quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Azul recebe certificação da European Aviation Safety Agency

25/02/2015 - Revista Flap

A companhia aérea Azul recebeu recentemente mais uma importante certificação em reconhecimento à qualidade de suas operações. Concedido pela European Aviation Safety Agency (EASA), uma das instituições mais importantes da comunidade europeia, este processo de certificação é obrigatório a todas as operadoras que voam por territórios europeus. A Azul iniciará operações em Lisboa, em Portugal, ainda neste semestre. Atualmente, a empresa opera uma frota de 140 aeronaves e um número superior a 900 voos diários para mais de 100 destinos. Foto: Benito Latorre 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Secretaria de Aviação confirma voos comercias para o Sertão paraibano

21/02/2016 - Paraíba Já

O município de Patos, no Sertão do Estado a 300 km de João Pessoa, é a próxima cidade da Paraíba a ganhar um aeroporto para voos comercias. A informação foi confirmada pelo secretário de Aeroportos da Secretaria de Aviação da Presidência da República, Leonardo Cruz, após audiência em Brasília, com a comitiva da Paraíba. No encontro foram discutidas reforma, ampliação e modernização do novo aeroporto regional de Patos,

Conforme nota divulgada pela Secretaria de Aviação, o objetivo é transformar o aeródromo do município em um aeroporto regional com operação adequada à aviação comercial, inclusive para voos noturnos. De acordo com o secretário Leonardo Cruz, o aeroporto de Patos (PB) é “de extrema importância para o fortalecimento da economia regional. A medida visa transformar a operação local, fazendo com que o aeroporto possa receber aeronaves de médio porte”.

Para viabilizar o projeto, é necessário realizar a desapropriação de uma área no entorno do sítio aeroportuário, necessária para criar afastamento padrão entre a pista de pouso e decolagem e as novas estruturas de terminal de passageiros, seção contra incêndio, pátio de aeronaves e estacionamento de veículos. A prefeita de Patos, Francisca Motta, confirmou o compromisso do município em incorporar a área ao aeroporto e afirmou que o novo projeto vai melhorar a conectividade da cidade também com municípios de Estados vizinhos.

Características do projeto

O novo aeroporto regional de Patos estará habilitado a receber aeronaves comerciais de médio porte. O atual terminal de passageiros será demolido e construído novamente; a nova estrutura terá 682 m2. A pista de pouso e decolagem será recuperada e vai ganhar áreas de segurança. O projeto prevê também a criação de um novo pátio de aeronaves, com três posições para estacionamento. A Seção Contra Incêndio será edificada do zero; a Secretaria também prevê a entrega de um carro contra incêndio ao aeroporto.

Na próxima etapa, após a desapropriação e ajustes da proposta, o aeroporto de Patos entra em processo de licenciamento ambiental e da construção do Anteprojeto, que prepara a documentação de engenharia e a licitação da obra. Pela Secretaria de Aviação, também participaram da reunião o diretor de Gestão do DPROFAA (Departamento de Programa Federal de Auxílio a Aeroportos), Eduardo Bernardi, e o coordenador-geral de Planejamento Marcio Maffilli. As informações são do Jornal Correio.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Flyways Linhas Aéreas iniciará operações em março

18/02/2016 - Diário de Araxá

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Parcerias, foi comunicada pela empresa Flyways Linhas Aéreas do início de suas operações em Araxá a partir do dia 1º de março.

Serão dois voos semanais, às terças e quintas. A aeronave decola da Pampulha às 9h50 com voo direto para Araxá, chegando às 10h40. Depois segue de Araxá para Patos de Minas, saindo às 11h e chegando às 11h30. Finalmente, decola de Patos de Minas às 11h50, pousando na capital mineira às 12h45.

