quinta-feira, 31 de outubro de 2013

União vai gastar R$ 1 bi/ano com subsídio a voo regional

31/10/2013 - Folha de SP

Governo quer começar neste ano obras em 270 aeroportos, dentre os quais São José dos Campos, Ouro Preto e Cabo Frio
Os custos da União com os subsídios a passagens aéreas e tarifas aeroportuárias na aviação regional poderão alcançar R$ 1 bilhão ao ano.

Segundo a Folha apurou, o governo avalia que esse seria o valor necessário para ajudar a baratear as passagens entre aeroportos de pequeno porte. Esse teto supera todos os investimentos feitos pela Infraero nos aeroportos federais neste ano, até agosto (R$ 885 milhões).

O pagamento de subsídios estava previsto no plano lançado pela presidente Dilma em dezembro de 2012.

O Tesouro, no entanto, ainda não bateu o martelo sobre o projeto. Os custos elevados podem ser um obstáculo. Os recursos previstos são do Fundo de Aviação Civil, que também precisa bancar as despesas da Infraero.

A expectativa do governo é a de encaminhar o projeto para análise do Congresso até o fim do ano.

A maior preocupação no momento é concluir os estudos sobre as rotas que receberão subsídio e definir o percentual de participação do governo em cada uma delas.

Segundo a Folha apurou, o cálculo leva em conta a quantidade de passageiros, as distâncias percorridas, o gasto com o combustível e o modelo da aeronave usado.

Com base nessas variáveis, o governo chegará a um percentual específico para o subsídio. A regra geral é que o governo banque até 50% dos assentos efetivamente ocupados, limitado a 60 assentos por aeronave.

Estão aptos a receber o auxílio voos partindo de terminais com movimentação anual inferior a 1 milhão de passageiros ano.

OBRAS

Outra ação necessária é deslanchar as obras em cerca de 700 aeroportos pequenos e médios do país, sendo 270 no primeiro conjunto de licitações. A expectativa é que em dezembro sejam entregues os primeiros projetos, os mais simples, para iniciar a licitação das obras.

A estimativa do governo é gastar R$ 7,5 bilhões com esses 270 aeroportos. Nessa lista há aeroportos em São José dos Campos (SP), Guaratinguetá (SP), Ouro Preto (MG), Cabo Frio (RJ) e Cachoeiro do Itapemirim (ES).

Sem realizar obras é praticamente inviável o desenvolvimento do plano, já que os aeroportos não teriam como receber os voos.

Na configuração atual das companhias aéreas brasileiras, a Azul seria a principal beneficiada com o projeto, já que boa parte de suas rotas e de seus aviões poderiam se encaixar no plano. A Avianca e outras quatro pequenas também se beneficiam.

TAM e Gol, líderes de mercado, teriam que adquirir aviões específicos para essas rotas, hoje praticamente não atendidas pelas empresas. Elas podem pedir os voos à Anac a qualquer momento, desde que tenham o avião e haja vaga nos aeroportos.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Aeroporto de Aracaju será ampliado

28/10/2013 - Jornal de Turismo

O Governo do Estado de Sergipe e a Infraero emitiram nesta sexta-feira (25) a Ordem de Serviço das obras de ampliação do Aeroporto Santa Maria, em Aracaju. Os serviços serão executados pelos próximos 540 dias e deverão ser concluídos em abril de 2015. A cerimônia aconteceu no auditório do aeroporto, com a presença de representantes do Governo de Sergipe, da Infraero, da Prefeitura de Aracaju, além de membros do legislativo estadual, federal, do trade turístico, autoridades civis e militares e comunidade aeroportuária.



O governador do Estado em exercício, Jackson Barreto, expressou seu sentimento de reconhecimento ao trabalho da Infraero e se emocionou ao falar do empenho realizado pelo governador, Marcelo Déda para que a obra fosse realizada. " Foram incansáveis as minha idas a Brasília para que este momento fosse concretizado e sempre com os secretários Walmor Chagas e Elber Batalha. É importante que as pessoas também conheçam o esforço e perseverança empreendido pelo governo Marcelo Déda, que projetou todo momento que aqui estamos fazendo parte hoje. Agora não tem quem segure mais este estado no turismo".
O secretário de Estado do Turismo, Elber Batalha, destacou que o novo aeroporto trará inúmeros benefícios para o setor em Sergipe, proporcionando a vinda de mais turistas e permitindo a recepção de voos internacionais oriundos da Europa, América do Norte e demais destinos internacionais."Este investimento do Governo do Estado junto ao Governo Federal para um novo aeroporto demonstra o crescimento da economia sergipana e vem como complemento dos investimentos já realizados para a infraestrutura turística do estado. Será um terminal muito bem equipado para melhor atender aos turistas que chegam a Sergipe".
Já o presidente da Emsetur, Paulo Henrique Sobral, ressaltou que o novo aeroporto irá proporcionar aos sergipanos e turistas que visitam o estado um maior conforto e melhor atendimento. "Um destino que vem crescendo 30% ao ano precisava desta importante obra. Acompanhei de perto a luta do governador Marcelo Déda para que esse sonho tornasse realidade e hoje nosso governador em exercício assinou a ordem de serviço. Como disse Jackson, "Ninguém segura Sergipe".
Para as intervenções na pista, o planejamento entre Infraero, empresas aéreas, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) ainda está sendo definido. "Todos os acertos serão definidos para que as interferências sejam as menores possíveis e permitam que a obra seja executada com eficiência, assim como em outros aeroportos que já fizeram reformas na pista. O desafio é grande e por isso estou pedindo ajuda e compreensão de todos vocês ", disse o superintendente da Regional da Infraero Centro-Leste, Cassiano Filho.
Ao todo, R$ 64,2 milhões serão investidos nos serviços, que vão ampliar a pista dos atuais 2,2 mil para 2,785 mil metros, que passará a ter mais áreas de escape, o que ampliará a segurança das operações. O sistema de pistas também receberá quatro novas taxiways (pistas de manobra de aeronaves), que vão agilizar a movimentação de aeronaves nos pousos e decolagens. "Essas obras vão ampliar a possibilidade do aeroporto receber voos internacionais, uma vez que faremos quase uma nova pista que terá mais capacidade para pousos e decolagens. Estamos aqui fechando um compromisso assumido há alguns anos e que vai alavancar ainda mais o turismo deste estado, que atualmente passa por um bom "surto positivo" , afirmou o representante da Infraero, o diretor de Engenharia, Jaime Parreira Barriga.

Novos voos em Belém, Brasília e Manaus

29/10/2013 - Aviação Brasil

Foto: Boeing 777-200ER que será utilizado na rota de Brasília

Aviação Brasil realizou um levantamento dos próximos voos internacionais autorizados a operar em Belém, Brasília e Manaus, nos próximos meses. Acompanhe a lista abaixo, que será regularmente atualizada.

Novos voos internacionais em Belem
TAM: Voo 8092, com Boeing 767-300ER, para Miami, partindo às quartas e domingos, às 15h15, com início em 1 de fevereiro de 2014;
TAP: Voo 35, com Airbus A330-200, para Lisboa, partindo às terças, sextas e domingos, às 19h15, com início em 3 de junho de 2014;

Novos voos internacionais em Brasília
Air France: Voo 515, com Boeing 777-200ER, para Paris, partindo às segundas, quartas e sextas, 22h50, com início em 31 de março de 2014;

Novos voos internacionais em Manaus
TAP: Voo 35, com Airbus A330-200, para Lisboa, via Manaus, partindo às terças, sextas e domingos, às 15h45, com início em 3 de junho de 2014;

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Companhia Azul Linhas Aéreas inclui Tabatinga como nova rota aérea, com os jatos Embraer 190

06/08/213 - O Solimões

Desde o dia 23 de julho, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras passou a servir a rota entre Manaus e Tabatinga com os jatos Embraer 190, com capacidade para 106 Clientes. Este novo voo permite ligações mais rápidas, com menos de duas horas de duração, reduzindo o tempo de viagem em cerca de 30%. O voo, operado uma vez ao dia, está com as tarifas a partir de R$ 167,90* o trecho.

A Azul está presente em 12 aeroportos do Amazonas e tem investido em seus serviços no estado, colocando em operação aeronaves maiores e mais modernas em algumas rotas, bem como ampliando as opções de conexão para as demais regiões do país por meio de seu hub Manaus. Em 2012, a Azul transportou mais de 400 mil Clientes para o estado, e mantém uma operação diária de mais 50 voos, entre pousos e decolagens nas localidades servidas.

Regra: *Tarifa válida por trecho. Promoção válida somente para voos diretos operados pela Azul e Trip. Reservas de ida e volta são obrigatórias, as quais devem ser realizadas no mesmo momento, com antecedência mínima de 28 dias à partida do voo e as viagens realizadas preferencialmente às terças, quartas ou sábados. Tarifa sujeita às regras tarifárias e disponibilidade de assentos. Disponibilidade mínima de 50 assentos no valor promocional por trecho no período da promoção.

Fonte: Acrítica.com

Avianca lança voos diretos de Guarulhos paraSalvador (SSA) e Maceió (MCZ)

25/10/2013 - Panrotas

As capitais baiana e alagoana ganharam um voo diário e direto da Avianca, cada uma, a partir de São Paulo, que estarão disponíveis no dia 27. Em Salvador, a nova frequência se soma às outras cinco existentes entre os dois destinos, ao passo que, em Maceió, será o primeiro voo direto. As operações serão feitas com Airbus 318, cuja capacidade é para 120 passageiros.

"As novas frequências permitirão que o cliente tenha maior flexibilidade, ao contar com mais opções de horário no momento de escolher sua viagem. Também poderemos atender cada vez melhor o crescente aumento de demanda nesta rota", afirma o vice-presidente Comercial e de Marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni.

Com a inserção da nova frequência em Salvador, o voo 6356 sai de Guarulhos às 10h05 e chega em Maceió às 11h54. No sentido contrário, o voo 6355 sai de Salvador às 14h39 e chega em Guarulhos às 18h05.

MACEIÓ
A frequência para a capital alagoana será operada pelo voo 6364, com saída de Guarulhos às 18h50 e chegada a Maceió às 20h50. No sentido contrário, o voo 6365 sai de Maceió às 5h10 e chega em Guarulhos às 9h20.

Novo aeroporto vira mato em Goiânia

08/04/2013 - Valor Econômico

Por Daniel Rittner

O esqueleto de concreto em que se transformaram as obras do aeroporto de Goiânia, há
seis anos paradas: quatro presidentes da Infraero já tentaram retomá-la

Era para ser um novo aeroporto, com terminal de passageiros quase três vezes maior do que o atual, do outro lado da pista de pouso e decolagem. Hoje, no entanto, tudo o que se vê é um esqueleto de concreto, às margens da BR-153, uma das rodovias mais movimentadas do Centro-Oeste. No exato local onde deveria haver balcões de check-in, o mato cresce descontroladamente, enquanto teias de aranha desencorajam a aproximação.

Um antigo alojamento, que servia como apoio aos trabalhadores nos canteiros, ganhou ares de vila fantasma, com entulho acumulado e placas derrubadas pelos temporais. Parece cenário de um filme de terror. O novo aeroporto de Goiânia, que atinge hoje a incrível marca de 2.174 dias de obras paradas, transformou-se em um monumento à ineficiência estatal em ampliar seus serviços de infraestrutura.

