quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Meta do governo é ter um aeroporto a no máximo 150 km de cidades mato-grossenses

01/10/2017 - Olhar Direto

Wesley Santiago

Aeroporto de Sorriso recebeu investimentos e começou a operar com voos regulares
Aeroporto de Sorriso recebeu investimentos e começou a operar com voos regulares

O secretário de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo Duarte, apresentou nesta sexta-feira (29), durante o 1º Workshop de Aeroportos e Aeródromos Regionais de Mato Grosso, um ousado plano do Governo para o setor aeroviário. A intenção é que o Estado tenha um aeroporto apto a receber voos a no máximo 150 quilômetros de cada sede municipal. O trabalho será a longo prazo, mas poderá render muitos bons frutos para os cidadãos, principalmente do interior.

“Tenho dito o seguinte: o desenvolvimento não chega somente de carro. A gente percebe que todas as cidades de Mato Grosso que tiveram a visão de desenvolver um aeroporto no seu início, hoje tem universidades, empresas, estudos internacionais. O aeródromo traz esta oportunidade e cria condições para o desenvolvimento. Através dos voos é que chegam empresários, investidores e saem doentes para hospitais também”, explicou o secretário.

A intenção do governo é ter pelo menos um voo regional em nove regiões do Estado. O objetivo é criar hubs [designação dada ao aeroporto utilizado por uma companhia aérea como ponto de conexão para transferir seus passageiros/carga para o destino pretendido] regionais que atendam a uma grande população de cidades próximas. Com isto, cada sede municipal teria pelo menos um aeródromo com voos a, no máximo, 150 quilômetros de distância.

“Dom Aquino, por exemplo, pode ser um dos hubs regionais no Vale do São Lourenço. Existem muitos outros que poderão atender a grandes regiões, que tem vários municípios próximos”, explicou o secretário.

Em Mato Grosso, são 25 aeroportos homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e 17 contam com pista de asfalto. Porém, só sete deles tem balizamento e podem ter operações noturnas. Com o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) dos aeroportos, a estimativa é de receber R$ 20 milhões por ano. Parcerias Público-Privada também são outros meios para auxiliar na reforma e ampliação dos terminais.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

MODERN Logistics começa a operar voos regulares

13/09/2017 - Aeroflap

A partir desta semana, a MODERN Logistics começa a operar voos regulares, além dos voos fretados
que já realiza para atender as demandas dos clientes. O Boeing 737-400F da empresa voará todas as semanas entre Campinas (Aeroporto Internacional de Viracopos), Brasília e Manaus.

“A maior novidade para o mercado é o serviço cargueiro regular entre Campinas e Brasília e entre Manaus e Brasília, que mostra a proposta da empresa de ir além do que já existe e oferecer ao mercado novas alternativas”, disse Gerald Lee, CEO da MODERN Logistics.

Idealizada há 5 anos, a MODERN Logistics começou a operar há dois, primeiro na área de armazenagem e transporte rodoviário. Desde junho passado, com a assinatura do contrato de concessionária de serviços públicos de transporte aéreo regular com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), a empresa começou a oferecer voos com sua própria aeronave completando o pool de
serviços que a companhia oferece para seus clientes.

A empresa é resultado de um investimento de US$ 75 milhões e tem como meta chegar a 2020 com  15 aeronaves. Até o fim do ano serão dois Boeing 737-400 F e a empresa também vai voar com modernos ATR-72F, para conectar as cidades de menor porte aos maiores centros e assim atender a demanda dos clientes.



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Aeroportos têm pouco movimento

07/08/2017 - O Estado de S. Paulo.

Renée Pereira, Agência Estado

A combinação entre investimentos bilionários, dívida alta e uma expectativa de demanda que nem de longe se confirmou jogou os aeroportos licitados entre 2011 e 2013 numa grave crise financeira. Levantamento feito pelo Estado, com base em informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mostra que, em média, a demanda de passageiros está quase 30% abaixo do que era projetado na época dos leilões. Na prática, isso representa uma frustração de demanda que somava 32 milhões de passageiros no ano passado e que não viraram receita para as concessionárias.

Hoje os seis aeroportos concedidos - Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ), Confins (MG) e Natal (RN) - convivem com a ociosidade. Em alguns casos, esse indicador beira os 80%, como é o caso de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Em Viracopos, Confins e Galeão, a ociosidade supera os 50%. O cenário é difícil até mesmo nos dois maiores aeroportos do País. Em Guarulhos, os investimentos elevaram a capacidade para 50 milhões de passageiros, mas a movimentação foi de 36 milhões no ano passado; em Brasília, a capacidade é de 25 milhões para 18 milhões de passageiros.

Especialistas afirmam que o cenário atual de demanda não era esperado nem no pior dos mundos. Na época dos leilões, o ambiente era de forte crescimento da economia, com as famílias viajando cada vez mais de avião dentro e fora do País. Pouco tempo antes, o Brasil havia enfrentado o chamado "caos aéreo", que revelou a carência de investimentos no setor e abriu espaço para a entrada da iniciativa privada. Nos leilões, o governo aproveitou para exigir pesadas quantias para modernizar e ampliar os terminais nacionais, e os investidores entraram no jogo, oferecendo ágios bilionários pelas concessões.

"Ninguém podia imaginar que o buraco seria tão grande", afirma Allemander Pereira, ex-diretor da Anac. Com a forte recessão econômica, a curva projetada foi ficando mais distante da realidade vivida nos aeroportos. As receitas caíram e provocaram um descompasso entre o caixa e as obrigações das concessionárias.

Nos leilões de licitação, os vencedores jogaram alto para arrematar as concessões e aceitaram pagar outorgas bilionárias ao governo. Teve ágio de até 673%, como foi o caso do Aeroporto de Brasília. No Galeão, a oferta foi menor, de 294%, mas o grupo se comprometeu a pagar R$ 19 bilhões, divididos em 24 anos, à União. Mas, com a mudança do cenário econômico, esses compromissos ficaram pesados demais para o tamanho do negócio. O resultado foi que quase todas as concessionárias atrasaram o pagamento da outorga por falta de caixa. Outras preferiram fazer o depósito em juízo até que algumas pendências sejam avaliadas pela Anac.

Devolução

Nesse ambiente, a concessionária de Viracopos, cuja movimentação está quase 40% abaixo da projetada na época do leilão, iniciou um processo de relicitação da concessão, ou seja, vai devolver o ativo ao governo para ser leiloado novamente. Com um sócio envolvido na Lava Jato e em recuperação judicial (a UTC), outro em recuperação extrajudicial (a Triunfo) e com problemas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a concessionária ficou sem caixa para pagar a outorga de 2016, de R$ 178 milhões - a Anac executou o seguro-garantia do aeroporto.