A venda das passagens já está disponível no site da empresa.

http://www.diariodearaxa.com.br/flyways-linhas-aereas-iniciara-operacoes-em-marco/

Obras de ampliação do Aeroporto Tom Jobim devem ser entregues em abril


18/02/2016 - Flap Internacional

Obras de ampliação do Aeroporto Tom Jobim devem ser entregues em abril

Obras de ampliação do Aeroporto Tom Jobim devem ser entregues em abril


Na lista dos quinze melhores aeroportos brasileiros avaliados em pesquisa de satisfação com passageiros, divulgada na última semana de janeiro pela Secretaria de Aviação Civil, o Galeão não conseguiu sequer figurar entre os dez primeiros. Na verdade, aparece entre os últimos do ranking, à frente apenas dos terminais de Cuiabá/MT e Salvador/BA. Entre os indicadores de serviço considerados ruins por quem passa por ali foram apontados o conforto acústico, o custo elevado do estacionamento, as lanchonetes e os restaurantes. É um cenário nada abonador para um complexo que, em agosto, deve receber um aumento de 1,5 milhão de passageiros com a realização dos Jogos Olímpicos. O público pode não perceber ainda, mas uma observação mais atenta revela mudanças significativas: o ar-condicionado está funcionando e as opções de café e lanchonete já melhoraram bastante. Problemas crônicos como as filas arrastadas no check-in, esteiras, escadas rolantes e elevadores enguiçados têm também data para acabar. Mais precisamente no mês de abril, quando será concluída a remodelação dos terminais. Para atingir o objetivo, foi injetado um total de 2 bilhões de reais na reforma, sendo que a concessionária RioGalão já entregou no mês passado, a primeira das grandes intervenções em andamento: quatro dos sete pavimentos de estacionamento do edifício-­garagem, com sistema automatizado de disponibilidade de vagas, comum em shopping centers. Na área do aeroporto, 7 .000 operários trabalham em dois turnos, para cobrir 24 horas de jornada diária. Grande parte deles atua na construção do Píer Sul, uma espécie de expansão do terminal 2, que está em sua reta final e dispõe de dois andares, numa área de 100. 000 metros quadrados. Essa ampliação contará com espaçosos banheiros decorados com plantas desidratadas, esteiras e escadas rolantes, catorze portões de embarque e desembarque e 26 pontes climatizadas de última geração, três delas com possibilidade de acomodar modelos como o Airbus A380, considerado o maior jato comercial do mundo, com capacidade para mais de 500 passageiros. A nova leva vem para somar-se às 32 pontes já existentes nos dois terminais, substituídas por modernos equipamentos de origem espanhola. 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

AMERICAN AIRLINES SE DESPEDE DE CURITIBA

15/02/2015 - TOTALFM 

O voo 203 da American Airlines decolou do aeroporto Afonso Pena e marcou o fim das operações da companhia aérea norte-americana no terminal em São José dos Pinhais.

A aeronave, um Boeing 767-323ER, matrícula N39356, partiu para Miami com escala em Porto Alegre, e reduziu em 50% a quantidade de ligações internacionais com Curitiba em voos de carreira.

Sem o voo que vinha direto de Miami e fazia escala em Porto Alegre na volta, o aeroporto Afonso Pena passa a ter somente ligação com Buenos Aires, pela Austral, cinco vezes por semana.

A American Airlines decidiu cancelar a ligação entre Miami e Curitiba devido à baixa lucratividade. A rota, que foi sucesso no fim de 2013 e início de 2014, foi perdendo passageiros com o passar do tempo, especialmente em 2015, devido à alta do dólar e a crise no Brasil.

No voo de despedida, os funcionários da companhia norte-americana aplaudiram a saída do avião e não seguraram o choro após a decolagem rumo a Porto Alegre.

O aeroporto Afonso Pena nunca teve vocação para voos internacionais. As poucas tentativas de ir à Europa, via Paris, Milão e Frankfurt, duraram pouco tempo. No máximo rotas para Buenos Aires, Assunção e Montevidéu.