Desde abril de 2007, quatro presidentes da Infraero já tentaram retomar as obras, sem sucesso. O contrato previa a construção de um novo terminal de passageiros, pátio de aeronaves, pistas de táxi, sistema viário e estacionamento de veículos. Na prática, todo o aeroporto mudaria para o outro lado da pista, aposentando o acanhadíssimo terminal existente. Mas os trabalhos foram interrompidos, em meio a um festival de suspeitas de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com apenas 33% de execução.

O problema é que, enquanto não se resolvia o impasse em torno das obras abandonadas, a demanda cresceu a um ritmo anual de 20% e o terminal antigo ficou ainda mais apertado. "Isso aqui é uma catástrofe", protesta Ivanilde Silva, funcionária de uma agência de viagens espremida na entrada do aeroporto. "A limpeza é muito precária, faltam lanchonetes e o terminal está saturado."

Ivanilde diz que só acredita na ampliação do aeroporto, depois de tantas idas e vindas, quando ela estiver pronta. A malfadada história do novo terminal começou com a assinatura de um contrato pela Infraero, no valor de R$ 257,7 milhões, com um consórcio da Odebrecht com a Via Engenharia. As obras tiveram início em março de 2005 e deveriam terminar em três anos. Em 2006, receberam um aditivo, aumentando para R$ 287,6 milhões.

Desde então, o que se vê é uma sequência infindável de denúncias, brigas judiciais e promessas descumpridas. O TCU atirou a primeira pedra. Em uma auditoria de fiscalização, encontrou 13 irregularidades nas obras, das quais 11 foram consideradas graves. Para o tribunal, havia indícios de sobrepreço no valor de R$ 66,6 milhões e "significativas" alterações do projeto usado na licitação, o que levou à ordem de retenção cautelar de 20,23% dos valores a serem pagos pela Infraero às empreiteiras. Alegando "extrema insegurança jurídica" e sem receber mais nenhum centavo, o consórcio construtor abandonou os canteiros, em 25 de abril de 2007. Daqui a duas semanas, completam-se nada menos que seis anos de paralisação.

Nada que se tenha feito desde então permitiu a retomada. A insatisfação dos goianos é tão grande que o prefeito da capital, Paulo Garcia (PT), chegou a pedir à presidente Dilma Rousseff que o aeroporto fosse simplesmente privatizado. Técnicos da Secretaria de Aviação Civil e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) simpatizavam com a ideia, mas Dilma não lhes deu ouvidos.

As empreiteiras levaram o caso à Justiça Federal e cobram, nos tribunais, o pagamento pela Infraero de quase R$ 11 milhões por serviços executados. A estatal discorda e acredita que já pagou tudo o que devia. "Duas perícias judiciais já foram feitas, mas não houve acordo em torno dos valores", diz Cleyton Teodoro, gerente de empreendimentos do aeroporto de Goiânia. Enquanto as partes não se acertam, o canteiro segue intocável, a fim de não alterar provas. "É como a cena de um crime. Até a Justiça se pronunciar, mesmo se fizermos uma nova licitação, ninguém poderá instalar suas máquinas por aqui", comentou Teodoro, durante uma visita às obras abandonadas.

Para diminuir a sensação de aperto no terminal antigo, a Infraero construiu um "puxadinho" para ser usado como sala de embarque, que acrescentou uma área de 1,2 mil metros quadrados à estrutura existente. Graças ao módulo operacional provisório e a mudanças nos cálculos de horas-pico, a capacidade do terminal passou de 600 mil para 3,5 milhões de passageiros por ano, mas quem usa o aeroporto ainda reclama da falta de comodidade.

"O aeroporto melhorou um pouco com o puxadinho, mas continua sendo um desastre", diz o engenheiro Fábio Gervásio, morador de Belo Horizonte e executivo de uma mineradora, que usa o aeroporto pelo menos uma vez por mês. "Pelo tamanho da cidade, Goiânia merecia algo melhor. Não conheço nenhuma capital brasileira de médio porte que tenha instalações tão ruins."

De 2006 a 2012, a movimentação anual de passageiros subiu de 1,37 milhão para 3,07 milhões, tornando o gargalo ainda mais evidente. O secretário estadual de Infraestrutura, Danilo Freitas, lembra que Goiás foi o Estado onde a indústria mais cresceu no ano passado e tem aumentado a captação de investimentos. Para ele, a restrição de capacidade do aeroporto prejudica esse desenvolvimento, já que dificulta a maior oferta de voos e oferece uma vitrine ruim.

Em 2010, a fim de retomar as obras paradas do novo aeroporto, a Infraero assinou um termo de cooperação com o Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército. Os militares iam atualizar o projeto básico e concluir o projeto executivo de engenharia do empreendimento, mas também não conseguiram entregar o prometido, nem mesmo com um adiamento dos prazos. Até janeiro, concluíram apenas 53% dos trabalhos e encerraram a cooperação com a Infraero, sem a tarefa cumprida.

A última tentativa de solução é uma espécie de volta às origens. O consórcio construtor assinou um termo de acordo preliminar, com a Infraero, para complementar o projeto de executivo e torná-lo referência para a retomada das obras. As empreiteiras já entregaram a primeira parte dos trabalhos, e a perspectiva é de que o TCU faça nas próximas semanas o reexame do assunto.

Em nota, a Odebrecht disse acreditar "de boa-fé" na possibilidade de um acordo para a conclusão das obras com base no projeto atualizado, mas chamou a atenção para fatores que "têm contribuído para a morosidade das obras", como a falta de um referencial de preços específicos para intervenções em aeroportos.

BNDES fará estudo sobre setor aéreo

09/04/2013 - O Estado de S.Paulo

Ricardo Leopoldo/SÃO PAULO
Vinicius Neder/RIO

O ministro da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, pediu ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estudos sobre as empresas do setor de aviação, em reunião realizada há uma semana, no Rio. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, classificou ontem, em São Paulo, a aviação civil como "um setor de infraestrutura importante" e reconheceu que "as empresas apresentaram resultados não muito animadores".

Gol e TAM apresentaram fortes prejuízos em 2012. A direção do BNDES e o ministro, anunciado no cargo no mês passado, tiveram encontro oficial na semana passada, na sede do banco, no Rio. Segundo Coutinho, Moreira pediu ao banco para observar "a situação do setor".

'Achismo'. Moreira afirmou ao Estado que é preciso acabar com "achismos", daí o pedido de estudos. "Não podemos fazer um esforço de melhoria na infraestrutura aeroportuária, tanto nos grandes terminais quanto na aviação regional, se não tivermos empresas robustas", disse Moreira, que voltou a defender a discussão sobre o aumento da participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas, atualmente limitado em 20%.

O BNDES ficou de levantar dados sobre as empresas para a SAC. Ontem, Coutinho não informou se o banco estuda conceder financiamentos para o setor no curto prazo. A principal forma de atuação do BNDES no setor aéreo é por meio do financiamento aeronaves. No entanto, esse apoio está restrito a fornecedores de capital nacional.

Por isso, as principais operações do banco têm sido para a Azul Linhas Aéreas, que usa jatos regionais da Embraer. A TAM e a Gol usam aviões da Airbus e da Boeing.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Embraer lança Lineage 1000E

23/10/2013 - Portal Transporta Brasil

Maior jato executivo da fabricante brasileira pode transportar até 19 passageiros em cinco zonas de cabine

Victor José

embraer-lineage-1000e

A Embraer anunciou no dia 21/10 o lançamento do Lineage 1000E. O maior jato executivo da empresa pode transportar até 19 passageiros em cinco zonas de cabine, e é equipado com um sistema de comando de voo eletrônico fly-by-wire.

O alcance do Lineage 1000E, com oito passageiros a bordo, foi estendido de 8.149 km (ou 4.400 milhas náuticas) para 8.519 (ou 4.600 nm). Este ganho se traduz em capacidade maior de passageiros e carga para um mesmo percurso, e maior eficiência no consumo de combustível para a mesma missão, com a mesma carga a bordo.

Dentre os destaques, o novo interior do Lineage 1000E conta com nos novos assentos, portas elétricas, na galley reprojetada, nas mesas automáticas, na ergonomia aprimorada e em outras amenidades na cabine de passageiros. O novo design de interior foi definido por meio de uma parceria com a List Components and Furniture, da Áustria.

"O novo Lineage 1000E proporciona uma experiência superior aos passageiros, ao longo de todas as zonas de cabine, melhor desempenho e eficiência operacional, bem como recursos avançados na cabine de comando," diz Ernest Edwards, Presidente da Embraer Aviação Executiva.

Air France confirma interesse em voltar para Recife

24/10/2013 - Panrotas

A companhia aérea Air France está fazendo um estudo de mercado para poder voltar a operar em Recife, rota desativada há mais de uma década. A informação foi confirmada por um executivo da companhia aérea, que garantiu que o processo todo está sendo feito com muita calma, até porque este novo voo deverá acontecer a partir de 2015.

Em março do próximo ano a Air France passa a voar para Brasília, seu terceiro destino no Brasil (a empresa já opera no Rio de Janeiro e São Paulo), com três frequências semanais (segundas, quartas e sextas-feiras) partindo de Paris-Charles de Gaulle.

TAP vai reforçar ligações às cidades brasileiras

24/10/13 - Econômico, Nuno Miguel Silva

A TAP vai reforçar as ligações aéreas a cinco grandes cidades brasileiras: Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e Natal.

Segundo um comunicado da companhia aérea portuguesa, estas cinco cidades brasileiras ganham mais um voo para Lisboa a partir do próximo Verão.

"Com este aumento da oferta, e com os já anunciados três voos por semana Lisboa - Manaus - Belém, a TAP passa a oferecer a partir do próximo Verão um total de 82 frequências semanais entre Portugal e 12 cidades do Brasil, um aumento de oito voos por semana relativamente à oferta registada no corrente ano", sublinha o referido comunicado da TAP.

A oferta da TAP para cidades brasileiras passa por voos entre Lisboa e o Rio de Janeiro (14 voos por semana), São Paulo (11), Belo Horizonte (7), Fortaleza (7), Recife (7), Salvador (7), Brasília (7), Porto Alegre (6), Natal (4), Campinas (3), Belém/Manaus (3) e entre o Porto e Rio de Janeiro (3) e São Paulo (3).

O Rio de Janeiro, que dispõe actualmente de 13 voos da TAP por semana, aumenta para 14, o que equivale à oferta de dois voos diários Lisboa - Rio.

Por seu turno, Salvador e Belo Horizonte, que são actualmente servidas por seis voos semanais, passarão no próximo Verão a contar com voos diários (sete por semana).

"Traduzindo o sucesso da mais recente rota brasileira da rede TAP, Porto Alegre passa de cinco para seis voos para Lisboa por semana", enquanto a cidade de "Natal cresce de três para quatro ligações semanais".

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Aviação brasileira faz primeiro voo comercial com biocombustível

23/10/2013 - Agência Rio

Decolou no início da tarde desta quarta-feira (23) do Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, para o Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal, o primeiro voo comercial brasileiro com bioquerosene. A operação com combustível renovável, feita pela companhia Gol Linhas Aéreas, pode reduzir em até 80% a emissão de gases de efeito estufa. A empresa espera disponibilizar cerca de 200 rotas com essa tecnologia durante a Copa do Mundo de 2014. O evento marca o Dia do Aviador, celebrado na data em que Santos Dumont fez o primeiro voo em um avião.

