, a senadora Ana Amélia (PP-RS) afirma que as companhias aéreas cobram multas "abusivas" pela remarcação ou reembolso do bilhete mesmo nos casos em que ele está na validade de um ano. A senadora diz que, segundo regulamento da Aeronáutica, o valor de 10% só se aplicaria às passagens compradas em tarifas promocionais.

"Trata-se, portanto, de estender a norma atualmente em vigor a todos os bilhetes aéreos, independentemente de terem sido ou não adquiridos no âmbito de promoções tarifárias", afirma Ana Amélia.

Relator do projeto, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) disse que a cobrança da taxa de 10%, além de assegurar a cobertura de custos administrativos das companhias aéreas, "previne o cometimento de abusos por parte das operadoras do transporte aéreo".

Em agosto, a Justiça Federal estipulou multa de R$ 100 mil a companhias aéreas que cobram mais de 10% do valor da passagem em casos de remarcação ou cancelamento. A decisão atingiu as empresas TAM, Gol, Cruiser, TAF e Total, em todo o país.

As cinco companhias foram condenadas em 2011 a limitar as tarifas. Se o consumidor fizer a mudança até 15 dias antes da viagem, o valor deveria cair para 5%.

Em abril, a Folha mostrou que a TAM e a Gol descumpriam a decisão judicial. A reportagem ouviu queixas de passageiros e constatou nos sites das empresas taxas de até 60% para remarcação. Na época, TAM e Gol disseram que só se manifestariam nos autos do processo.

Como o projeto foi aprovado de forma terminativa pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, segue para votação na Câmara se não houver recurso para ser analisado em plenário.

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Evaldo Silva (15)(16h23) há 4 horas
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A Gol me cobrou nos ultimos meses R$80,00 "fixos" por trecho alterado. Infelizmente precisei fazer um cancelamento e duas alterações de datas. R$80,00 por trecho... Passagens custaram R$240,00... Fazendo as contas... Viche... Ida e volta = R$160,00 de taxas.... Dá bem mais de 50%... No "sistema" de compra, não tem onde "reclamar". É pagar ou nada feito!!! Qualquer um pode constatar isso.
Abraço fraterno
O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
Termos e condições



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Viracopos é primeiro aeroporto sob operação privada no País

14/11/2012 - O Estado de São Paulo

Concessionária Aeroportos Brasil assumiu a administração do terminal por 30 anos, com a responsabilidade de transformá-lo no principal aeroporto de passageiros da América Latina

Ricardo Brandt, de O Estado de S. Paulo

CAMPINAS - O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), passou a ser nesta quarta-feira, 14, o primeiro aeroporto operado por um grupo privado no País, depois dos leilões de concessão em fevereiro, feitos pelo governo Dilma Rousseff. A concessionária Aeroportos Brasil assumiu a administração de Viracopos por um período de 30 anos, com a responsabilidade de transformar o terminal, que tem hoje maior movimento de cargas, no principal aeroporto de passageiros da América Latina. Até 2014, um novo e moderno terminal será entregue como obra estratégica para a Copa de 2014.

Os aeroportos de Guarulhos e Brasília também passarão para as mãos da iniciativa privada ainda em 2012. O consórcio Invepar - composto pelas companhias ACSA, da África do Sul, e Invepar -, que adquiriu a concessão por R$ 16,2 bilhões, vai assumir na quinta-feira, dia 15, a administração do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Segundo a Anac, a Infraero acompanhará por três meses a transferência das operações, podendo estender esse prazo por mais seis meses, mediante acordo com a concessionária. A regra vale também para o Aeroporto Internacional de Brasília, que passará a ser administrado pelo consórcio Inframerica Aeroportos - formado pelas empresas Corporacion America SA e Infravix Participações SA -, que arrematou a concessão por R$ 4,5 bilhões a partir de 1º de dezembro.