O Aeroporto do Galeão passou pelos mesmos problemas, mas conseguiu resolver os percalços, pelo menos, por enquanto. A chinesa HNA, sócia da Azul, comprou a participação da Odebrecht no grupo e aportou recursos para honrar os compromissos atrasados. A concessionária ficou alguns meses sem pagar a outorga de mais R$ 1 bilhão ao governo, mas acertou um acordo para o reperfilamento das parcelas. "Os sócios colocaram mais dinheiro e, assim, vamos antecipar o pagamento da outorga, que soma mais de R$ 3,5 bilhões", afirma o presidente da Riogaleão, Luiz Rocha. As informações são do jornal

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Aeroporto 'Eduardinho' será desativado até 1º de agosto em Manaus, diz Infraero

06/07/2017 - G1 AM

Mudança ocorre dois anos após obras de ampliação e reforma do espaço em Manaus.

Por Ive Rylo

Terminal 'Eduardinho' (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
Terminal 'Eduardinho' (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

O terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, o "Eduardinho", será desativado a partir do dia 1º de agosto deste ano, segundo anunciou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) nesta semana. As atividades realizadas no local serão transferidas para o Terminal 1. A mudança A ocorre dois anos após obras de ampliação e reforma do espaço. Empresários do setor que operam no terminal criticam a data prevista para a mudança.

De cordo com informações repassadas pela Infraero, a mudança ocorre após estudo realizado pela Diretoria de Aeroportos, com apoio das Diretorias de Operações e Segurança.

“A alteração traria mais conforto para os atuais usuários do terminal 2 devido à infraestrutura e serviços disponíveis no terminal 1, além de ganhos de eficiência operacional e econômica para as atividades do aeroporto”, apontou nota.

No “Eduardinho” operam duas empresas aéreas, a Total e a Map. De acordo com dados da Infraero, passam pelo terminal 360 pessoas diariamente. Tanto o fluxo de passageiros como o operacional do terminal 2 serão absolvidos no terminal 1.

“O complexo inteiro tem capacidade operacional para receber 13,5 milhões de passageiros por ano, sendo que a capacidade do terminal 2 é de 2 milhões de passageiros por ano. Em 2016, o Eduardo Gomes recebeu 2,61 milhões de passageiros, contando embarques e desembarques”, afirmou a empresa.

Segundo a empresa de aviação, nenhum funcionário do terminal 2 será demitido e não haverá prejuízo para as empresas do ramo de táxi aéreo que operam no “Eduardinho”. O órgão estuda alternativas para a utilização do espaço do terminal 2 para outras atividades.

Reforma

O terminal 2 foi reformado e ampliado entre os anos de 2013 e 2015. Foram investidos aproximadamente R$ 20 milhões na transformação do espaço que teve a capacidade de receber 2 milhões de passageiros por ano. Houve a mudança do piso, pé direito que passou de 5 metros para 8 metros, cobertura em aço galvanizado e climatização dos ambientes.

Também foram ampliadas as salas de embarque, desembarque e os banheiros. Uma parede de vidro foi instalada na sala de embarque para que os passageiros pudessem acompanhar a movimentação das aeronaves no pátio. As vagas no estacionamento saltaram de 131 para 267.

Prazo

O diretor comercial da empresa MAP, Décio Assis, questiona o prazo apontado pela Infraero para que seja feita a transferência. Ele diz que a empresa precisa de um tempo maior para se adequar.

“Comercialmente atender o ‘Eduardinho’ no terminal 1 não tem grande mudança. Para o passageiro, a alteração é apenas uma questão de ter tempo para absolver o novo endereço. Mas operacionalmente é uma coisa que não pode ser feita a toque de caixa, é uma mudança que envolve toda uma estrutura operacional”, disse Décio.

Ele acredita que a mudança repentina poderá trazer transtornos para a empresa taxou como “inviável” o prazo de 1º de agosto.

“Isso ser feito agora para 1º de agosto já estar no outro terminal é praticamente inviável. Vai trazer transtornos para toda nossa área de manutenção. É preciso saber como que vai ficar o acesso dos nossos funcionários aos hangares, que hoje é feito através do terminal 2. Tudo que tem aqui, vai ter que ser transferido para la, toda a operação, todos os equipamentos vão ter que ser transferidos para o terminal 1 e isso não é feito com a simplicidade que estão pensando”, analisou o diretor da MAP.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Passaredo Linhas Aéreas é vendida para o grupo de transporte rodoviário Itapemirim

03/07/2017 - G1 Ribeirão e Franca

Valor da negociação não foi informado. Novos gestores dizem que vão adquirir 20 aeronaves até 2018 e ampliar de 20 para 80 os destinos aéreos no interior do país.

Passaredo Linhas Aéreas tem sua operação baseada em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Passaredo Linhas Aéreas tem sua operação baseada em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV) 

A Passaredo Linhas Aéreas anunciou na noite desta segunda-feira (3) a venda da empresa para o Grupo Itapemirim, conglomerado de transporte rodoviário de cargas e passageiros, que atua em 22 estados e conta com 1,2 mil ônibus. O valor da negociação não foi divulgado.

Em nota, a assessoria da Passaredo informou que a gestão da empresa será compartilhada pelos próximos dois meses, durante o "cumprimento de condições suspensivas", mas o comando executivo ficará nas mãos do empresário Sidnei Piva de Jesus, sócio da Itapemirim.

Atualmente, a Passaredo possui sete aviões e atende 20 cidades em nove estados brasileiros. O grupo Itapemirim anunciou que vai ampliar para 80 os destinos aéreos no interior do país e adquirir 20 novas aeronaves até o final do próximo ano.

A integração entre as malhas aérea e terrestre atingirá cerca de 2,5 mil cidades brasileiras.

Também em nota, a Passaredo informou que as operações firmadas em codeshare, com a Latam Linhas Aéreas, e em contrato interline, com a Gol Linhas Aéreas, continuam funcionando normalmente. Isso significa que as empresas seguem operando de forma complementar.

Passaredo Linhas Aéreas tem sede em Ribeirão Preto (Foto: Claudio Oliveira/EPTV)
Passaredo Linhas Aéreas tem sede em Ribeirão Preto (Foto: Claudio Oliveira/EPTV) 

Em recuperação judicial há quatro anos, a Passaredo chegou a demitir 200 funcionários em junho do ano passado e ainda deixou de atender os municípios de Dourados (MS) e Uberlândia (MG), como parte de um processo de reestruturação diante da crise econômica.

Antes disso, em julho de 2012, a empresa já havia demitido 113 colaboradores, após encerrar os voos entre o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), e cidades de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Cascavel (PR) e Londrina (PR).