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), o combustível de aviação representa, atualmente, cerca de 43% do custo das passagens aéreas. A curto prazo, no entanto, essa mudança não deve repercutir no valor da tarifa. "Com maior adesão a esse tipo de programa, acompanhado de políticas públicas, a tendência é que haja um ganho de escala a ponto de fazer com que esse combustível tenha um custo equivalente ao de origem fóssil. Para nós, já seria uma grande conquista. Essa é a meta do primeiro momento", explicou Paulo Kakinoff, presidente da Gol.

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, considera que ainda é cedo para definir uma política pública de incetivo à utilização de biocombustível na aviação. "A consequência que queremos é que essas melhorias signifiquem custos menores, mas é cedo para definir como vamos operar para que essa experiência, que já é viável, seja coletivamente utilizável. Esse é o objetivo da política que vai ser formulada a partir de agora", declarou. Ele esclareceu que, inicialmente, a proposta foi garantir um padrão de sustentabilidade que melhore a vida no planeta.

A tecnologia do biocombustível, exclusiva para a aviação, foi desenvolvida pela empresa norte-americana Amyris, com filial no Brasil, e não necessita de nenhum ajuste do maquinário do avião. "O bioquerosene é uma mudança de paradigma. Você passa a ter, a exemplo do carro a álcool e veículos de biodiesel, também os aviões com essa possibilidade", avaliou Donato Aranda, professor do curso de engenharia química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O processamento do combustível do voo de hoje utilizou uma mistura de óleos vegetais, incluindo o de milho e o de cozinha já usado.

O primeiro voo com essa tecnologia em caráter experimental foi feito no ano passado, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. "De todos os biocombustíveis, esse é o mais novo. E para a adoção de um parâmetro novo na aviação, a segurança exigida é quatro vezes maior do que qualquer outro veículo. É uma tecnologia mais sofisticada", justificou Aranda. Foram pelo menos cinco anos de estudos até que fossem concluídas as validações de especificações técnicas pela indústria aeronáutica e órgãos como a ASTM Internacional (um órgão norte-americano de normalização, originalmente conhecido como American Society for Testing and Materials) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Da Agência Brasil.

VF

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Embraer fabricado na China decola pela primeira vez

26/08/2013 - O Estado de S.Paulo

Voo inaugural de duas horas e meia foi um sucesso, informou o presidente da Embraer chinesa

Legacy 650: voo inaugural na China

HARBIN, CHINA - O Primeiro jato Legacy 650 da Embraer fabricado na China fez sua primeira decolagem nesta segunda-feira, 26. O voo inaugural foi anunciado pela Harbin Embraer Aircraft Industry(HEAI), a joint venture entre a Embraer e a Aviation Industry Corporation of China (AVIC).

Segun do a empresa, o primeiro jato executivo Legacy 650 fabricado na China concluiu com sucesso seu voo inaugural. Por cerca de 2 horas e 30 minutos, os pilotos e engenheiros de ensaio da Embraer realizaram testes para avaliar as características de desempenho, comandos de voo, comunicação e navegação, entre outros
Sistemas.

A entrega da primeira aeronave está programada para o final de 2013. No ano passado, a Embraer finalmente conseguiu a autorização do governo chinês para fabricar jatos executivos no país, o que tornou viável a sua fábrica em Harbin, no norte da China.

A companhia brasileira fechou um acordo com a Aviation Corporation of China (Avic) para a produção dos jatos executivos Legacy 600/650.

"O sucesso do primeiro voo do Legacy 650 da HEAI é um marco importante não apenas para a parceria entre a Embraer e a Avic, mas também para a história da aviação executiva chinesa, já que se trata do primeiro jato executivo da categoria large produzido por uma joint venture no país", afirmou o presidente da Embraer na China, Guan Dongyuan, em nota.

"Esse voo inaugural tem um significado especial para a nossa empresa, pois mostra ao mercado que estamos prontos e com plena capacidade para oferecer aos nossos clientes jatos executivos de alta qualidade de fabricação local", acrescentou o presidente da HEAI, Yuri Capi.

Desde fevereiro de 2012, quando a Embraer entregou o primeiro Legacy 650 para o mercado chinês, a empresa já recebeu 21 pedidos firmes e mais cinco opções para essa aeronave no país, informou a companhia.

O Legacy 650 entrou em serviço no final de 2010, tem alcance de 7.223 quilômetros (3.900 milhas náuticas) e capacidade para voos diretos entre Pequim e Dubai, por exemplo. Com a maior cabine de sua categoria, o Legacy 650 pode levar até 14 passageiros.

Aeroporto da Pampulha vai ter jatos internacionais

01/10/2013 - O Tempo

Terminal vai complementar o de Confins e ampliar voos em Minas

JÁDER REZENDE

Ampliação. Abertura para voos executivos de outros países implicará a construção de 40 hangares

Subutilizado e com uma série de problemas de infraestrutura a serem equacionados, o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, passará a operar com jatos executivos internacionais, segundo informou ontem a O TEMPO o subsecretário de Assuntos Internacionais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Luiz Antônio Athayde.

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De acordo com ele, a meta é transformar aquele aeroporto em centro de referência na aviação executiva no país, o que implicará a implantação de aduana e serviço de imigração.

A medida integra o Plano do Vetor Norte, que prevê o ordenamento do território, ampliação da competitividade do Estado e a atração de investimentos em setores da nova economia.

Outra meta é garantir a oferta de voos para pelo menos 30 municípios mineiros. Atualmente, a Pampulha opera com 27 voos regulares da aviação regional, sendo 25 da Azul/Trip e dois da Passaredo, e a movimentação de pousos e decolagens já atinge picos de 6.300 movimentos ao mês. Uma nova linha será operada na Pampulha a partir de 7 de outubro, pela Azul, com voos entre Araxá e Belo Horizonte, de segunda a sábado. A empresa oferece hoje um voo por semana da capital para Araxá.

A abertura para voos executivos vindos de outros países implicará a construção de 40 hangares, cujas obras deverão gerar 3.000 empregos diretos. As novas diretrizes para o aeroporto da Pampulha serão anunciadas hoje pelo governador Antonio Anastasia, que entregará no início da tarde, no Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, ao ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, estudo de desenvolvimento e diagnóstico.

O estudo de desenvolvimento da revisão do plano diretor do aeroporto da Pampulha foi uma doação da Agência de Comércio e Desenvolvimento dos Estados Unidos (USTDA) e os estudos, da consultoria KED, foram realizados entre abril e agosto deste ano com supervisão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e da Infraero, com recomendações para a expansão ordenada do aeroporto, com foco na aviação executiva, geral e regional para os próximos 20 anos.

Complementares. Segundo Athayde, o estudo prevê a complementaridade da Pampulha com o aeroporto internacional Tancredo Neves (Confins). "Seria algo insensato se mantivéssemos a região metropolitana de Belo Horizonte para ser uma área de competição global tendo dois aeroportos concorrendo entre si", diz. "Nosso foco agora é na aviação executiva. Precisamos preparar a Pampulha para receber jatos desse porte do exterior para atrair grandes empresas que não querem mais ir para o Rio de Janeiro ou São Paulo. Isso trará uma grande dinâmica para Belo Horizonte e garantirá a geração de mais empregos qualificados". Outra meta é a operação do aeroporto de Confins para todas as capitais do país, em dois anos.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Anac libera voo da Azul entre Juiz de Fora (MG) e BH

21/10/2013 - Panrotas

A Azul recebeu a liberação da Anac para a operação de duas frequências diárias entre Juiz de Fora (MG) e o Aeroporto Internacional de Confins (Belo Horizonte). Os voos têm início em 4 de novembro e as passagens já estão disponíveis em todos os canais de vendas da Azul com tarifas a partir de R$ 103,90 o trecho.

"Sabemos que essa é uma rota importante para a região de Juiz de Fora e, agora, os clientes poderão não só acessar a capital mineira, como também poderão realizar conexões diretas para Guarulhos e outros 16 destinos em todo o País", diz o diretor de Planejamento da Azul, Marcelo Bento. Juiz de Fora será o 24º destino atendido pela companhia a partir de Confins.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Gol implementa nova identidade visual nos aeroportos

17/10/2013 - Jornal de Turismo

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes iniciou a implementação de uma nova identidade visual nos aeroportos onde opera. A primeira base a passar pela mudança foi a de Confins, em Belo Horizonte, em seguida Congonhas. Até o dia 30 de novembro, todos os aeroportos já estarão com o novo visual.

O projeto foi construído com o objetivo de tornar a identidade nos aeroportos mais simples e com as informações de check-in, bagagem, autoatendimento, entre outras, mais claras aos clientes. "Essa iniciativa nos auxilia a garantir que o fluxo dos clientes desde a chegada no check-in até o embarque aconteça de forma simples e rápida, uma vez que as informações e direcionamentos estão dispostos de uma forma mais clara e com fácil visualização", destaca André Lima, diretor de Aeroportos da companhia.

A nova identidade privilegia a sinalização, com ícones para fácil entendimento e um visual assertivo que, além da beleza, contribui para a agilidade dos processos no aeroporto. "Queremos ser a melhor companhia aérea para viajar e, esse trabalho de revitalização da identidade visual nos aeroportos é essencial para essa conquista", explica Florence Scappini, diretora de Marketing da Gol. "Somos uma marca jovem e próxima e a nova identidade busca transmitir exatamente isso".

Com foco em proporcionar além de clareza das informações um ambiente acolhedor, a companhia apostou em fundos de madeira, com painéis e detalhes nas cores da companhia – laranja e cinza claro. Além disso, utiliza os espaços disponíveis nas lojas e auto atendimento para incentivar e orientar o cliente a utilizar outras plataformas de check-in, como pela internet e celular.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Avianca tira Recife da rota e implanta voo direto São Paulo-Natal

19/06/2013 - Tribuna do Norte - RN

A partir de 1º de julho a Avianca passa a oferecer voos diretos de São Paulo (Guarulhos) para Natal. Bom por um lado, já que ganhamos novo voo direto em bom horário (sai às 13h55 e chega às 17h30).

Porém, como já adiantamos em nossa coluna semanal de Turismo no jornal TRIBUNA DO NORTE, Natal perde mais uma ligação com Recife, já que esse voos da Avianca fazia originalmente a rota São Paulo-Recife-Natal.

Veja como ficarão os horários do novo voo da Avianca:

São Paulo (GRU) – Natal 13h55 17h30
Natal – São Paulo (GRU) 21H30 01h05

Etihad Airways oficializa voo direto entre SP e Abu Dabi

12/06/2013 - O Popular - GO

Estadão Conteúdo

A companhia área nacional dos Emirados Árabes Unidos (EAU), Etihad Airways, lançou oficialmente nesta quarta-feira, 12, na capital paulista, voos diretos entre São Paulo, seu primeiro destino na América do Sul, e Abu Dabi, capital dos EAU. A operação começou no último dia 1º, com três voos diretos por semana (às terças, quintas e sábados). A empresa espera conseguir em outubro autorização para voos diários.

"Nossos serviços para a capital paulista oferecem a primeira conexão direta entre os centros comerciais de São Paulo e Abu Dabi, em apoio às crescentes relações econômicas, de turismo e comércio entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos", disse o presidente e CEO da Etihad Airways, James Hogan.