Com capacidade de crescimento superior a Cumbica (Guarulhos) - hoje o maior terminal do País -, Viracopos pode expandir seu limite de movimento para até 80 milhões de passageiros por ano. O presidente do Conselho de Administração da Aeroportos Brasil, João Santana, descartou riscos de atraso na primeira fase da ampliação, que deve ser entregue até maio de 2104 e elevará a capacidade do aeroporto dos atuais 7,5 milhões de passageiros/ano para 14 milhões de passageiros/ano. Ele ainda criticou o Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou na semana passada, riscos de atraso nas obras da Copa.

"O TCU não conhece os projetos da área privada. Nós não trabalhamos com essa possibilidade de atraso, pelo contrário. Pretendemos até antecipar as obras para facilitar o treinamento das novas pessoas que operarão o novo terminal e a mudança dos atuais operadores sem sobressalto para o usuário", afirmou Santana.

Depois de uma solenidade no saguão do aeroporto, com autoridades locais, Santana lembrou que o grupo não deve explicações ao TCU. "Não conheço o relatório do TCU, até porque a Aeroporto Brasil não está sujeita ao TCU, é uma empresa privada. Temos um plano de construção e prazos a serem cumpridos. Posso dizer que teremos no pico da obra 3 mil pessoas trabalhando na obra e vamos cumprir os prazos."

O novo terminal terá 110 mil m² de área total, edifício-garagem com três pisos e capacidade para 4,5 mil veículos (o atual suporta 2,1 mil) e 28 posições para estacionamento de aeronaves com pontes de embarque e desembarque (fingers), o que não existe atualmente, além de sete posições remotas (com acesso aos aviões por ônibus).

A primeira etapa receberá investimento de R$ 1,4 bilhão - dos quais, cerca de R$ 1 bilhão obtidos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ao todo, serão investidos R$ 8,4 bilhões nas cinco fases de expansão.

Voos internacionais

Com a ampliação do aeroporto até 2014, a Azul Linhas Aéreas, que tem como base Viracopos e opera mais de 80% dos voos locais, anunciou que deve começar a operar destinos internacionais a partir de Campinas.

"Estamos estudando voos internacionais para depois de 2014. Não tinha lugar para colocar, agora temos dois anos para pensar sobre os voos internacionais que podemos fazer dentro da América Latina. O voos para fora do Mercosul, vamos ter que precisar de outros tipos de aeronaves", afirmou o presidente da Azul, David Neeleman.

Estão em estudos voos para a Argentina, Chile e Uruguai. Segundo ele, há pelo menos mais 15 cidades no Brasil que terão voos diretos partindo de Campinas até lá.

A ampliação também impulsiona outros dois grandes projetos da companhia, que é a conclusão da universidade de formação e o centro de manutenção. "Também estamos procurando uma base principal de manutenção. Vamos trazer com essa base mais 2 mil empregos e estamos conversando com algumas prefeituras", concluiu Neeleman.

Segurança

A nova concessionária de Viracopos - que vai operar ainda durante 90 dias sob a supervisão da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), até que assuma definitivamente em fevereiro de 2013 - anunciou ontem que já faz um novo plano de contingenciamento para evitar que problemas como o ocorrido no dia 13 de outubro com um cargueiro da Centurion Cargos Airlines, que ficou atravessado na pista principal por quase dois dias, fechando completamente o aeroporto para voos, não se repitam. Foram quase 40 mil prejudicados e 512 voos cancelados.

"Foi uma lição de que temos que ter ações mais efetivas e mais rápidas. No incidente que ocorreu, foi inaceitável que se demorasse 45 horas para remover a aeronave da pista. Acreditamos que isso possa ser feito em um tempo muito mais curto, bastando não só ter o equipamento que já determinamos a compra dele, como ter um plano de contingência que funcione e retire esse obstáculo e permita que a normalidade volte ao aeroporto", afirmou Santana.

A Aeroportos Brasil informou que está em processo de compra do recovery kit, que é o equipamento para resgate de aeronaves quebradas da pista, que só existe um no Brasil - pertencente a TAM e que fica em São Carlos (SP).