É o resultado de um conjunto de fatores que acaba esbarrando na infraestrutura. Sem uma pista longa suficiente para que os aviões possam decolar cheios, os voos diretos para os Estados Unidos e Europa se tornam inviáveis. E, consequentemente, são pouco atrativos para as companhias aéreas.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Governo quer abrir controle de aéreas

01/02/2016 - Valor Econômico

Claudia Safatle / Brasília

O governo estuda a possibilidade de propor ao Congresso Nacional a aprovação de projeto de lei que dê à Presidência da República a faculdade de autorizar que grupos estrangeiros controlem até 100% de empresas aéreas no Brasil, quando houver interesse e for concedida reciprocidade. Essa é uma medida que vai além da proposta que tramita no Congresso para ampliar, de 20% para 49%, a participação acionária com direito a voto de investidores estrangeiros em companhias aéreas.

Nessa área há, ainda, um conjunto de mudanças regulatórias em análise, inclusive na Infraero. A companhia estatal vai formalizar um contrato com a União para definir o que hoje só está acertado no "fio do bigode", como explicou uma fonte oficial. A partir desse contrato a empresa vai institucionalizar a sua condição de controladora dos aeroportos não privatizados e, com base nesse patrimônio, estará apta a ir ao mercado para tomar financiamentos e, inclusive, abrir seu capital. Será criada a Infraero Holding e as respectivas subsidiárias em cada aeroporto por ela controlado.

Sem alarde, o governo está fazendo uma substancial reforma para desbastar o cipoal regulatório que ele próprio criou para as concessões de infraestrutura. Nos últimos meses, em um trabalho de convencimento da presidente da República, Dilma Rousseff, foram obtidos avanços nas concessões de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e, mais recentemente, inclusive no setor de óleo e gás. O que se pretende, com isso, é limpar a regulação de estatismos e intervencionismos para atrair novos investimentos.

Recente decreto flexibilizou as exigências de conteúdo nacional na área de óleo e gás que devem ser cumpridas pela Petrobras e pelas demais empresas do setor.

Haverá um sistema de contagem de pontos onde um investimento fora do Brasil, por exemplo da Petrobras na África, contará pontos para a regra de conteúdo local desde que esse investimento fora gere emprego e desenvolvimento tecnológico no país.

O próximo passo de mudança na Lei do Petróleo deverá ser tornar facultativa a participação hoje obrigatória da Petrobras com 30% em todos os poços de exploração de petróleo.

Na exposição que fez quinta feira, na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o 'Conselhão', o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, chamou a atenção para o trabalho que está sendo feito nos últimos 12 meses de aperfeiçoamento do marco regulatório na área de infraestrutura.

É uma tarefa de "formiguinha" que envolve um trabalho de persuasão da presidente Dilma Rousseff sobretudo em áreas que lhe são muito caras, como energia, petróleo e gás.

Nas rodovias, as taxas de retorno antes de 5% foram revistas para algo entre 9,5% e 10%, e a obrigatoriedade de duplicação nos primeiros cinco anos da concessão será uma questão a ser decidida caso a caso. Nos portos, trocou-se o modelo de leilão pela maior movimentação de carga pelo sistema de outorga. Nas ferrovias, a opção é pelo "build operation transfer", uma forma de financiamento onde a iniciativa privada recebe a licença do setor público para financiar, construir e operar a concessão determinado tempo após o qual o controle volta para o setor público.

Barbosa informou que o governo pretende prorrogar o Repetro, regime especial de tributação para exportação e importação de bens para a indústria de óleo, e vai autorizar a agência reguladora (ANP) a renovar as concessões de petróleo dos anos 90 que vencem a partir de 2025.

Citou, ainda, o novo marco regulatório de telecomunicações que será enviado ao Congresso em março e a reestruturação da área de energia, com a capitalização da Eletrobras e as privatizações das distribuidoras hoje pertencentes à estatal, a começar da Celg, Centrais Elétricas de Goiás.