"O novo controlador quer investir para o crescimento sustentável do negócio, para que, gerando receita, a própria empresa possa liquidar seu passivo", diz nota enviada pela Passaredo.

O grupo Itapemirim, por sua vez, é formado pela Viação Itapemirim, que também está em processo de recuperação judicial, diante de um quadro de dívidas trabalhistas e com fornecedores da ordem de R$ 330 milhões e de um passivo tributário de R$ 1 bilhão.

Garagem da Viação Itapemirim em Cariacica, ES (Foto: Bernardo Coutinho/ A Gazeta)
Garagem da Viação Itapemirim em Cariacica, ES (Foto: Bernardo Coutinho/ A Gazeta)

terça-feira, 4 de julho de 2017

Aeroporto de Jericoacoara receberá voo da Azul

03/07/2017 - Diário do Nordeste

A nova rota ligará o Litoral Leste do Estado ao Recife aos domingos

por Redação Diário do Nordeste

Aeroporto de Jericoacoara
O Aeroporto Regional de Jericoacoara tem capacidade para receber 600 mil passageiros por ano ( Foto: Helene Santos )

A partir do dia 16 de julho, o Aeroporto de Jericoacoara irá receber um novo voo, desta vez vindo do Recife. A companhia aérea Azul recebeu, nesta segunda-feira (3), autorização para operar voos diretos saindo da capital pernambucana para o destino no Litoral Oeste do Ceará.

De acordo com o assessor de Infraestrutura Aeroportuária do Departamento Estadual de Rodovias do Ceará (DER), coronel Paulo Edson Ferreira, a empresa ganhou autorização para operar, inicialmente, com voos charters. O voo vai sair do Recife aos domingos, às 13h10, e pousar no Aeroporto  de Jericoacoara, às 14h40. A volta será às 15h10, com chegada às 16h45. As viagens serão em jato Embraer 195, de 118 assentos.

A informação sobre o novo voo foi publicada pelo governador Camilo Santana, em sua página no Facebook. “A novidade significa cada vez mais oportunidades de emprego e desenvolvimento para o nosso Estado”, disse. O governador acredita que, ainda no início das operações, o aeroporto possibilite aumento de 7% no número total de turistas da região. Ao longo de três anos, o número deve chegar a 20%, segundo o governador.

O equipamento, inaugurado no dia 24, já recebe voos diretos vindo de Congonhas, São Paulo, operados GOL,  aos sábados. Na última sexta-feira (30), a Secretaria do Turismo anunciou que a GOL vai operar um segundo voo semanal, às quartas-feiras, ligando a capital paulista ao Litoral Oeste cearense.

O Aeroporto Regional de Jericoacoara tem capacidade para receber 600 mil passageiros por ano.


   


   



domingo, 2 de julho de 2017

Em um ano, Azul transportou 100 mil passageiros a Lisboa

30/06/2017 - Aviação

Ana Luiza 

Azul levou 100 mil passageiros para Lisboa em um ano
Azul levou 100 mil passageiros para Lisboa em um ano

A Azul celebrou um ano de operações em Lisboa, com 100 mil clientes transportados na rota que liga Campinas (SP) à capital portuguesa.

Única empresa brasileira a operar voos diretos para Portugal, a Azul começou a rota em junho de 2016 com três operações semanais. Em maio deste ano, a companhia ampliou as frequências entre as duas cidades, tornando o voo diário.

“Estamos muito satisfeitos com a demanda desses voos e, por isso, tornamos as nossas operações diárias”, destacou o presidente da Azul, Antonoaldo Neves.

A Azul liga mais de 50 cidades brasileiras a Campinas. Em Lisboa, os clientes contam com voos da Tap e Tap Express para mais de 80 destinos em 35 países, por meio do codeshare firmado entre as companhias.

A aeronave da rota para Portugal é a A330, maior da frota da companhia e que oferece as classes Buniness, Economy Xtra e Economy, além do Sky Sofa, espaço na aeronave em que um grupo de quatro poltronas se transforma em uma cama.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Paraíba recebe primeiro voo internacional

30/06/2017 - Brasilturis Jornal

Neste sábado (01), a Paraíba recebeu o primeiro voo internacional entre  João Pessoa e Buenos Aires (Argentina), pela Gol Linhas Aéreas, pelo Aeroporto Castro Pinto. Houve uma série de atividades de recepção, com apresentações de tango, para os paraibanos que embarcaram para a Argentina, depois danças folclóricas para os passageiros que desembarcaram. Também foram distribuídos material institucional para esses passageiros.

Assim que o avião pousou no aeroporto, dois carros do Corpo de Bombeiros irão ficar posicionados para promover a tradicional solenidade de batismo da aeronave, que é uma ação que ocorre em todos os aeroportos do mundo para dar boas-vindas ao novo voo. Será jogada água no avião.

Para esse voo, o governo local negociou a redução para 6% na alíquota de ICMS incidente no combustível de aviação. A Gol deve ainda mexer na sua malha aérea para João Pessoa e Campina Grande, alterando alguns horários para facilitar o acesso dos passageiros, tanto para chegar na Paraíba, como aqueles que embarcam para outros destinos.

Nossa malha aérea

O Aeroporto Internacional de João Pessoa tem capacidade para receber 2,3 milhões de passageiros por ano, sendo que em 2016 passaram pelo terminal 1.418.232 passageiros entre operações de embarque e desembarque. Atualmente, o Castro Pinto conta com 25 voos regulares (16 diários e 9 que operam semanalmente), com destino ao Rio de Janeiro (RJ), Guarulhos e Campinas (SP), Brasília (DF), Campina Grande (PB) e Recife (PE).

O voo entre João Pessoa e Buenos Aires será aos sábados. Vindo da Argentina ele será direto, com um tempo médio de cinco horas de duração. Na ida para a capital argentina, haverá uma escala no Aeroporto de Maceió/Zumbi dos Palmares, de pouco mais de uma hora de permanência.

domingo, 25 de junho de 2017

Loteamento em Palhoça permite que empresário vá ao trabalho usando o próprio avião

24/06/2017 - Notícias do Dia

Aeropark está em construção na cidade Pedra Branca e sua primeira etapa será entregue até agosto do ano que vem.

BRUNELA MARIA

Chegar ao trabalho por via área, sem precisar enfrentar congestionamentos e se deslocar rapidamente para qualquer lugar com o apoio de um avião executivo ou helicóptero. A alternativa vai estar disponível na Grande Florianópolis a partir do ano que vem e o projeto tem atraído investidores das mais variadas partes do País. A primeira etapa do empreendimento deve ser entregue até agosto, no bairro Pedra Branca, em Palhoça.