"O que não foi satisfatório foi a ação da companhia aérea e a ação necessária para que fosse suprido o déficit da companhia, com a retirada da aeronave da pista para colocar o aeroporto de novo em funcionamento", avaliou o presidente da concessionária.

Para a nova operadora de Viracopos, duas obras que devem ser entregues antes de 2014, são essenciais para que o terminal não fique novamente fechado por muito tempo. A ampliação da pista auxiliar, que hoje é usada como pista de taxiamento (taxiway), e a conclusão da original taxiway, de modo que elas funcionem de maneira independente e que possam ser usadas como alternativa em casos de acidentes.

"Isso é muito importante. A taxiway, ou a que é usada como taxiway em Viracopos hoje, era para ser a pista auxiliar. Por falta de investimento, acabou se utilizando a pista auxiliar como taxiway, e a que a taxiway não foi terminada", explicou Santana.

Segundo a concessionária, a pista auxiliar (usada hoje como taxiway) tem metade de sua extensão com uma largura e a outra metade com uma largura menor. Serão alargados 15 metros dessa pista para que ela fique com a mesma medida ao longo de seu percurso.

Assim, essa pista poderá ser usada em casos de emergência para pousos e decolagens, evitando que o terminal feche totalmente em casos de acidente, até que a nova pista será entregue em 2017. "Ela vai suportar aviões menores, como os 737, os Embraer da Azul, uma Airbus 319 até 320. Esse porte aviões comuns de uso de voos nacionais de passageiros, que é o grosso do movimento de Viracopos", explicou o presidente da Aeroportos Brasil.

A verdadeira pista de taxiamento, que foi construída pela metade, será prolongada. O custo total da obra foi estimado em R$ 100 milhões./ Com Rosana de Cássia, da Agência Estado



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Transporte: um trem para Confins

08/11/2012 - Estado de Minas

O Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, será conectado por um trem de passageiros, permitindo que os usuários da capital e da região metropolitana se desloquem para o terminal em questão de minutos. Os projetos elaborados pela Secretaria de Gestão Metropolitana (Segem), órgão vinculado ao governo de Minas, preveem que um ramal seja ligado até o aeroporto, com a velocidade podendo superar 100km/h, depois de eliminadas passagens de nível e feitas correções de curvas. A expectativa é que a parceria público-privada para a implantação dos trens de passageiros em Minas seja lançada no segundo semestre do ano que vem.

Hoje a Secretaria de Gestão Metropolitana lança um site e um portfólio com detalhes das três linhas. O Estado de Minas teve acesso ao plano e apresenta os detalhes mais importantes para cada um dos projetos. Dividido em dois modelos – metropolitano e regional –, o projeto de trens de passageiros (antigamente conhecido por trem suburbano) estabelece um sistema com mais paradas (a cada sete minutos, fluxo semelhante ao do metrô atualmente) e trens para o percurso ao redor da capital e outro mais direto, com todos os passageiros sentados, para a extensão intermunicipal, o que propicia também uma tarifa diferenciada.

Até fevereiro, o projeto para três linhas será elaborado. A linha 1 interliga Divinópolis a Sete Lagoas, passando por Betim, Belo Horizonte e pelo menos outras 12 cidades. Formada por dois ramais, com 245,4 quilômetros de extensão, tem como principais características o fato de cortar cidades que somam mais de 1,5 milhão de habitantes (além da população da capital); ser usada para o transporte de carga e o ramal de quatro quilômetros saindo das proximidades de Pedro Leopoldo até o aeroporto internacional. Para o transporte de passageiros, seria necessário fazer o compartilhamento com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) ou mesmo a duplicação dos trilhos.

A ideia é que a atual estação do metrô do Horto seja transformada numa plataforma de integração de modais, facilitando o deslocamento de usuários do sistema de toda a Grande BH. Assim, seria possível o usuário sair do Eldorado ou de Divinópolis, fazer baldeações e seguir até Confins num percurso rápido. Inicialmente, a velocidade seria de 60km/h, semelhante à de um ônibus, mas, por se tratar de um transporte segregado (ou seja, sem interferência de trânsito), o deslocamento seria feito em menos tempo. Com a modernização do modelo, o que deve ocorrer depois de já implantada a linha, a possibilidade é de que o trem atinja 150km/h.