Presente ao evento, o embaixador brasileiro nos EAU, João de Mendonça Lima Neto, afirmou que a iniciativa fortalece os laços bilaterais, "contribuindo para a promoção do comércio, investimento e turismo".

Especialistas da Etihad Airways estarão em São Paulo no dia 10 de julho para selecionar brasileiros para trabalhar na companhia. "Estamos procurando brasileiros talentosos para se juntar a nossa equipe multinacional e multicultural", disse Hogan. Atualmente, mais de 90 brasileiros trabalham para a Etihad Airways, incluindo 23 pilotos e 28 tripulantes.

A companhia aérea nomeou o vice-presidente para a América do Sul, Juan Torres, como diretor-geral da empresa no Brasil. A Etihad Airways informa que seu lucro líquido saltou de US$ 14 milhões em 2011 para US$ 42 milhões em 2012.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Embraer realiza vendas para companhias de quatro países

20/06/2013 - Jornal O Estado - CE

A Embraer recebeu encomendas de aviões feitas por companhias aéreas da Venezuela, Japão, Índia, e também da Lituânia. A fabricante disse ter assinado contrato com o Consórcio Venezolano de Indústrias Aeronáuticas y Servicios Aéreos (Conviasa) para a compra de mais sete jatos E-190, sendo que este acordo confirma operações contratadas em um pedido original, que contemplava seis pedidos firmes e 14 opções. Assim, a Conviasa passa a totalizar 13 pedidos firmes do E-190, além de manter as opções adicionais para outras sete aeronaves do mesmo modelo.

Já a Japan Airlines (JAL) fez um pedido firme para mais quatro E-170, sendo esta uma encomenda já incluída na carteira de pedidos da Embraer como 'cliente não divulgado'. Com este novo acordo, o pedido total da JAL para o E-170 alcança 15 aeronaves. Ainda na Ásia, a Air Costa, da Índia, adquiriu três E-Jets para o lançamento do serviço regular de rotas regionais. Dois E-170 foram arrendados junto à ECC Leasing, subsidiária da Embraer, enquanto uma unidade do E-190 foi adquirida diretamente da fabricante. Ela também está incluída na carteira de pedidos da Embraer como 'cliente não divulgado'.

Por fim, a Air Lituanica, da Lituânia, adquiriu dois aviões da Embraer, e irá lançar seus serviços regulares em 30 de junho, com um E-170 arrendado de terceiros. Em julho, a companhia aérea vai adicionar outro E-Jet, um E-175, arrendado da ECC Leasing Company, com o objetivo de aumentar sua participação no mercado operacional aéreo daquele país do Leste europeu.

SkyWest faz pedido de 100 E-Jets E2 da Embraer

17/06/2013 - O Estado de S.Paulo

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - A Embraer e SkyWest Inc.assinaram um pedido firme para 100 jatos E175-E2, com outros 100 direitos de compra, o que faz com o que total potencial do pedido possa alcançar até 200 aviões. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 17, em uma coletiva de imprensa no 50º Paris Air Show, em Le Bourget. Se todos os pedidos forem confirmados, o contrato tem um valor estimado, a preço de lista de US$ 9,36 bilhões.

Este novo contrato é adicional ao feito anteriormente pela SkyWest, em maio de 2013, para até 200 jatos E175 da geração atual, o que significa que o pedido da empresa para os E-Jets pode alcançar 400 aviões.

"Após concluir, no mês passado, o acordo com a SkyWest para até 200 aviões da atual geração de E-Jets, estou extremamente satisfeito que a companhia aérea tenha decidido ser o cliente-lançador do E175-E2", disse em comunicado Paulo Cesar Silva, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.

Como primeiro operador a encomendar o E175-E2, a SkyWest se torna o cliente-lançador desta aeronave, um dos três modelos do E-Jets E2. A SkyWest, com sede em Utah, nos Estados Unidos, é o maior grupo aéreo regional do mundo e controladora da SkyWest Airlines e da ExpressJet Airlines, informa a Embraer. Ambas companhias aéreas têm uma longa história operando aviões da empresa brasileira. Mais de 40 aviões EMB 120 Brasilia continuam voando nas rotas da SkyWest Airlines, principalmente no oeste dos Estados Unidos. A ExpressJet Airlines opera 249 aeronaves da família ERJ 145 e é a maior operadora do modelo no mundo.

"A seleção do atual jato E175 e do novo E175-E2 é uma outra etapa da estratégia de renovação da nossa frota, o que permitirá à SkyWest oferecer os melhores custos operacionais para seus parceiros comerciais e a experiência mais confortável para seus passageiros", disse Jerry Atkin, Presidente e CEO da SkyWest.

Os E-Jets E2 representam o compromisso da Embraer em investir continuamente nesta linha de jatos comerciais da Empresa e manter a liderança no mercado de 70 a 130 assentos, afirma a empresa. Os três novos aviões (E175-E2, E190-E2, E195-E2) possuem a designação "E2", que significa uma mudança geracional em tecnologia que foi incorporada ao projeto.

Avianca anuncia novos voos a partir de 1º de julho

19/06/2013 - Panrotas

A partir de 1º de julho, a Avianca terá novas frequências em Guarulhos, Fortaleza, Brasília e Natal. A empresa decidiu tornar a rota Guarulhos-Natal-Guarulhos diária e direta. A aérea terá ainda seis frequências diárias entre Guarulhos-Fortaleza-Guarulhos e outras três frequências diárias na rota Brasília-Fortaleza-Brasília.

"A ampliação da oferta de voos permitirá mais flexibilidade e adequação às necessidades de nossos clientes", completa o vice-presidente comercial e de Marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni. De acordo com o executivo, as novas rotas fazem parte do plano de expansão da companhia para crescer 30% em 2013. "Seguimos com o nosso plano original de crescimento, acreditando no produto que oferecemos ao mercado", completou.

Danilo Teixeira Alves

Airbus A350 realiza primeiro voo de teste

14/06/2013 - O Povo - CE

Se o tempo permitir, voará durante quatro horas sobre o sudoeste da França e o Atlântico antes de retornara Toulouse

AFP

O novo A350 da Airbus deve decolar às 08h00 GMT (05H00 Brasília) desta sexta-feira do aeroporto de Toulouse-Blagnac para seu primeiro voo de teste, etapa crucial de um programa que visa recuperar da americana Boeing a liderança no mercado de aviões de longo curso.

Se o tempo permitir, este avião de duas turbinas construído com materiais compostos, mais leves, a exemplo do 787 Dreamliner da Boeing, voará durante quatro horas sobre o sudoeste da França e o Atlântico antes de retornar a Toulouse.

O voo será realizado por seis membros da equipe de testes da Airbus, dois pilotos - um britânico e um francês - e engenheiros encarregados de múltiplas avaliações.

Este será mais um passo visando colocar o primeiro A350-900 em serviço até o final de 2014, iniciando as operações de uma gama de aparelhos de 270 a 350 lugares com autonomia de voo de 15 mil quilômetros.

O novo aparelho da Airbus vem para desafiar os Boeing 777 e 787, que dominam o mercado de longo curso sobre o A330, lançado há 20 anos mas que ainda faz um bom papel.

A Airbus estima que o mercado de longo curso pode absorver mais de 5 mil aparelhos nos próximos 20 anos.

AFP

Mato Grosso pode ganhar 14 novos aeroportos regionais

21/06/2013 - Folha do Estado MT

Seriam contempladas, entre outras, Alto Araguaia, Coiniza, Confresa, Jaciara, Mirassol do Oeste, Nova Mutum, Querência e Santa Terezinha

VIVIANE PETROLI
www.atribunamt.com.br

Já integra o Programa de Investimentos em Logística de
Aeroportos Regionais, o município de Rondonópolis

Mato Grosso pode ganhar 14 novos aeroportos regionais, através do Programa de Investimentos em Logística de Aeroportos Regionais, do governo federal. A sinalização do ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, na última terça-feira. O programa lançado ao final de 2012 já contempla 13 cidades no Estado Com a melhora de infraestrutura e qualidade dos serviços aeroportuários. Para o setor de viagens, o incremento de mais aeroportos regionais fomentará os voos particulares (aviação privada).

As cidades a serem contempladas seriam Alto Araguaia, Colniza, Confresa, Jaciara, Mirassol do Oeste, Nova Mutum, Querência, Santa Terezinha, São Jose do Xingu, Sorriso, Campo novo dos Parecis, Diamantino, Água Boa e Primavera do Leste.

A sinalização do ministro da SAC foi dada ao deputado federal de Mato Grosso Wellington Fagundes (PR—MT). em Brasília (DF), durante reunião. Na ocasião o ministro declarou que a pasta irá avaliar as solicitações destes 14 municípios que querem integrar o Programa de Investimentos cm Logística de Aeroportos Regionais.

Segundo Fagundes, a SAC pretende ainda organizar estrutura para prestar suporte operacional, além de já ter dado autorização para o inicio dos estudos em cada um dos 14 municípios mato-grossenses.

Conforme a Folha do Estado já comentou, já integram o Programa de Investimentos cm Logística de Aeroportos Regionais os municípios de Rondonópolis, Barra do Garças, São Félix do Araguaia, Vila Rica, Matupá, Alta Floresta, Juína, Juara, Sinop, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Pontes e Lacerda e Cáceres. Para estas 13 cidades que já estão integradas ao programa foram destinados RS 331 milhões pelo governo federal para melhorias dos aeroportos. No I3rasil a soma é de RS 7,3 bilhões para 270 aeródromos regionais cm todo o país.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Agencias de Viagens em Mato Grosso (Abav-MT), Nilson Freitas. além de fomentar a aviação privada, ajudará a economia das cidades contempladas. Poderemos ver pequenas companhias aéreas atuando nestas cidades, mas as grandes de voo regulares a principio no . (Com informações Assessoria deputado federal Wellington Fagundes)

Avianca lança novo serviço de bordo na ponte aérea

13/06/2013 - Mercado & Eventos

A partir de domingo (16/06), nos voos entre São Paulo e Rio de Janeiro, a Avianca irá oferecer um novo menu com comidinhas, acompanhadas por sobremesas e bebidas. O novo serviço irá substituir o que foi escolhido pelos clientes da companhia aérea pelo Facebook, em fevereiro. "Boa parte dos clientes da Ponte Aérea prefere se alimentar durante o voo, devido ao reduzido tempo de suas atividades cotidianas. Queremos oferecer a eles uma alimentação com qualidade e saborosa, sem que paguem nada a mais por esse serviço", afirma o Vice-Presidente Comercial e de Marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni.

O novo serviço de bordo será oferecido até o último voo da ponte aérea, a partir de 11 h. Antes desse horário, o já conhecido "café da manhã de padaria", com pão de queijo, sanduíches variados e outras iguarias continua sendo servido normalmente. As opções do menu são alternadas semanalmente. Atualmente, a Avianca opera 20 voos diários na ponte aérea.

- Lisia Minelli

Brava terá voos de São Carlos (SP) para Congonhas e Curitiba ainda neste mês

09/07/2013 - Tudo de Viagem

O Aeroporto de São Carlos, no interior de São Paulo, terá voos diários para Congonhas e Curitiba ainda neste mês. Essas frequências serão operadas pela Brava Linhas Aéreas, antiga NHT, com sede em Porto Alegre.

Os voos da Brava em São Carlos serão de segunda a sexta-feira. Inicialmente a empresa vai usar o turboélice LET-410 com 19 lugares, mas essa aeronave deve ser trocada pelo avião Brasília com 120 lugares da Embraer.