O Aeropark Pedra Banca conta com cerca de 300 lotes, para as mais variadas atividades comerciais. Pelo menos 44 deles estão destinados à construção de hangares, no entrono da pista que hoje é utilizada pelo Aeroclube de Santa Catarina, parceiro do investimento. No local também estarão disponíveis serviços aeronáuticos, com o abastecimento, manutenção de aeronaves, escola de aviação e fretamentos.

A exclusividade da iniciativa, que ajuda o empresariado a driblar o problema da mobilidade urbana, que cada vez mais se faz presente em Santa Catarina, fez com que 70% dos lotes fossem vendidos na primeira fase de implantação, segundo conta o diretor executivo da Pedra Branca Empreendimentos, Marcelo Gomes. Para ele, também contribuiu para a atração dos investidores o conceito de cidade completa construído no bairro e o crescimento econômico da região.

“Nosso objetivo é proporcionar um local completo. Esse projeto é bastante inovador e tem a localização como diferencial. Está dentro da cidade, tornando-se alternativa ao Aeroporto Hercílio Luz. Queremos oferecer os lotes para empresas construírem seus empreendimentos comerciais, serviços e indústrias e facilitar esse deslocamento com a proximidade da pista do aeroclube, nosso parceiro”, diz. Gomes também descreve que um novo acesso para a Pedra Branca, através da avenida das Universidades, também será criado, para manter o vínculo de proximidade no condomínio, um dos mais estruturados da região.

Expectativa de geração de Empregos

Além do grande diferencial associado à mobilidade urbana, a construção do Aeropark deve proporcionar um novo momento econômico para a cidade de Palhoça. A empresa responsável pelo empreendimento projeta a geração de cerca de 3 mil empregos diretos – o equivalente à uma indústria de grande porte, mas podendo gerar muito mais empregos indiretos, devido à diversidade das empresas que devem se instalar no local. Segundo levantamento da Pedra Branca, até agora 65% dos empresários que adquiriram lotes pretendem de fato instalar ou transferir suas empresas para Palhoça. 

“Temos muita mão de obra aqui e por isso projetamos um desenvolvimento econômico fantástico. Temos ainda a preocupação de ligar o empreendimento com as ciclovias e vias até o centro da Pedra Branca, tudo para facilitar ainda mais a chegada das pessoas”, salienta Gomes.

Um dos investidores é o empresário Guilherme Granzinolli, diretor de operações da empresa Invictus, que já adquiriu lotes no Aeropark e que a partir de julho de 2018, quando a primeira etapa do empreendimento será entregue, vai construir sua sede e levar toda sua operação para o loteamento. “O que nos atraiu foi o conceito, que apresenta um formato moderno, planejado e, principalmente, por estar integrado às facilidades do bairro Pedra Branca”, destaca.

Segundo Gomes, a iniciativa já conseguiu atrair empresas de logística, combustível, farmacêutica e comércio. “Atualmente, circulam diariamente no bairro cerca de 23 mil pessoas entre moradores, estudantes e trabalhadores. E nossa meta é alcançar 80 mil. Com a entrega do Atrium Offices, em setembro, finalizamos a primeira etapa, que envolveu os empreendimentos que contornam os quatro lados da Praça Espelho D’Água. O Aeropark retrata este segundo momento da Pedra Branca, assim como o Pátio Civitas. Hoje os empresários querem trazer suas empresas para a Pedra Branca para fazer parte do que construímos aqui”, declara.

Segunda etapa em 2020

A segunda fase do Aeropark tem previsão de ser concluída em 2020. O projeto será apresentado nos próximos meses às prefeituras de Palhoça e São José, comunidade e entidades da região. Conforme antecipa Marcelo Gomes, o próximo passo é planejar para esse ano os detalhes para a venda dos lotes neste segundo momento do empreendimento. “Os lotes com hangares são uma novidade em Santa Catarina. Nossa negociação com o Aeroclube inclui que nossos clientes terão uma classe especial entre os sócios do clube, não tendo custo por pouso e decolagem, dúvida muito comum entre os clientes”, ressalta Renato Ramos, Gerente de Negócios da Pedra Branca.

Para Gomes, o Aeropark também vai agregar qualidade de vida aos empresários. “Acreditamos muito nesse projeto e no seu potencial”, disse. Da primeira etapa restam ainda 23 lotes disponíveis. Os aviões que poderão acessar o local são jatos particulares e executivos.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

1955: Avião Caravelle revolucionava a aeronáutica

23/06/2017 - Terra

 Deutsche Welle

Em 23 de junho de 1955 foi lançado o primeiro avião de passageiros a jato com turbinas na fuselagem. O Caravelle podia atingir velocidade de 800 quilômetros por hora e foi usado primordialmente em voos dentro da Europa.O lançamento do novo avião representou uma verdadeira revolução na história da aeronáutica. Até 1955, a aviação civil conhecia apenas as aeronaves movidas a hélice. A história do Caravelle, como foi chamado o novo avião, começou em 1951, quando o governo francês resolveu incentivar a criação de uma alternativa para o DC-3, da norte-americana McDonnel Douglas.

A solução mais interessante parecia ser a construção de um bimotor a jato, inédito no mundo. Um ano depois, construtores franceses de aviões foram convidados a apresentar um projeto nesse sentido. A tarefa imposta pelo Ministério da Aviação da França era viabilizar uma aeronave que transportasse até 65 passageiros, mais a carga, a uma velocidade de 700 quilômetros por hora.

Venceu o projeto da Société Nationale de Constructions Aéronautiques Sud-Aviation. A empresa havia planejado um avião que poderia ser usado tanto em conexões dentro da Europa como em viagens transatlânticas. Era o SE 210 Caravelle, em alusão aos navios usados na época dos Grandes Descobrimentos.

Detalhes copiados pela concorrência

Em vez de usar motores franceses, foram escolhidos motores britânicos da marca Rolls-Royce. Os dois protótipos iniciados em 1953 foram apresentados ao público durante a Exposição de Aeronáutica de Paris em 23 de junho de 1955. Tratava-se de uma enorme questão de prestígio para a aviação francesa.

Uma semana antes, o piloto francês Pierre Navot havia testado com êxito um dos protótipos. O sensacional para a época era a colocação das turbinas. Para melhorar a aerodinâmica, elas haviam sido presas em gôndolas diretamente na fuselagem, na parte traseira do avião, o que também diminuiu os ruídos para os passageiros.

As principais vantagens aerodinâmicas do novo avião eram sua grande estabilidade, a liberdade da circulação de ar ao longo da fuselagem e o seu eixo longitudinal. Outra sensação era que o Caravelle podia manobrar e decolar apenas com um dos motores.

Outras novidades do avião de 32 metros de comprimento eram as escadas, situadas atrás das asas, as janelas triangulares e a velocidade de até 800 km/h. O modelo fez tanto sucesso que seu conceito foi copiado pelas norte-americanas Boeing e McDonnel Douglas nos respectivos modelos 727 e DC-9.