Conexões A linha 2, totalmente conectada ao metrô, liga o Belvedere a Brumadinho, passando por Ibirité, Sarzedo, Mário Campos e o complexo de Inhotim. Outros dois ramais, iniciados entre Ibirité e o Barreiro, se deslocam até o Eldorado e a Gameleira, fazendo conexão com as estações do metrô. Ao todo, são 76 quilômetros de extensão. O diretor de Planejamento Metropolitano, Articulação e Intersetorialidade da Secretaria de Gestão Metropolitana, Adrián Machado Batista, explica que, apesar de as empresas terem sido escolhidas para elaborar os projetos de engenharia, não necessariamente elas serão as selecionadas para executar os projetos. Com isso, caso o estudo seja aproveitado por outra empresa, eles serão pagos. "As linhas 1 e 2 foram criadas no século 19 e modernizadas no século 20, mas devem ser adequadas para o transporte de passageiros", afirma.

Por último, a terceira linha sairá de Sabará seguindo até Conselheiro Lafaiete, com um ramal seguindo do distrito de Miguel Burnier até Ouro Preto, tendo forte potencial turístico. Esse foi o único projeto que não teve interessados na elaboração do projeto básico de engenharia. Com isso, o governo assumiu os trabalhos e deve elaborá-los em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A localização das estações das três linhas, feita com base no retorno financeiro previsto, deve ser definida com a conclusão dos projetos de engenharia.

Mas, antes mesmo de iniciar as PPPs, o governo deve começar a elaboração de projetos conceituais para duas outras linhas: BH-Juiz de Fora e a modernização BH-Governador Valadares. As duas integram os estudos que foram feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2002. Ao todo, foram nove projetos colocados em análise para Minas, mas, por enquanto, os demais estão fora dos planos. Entre eles, o trem do Norte de Minas, que liga Bocaiúva e Janaúba, passando por Montes Claros.

Seminário Os projetos mineiros serão apresentados no seminário que o Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizam em Brasília, dia 21, para debater sobre trens de passageiros. A expectativa é que o governo federal defina linha de crédito para elaboração de estudos de modelagem econômica, financeira e jurídica para exploração de trechos ferroviários. O ministério está com estudos de viabilidade em andamento para seis estados. Por enquanto, nenhum de Minas, por estarem os trabalhos nas mãos da Segem.


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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Viracopos quer integrar ramais ferroviários

13/11/2012 - O Estado de São Paulo

O projeto de integração ferroviária faz parte das obras de ampliação de Viracopos, que será o maior aeroporto do País, com capacidade para 80 milhões de passageiros por ano, ao fim da concessão.

A concessionária Aeroportos Brasil, que assume nesta quarta-feira, 14, a administração do Aeroporto Internacional de Viracopos por 30 anos, negocia com os governos federal e estadual a extensão de ramal ferroviário que transforme o aeroporto em ponto de passagem na rota São Paulo-Campinas, dentro dos dois maiores projetos do setor em andamento no Estado: o trem de alta velocidade (TAV) e o trem expresso paulista.

O projeto de integração ferroviária faz parte das obras de ampliação de Viracopos, que será o maior aeroporto do País, com capacidade para 80 milhões de passageiros por ano, ao fim da concessão. Sob o conceito de cidade aeroportuária - com hotéis, shopping e centro de convenções -, a primeira etapa da obra deve ser entregue até a Copa de 2014 e vai ampliar sua capacidade dos atuais 7,5 milhões de passageiros ao ano para 14 milhões de passageiros ao ano.