O voo de São Carlos para Congonhas partirá às 19h54 com o número de 4534. A partida da capital paulista ocorre às 21h50. O voo recebeu o número de 4535. A partida de Curitiba para São Carlos será às 18h19.

As passagens no site da Brava ainda não estão sendo vendidas. A empresa suspendeu em junho os voos de Congonhas para Curitiba, atendendo a um pedido da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que alegou que precisaria do espaço para receber as delegações da Fifa para a Copa das Confederações.

A Brava tem slot (autorização de pouso e decolagem) em Congonhas junto com as gigantes TAM, Gol e Avianca. A companhia Azul possui um voo aos sábados de Congonhas para o Santos Dumont (RJ). A Brava tem voos nas principais cidades do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

Lot Airlines solicita autorização para operar voos do Brasil à Polônia

13/06/2013 -Melhores Destinos

DENIS CARVALHO

A polonesa LOT Airlines solicitou autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar voos entre o Brasil e a Polônia. Após receber a autorização da agência brasileira, a companhia deverá divulgar qual pretende operar no país. Além da LOT, a Anac avalia solicitações da nigeriana Arik Air e da sul coreana Asiana, considerada uma das melhores companhias aéreas do mundo.

Fundada em 1929, a LOT é uma das companhias aéreas mais antigas do mundo e é a principal empresa de aviação (flag carrier) da Polônia. Ela voa para 56 destinos com uma frota de 38 aeronaves, curiosamente a maior parte delas jatos da fabricante brasileira Embraer. Para o longo curso, a companhia tem três jatos Boeing 767 e três Boeing 787 Dreamliner. Os voos para o Brasil deverão ser realizados em 787, já que a companhia tem pedido para mais cinco aeronaves do tipo com o objetivo de aposentar os 767.
A LOT é parte da Star Alliance e usa o mesmo programa de milhas da Lufthansa, o Miles & More. Seu principal centro de operações é o aeroporto de Cracóvia, que deverá ser o ponto final dos voos saindo do Brasil. Segundo informou a Anac, nesta fase inicial a companhia não apresenta as rotas de voo pretendidas, portanto não é possível saber para qual cidade brasileira a LOT pretende voar.

Fluxo de passageiros para Maceió cresce 17% no ano

12/06/2013 - Panrotas

Maceió se consolida como o terceiro destino turístico mais comercializado no País, atrás apenas de Porto Seguro e de Natal. A tendência é nítida no ranking comercial das principais operadoras do Brasil, o que pode servir de termômetro.

O fluxo de passageiros no Aeroporto Zumbi dos Palmares, que atende Maceió, cresceu 17% de janeiro a maio deste ano. Foram 807.049 passageiros em voos regulares nacionais e internacionais nos primeiros cinco meses do ano. Os dados são da Infraero.

A capital alagoana recebeu novos voos este ano, principalmente da Azul. A Avianca também aumentou suas operações. A Gol, por sua vez, passou de seis para nove voos diários em Maceió, de janeiro para cá. O incremento no transporte aéreo para Alagoas reflete na ocupação hoteleira. De janeiro a maio deste ano, a taxa média registrada nos meios de hospedagem de Maceió e Maragogi chegou a quase 80%, de acordo com a ABIH-AL.

Antonio Roberto Rocha

Capital da aviação, São José cresce com empuxo da Embraer

09/07/2013 - Diário de Pernambuco

CLARA ROMAN

Se alguns economistas afirmam que a vocação do Brasil está na agricultura, São José dos Campos (SP) está aí para provar o contrário. Na contramão da indústria nacional, a cidade no interior paulista cresce junto com a sua principal empresa, a Embraer, de aeronáutica e defesa.

A empresa conseguiu ganhar concorrências internacionais (a mais famosa foi a dos aviões Super Tucano pelas Forças Armadas dos EUA), além de encomendas da aeronáutica brasileira, e teve crescimento de 133% em seu lucro operacional em 2012. Com isso, atraiu pequenas e grandes da aviação.

Boeing e a EADS, controladora da Airbus, já anunciaram centros de pesquisa na cidade. "A gente viu o potencial de inovação do Brasil", afirma Al Bryant, vice-presidente do centro de pesquisa e tecnologia da Boeing no Brasil. A empresa firmou uma parceria com a Embraer para o desenvolvimento de biocombustíveis.

Para Sebastião Cavali, secretário de desenvolvimento econômico de São José dos Campos, a Boeing foi atraída pelo projeto do KC-390, cargueiro militar desenvolvido pela Embraer e que tem a intenção de substituir o avião Hercules, um dos mais usados pelas Forças Armadas. Além disso, o anúncio do governo brasileiro que vai reequipar a FAB (Força Aérea Brasileira) com a compra de aeronaves militares pode ter influenciado a decisão da empresa, afirma.

jorge aaújo/folhapress

Prédios em São José dos Campos, no Vale do Paraíba (SP)

A italiana Magnaghi é outra que veio ao país, por meio da união com a Friuli, empresa fundada na década de 1980 por Gianni Cucchiaro Bravo, 48. Até então, era voltada para a execução de peças. Com a fusão, passou a atuar na concepção de conjuntos do KC-390, com engenheiros italianos e brasileiros. Cerca de 80% das operações está ligada à Embraer. Com os novos contratos, a produção da Magnaghi Friuli cresceu 15%.

As margens de lucro, no entanto, são apertadas. "Você tem que conceber 8% do reajuste na mão de obra, mas o preço do avião não reajusta", afirma.

A Akaer é outra que, criada em São José dos Campos, trabalha com projetos de aeronáutica. Seu principal cliente também é a Embraer, mas participa de projetos no exterior, como o da confecção do caça Gripen, da Suécia, segundo o presidente César Augusto da Silva. Em 18 meses, pretende triplicar o faturamento da empresa, de R$ 17 milhões para R$ 50 milhões.

GM

Além da Embraer, São José abriga empresas como Ericsson, Petrobras e GM. No último ano, a automobilística havia anunciado que não era mais viável, devido ao custo salarial, investir na cidade, cuja unidade tem cerca de 6.000 funcionários.

Depois de acordo sindical, São José voltou a figurar entre as candidatas a receber investimento de cerca de R$ 2,8 bilhões em uma nova fábrica. O piso salarial será abaixo do praticado hoje, segundo o sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos.

Azul planeja chegar a Santa Maria

18/06/2013 - Jornal do Comércio

A Azul Linhas Aéreas pretende atender a mais uma cidade no Rio Grande do Sul: Santa Maria. A companhia solicitou autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para servir a cidade gaúcha com dois voos diários ligando a Porto Alegre. Se aprovada, as operações devem ter início em 26 de agosto.

"Desde o início do ano, aumentamos significativamente nossas operações na região Sul. Santa Maria é o nosso próximo destino. Entendemos que além de ser uma cidade com grande potencial para a companhia, ela tem uma grande circulação de pessoas, visto que é considerada como uma das principais cidades universitária do estado", diz Marcelo Bento, diretor de Alianças e Planejamento.

Este será o 104º destino da companhia, sendo o 5º atendido no Estado. Hoje já recebem voos da Azul as cidades de Caxias do Sul, Porto Alegre, Pelotas e, mais recentemente, Passo Fundo.

Plano de voo

29/05/2013 - Folha de São Paulo

Dono da Azul nunca se conformou de ter sido demitido do comando da JetBlue e vê uma chance de dar a volta por cima na criação da superaérea brasileira

MARIANA BARBOSA

O plano de David Neeleman de recomprar a JetBlue, em sociedade com o BNDES numa operação que incluiria também a portuguesa TAP, conforme revelou a Folha ontem, representará, se concretizado, a superação do maior trauma da vida empresarial do americano e que remonta a 14 de fevereiro de 2007.

Naquele feriado de São Valentim, as operações da JetBlue, até então a empresa aérea mais querida e admirada dos EUA, entraram em colapso. Passageiros ficaram presos dentro de aviões na pista por mais de dez horas. Em seis dias, 11 mil voos foram cancelados.

Um pedido de desculpas no YouTube e as medidas adotadas pelo fundador e então presidente da companhia --como a adoção de uma "Carta de Direitos dos Passageiros da JetBlue" -- não foram suficientes para aplacar o descontentamento dos acionistas.

Três meses depois, Neeleman foi surpreendido quando, ao final de uma reunião do conselho de administração, depois de ter feito todas as apresentações sobre a gestão no trimestre, foi comunicado da sua demissão sumária.

Não houve transição, como é praxe no mundo corporativo. Para aumentar a ofensa, Neeleman foi substituído pelo diretor de operações, Dave Barger, que, em tese, seria o responsável pelo caos no feriado de São Valentim.

Neeleman não só não demitiu Barger, como também assumiu a responsabilidade pelo caos em uma tentativa de minimizar os danos à imagem da companhia.

Entretanto, os acionistas viram em Barger qualidades mais mundanas, como a capacidade de gerir o dia a dia de uma companhia que cresceu muito rapidamente.

"O conselho queria que eu desaparecesse. Agora, eles têm sempre que ler sobre o David", disse Neeleman em uma entrevista à Folha em 2011, época em que estava sempre nas revistas de negócios dos EUA devido ao sucesso da brasileira Azul.

Neeleman é uma estrela no mundo dos negócios. Admirado por seu espírito empreendedor --antes de Azul e JetBlue, criou e vendeu outras duas empresas aéreas e mais um negócio de TV ao vivo em aviões--, Neeleman é também um visionário que não gosta de ser contrariado.

Diagnosticado com síndrome de deficit de atenção, quer tudo para "ontem" e não tem paciência com detalhes.

Contrariado, Neeleman vendeu suas ações da JeBlue e começou a negociar com os mesmos investidores que o ajudaram a fundar a americana a criação de mais uma empresa aérea, desta vez no Brasil, sua terra natal.

Neeleman nasceu em São Paulo em 1959. Seu pai, o jornalista Gary Neeleman, era correspondente de uma agência de notícias. Não fosse a certidão de nascimento brasileira, não poderia ter fundado a Azul, uma vez que o controle de companhias aéreas no Brasil é restrito a brasileiros.

Voltou ainda criança para os Estados Unidos, mas retornou ao Brasil, dessa vez para o Nordeste, aos 19 anos, em uma missão de iniciação na religião mórmon. Foi quando aprendeu português e a realidade das favelas.

Conhecedor dos aviões da Embraer --a JetBlue foi a primeira compradora dos jatos da família E-190/195--, Neeleman traçou um plano que agradou o governo brasileiro, numa época em que TAM e Gol dominavam o setor, com mais de 96% do mercado. Além de quebrar o duopólio (hoje as duas têm 75% de participação), Neeleman fez a aviação crescer para o interior e provou que havia mercado para jatos da Embraer no Brasil.

Por mais de um ano, ele resistiu às ofertas do governo para que entrasse na privatização da portuguesa TAP com financiamento do BNDES. Mais recentemente, porém, enxergou na oferta do Brasil uma oportunidade para efetivar seu desejo de retomar a JetBlue --a partir da criação de uma superaérea nacional.

Ação da JetBlue chega a ter alta de 9% ontem

As ações da empresa aérea americana JetBlue chegaram a subir 9% ontem, na maior alta em mais de um ano.