O último Caravelle deixou o centro de montagem em Toulouse St. Martin, na França, em 1973. No total, foram produzidos 282 aviões do modelo.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

MODERN Logistics faz primeiro voo comercial entre Campinas e Recife

14/06/2017 - Jornal Floripa

O Boeing 737-400F decolou de Viracopos ontem, (12.06), às 22h48, com 14,6 toneladas de carga, composta de auto-peças em regime de Trânsito Aduaneiro

A MODERN Logistics realizou na noite de ontem (12.06) o primeiro voo comercial após a assinatura do contrato de concessão. O Boeing 737-400F, prefixo PP-YBA, decolou às 22h48 do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, com destino a Recife (PE). O pouso no Aeroporto de Guararapes aconteceu à 1h34 de hoje. O cargueiro da MODERN Logistics levava 14,6 toneladas em um carregamento de peças automotivas.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Azul terá voos diários de Campinas para Bauru e Marília

12/06/2017 - Panrotas

Karina Cedeño    



A Azul passará a atender, a partir de 1º de agosto deste ano, as cidades paulistas de Bauru e Marília exclusivamente com voos diretos para Campinas (Viracopos).

As operações, que até então contavam também com voos circulares entre as cidades, agora serão realizadas diariamente apenas com voos diretos, o que resultará em maior oferta de assentos e rapidez para os passageiros chegarem aos seus destinos.

“A demanda para as cidades tem gerado ótimos resultados, nos impulsionando a aumentar a oferta e passar a operar só voos diretos, tanto de Viracopos para Bauru como de Viracopos para Marília. Os passageiros gostarão muito da mudança, já que terão mais voos para escolher e mais rapidez para chegar e sair das cidades” afirma o diretor de Planejamento de Malha da Azul, Daniel Tkacz.

Os voos diretos já estão à venda em todos os canais de atendimento da Azul.

País tenta atrair empresas aéreas de baixo custo

09/06/2017 - Época Negócios 

Ryanair, maior operadora de low cost da Europa, manifestou interesse em vir para o Brasil

Boeing da Ryanair (Foto: Reprodução)
Boeing da Ryanair (Foto: Reprodução)

Na feira aeronáutica de Le Bourget, a maior do mundo, o governo vai tentar atrair empresas aéreas operadoras de low cost para o País. "O Brasil está criando condições para que elas operem aqui", disse o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella. Um passo importante, segundo ele, foi a criação de novas regras para o transporte aéreo, que acabou com as franquias de bagagem. "Isso era um impeditivo muito grande", afirmou.

A feira será realizada entre os dias 19 e 25 próximos, em Paris, e o governo brasileiro fará um roadshow sobre oportunidades de negócio em infraestrutura. O novo pacote de concessões de aeroportos, porém, não deverá ficar pronto a tempo de ser apresentado no evento, segundo Quintella.

Além do fim do transporte gratuito de bagagem despachada, a criação de um ambiente positivo para a atração de novas aéreas para o Brasil depende da aprovação, pelo Congresso, da Medida Provisória (MP) que permitirá a operação, no País, de empresas aéreas com até 100% de capital estrangeiro.

Outra proposta de interesse do setor é um projeto de resolução do Senado que fixa em 12% a alíquota máxima para o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o querosene de aviação. A medida ajudaria a reduzir o custo de operação das aéreas.O ministro, que é deputado federal pelo PR de Alagoas, informou que pretende se reunir com líderes partidários na semana que vem para pedir pressa na análise dessas duas propostas.

A reunião com as operadoras de low cost foi articulada porque a Ryanair, maior operadora de low cost da Europa, manifestou interesse em vir para o Brasil. A empresa já tem planos de operar na Argentina.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Três Lagoas terá nova opção de voo para São Paulo a partir do dia 1º de agosto

08/06/2017 - Campo Grande News

Osvaldo Júnior

Três Lagoas contará com mais uma opção de voo para São Paulo a partir de 1º de agosto. A companhia Azul informou que passará a operar um segundo voo diário entre a cidade sul-mato-grossense e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.

“Os voos, realizados com os modernos turboélices ATR 72-600 para até 70 clientes, já estão disponíveis para compra em todos os canais de atendimento da Azul”, comunicou a empresa.

O diretor de Planejamento de Malha da Azul, Daniel Tkacz, disse que há grande expectativa quanto à procura pelo voo. “Estamos muito entusiasmados com esse novo voo, pois a demanda da rota entre São Paulo (Viracopos) e Três Lagoas tem gerado ótimos resultados”, afirmou.

Com a mudança, terá, de segunda a sábado, voo da Azul saindo de São Paulo às 9h10 e chegando a Três Lagoas às 9h50. Da cidade sul-mato-grossense, a partida será às 10h15, com chegada a Viracopos às 12h45.

Já aos domingos, os horários serão os seguintes: de São Paulo (às 13h20) a Três Lagoas (14h); de Três Lagoas (14h25) a São Paulo (16h55).

Novo voo entre João Pessoa e Buenos Aires já atrai mil turistas argentinos

07/06/2017 - Brasilturis


O primeiro voo internacional regular que começa a ser operado no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João Pessoa, a partir do dia 1º de julho, entre João Pessoa e Buenos Aires, já tem, aproximadamente, mil bilhetes comprados por turistas que virão da capital argentina. Os dados foram divulgados pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) nesta terça-feira (6) e repassados pela Gol Linhas Inteligentes, referentes a 1º de julho e 20 de agosto.

O volume de vendas de bilhetes de João Pessoa para Buenos Aires, segundo a Infraero, era de 602 paraibanos que irão para a Argentina. No total serão quase 1,5 mil embarques e desembarques confirmados para o período. Na avaliação da presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, “o número é bastante expressivo se comparado com o mercado de Alagoas”.

A executiva paraibana informa que o voo vem direto da Argentina, mas, no retorno, faz uma escala em Maceió, no Aeroporto Zumbi dos Palmares. Enquanto a capital paraibana até a tarde de terça-feira tinha confirmado 860 passageiros argentinos, Maceió contabilizava 361 passageiros. No retorno para a Argentina, o mercado paraibano já havia vendido quase o dobro de passagens: 602 contra 394 bilhetes comercializados. “O voo já está sendo um sucesso e está movimentando todo o conjunto do nosso turismo, com a rede hoteleira, agências de receptivos e o comércio sendo diretamente beneficiados”, disse Avelino.