"Tratamos as possibilidades de interligação com os dois maiores projetos ferroviários do Estado. Na rota de São Paulo a Jundiaí, o natural para atingir Campinas é seguir Jundiaí, Louveira e chegar a Campinas. Queremos construir um ramal que faça Jundiaí a Viracopos e Viracopos a Campinas ou Viracopos a Jundiaí. Queremos que essa seja a rota, seja recebendo e distribuindo para o trem de alta velocidade, seja recebendo e distribuindo para os trens regionais", afirmou o presidente da concessionária, João Santana.

Uma das propostas da concessionária é usar a Estação Cultura (antiga estação da Mogiana) - um dos pontos possíveis de chegada do TAV - como conexão direta para os passageiros.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pelo TAV na esfera federal, diz que a estação em Viracopos é certa. A Secretaria dos Transportes Metropolitanos informa que o governo do Estado negocia com o federal o compartilhamento dos trilhos do TAV com o projeto do trem regional que ligará São Paulo a Campinas. A localização das estações, no entanto, ainda não está definida.

Prioridades. Em entrevista ao Estado, Santana afirmou que, além do projeto do modal ferroviário, são prioridades para a concessionária a ampliação da pista auxiliar de Viracopos - para evitar que o aeroporto fique fechado em caso de acidente na pista principal, como aconteceu em outubro quando um cargueiro quebrou -, o término de construção da pista de taxiamento, a compra do equipamento para resgate de aeronaves quebradas, a aceleração das obras de construção do novo terminal e a criação de um duto ligando o aeroporto à Refinaria de Paulínia (Replan) para abastecer aviões.

A primeira etapa da obra está orçada em R$ 1,4 bilhão. Ao todo, serão investidos R$ 8,4 bilhões nas cinco fases de expansão.

O novo terminal terá 110 mil m² de área total, edifício-garagem com três pisos e capacidade para 4,5 mil veículos (o atual suporta 2,1 mil) e 28 posições para estacionamento de aeronaves com pontes de embarque e desembarque (fingers), o que não existe hoje, além de sete posições remotas (com acesso aos aviões por ônibus).



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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Passageiros sentem reajuste de passagens aéreas

11/11/2012 - Folha de São Paulo

A crise da Gol e TAM resultou em reajuste de passagens nos últimos dois meses.

A estudante Raquel Marinho Alvino, de 25 anos, teve que vir de emergência de Juiz de Fora (MG) para Brasília no início do mês. Ela diz ter tomou um susto com o preço da passagem aérea: R$ 1.752.

"Era a mais barata. Até uns R$ 600 ainda dava para pagar", afirmou a estudante, que costumava gastar R$ 200.

Sem opção, ela teve que gastar 17 horas. O tempo foi a maior reclamação. "O ônibus é até confortável."

Já Cairo Junqueira, 25, que mora em Franca (SP), não encontra mais o voo que saia da vizinha Ribeirão Preto para a capital do país, onde faz mestrado.

Segundo ele, a Webjet (controlada pela Gol) acabou com a linha que ele usava com frequência. Agora, o custo para chegar a Brasília por avião é de cerca de R$ 800.

Elza Mendes, dentista de 54 anos, diz que ainda consegue passagens a custo baixo principalmente nas linhas de longo trecho. O maior problema, para ela, é chegar por avião a cidades médias.

"Algumas vezes pago mais para viajar [de Brasília] para uma cidade em Minas do que para ir a Maceió."



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Brasil precisará de 1,1 mil novas aeronaves nos próximos 20 anos

12/11/2012 - DCI

SÃO PAULO - O quarto maior mercado de tráfego de passageiros do mundo tem uma demanda projetada de mais de US$ 160 bilhões...

Panorama Brasil

SÃO PAULO – Um estudo da Airbus prevê que o Brasil precisará adquirir 1.060 novas aeronaves entre 2012 e 2031 para atender à demanda crescente no setor aéreo, que dobrou desde 2006, segundo o relatório Airbus Global Market Forecast (Previsão de Mercado Global da Airbus - GMF), divulgado nesta sexta-feira (9).