A valorização ocorreu depois de reportagem da Folha de ontem informar que o empresário David Neeleman (fundador da JetBlue e dono da brasileira) está interessado em comprar a companhia, ao lado do BNDES e de fundos estrangeiros.

No final do pregão, os papéis da JetBlue terminaram com alta de 3,45%, um resultado melhor que o da Bolsa Nasdaq (onde as ações são negociadas), que terminou praticamente estável (alta de 0,04%).

Infraero autoriza obras de ampliação em SJK (SP)

08/07/2013 - Panrotas

O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, assinou na última sexta-feira (5) a ordem de serviço que autoriza o início dos trabalhos das obras de ampliação e modernização do terminal de passageiros do Aeroporto de São José dos Campos, no interior de São Paulo. O documento também foi assinado pelo diretor da empresa Tecman, José de Jesus Vacilotto, representando o Consórcio Tecman/MPE, vencedor do processo licitatório. O investimento é de R$ 16,68 milhões.

"O aeroporto é uma ferramenta que fomenta o desenvolvimento não apenas local, mas de toda a região", afirmou o presidente da Infraero, Gustavo do Vale Ele ressaltou ainda que a Infraero trabalha para deixar o terminal pronto para atender com conforto as demandas atuais e projetadas para o futuro próximo.

As obras contempla melhorias nas áreas de embarque, desembarque, novos balcões de check-in, além da criação de 320 vagas de estacionamento. O projeto prevê aumentar em três vezes a capacidade do terminal de passageiros, com a ampliação da área, que atualmente é de 864 m², para cerca de 5 mil m². O prazo para execução dos serviços é de 360 dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço.

Danilo Teixeira Alves

Copa Airlines começa nesta quarta a voar do Recife para Boston, nos Estados Unidos

09/07/2013 - Diário de Pernambuco

Juliana Cavalcanti

Este é o oitavo destino norte-americano oferecido pela empresa, que atualmente dispõe de quatro frequências semanais partindo do Recife para a Cidade do Panamá e de lá para mais de 60 destinos em 29 países diferentes

A Copa Airlines lançou nesta terça-feira (9) o novo destino operado pela companhia, que agora também levará passageiros para Boston, nos Estados Unidos. Este é o oitavo destino norte-americano oferecido pela empresa, que atualmente dispõe de quatro frequências semanais partindo do Recife para a Cidade do Panamá e de lá para mais de 60 destinos em 29 países diferentes.

"Os brasileiros têm usado bastante os voos da Copa Airlines e o nordestino têm feito esta frequência ter bastante sucesso. Nosso público está concentrado principalmente em Pernambuco, na Paraíba, em Alagoas e no Ceará. Entre os lugares mais procurados nos Estados Unidos pelos brasileiros, Las Vegas se destacado como a nova descoberta", explica Gilson Azevedo, gerente de vendas da empresa no Recife.

Para atrair o público a conhecer Boston, a capital do estado de Massachusetts, Gilson Azevedo cita as várias opções de divertimento, passeios, atividades culturais e possibilidades de compras. Especialmente no verão, a região conta com atrativos culturais, como festivais de jazz, passeios de barco e opções diversas para os amantes dos esportes.

A cidade é também um importante centro acadêmico e de tecnologia norte-americano. Lá estão localizadas a Universidade de Harvard e o MIT (Massachusetts Institute of Technology). O valor do bilhete aéreo para Boston pela Copa Airlines, sem promoções, sai por US$ 1.100 (ida e volta).

Novo horário
A partir de setembro deste ano, devido às obras de recuperação da pista do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes-Gilberto Freyre, os voos da Copa Airlines terão o horário alterado. As partidas acontecerão às 11h55, com chegada na Cidade do Panamá às 17h15. Já o retorno será às 21h54 e aterrissagem no Recife às 07h14.

A alteração implicará em menos opções de conexões na viagem de ida, com possibilidade de pernoite na Cidade do Panamá, e mais opções de voos na volta pra casa. "Temos sugerido aos nossos clientes que no caso de pernoitarem no Panamá, que aproveitem para conhecer o destino, ficando mais um dia na cidade", sugere Gilson Azevedo.

O gerente de vendas explica que a alteração dos horários adiou um pouco a programação da empresa de aumentar as frequências partindo do Recife, mas que o voo está consolidado, com pelo menos 15% dos viajantes atualmente optando por conhecer o Panamá e destinos próximos.

O novo jato da francesa Airbus decola

15/06/2013 - O Estado de São Paulo

Gilles Lapouge

Na manhã de ontem toda a cidade de Toulouse, na França, olhava para o céu. Cinquenta mil pessoas aplaudiram o primeiro voo do novo Airbus - o birreator de longa distância A 350. Tudo se passou da melhor forma. O piloto, depois de duas horas, deu seu veredicto: "Um voo perfeito". Isso significa que os testes começarão. Eles durarão de 13 a 14meses. Depois o A-350 tomará o caminho de todos os céus.

E em seu trajeto cruzará o Boeing, único concorrente, que é forte, hábil, enérgico. Até 1990 os céus eram das aeronaves Boeing. Hoje não mais. O Airbus está presente em todos os lugares. Mas embora faça frente ao Boeing nas curtas e médias distâncias, nos voos de longa distância o Boeing continua dominando – 60% desse mercado é do Boeing, enquanto 40% é do Airbus. Dos 20 mil aviões que percorrem longas distâncias no mundo, 13.000 são Boeing. E esses aviões são de longe os mais rentáveis: o A320 Neo custa 75 milhões de euros.O A350-900 custará 216 milhões de euros.

Portanto um grande desafio está diante da Airbus: ultrapassar a Boeing em voos de longa distância. Por isso o pessoal de Toulouse preferiu a prudência à pressa. Seu aparelho atrasou 14 meses, o que não é nada ante os problemas sofridos pelo Boeing 787: três anos de atraso e três meses bloqueado em terra por causa de baterias elétricas deficientes.

No caso do novo Airbus, mesmo que em grande parte seja produzido com fibra de vidro, foram evitadas técnicas modernas e perigosas. Em vez de montar o avião por seções inteiras da fuselagem, como o 787, a Airbus foi fiel à montagem por painéis.

No primeiro semestre de 2014 o primeiro A 350 será entregue à Qatar Airways. No início um avião será fabricado por mês. Dentro de quatro anos a expectativa é produzir 10 a cada mês.

TRADUÇÃO TEREZINHA MARTINO

Azul amplia horários de ônibus entre Campinas e SP

Azul amplia horários de ônibus entre Campinas e SP

26/06/2013 - Panrotas

A Azul ampliará as frequências rodoviárias que ligam o aeroporto de Viracopos, em Campinas, com a cidade de São Paulo. A partir de 1º de julho a companhia colocará em operação novas linhas de ônibus de/para a capital paulista e passará a oferecer opções de embarque de 30 em 30 minutos durante a semana, em dois diferentes pontos: o Shopping Eldorado e o aeroporto de Congonhas.

"Transportamos mais de 350 mil clientes mensalmente em Viracopos, nosso principal hub. Além das mais de 50 opções de destinos oferecidas no aeroporto, o fluxo de passageiros com destino a São Paulo é grande. Para continuar atendendo esse público, estamos ampliando as frequências dos ônibus à capital paulista", explica o diretor de Comunicação e Marca da Azul, Gianfranco Beting.

Além das linhas entre São Paulo e Campinas, a companhia oferece também o transporte gratuito para o interior do Estado e atende cidades como Piracicaba, Sorocaba e Santa Bárbara D'Oeste. Ainda, no aeroporto de Navegantes, em Santa Catarina, a Azul oferece ônibus para Blumenau. Todos os ônibus são equipados com internet wi-fi.

Danilo Teixeira Alves

Anac autoriza Azul a realizar voos entre Joinville e Porto Alegre

04/07/2013 - Diário Catarinense

Passageiros poderão fazer o trajeto a partir de 5 de agosto

Este é o primeiro voo para a capital gaúcha autorizado para o terminal joinvilense

Foto: Maiara Bersch / Agencia RBS

A Azul começa a realizar voos entre Joinville e Porto Alegre a partir de 5 de agosto. A autorização da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) foi concedida neste semana e cria quatros novos horários para a rota.

Os passageiros interessados já podem encontrar a linha no site da companhia e têm à disposição horários no fim da manhã e no início da noite.

Até esta confirmação, nenhuma das três companhias que atuam no terminal joinvilense (Azul, TAM e Gol) tinham autorização para voar até a capital gaúcha.

Executivo pretende criar "nova Varig"

28/06/2013 - Folha de São Paulo

Grande risco do plano de criação de superaérea é que ele afete a abertura de capital da Azul, em São Paulo e NY

Compra da americana JetBlue é um sonho antigo de Neeleman, que criou a empresa, mas foi demitido dela

Com a TAM integrada à uma companhia chilena e a Gol sem demonstrar apetite para avançar no mercado internacional de longo curso, o sonho de David Neeleman é transformar a Azul na empresa brasileira de bandeira, no espaço que já foi da Varig.

A integração das operações de Azul, JetBlue e TAP permitiria ao Brasil ter ligações diretas com EUA, América Central, Europa e África.

A TAP é a empresa europeia com mais voos para a África, continente considerado estratégico para o Brasil. Também agrada ao governo brasileiro o fato de a TAP ter uma presença descentralizada dentro do Brasil, com voos para nove cidades, de Porto Alegre a Fortaleza.

Já a JetBlue tem ampliado sua presença na América Central e, em novembro, avança mais ao sul, com a inauguração de um voo de Fort Lauderdale, na Flórida, para Lima, no Peru.

Dentro desse plano, a Azul poderia levar passageiros de diversas cidades do Brasil para um ponto na América Central, como em Porto Rico, e dali fazer conexão com os voos da JetBlue para os EUA.

David Neeleman não está só na disputa pela TAP. O grupo Synergy --dono da Avianca e único que fez proposta para comprar a companhia no ano passado, mas que acabou rejeitada pelo governo português na última hora-- também tem interesse.

"Quando o governo português decidir abrir a concorrência novamente, nós vamos olhar", afirmou José Efro- movich, presidente da Avianca Brasil.

RISCO

O grande risco do plano de Neeleman é que a operação afete a abertura de capital da Azul nas Bolsas de Nova York e São Paulo. A operação estava prevista para julho, mas foi adiada. Embora a Azul não faça parte do fundo que faria ofertas pela TAP e pela JetBlue, Neeleman é o seu principal acionista.

"Adiamos a abertura de capital por causa do câmbio e da realidade do mercado. A Azul está crescendo bastante e tem potencial para valer mais do que a JetBlue", afirmou Neeleman.

A compra da JetBlue é um sonho antigo de Neeleman, que nunca digeriu o fato de ter sido demitido do comando da empresa que criou.