A presidente da PBTur, ao lado do diretor de Marketing, Luciano Lapa, esteve reunida com o superintendente da Infraero no Castro Pinto, Roberto Germano de Souza, para definir os últimos detalhes a respeito da recepção do voo inaugural. Na ocasião, Germano afirmou que está praticamente tudo pronto e confirmou a solenidade de batismo da aeronave que vai pousar no aeroporto. O batismo é uma tradição mundial, quando o Corpo de Bombeiro joga água no avião assim que se aproxima do terminal de passageiros.

Quadrilha junina

Ao desembarcar em João Pessoa, os turistas argentinos deverão ser recepcionados em ritmo de forró. A quadrilha junina do Sesc vai fazer uma apresentação com danças folclóricas. Haverá ainda distribuição de sacolas com material institucional, onde todos poderão conhecer os principais roteiros turísticos pela Paraíba.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Maior avião de passageiros da Embraer pode se tornar campeão de vendas

06/06/2017 - Extra

Por Brad Haynes e Tim Hepher

CANCÚN, México (Reuters) - O maior avião de passageiros já construído pela Embraer pode se tornar seu modelo campeão de vendas, emergindo das sombras de aeronaves menores e apresentando assentos extras e asas grandes que mudaram seu modelo econômico, disse um alto executivo à Reuters.

A primeira geração do E195, de 116 lugares, recebeu três vezes menos encomendas do que o E190, de 100 assentos. Mas uma versão maior, com novo motor, que entrará em atividade no começo de 2019 -- parte da linha chamada E2 -- tem atraído um novo patamar de interesse.

"É justo dizer que o E195 aparece em peso em quase todas as conversas sobre a família E2", disse o vice-presidente do negócio de aviação comercial da Embraer, John Slattery, em entrevista na noite de segunda-feira durante um encontro anual do setor de transporte aéreo no México. "Há uma real possibilidade para a E2 de que o E195 vá superar as vendas do E190."

A possível reviravolta salienta como três fileiras adicionais de assentos, além de asas mais largas, forçaram muitas companhias aéreas a reconsiderarem o maior modelo da empresa brasileira, que agora busca concorrer diretamente com a nova CSeries da Bombardier.

Para a Embraer, terceira maior fabricante de aviões do mundo, depois da Airbus e da Boeing, o E195 representa a maior mudança na família E2, a qual tem se concentrado em mercados de aviação regional, em um momento no qual a Bombardier entra em brigas maiores.

Embora a Bombardier venda aeronaves maiores na CSeries, competindo com versões menores fabricadas por Boeing e Airbus, a Embraer tem reafirmado que não há planos para aviões de passageiros maiores do que o novo E195.

Na semana passada, a Embraer ampliou a autonomia do E195-E2 para cerca de 4.200 quilômetros, ante cerca de 4.000 anteriormente, por conta de melhorias na aerodinâmica de um protótipo que começou a voar em março. O CS100 da Bombardier, em comparação, tem uma autonomia máxima de cerca de 5.000 quilômetros.

Slattery disse que o verdadeiro ponto de venda do novo E195 é seu custo operacional, que concorre com o de aeronaves de um corredor das rivais Airbus e Boeing, ao passo que custa 20 por cento menos por viagem. Assentos extras e asas mais finas tornaram a nova aeronave uma "caçadora de lucros", disse o executivo.

Azul e Gol estudam operar em Aracati; inspeção definida

06/06/2017 - Diário do Nordeste

Equipamento está recebendo homologações e aguarda o processo e certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Após essa autorização, o terminal aeroportuário poderá operar voos comerciais

As companhias aéreas Gol e Azul têm realizado tratativas com o Departamento Estadual de Rodovias (DER) a respeito da implementação de voos comerciais com destino ou origem no Aeroporto de Aracati. "Temos conversado, mas ainda não há nada fechado. Está tudo em estudo ainda", diz o assessor de infraestrutura aeroportuária do DER, coronel Paulo Edson Ferreira.

O equipamento já possui autorização para aviação geral. Dessa forma, pode receber aeronaves de pequeno porte. Mas só após certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estará habilitado a receber linhas aéreas comerciais.

De hoje até a próxima quinta-feira (8) será cumprida mais uma etapa para que o aeroporto receba a autorização da Anac para operar voos comerciais.

Nesse período, o Grupo Especial de Inspeção em Voo (Geiv), subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), irá realizar procedimentos que visam a homologação de instrumentos do local.

Será feita a aproximação e pouso para testar o Indicador de Percurso de Aproximação de Precisão (PAPI), a Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) e o RNAV, que "é um sistema de aproximação por instrumento, utilizando-se o sistema GPS", explica o coronel.

Etapas

"Após a homologação, a aeronave vai poder pousar em condições de chuva, de mau tempo, com toda a segurança", acrescenta o coronel Paulo Edson.

"Já entramos com o pedido de certificação do aeroporto para a Anac, e o processo está sendo analisado, e assim que nós obtivermos essa homologação, nós a incluiremos no pedido", explica. O coronel aponta que não existe um prazo para que a certificação seja concedida. Ele, entretanto, espera que "até o fim de julho ou inicio de agosto tenhamos o aeroporto certificado".

O Aeroporto de Jericoacoara já possui a homologação dos equipamentos que está sendo pleiteada para o terminal de Aracati e aguarda apenas a certificação da Anac.

O governo do Estado projeta a inauguração do terminal aeroviário de Jericoacoara para o dia 24 deste mês de junho.

Inspeção

A visita do Geiv ao aeroporto de Aracati acontece após inspeção de campo no local realizada por equipe técnica do Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), também subordinado ao Decea, que havia sido realizada na semana passada.

Hangar

No Aeroporto de Aracati, funciona desde o dia 1º de março do ano passado o Centro de Manutenção de aeronaves da Latam. A base fornece manutenção a aviões executivos, principalmente jatinhos, das regiões Norte e Nordeste do País.

O hangar da Latam em Aracati foi um investimento orçado em R$ 30 milhões e mede 10 mil metros quadrados (m²).

terça-feira, 6 de junho de 2017

Avianca Brasil vai lançar mais três voos internacionais

06/06/2017 - O Globo

Aposta no mercado internacional é parte de estratégia para ser player importante na Star Alliance
   
POR DANIELLE NOGUEIRA 

Jose Efromovich, diretor-executivo da Avianca Brasil, em entrevista nos Estados Unidos em 2015. - Michael Nagle / Bloomberg

CANCÚN, MÉXICO - A Avianca Brasil está apostando no mercado internacional. No próximo dia 23 inicia voos para Miami e, na primeira quinzena de agosto, começa a operar a rota São Paulo-Santiago. Um terceiro destino nas Américas, a ser definido, será adicionado à lista de cidades atendidas no exterior ainda este ano. Todos os voos partirão de Guarulhos (SP). Hoje, a empresa tem apenas um voo internacional, que liga Fortaleza a Bogotá, na Colômbia, aos sábados.