De acordo com a GMF da Airbus, ao longo dos próximos 20 anos, as linhas aéreas que operam na América Latina necessitarão de mais de 2.100 novas aeronaves, sendo 1.660 de corredor único, 420 de corredor duplo e 40 de grande porte, totalizando cerca de US$ 242 bilhões. Em todo o mundo, cerca de 28.200 novas aeronaves no valor de US$ 4 trilhões serão necessárias para satisfazer à demanda do mercado futuro.

O tráfego aéreo internacional cresceu em 34% desde 2009, e as operadoras estrangeiras são responsáveis pela maior fatia do mercado. Como um dos principais destinos do turismo internacional e uma das dez maiores áreas metropolitanas do mundo, mais de um terço do tráfego de longo curso para a América Latina chega ou transita pelo Brasil, tornando São Paulo e Rio de Janeiro os principais pontos de entrada da região.

De acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo, a indústria do turismo do Brasil é e continuará a ser um importante fator de contribuição para a economia, respondendo por mais de 5% do PIB do País e por cerca de 3% de seus empregos. Atualmente, o País é o quarto maior mercado mundial de transporte passageiros, atrás de Estados Unidos, China e Japão.

Com mais de 700 aeronaves vendidas e uma carteira de quase 350, mais de 450 aeronaves Airbus operam em toda a América Latina e Caribe. Nos últimos 10 anos, a Airbus triplicou sua frota em operação ao fornecer mais de 60% de todas as aeronaves que operam na região.


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sábado, 10 de novembro de 2012