Ele perdeu o cargo após divergências com o conselho de administração sobre como lidar com os efeitos de uma forte tempestade que paralisou as operações da companhia, em 2007. (MARIANA BARBOSA E JULIO WIZIACK)

RAIO-X DA JETBLUE

FROTA
180 aeronaves
TRANSPORTE DE PASSAGEIROS EM 2012
6º maior dos EUA
DESTINOS
75
PAÍSES
15
RECEITA COM PASSAGEIROS EM 2012
US$ 4,5 bilhões

Fonte: empresa

RAIO-X DA TAP
FROTA
71 aeronaves
PASSAGEIROS TRANSPORTADOS POR ANO
10,2 milhões
DESTINOS
77 destinos
PAÍSES
35
FATURAMENTO ANUAL
R$ 6,5 bilhões

Fonte: empresa

Brasil atrai mais aéreas estrangeiras

03/07/2013 - O Estado de S.Paulo

Pelo menos dez empresas, com destaque para as africanas, já sinalizaram o interesse de iniciar operação no mercado brasileiro
Luciana Collet

fabrizio bensch/reuters–18/9/2011

Dificuldade. Falta de infraestrutura trava a chegada de algumas companhias; no Aeroporto
de Guarulhos há fila de espera

O Brasil tem chamado a atenção de companhias aéreas internacionais que ainda não operam no País. Pelo menos dez empresas já sinalizaram a intenção de desembarcar em terras brasileiras. Entre os principais motivos desse movimento estão a expectativa de expansão do comércio entre o Brasil e alguns mercados, particularmente os emergentes, e os grandes eventos esportivos programados para 2014 e 2016.

"O Brasil é hoje o terceiro maior mercado doméstico do mundo e tem Copa, tem Olimpíada, que devem estimular novos negócios no País", avalia o diretor da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Carlos Ebner.

Com o aumento das relações comerciais entre Brasil e países da África, as companhias aéreas africanas têm se destacado nesse processo. Até agora, operavam no território brasileiro apenas a South African Airways e a TAAG - Linhas Aéreas de Angola. Nesta semana, a Ethiopian Airline começou a operar no Brasil e outras três empresas já sinalizaram o interesse de vir para cá (a Air Algérie, a Royal Air Maroc e a nigeriana Arik Air).

Além das africanas, há empresas europeias, asiáticas e latino americanas interessadas em entrar no País. Conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em pouco mais de dois anos, ao menos dez empresas internacionais pediram autorização para atuar no País,embora apenas duas tenham de fato iniciado voos: a Ethiopian e a Etihad Airways, dos Emirados Árabes, que em junho inaugurou uma rota para o São Paulo.

Segundo a Anac, já receberam autorização a chilena Sky Airline e as empresas de carga aérea Amerijet Internacional e Avient. No entanto, elas ainda não solicitaram voos.

Ainda de acordo com a agência reguladora brasileira, outras quatro empresas solicitaram recentemente autorização, mas ainda não concluíram o processo: a polonesa Lot Polish Airlines, a sul-coreana Asiana Airlines, a Arik Aire a Aruba Airlines.

Além dessas, a Cubana de Aviación, que operou no Brasil de 1993 a 2005, pretende retomar no próximo dia 10 de julho os voos entre Havana e São Paulo, com um voo semanal. A Royal Air Maroc, por sua vez, que operava voo para o Rio até o início da década de 1990, planeja uma rota entre Casablanca e São Paulo até o ano que vem.

Infraestrutura. A vinda de algumas dessas empresas aéreas ao País pode estar sendo freada por falta de infraestrutura aeroportuária. O presidente da GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto de Guarulhos, Antonio Miguel Marques, afirmou que existe uma demanda reprimida para novas empresas no aeroporto. "Hoje temos quatro companhias esperando lugar para entrar em Guarulhos", diz,referindo- se à Asiana, à Air Maroc, à espanhola AirEuropa e à alemã AirBerlin, que conforme a Anac ainda não entrou com o pedido formal para iniciar operações no Brasil.

Essa demanda em Guarulhos deve ser atendida no ano que vem, quando ficará pronto o Terminal 3 do aeroporto. Carlos Ebner, diretor da IATA, comenta que a entrada de novas companhias em um novo mercado é um processo lento, que leva de quatro a seis meses.

Além de todo processo burocrático de obtenção das autorizações formais por parte da agência reguladora e de criação de uma empresa no País, as aéreas também precisam se preparar do ponto de vista logístico.

Cleveland Teixeira, da Pezco Microanalysis, salienta que mudanças na regulação favoreceriam ainda mais a vinda de companhias internacionais, como a abertura do mercado, com o fim da restrição a capital estrangeiro na aviação doméstica, e a permissão para as empresas internacionais realizarem operações de cabotagem, isto é, possam transportar, durante um voo com paradas em mais de um aeroporto brasileiro, passageiros entre dois aeroportos nacionais, o que hoje é proibido.

No início de junho, o ministro de Aviação Civil, Moreira Franco, defendeu o fim de limites de participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas nacionais, desde que as empresas sejam instaladas no Brasil e obedeçam a legislação brasileira.

Qatar Airways celebra 3 anos de operações para América do Sul

19/06/2013 - Jornal de Turismo

Qatar Airways, premiada empresa sediada em Doha e também considerada 5 estrelas celebra esta semana seu terceiro aniversário de operações para América do Sul com uma promoção especial para passageiros na Argentina e no Brasil.

Como primeira companhia aérea do golfo a operar na Argentina, a companhia voa na para América do Sul via São Paulo em modernas aeronaves 777, conectando a mais de 128 destinos em todo o mundo.

O CEO da Qatar Airways, Akbar Al Baker reinterou o compromisso da companhia aérea com as rotas da América do Sul:

"América do Sul é um destino vital para turismo e negócios, com o desenvolvimento da economia brasileira nos últimos anos. Nós estamos orgulhosos em celebrar nosso terceiro aniversário com nossos clientes como uma das companhias aéreas premium entre esses grandes países e o Golfo, e estamos ansiosos para expandir nossa malha aérea pelo continente, refletindo o crescimento mútuo entre América do Sul e Oriente Médio".

Para os passageiros viajando a negócios ou lazer que buscam um moderno serviço cinco estrelas para Europa, Oriente Médio, África, Ásia Pacífico e Américas. A Qatar Airways expandiu sua presença oferecendo através de codeshare com a GOL Linhas Aéreas, aumentando a rede da companhia para o Rio de Janeiro e proporcionando um hub alternativo para destinos em todo o Brasil.

Antonio Bandeira, Diretor Geral para América Latina Qatar Airways falou das ofertas especiais que os Argentinos e Brasileiros podem esperar durante três dias de promoção. (Dias 17 a 19 na Argentina e dias 19 a 21 de junho no Brasil):

"Qatar Airways continua a oferecer um serviço inigualável da América do Sul para Doha e de lá para muitos outros destinos. Como primeira companhia aérea a voar para Argentina, nós também fomos a primeira companhia aérea do Golfo a demonstrar as famosas tradições árabes para os clientes sul-americanos, e durante esses três dias de promoção, vamos ainda mais longe, oferecendo o mesmo serviço premiado a um preço especial para destinos Qatar Airways na Ásia e Oriente Médio. Agradecemos a todos os nossos clientes por seu apoio leal ao longo dos últimos três anos e estamos ansiosos para recebê-los a bordo nos próximos anos."

Avianca oficializa voos diários entre Porto Alegre e Lima

06/08/2013 - Mercado & Eventos

O diretor da Divisão Internacional da empresa aérea Avianca (Taca), Ian Gillespie, anunciará oficialmente nesta quarta-feira (07/08) ao prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, a ampliação da frequência de voos entre a capital gaúcha e Lima, no Peru, que, a partir de 15 de novembro, serão diários. O executivo será recebido pelo prefeito no Paço Municipal, acompanhado do secretario municipal de Turismo, Luiz Fernando Moraes.

Atualmente, a frequência é de três voos semanas entre as duas capitais. Os voos diretos de Porto Alegre até Lima entraram em operação com três frequências semanas no dia 3 de dezembro de 2009 pela Taca, empresa salvadorenha que teve sua fusão com a colombiana Avianca concluída no início de fevereiro de 2010, originando a Avianca-Taca Limited, nova companhia sediada nas Bahamas.

- Pedro Menezes

Avianca negocia compra de aviões da Embraer

27/06/2013 - O Estado de S.Paulo

LUCIANA COLLET E RENAN CARREIRA

Agencia Estado

SÃO PAULO - O presidente da Avianca, José Efromovich, disse nesta quinta-feira, 27, que a companhia está negociando com a Embraer a compra de aviões da fabricante brasileira. "Estamos conversando seriamente e, se o produto for como nos foi apresentado, existem grandes chances de em um futuro próximo termos aviões da Embraer voando na Avianca", afirmou durante o I Seminário de Aeroportos Brasileiros, em São Paulo.

Ele não revelou qual modelo de aeronave estaria negociando, mas disse ter feito um pedido particular que fez à Embraer. "Por favor, tragam um turbo hélice bom para podermos atender essa regional brasileira. Vamos comprar dúzias deles se vocês trouxerem o projeto de que precisamos", disse, direcionando-se a um executivo da fabricante de aeronaves.

Com o potencial de crescimento do setor aéreo brasileiro, especialmente a aviação regional, a Embraer estima que sua frota de aeronaves voando no País deve crescer. "A segunda geração de E-Jets, os E2, é de muita economicidade e perfeita para utilização no Brasil", comentou o vice-presidente de Operações da companhia, Luis Carlos Afonso, destacando a perspectiva de expansão da aviação regional. Ele lembrou que 200 aeronaves dessa nova família de jatos foram encomendadas pela SkyWest, uma das maiores empresas de aviação regional dos Estados Unidos. "Esperamos que em breve (os E 2) também estejam voando no Brasil". As primeiras aeronaves dessa nova família devem iniciar operação a partir de 2018.

Atualmente, segundo Afonso, existem 72 E-Jets em operação no País, o que corresponde a 16% da frota em circulação em território nacional. Segundo estimativas da Embraer, o número de aeronaves com até 120 assentos pode dobrar, enquanto as aeronaves maiores, com mais de 120 assentos, devem crescer 50%.

A companhia estima que o sistema aéreo brasileiro transportará o dobro de passageiros até 2022. Já em 2020, o índice de voos per capita passará dos atuais 0,5 para 1, ainda abaixo do índice registrado nos Estados Unidos, de 2,5 voos per capita. "Temos conhecimento de um estudo da USP que indica que em 2030 poderemos chegar a 2", acrescentou.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Para atrair voos, dez Estados subsidiam combustível da Azul

28/09/2013 - Folha de São Paulo

Governo do Rio Grande do Sul reduziu de 17% para 12% alíquota de ICMS para abastecimento de voos regionais

Empresa fez acordos similares em nove Estados; combustível representa cerca de 40% do custo dos setor

MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO

Enquanto a política de desenvolvimento da aviação regional não sai do papel, a Azul tem negociado acordos estaduais para voar pagando menos pelo combustível.

A empresa conseguiu do governo gaúcho a redução da alíquota do ICMS de 17% para 12%. A medida vale para voos regionais e está limitada a aviões de até 120 lugares.

A redução do ICMS do querosene de aviação é uma das principais demandas das empresas aéreas, que tentam convencer o governo federal a acabar com a guerra fiscal e promover uma alíquota única nacional.

O combustível representa cerca de 40% dos custos das companhias aéreas. Em alguns Estados, como São Paulo, o ICMS chega a 25%.

O acordo no Rio Grande do Sul começou a ser negociado pela Azul há dois anos. Além da empresa, apenas a Brava (ex-NHT) voa dentro do Estado e se beneficiará.

O presidente da Abear (associação que representa Gol, TAM, Avianca e Azul), Eduardo Sanovicz, diz que pretende solicitar ao governo gaúcho uma redução do tributo também para voos nacionais.

"Não apenas saúdo a medida como quero abrir um canal de conversa e ver que tipo de contrapartida podemos oferecer", afirmou.