Os novos voos se inserem na estratégia da Avianca de se posicionar como um importante player na Star Alliance, aliança de companhias aéreas a que a empresa foi incorporada em 2015, quando a TAM migrou para a One World, na qual já estava a LAN. TAM e LAN se fundiram em 2010 e passaram a operar sob a marca Latam há dois anos. A Avianca colombiana, que opera de forma independente do braço brasileiro, está na Star Alliance desde 2012.

— A expansão internacional faz parte do compromisso que temos com a Star Alliance. E representa uma aposta no mercado, mesmo em um momento de crise política e econômica. Apesar da incerteza, acreditamos que o número de passageiros transportados deve se manter estável este ano. A queda verificada em 2016 não deve se repetir — disse José Efromovich, presidente do Conselho de Administração da Avianca Brasil, que participou da 73 Reunião Anual da Associação de Transporte Aéreo (Iata), encerrada nesta terça-feira em Cancún, no México.

Para operar as três novas rotas internacionais, a Avianca vai estrear um novo modelo de avião nos voos de passageiros, o A330-200, que permitirá à empresa fazer viagens de longo curso. A companhia encomendou três unidades do avião fabricado pela Airbus: dois já estão no Brasil. O terceiro chegará nas próximas semanas. Eles têm 238 assentos, dos quais 32 reservados para a classe executiva. Os demais estão configurados para a classe econômica.

A frota da companhia, atualmente, é formada por 48 aeronaves, basicamente das famílias A 318, A 319 e A 320, menores que o A330 e cuja autonomia de voo também é menor. Na rota Fortaleza-Bogotá são usados A319. Segundo Efromovich, a conexão entre o Ceará e a Colômbia, que foi inaugurada em 2014, foi impulsionada por benefício tributário que o governo estadual concedeu na época para atrair voos internacionais para a capital cearense.

— Os novos voos seguem uma estratégia diferente. Foi algo bem planejado. Primeiro, passamos a operar com um A330 apenas em voos de carga. Assim, adquirimos experiência de engenharia, de manutenção e de operação, com treinamento de pilotos. Agora, estamos prontos para estender a operação a voos de passageiros — afirmou Efromovich.

A companhia também está ampliando o número de rotas domésticas, para melhorar a capilaridade e, assim, atender a demanda de passageiros que chegam ao Brasil a bordo de empresas parceiras da Star Alliance. Em agosto, passará a voar para Belo Horizonte, a partir de Guarulhos. Até hoje, a capital mineira está fora da lista dos 239 voos diários que a Avianca tem o Brasil.

Mês passado, começou a voar para Navegantes, visando ao mercado corporativo, e, em março, inaugurou as rotas São Paulo-Foz do Iguaçu e Rio-Foz do Iguaçu. Segundo Efromovich, existia a necessidade de conectar as companhias aéreas que vêm da Europa, dos EUA e do Canadá a Foz do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos do Brasil.

Paralelamente à expansão das operações, a Avianca Brasil mantém conversas com a United Airlines, com o objetivo de ampliar as relações comerciais com a companhia e transformá-la em um parceiro tecnológico. A companhia americana também mantém negociações com a Avianca colombiana, na qual José Efromovich e seu irmão, German Efromovich, detêm o controle, com mais de 70% das ações com direito a voto.

Segundo Efromovich, a venda de participação em qualquer uma das duas empresas não está em jogo. Há poucos meses, foi anunciado que a Avianca colombiana estava negociando com a United uma parceria que poderia resultar numa injeção de capital de US$ 200 milhões. A família Kriete, acionista minoritária da Avianca colombiana, tenta barrar o acordo na Justiça.

* A repórter viajou a convite da Iata

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/avianca-brasil-vai-lancar-mais-tres-voos-internacionais-21440693#ixzz4jGSYJBGn 
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Azul anuncia voos diretos entre Ribeirão Preto e Rio de Janeiro

01/06/2017 - Segs.com.br

Rota inédita na malha da companhia, contará com voos diários para o Aeroporto Santos Dumont a partir de 19 de junho

A partir de 19 de junho, Ribeirão Preto e o Rio de Janeiro ganharão voos diários e diretos da Azul entre as duas cidades. A nova rota, inédita na história da companhia, será operada pelos jatos Embraer 195, com capacidade para até 118 assentos, mais de 40 canais de TV SKY Ao vivo em telas individuais, além do tradicional serviço de bordo da companhia com snacks e bebidas à vontade.

“Esta é uma importante notícia para Ribeirão Preto e região, pois agora, aproximaremos ainda mais a cidade de outra importante capital do país, dando mais comodidade e rapidez aos Clientes que viajam a negócios ou lazer. Além disso, os voos permitem ir e voltar da capital fluminense no mesmo dia”, destaca Daniel Tkacz, diretor de Planejamento de Malha.

A intenção da Azul de operar a nova rota passa por aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A venda de passagens será iniciada após a validação do órgão regulador.

Azul em Ribeirão Preto

A cidade recebe, em média, cinco voos de São Paulo (Viracopos) diariamente, além de voos regulares e diretos para Recife e Porto Seguro, aos sábados e domingos, respectivamente. Na alta temporada, Ribeirão Preto ainda conta com voos para Maceió.

Azul no Santos Dumont

Com uma média de 37 voos diários, o Aeroporto Santos Dumont é um importante centro de conexões da Azul no Rio de Janeiro, ligando a capital fluminense a outros dez destinos: Porto Seguro, Campos dos Goytacazes, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo (Viracopos e Guarulhos), Goiânia, Porto Alegre, Uberlândia e Vitória.

Sobre a Azul

A Azul S.A. (B3: AZUL4, NYSE: AZUL) é a companhia aérea com o maior número de destinos servidos no país. A empresa detém uma frota de 123 aeronaves, mais de 10.000 funcionários, 784 voos diários e mais de 100 destinos servidos. A qualidade de seus serviços já foi atestada por inúmeros prêmios, nacionais e internacionais. Foi reconhecida como a empresa aérea mais pontual da América do Sul pela Official Airline Guide (OAG) e terceira melhor empresa aérea do mundo pela TripAdvisor em 2017. Foi eleita pela sexta vez consecutiva pela Skytrax World Airline Awards como “Melhor companhia aérea low-cost da América do Sul”, e, pela primeira vez, como melhor equipe de atendimento ao Cliente da América do Sul. A Azul também foi considerada a melhor liderança regional em 2016 pela Flight Airline Business, como parte de seus Airline Strategy Awards.