Condomínios de luxo agora têm espaço para aviões

08/11/2012 - Valor Econômico, Virgínia Silveira

O crescimento da frota de aeronaves executivas no Brasil, que já contabiliza um número superior a 13 mil, a segunda maior do mundo depois dos Estados Unidos, está estimulando o surgimento de um novo tipo de empreendimento imobiliário no país, onde os proprietários podem aterrissar seus aviões e estacioná-los à porta de casa com total comodidade e segurança.
Também conhecidos como "fly-ins", esses empreendimentos unem toda a infraestrutura de um condomínio de luxo a conveniência de ter uma pista aeronáutica a poucos metros de casa. Muito comuns nos EUA, onde já existem mais de 700, os condomínios "fly in community", têm atraído o interesse de empresários que utilizam o avião como ferramenta de trabalho e buscam conforto e economia de tempo.
"Em um momento em que os aeroportos dos grandes centros estão saturados, a possibilidade de chegar em casa voando e estacionar o avião em hangar privativo é um grande apelo", diz o presidente do grupo Design Resorts, Miguel Martins, responsável pelo condomínio Fly-in, que está sendo construído às margens do Lago de Furnas, a poucos quilômetros de Belo Horizonte (MG).
Com mais de 20 unidades vendidas e previsão de entrega em 2014, o Fly-in atraiu o interesse de proprietários de aviões que trabalham no setor de mineração, bancos e incorporação no Estado de Minas Gerais. O investimento aplicado na infraestrutura do condomínio, segundo Martins, deve totalizar R$ 60 milhões.
O empresário do ramo de cafeterias em Belo Horizonte, João Guimarães Fillard Junior, comprou dois lotes no Fly-in pensando no retorno do investimento num prazo de três anos. "Com o aumento do número de aeronaves particulares no país e a superlotação dos aeroportos, a demanda por esse tipo de empreendimento será muito grande", disse o executivo.
O Fly-in possui 30 lotes com tamanhos que variam de 2.600 a 5000 metros quadrados. O preço do metro quadrado varia de R$ 400 a R$ 450. Além da pista de 1600 metros, a maior entre os condomínios aeronáuticos existentes hoje no Brasil, a área tem toda a infraestrutura dos outros empreendimentos ao redor, um complexo de lazer que oferece campo de golfe, hípica, tênis.
Para o presidente do grupo Design Resortes, os condomínios "fly in community" têm um grande potencial se forem construídos em regiões com alto poder aquisitivo. "Temos planos de apresentar proposta para esse tipo de empreendimento em cidades como Uberlândia e Curitiba."
Atenta ao crescimento dessa nova demanda, a construtora Locks, do grupo Setep, que atua na área de terraplenagem e pavimentação asfáltica, iniciou a construção do primeiro condomínio de alto padrão na região Sul do país. Em uma área de um milhão de metros quadrados, o Fly Ville conta com pista de 1.340 metros para pousos e decolagens e hangares exclusivos para guardar as aeronaves dos proprietários residentes no condomínio.
"Para os investidores que residem fora de Santa Catarina, o Fly Ville também apresenta a vantagem de poder chegar em sua residência de helicóptero ou jatinho, sem ter de enfrentar grandes congestionamentos", diz o diretor comercial da Locks, Pedro Meller.
O condomínio está localizado no município de Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, a cinco minutos do Balneário de Camboriú. Meller acredita que é justamente a localização um forte atrativo para os investidores estrangeiros.
A construção do Fly Ville, segundo estimativa do diretor, deve exigir investimento da ordem de R$ 200 milhões, que será feito com recursos próprios do grupo. As obras do condomínio foram iniciadas em julho e a previsão é que sejam realizadas dentro de um período de 36 meses. Antes do lançamento oficial do empreendimento, feito em agosto, na Labace, feira de aviação executiva, o Fly Ville já tinha vendido cerca de 20% dos seus lotes.
O condomínio tem 281 lotes particulares para a área residencial, dois helipontos, terminal de passageiros, posto de abastecimento e uma área comercial de 7.500 metros quadrados. Para preservar a sustentabilidade do condomínio, segundo Meller, o Fly Ville permitirá a instalação de empresas que agreguem valor ao local, com limite para duas escolas de aviação, duas empresas de táxi aéreo e duas oficinas de manutenção de aeronaves.
A pista do condomínio já estará liberada para uso a partir do segundo semestre de 2013. A área dos lotes varia de 3 mil metros quadrados a 5 mil metros quadrados com preços que vão de R$ 1,2 milhão a R$ 3 milhões respectivamente. A área comercial terá espaço para um supermercado âncora, lojas diversas, espaço fitness, sauna, quadra de tênis, salão de jogos, playground, campo de futebol, piscinas, pista de caminhada e lago.
Também localizado no balneário de Furnas, em Minas Gerais, o condomínio Quintas Ponta do Sol já foi totalmente entregue a um ano. A pista de avião tem 700 metros de comprimento e licença de funcionamento pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
"São apenas 20 lotes de 10 mil metros quadrados cada e todos com frente para a lagoa", diz o empresário Régis Campos, dono da construtora Emccamp, que construiu o empreendimento. O vice-presidente do banco BMG, Márcio Alaôr de Araújo, e o presidente do clube de futebol Cruzeiro, Zezé Perrela, segundo Campos, compraram terrenos no condomínio.
O empresário comenta que o único lote ainda à venda no Quintas Ponta do Sol está sendo comercializado por R$ 1,5 milhão. "Eu também construí uma casa lá. Os proprietários do condomínio, em geral, assim como eu, têm aviões como ferramenta de trabalho", comenta. O local só opera aviões de pequeno porte.


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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Edital da Linha 13 e extensão da linha 9 saem semana que vem

06/11/2012 - Via Trólebus

O Governador Geraldo Alckmin anunciou hoje, durante inspeção às obras da linha 17 – Ouro do Metrô, que o edital de pré-qualificação para para a Linha 13 – Jade e para a extensão da Linha 9 – Esmeralda (ambas da CPTM) sairá semana que vem. A Linha 13 ligará o Aeroporto de Guarulhos à rede metroferroviária. Já a extensão da linha 9, ligará a estação Grajaú até o bairro de Varginha, no extremo sul da Capital.
Durante o evento, Alckmin também anunciou o lançamento dos editais para a construção de dois lotes da primeira etapa da obra da linha 17-Ouro, sendo quatro estações para cada lote.

Por Caio Lobo



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