A Azul já fechou acordos similares em mais nove Estados: Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia e Santa Catarina.

Como a Azul (que se uniu à regional Trip) opera praticamente sozinha no interior de boa parte desses Estados, as medidas acabam se transformando em uma vantagem competitiva que beneficia só ela. Além da Brava, restaram na aviação regional a Passaredo (SP) e a Sete (Goiás).

Há pouco mais de uma década havia mais de dez empresas regionais. Este cenário pode mudar com o novo programa para a aviação regional, anunciado em dezembro e que prevê subsídios e investimentos de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos.

"É possível que surjam empresas. Mas o plano precisa sair do papel", diz Sanovicz.

BRASÍLIA
O presidente da Abear diz que até dois meses atrás a entidade vinha tentando fechar acordos de ICMS com Estados, mas que a tática foi substituída por uma de negociação unificada. Em abril, o governo do DF reduziu a alíquota do imposto de 25% para 12%. "O resultado está mesurado", diz Sanovicz. "O aeroporto ganhou 56 novos voos e o consumo de combustível subiu 25%, segundo a ANP."

Plano de aviação regional prevê subsídio a empresas

30/09/2014 - O Estado de São Paulo

Projeto inclui reforma de 270 aeroportos no interior; expectativa de demanda é de 65 milhões de passageiros em 2025

O governo federal pretende reformar ou construir 270 aeroportos no interior do Brasil e conceder subsídios a empresas aéreas que voarem para essas cidades. O plano de estímulo à aviação regional foi anunciado em dezembro passado, com investimento de R$ 7,3 bilhões. A expectativa da Secretaria de Aviação Civil(SAC)édequeessesaeroportosrecebam65,5milhões de passageiros em 2025.

"As empresas querem voar mais. Se aparecer um cenário em que os voos para o interior sejam interessantes, elas vão avaliar. Depende da estrutura do programa",disseopresidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz.

O plano de incentivos à aviação regional é uma tentativa do governo de levar o transporte aéreo para o interior. Em 2012, apenas 122 cidades brasileiras foram atendidas por voos regulares, dez a menos do que no ano anterior e 50 a menos que em2000, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

As empresas menores não resistiram ao aumento de custos da aviação nos últimos anos e muitas deixaram de voar. As líderes TAM e Gol investiram em aeronaves maiores, modelos da europeia Airbus e da americana Boeing que são muito grandes para operar no interior, e focaram no tráfego aéreo dos grandes centros. A exceção é a Azul/ Trip, que voa para 105 cidades com126aviõesdabrasileiraEmbraer e da francesa ATR.

"A grande beneficiada com o estímulo à aviação regional no Brasil será a Embraer. O sonho da empresa é ver seus aviões voando pintados de vermelho ou laranja", disse uma fonte.

A Embraer aposta em quatro modelos para atender o mercado de voos regionais, com configurações que vão de 70 a 124 assentos. Procurada, a empresa disse que não comenta possíveis negócios com clientes, mas que vê "como positivo o plano de aviação regional do Brasil".

Andamento. Neste ano, a SAC fez estudos de demanda de tráfego aéreo para os 270 aeroportos, vistorias técnicas e comprou 186 caminhões de combate ao incêndio para os aeroportos. Em julho, o Banco do Brasil foi contratado para ser o agente financeiro do projeto. O BB dividiu o plano em seis regiões e abriu licitação para contratar empresas para fazerem projetos em quatro delas.

A previsão da SAC é de que as obras comecem no primeiro semestre de 2014. "Há diferença na situação dos aeroportos. Alguns têm projetos da prefeitura e outros não têm nada", disse a diretora do departamento de gestão do programa de auxílio a aeroportos da SAC, Fabiana Todesco.

A SAC já decidiu que dará subsídio para os voos regionais. As empresas vão receber um valor mínimo para viabilizar o destino economicamente. Falta definir ainda como será o repasse e como será o cálculo. É essa conta que a TAM espera para decidir se volta ao interior. /M.G.

● Infraestrutura
R$ 7,3 bi foi o investimento anunciado pelo governo na reforma e construção de 270 aeroportos no interior do Brasil; investimento em infraestrutura faz parte de um projeto de estímulo à aviação regional.

TAM ensaia volta às origens

30/09/2013 - O Estado de S.Paulo

Enquanto espera plano do governo para a aviação regional, empresa avalia comprar aviões da Embraer para voos no interior do País
Decisão da empresa depende de plano do governo de estímulo à aviação regional

Dificuldades. Após período de cortes na TAM em 2013, a executiva Claudia Sender
vê estabilidade em 2014 e retomada do crescimento em 2015

A TAM poderá voltar às origens e retomar os voos regionais. A empresa avalia a compra de aeronaves menores para viabilizar a operação em cidades do interior e tem entre os favoritos os modelos da Embraer, disse a presidente da TAM, Claudia Sender, em entrevista exclusiva ao Estado.

Segundo ela, a decisão depende da conclusão do plano de incentivo à aviação regional que está em fase de elaboração dentro do governo (leia reportagem abaixo).

O retorno à aviação regional seria uma guinada na estratégia de expansão da empresa, que desde a troca dos modelos Fokker-100 por aeronaves da Airbus e Boeing no decorrer da última década, tem direcionado seu crescimento para rotas entre grandes cidades brasileiras e destinos internacionais.

A fórmula de crescer rapidamente com aviões grandes, no entanto, entrou em xeque no ano passado. Depois de anos de crescimento de frota, as líderes TAM e Gol pisaram no freio e cortaram voos.

Claudia participou desse processo e tenta recuperar a rentabilidade da TAM com aviões mais cheios. Ela entrou na empresa em dezembro de 2011 como vice-presidente comercial e de marketing e, em maio, aos 38 anos, tornou-se presidente da companhia, sucedendo Marco Antonio Bologna, atual CEO da TAM S/A. O novo cargo a colocou na lista da revista Fortune de 40 executivos mais influentes do mundo com menos de 40 anos. Leia abaixo os principais trechos da entrevista com a executiva:

● O governo está preparando um programa para estimular a aviação regional. A TAM tem interesse nesse segmento?
Está no nosso radar. Estamos estudando esse segmento, mas a decisão de entrar na aviação regional depende da forma como vai sair esse programa. O DNA da TAM é regional. TAM vem de Táxi Aéreo Marília. O crescimento do Brasil deve se dar pelas cidades do interior, que crescem mais do que os grandes centros. Então, estamos analisando novos destinos e tentando entender qual o melhor modelo de frota para atender essas cidades.

● A TAM vai usar um avião especial para esses voos, como um ATR?
Muito provavelmente essa operação exigirá uma frota diferente da que temos hoje. Mas isso ainda está em avaliação. É difícil precisar hoje qual vai ser o modelo de aeronave, se vai ser um Embraer ou um ATR.

● Quais modelos a TAM avalia?
Vários.

● Por exemplo...
Estamos olhando principalmente para a Embraer, que tem um avião adequado para atender essa demanda.

● A TAM negocia com a Embraer?
Estamos em conversas com a Embraer para entender qual é a performance e o modelo de avião que seria mais apropriado para esse tipo de atuação. Estamos trabalhando em cima de algumas hipóteses, mas ainda faltam muitas definições (sobre o programa do governo) para que essa decisão esteja tomada.

● Quando vocês tomam essa decisão?
Assim que o programa do governo de aviação regional estiver definido.

● Qual o tamanho das cidades que a TAM poderá voar?
Depende de como sairá o programa de incentivos (subsídio). Hoje, estamos com avaliações extensas, mas estamos olhando aeroportos médios para cima. Os aeroportos muito pequenos agregariam uma complexidade grande ao nosso sistema. Mas existem uma série de aeroportos médios onde hoje a TAM não está presente, mas que, com um modelo de incentivo, podem fazer sentido.

● Por que o voo regional é interessante para a TAM?
Porque boa parte do crescimento da aviação no Brasil vai se dar nas cidades menores.

● Se existe espaço para crescer, por que a TAM reduziu a oferta este ano?
Reduzimos a oferta, mas aumentamos o número de passageiros transportados. A TAM retirou 11% de capacidade desde o fim de 2011, mas transportou mais passageiros. A grande mudança na estratégia da TAM foi essa quebra de paradigma de que a única forma de crescer é adicionando capacidade.

● O que mudou?
No fim de 2011 começamos a reavaliar a estratégia para o mercado doméstico. A primeira coisa que entendemos foi que o nosso ativo estava muito ocioso. O avião que decola com 30% dos assentos vazios é como uma fábrica que fica um turno parada. Tivemos um choque de custos na indústria e o combustível se tornou 40% do custo. Cada vez que um avião decola, carrega esse custo com ele. Então, se o avião vai decolar, é bom que esteja gerando alguma margem. A estratégia se tornou maximizar a receita de um avião e só tirar ele do chão quando realmente fizer sentido.

● A TAM tem aviões parados?
A nossa frota reserva é de cinco aeronaves. Quando entrei na TAM, tínhamos apenas uma. A estratégia de voar com as aeronaves mais cheias nos trouxe um desafio de regularidade forte, que hoje está perto de 100%. Quando a empresa trabalha com uma taxa de ocupação de 80%, não dá para cancelar ou fundir voos. Isso cria uma cascata de problemas. Para ter regularidade, é preciso ter uma frota reserva mais robusta.

● Em entrevista no fim de 2012, Marco Antonio Bologna disse que a meta dele era ter 75% de ocupação nos voos nacionais. Qual é seu número?
Eu luto pelos 80%. Nos mercados mais maduros, como o americano e o europeu, a taxa média de ocupação nos voos domésticos é acima de 80%. Aqui no Brasil conseguimos 84% em julho, mas temos trafegado em 70 e muitos por cento. Acredito que o caminho para a recuperação da indústria seja melhorar o aproveitamento da aeronave.

● A TAM fará novos cortes de oferta?
O corte deste ano já foi feito. Não temos mais nada programado. Para 2014, prevemos estabilidade. Acho que temos todo o potencial para voltar a crescer em 2015.

● O que você achou da sua indicação à lista de executivos jovens mais influentes do mundo da Fortune?
Fiquei contente. As pessoas ficaram felizes em ver um brasileiro e uma mulher nessa lista. É bacana ser um bom exemplo.

● No vermelho
R$ 1,2 bilhão foi o prejuízo da TAM em 2012
R$ 13,7 bilhões foi a receita da empresa no ano passado
42 cidades recebem voos da TAM no Brasil


DE MARÍLIA PARA O MUNDO
Empresa nasceu como táxi aéreo

● Origem
Em 1976, O comandante Rolim Amaro, diretor da Táxi Aéreo Marília, cria a TAM, com foco em voos regionais para São Paulo, Paraná e Mato Grosso.
● Alcance nacional
A TAM passa a voar nos anos 90 com o Fokker-100, de 100 lugares, e ganha alcance nacional. Anos depois, troca o modelo por aviões da Airbus.
● Fusão com a LAN
Em 2010, a TAM anunciou sua fusão com a chilena LAN, criando a Latam, a maior empresa aérea da América Latina, com sede no Chile.

✽ Aos 38 anos, a executiva assumiu a presidência da líder no setor aéreo no Brasil. Engenheira química formada pela USP, com MBA em Harvard, ela trabalhou na multinacional Whirlpool e na consultoria Bain & Company antes de ingressar na TAM.