Saiba mais em www.voeazul.com.br/ri

Azul começa a cobrar R$ 30 por despacho de bagagem em voo nacional

Azul implementou nova medida de cobrança a partir desta quinta (1º)

01/06/2017 - JC Online
    
Uma nova classe ainda foi criada pela companhia aérea na qual os clientes não poderão transportar bagagens, somente a mala de mão de até 10 kg / Foto: Chico Bezerra/JC Imagem
Uma nova classe ainda foi criada pela companhia aérea na qual os clientes não poderão transportar bagagens, somente a mala de mão de até 10 kg
Foto: Chico Bezerra/JC Imagem

JC Online

Com informações de agências

A partir desta quinta-feira (1º), passa a ser cobrada uma taxa para quem despachar bagagens em voos nacionais. A companhia aérea Azul é a primeira empresa a fazer a cobrança, sendo a medida válida para os passageiros que comprarem os bilhetes desta quinta em diante. A intenção é que, aos poucos, todos os voos da Azul entrem no novo modelo tarifário, mas inicialmente só 14 rotas foram incluídas.

Nova classe

Uma nova classe ainda foi criada pela companhia aérea, intitulada de Azul, na qual os clientes não poderão transportar bagagens, apenas a mala de mão de até 10 kg. Para os interessados em levar uma mala de até 23 kg, a taxa extra será de R$30.

Com as alterações de regulamentação feitas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), desde 14 de março o passageiro tem direito de levar a bordo uma mala de mão com até 10 kg - antes, o limite era 5 kg. A partir desta quinta também, a Azul venderá tarifas com pelo menos R$ 30 de desconto para quem optar por viajar apenas com uma unidade de mão.

Outras companhias

A Gol passa a fazer o mesmo no dia 20. A Latam pretende começar a cobrar até o fim deste mês, mas ainda não definiu uma data, e a Avianca não tem previsão.

'Olhômetro'

O passageiro que fizer check-in pessoalmente no balcão da companhia deverá ter o tamanho de sua bagagem de mão conferido, como já ocorre atualmente. Aquele que fizer o check-in pela internet e optar por não despachar, entretanto, só terá a mala de mão inspecionada no portão de embarque. Azul fará essa fiscalização no "olhômetro". Caso o funcionário ache que a unidade excede os limites, pedirá para que ela seja colocada no bagageiro do avião. Por enquanto, porém, não há previsão de cobrar por essa mala despachada.

A assessoria de imprensa da Azul informou que a intenção é, nos primeiros meses, analisar como a operação vai ocorrer e se serão necessárias modificações. A empresa destacou que poucos clientes deverão aderir às tarifas sem bagagem agora, já que esse tipo de passagem, por enquanto, estará disponível em apenas 15 de suas 215 rotas.

A Gol também não deverá cobrar pela bagagem de mão que extrapolar as medidas máximas caso o passageiro chegue com ela no embarque. Os funcionários utilizarão "gabaritos" para conferir as dimensões das malas e vão encaminhá-las ao bagageiro se necessário. A companhia destacou, porém, que agentes que circulam pelos aeroportos ajudarão na fiscalização.

Nas áreas de raio X dos terminais de embarque também não haverá fiscalização de tamanho, já que os profissionais que atuam nessa zona são contratados pelos aeroportos. O diretor de operações do Aeroporto de Guarulhos, Miguel Dau, se diz preocupado com as alterações por acreditar que elas possam atrasar voos. Segundo Dau, as empresas calculam o volume de combustível necessário de acordo com o peso das aeronaves. Ele acredita que poderão aparecer passageiros com bagagens maiores que as declaradas e que elas precisarão ser despachadas de última hora, exigindo um novo balanceamento da aeronave.

No aeroporto de Viracopos, em Campinas, principal base da Azul, entretanto, um alto funcionário afirmou não haver inquietações com a possibilidade de atrasos em decorrência da alteração do peso das aeronaves. A Azul afirma que as empresas trabalham com margens suficientes para que o balanceamento não tenha de ser refeito. Segundo a regulamentação internacional, aviões como um Boeing 737 têm de operar com uma margem de 300 kg.

Outros países

Em outros países onde já são comercializadas passagens que não dão direito a bagagem, também não costuma haver conferência de tamanho das unidades no portão de embarque. O diretor de operações do aeroporto de Guarulhos, entretanto, diz que os brasileiros têm costumes diferentes e gostam de levar mais malas Historicamente, a regulamentação brasileira sempre permitiu maiores volumes de bagagem. Enquanto no Brasil, em voos internacionais, o passageiro tinha direito a duas malas de 32 kg cada uma, no exterior, essas unidades são limitadas a 23 kg.

A cobrança por bagagem era demanda antiga das aéreas, que afirmam que a modificação permitirá tarifas mais baratas.


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Aeroporto Internacional de Boa Vista completa 44 anos

16/02/2017 -  Assessoria de Imprensa, Infraero 

O Aeroporto Internacional de Boa Vista /Atlas Brasil Cantanhede (RR) completa 44 anos neste domingo (19/2). Localizado a 3,5 km do centro da capital roraimense, o terminal foi inaugurado em 1973 e passou a ser administrado pela Infraero no ano seguinte. Com funcionamento 24 horas por dia, o aeroporto liga Boa Vista a Brasília e a Manaus por meio das companhias aéreas GOL, Latam e Azul.

Na década de 1980, auge do garimpo na região Norte, o Aeroporto de Boa Vista foi um dos mais movimentados do país, chegando a processar diariamente uma média de 400 pousos e decolagens de aeronaves de pequeno porte, que levavam mantimentos e traziam ouro e diamante das reservas Yanomami. Anos mais tarde, em 1998, o terminal de passageiros foi reformado, assim como a pista de pouso e decolagem e o pátio de manobras. Já em 2009, foram implementadas melhorias na arquitetura e o terminal ganhou novos elevadores, escadas rolantes e duas pontes de embarque.

O terminal de passageiros conta atualmente com 4.798 m² e a pista de pousos e decolagens com 2.700 metros de comprimento por 45 metros de largura. Os passageiros também dispõem de bancos (caixas eletrônicos), loja de artesanato, agência de turismo, locadora de veículos, táxis, banca de revistas, guarda-volumes e praça de alimentação.

O superintendente do aeroporto, Carlos Augusto Santos de Andrade, destaca que o terminal é uma importante porta de entrada para a cidade e contribui para o desenvolvimento regional da capital mais distante de Brasília, e a única situada acima da linha do Equador. “O aeroporto é a forma mais rápida de acesso à Boa Vista, facilitando o comércio na Região Norte e também aproximando o Brasil de destinos internacionais como Caribe, Guiana e Venezuela, pelo fato de a cidade estar no estado mais ao Norte do País”.

Com capacidade para receber 1,4 milhão de passageiros por ano, em 2016 foram registrados 291.163 embarques e desembarques. O nome - Atlas Brasil Cantanhede – é uma homenagem ao piloto de aeronaves pioneiro no então Território Federal de Rio Branco durante a década de 1950.