sexta-feira, 31 de julho de 2015

Embraer apresentará Legacy 450 pela 1ª vez no Brasil

29/7/2015 - Panrotas



(divulgação Embraer)


A Embraer exibirá pela primeira vez no Brasil, durante a 12ª edição da Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), de 11 a 13 de agosto, o novo jato executivo Legacy 450. A aeronave da categoria mid-light está em fase final de ensaio em voo e tem entrada no mercado prevista para o quarto trimestre de 2015.

Única aeronave da classe a ter tecnologia de controle de voo totalmente digital, conhecida como full fly-by-wire, o Legacy 450 faz parte de uma nova geração de jatos que a Embraer oferece ao mercado de aviação executiva. A empresa também levará para exposição estática na Labace os jatos executivos Phenom 100E, Phenom 300, Legacy 500 e Legacy 650.

"Os ensaios em voo do Legacy 450 têm apresentado resultados que superam as expectativas, demonstrando maturidade e excelente desempenho, como ocorreu com o Legacy 500", disse Marco Tulio Pellegrini, presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. "Os visitantes da Labace vão se surpreender com todo o conforto de uma cabine de 1,83m de altura com piso plano e toda tecnologia que pela primeira vez é oferecida em uma aeronave dessa categoria".

O Legacy 450, que já foi apresentado publicamente em feiras na América do Norte e Europa, compartilha de todos os atributos do Legacy 500, aeronave da categoria midsize certificada no ano passado e que quebrou paradigmas do setor por meio de introdução de sofisticadas tecnologias até então usadas somente em aeronaves maiores.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Critério para eleger o hub será técnico

28/07/2015 - Tribuna do Norte – RN



'O tamanho do aeroporto, os seus custos, a capacidade das pistas e o tempo de construção" são os critérios que a companhia aérea TAM vai analisar para definir onde irá implantar um centro de conexões de voo no Nordeste – investimento conhecido como "hub" e que é disputado pelos aeroportos de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, de Recife (PE) e Fortaleza (CE). Esse foi um dos pontos destacados pelo CEO da LATAM (grupo formado pela TAM Linhas Aéreas e pela chilena LAN Airlines), Ignacio Cueto, em entrevista ao jornal chileno El Mercurío. Ele reafirmou a continuidade do estudo de viabilidade do centro de conexões, mesmo com a recém-anunciada redução de operações da companhia aérea no Brasil. A escolha do local, confirmou ele, será mesmo feita ainda este ano.

Adriano Abreu

O tamanho do aeroporto e as pistas estão entre os pontos analisados pela companhia, em estudos

Na entrevista publicada pelo periódico chileno no último domingo (26), Ignacio Cueto afirmou que o grupo LATAM permanecerá consolidando o Hub Guarulhos, o centro de conexões "mais importante" do Brasil, e reiterou a "evolução" do plano de estudo para implementação do Hub Nordeste. "O mais importante é ter um aeroporto com estrutura suficiente para que realmente possamos operar como hub, e para isso temos que ver o tamanho do aeroporto, seus custos, as pistas e o tempo de construção", explicou o CEO.

Ele não falou sobre prazos para implantação do hub. Mas a TAM havia anunciado que, com a definição da cidade que receberá o Hub, as obras de implementação do centro devem começar em seguida. A previsão é que as operações sejam iniciadas em dezembro de 2016. O investimento disputado pelas três cidades nordestinas alcança o valor de U$ 1,5 bilhão. Entre os atrativos e expectativas governamentais, estão oportunidades para novos voos, destinos, rotas e conexões para todas as regiões brasileiras, além de voos internacionais para a Europa e América do Sul.

Ajustes

Apesar das perspectivas geradas a partir do novo hub, Cueto reconheceu que serão necessários cortes, principalmente, para manter a saúde financeira da LATAM. De acordo com ele, a economia brasileira não tem conseguido decolar e o tráfego aéreo do país segue desacelerado. Na semana passada, a TAM anunciou que as operações no Brasil serão reduzidas entre 8% e 10% até o final do ano, o que impactará em demissões (2% dos cerca de 28 mil trabalhadores) e exclusão de voos, por exemplo, além de colaborar para contenção de U$ 800 milhões até 2018.

Segundo o CEO, contudo, os brasileiros podem ficar tranquilos. "Nós não estamos retirando nenhuma rota. A companhia seguirá levantando voo e aterrizando nos mesmos 46 destinos, mas, com alguns ajustes de frequencia", comentou Cueto. As mudanças mencionadas dizem respeito, em especial, às rotas noturnas, que são mais caras para operar. Na prática, as reduções visam os trajetos que possuem duas ou três frequências diárias.

Ainda conforme Cueto, até o final deste ano, a LATAM vai receber a sua primeira aeronave A350 – pioneira na economia de combustível – e no próximo mês de outubro começará a operar voos para Barcelona. Toda essa reorganização operacional, porém, tem um único objetivo: melhorar os números da empresa. Conforme Cueto, a companhia teve um primeiro trimestre com perdas "principalmente não operacionais" de U$ 39 milhões, bem distantes dos U$ 329,8 milhões negativos no mesmo período de 2013, mas, que ainda assim expõem um resultado ruim.

A projeção para o futuro, entretanto, é tímida. "Os avanços e mudanças que estamos implantando têm se dado ao longo de um período de baixos retornos. Após a fusão, 48% de nossa receita vem do Brasil e, naquela época, ele crescia 5,5% ao ano. Hoje, o país tem uma queda de quase 2% ao ano", disse. E completou: "Mas, se alguém quer grandes resultados, teremos que esperar dois ou três anos".


Aeroporto da capital terá voo sem escalas de Palmas a São Paulo

27/07/2015 - G1

Segundo a TAM, o novo voo começará a funcionar em 19 de setembro.

Ele terá duração de 2h15 e passagens já estão disponíveis.

Do G1 TO


Passageiros poderão contar com um novo voo, de Palmas a São Paulo, sem escalas (Foto: Lívia Campos/ TV Anhanguera)

Passageiros do aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, poderão contar com um novo voo a partir do dia 19 de setembro. Segundo informações da companhia TAM Linhas Aéreas, será realizado uma operação sem escalas entre Palmas e o aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Ainda conforme a TAM, o voo terá duração de 2h15 e as passagens já estão disponíveis para compra no site. A companhia informou que a nova rota será operada diariamente com a aeronave Airbus A320, com capacidade para 174 passageiros.

O voo decolará da capital sempre no mesmo horário, às 4h10 (horário local), e chegará a São Paulo/Congonhas às 6h25. No sentido inverso, partirá da capital paulista às 21h55 e pousará em Palmas à 0h10 (horário local).

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Voos internacionais são extintos

26/07/2015 - Gazeta de Alagoas

Há um ano, Zumbi dos Palmares não tem voo para fora do País

Por: MAURÍCIO GONÇALVES – REPÓRTER

O Aeroporto Zumbi dos Palmares é internacional só no nome. Inaugurado em 2005 como um dos mais modernos do País, com tecnologia pioneira de cogeração de energia elétrica, o aeroporto de Maceió renasceu com a promessa de incrementar o fluxo de passageiros estrangeiros para Alagoas. Só que desde o ano passado, a quantidade de voos regulares de outros países caiu literalmente para a estaca zero e não saiu mais de lá.

O anuário estatístico operacional da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) aponta um declínio acentuado na quantidade de voos internacionais. Não que Maceió já tenha sido um grande polo receptor, ao ponto de concorrer com Recife ou Salvador, mas chama atenção a decadência dos 72 voos regulares que havia em 2010, que chegou ao lúgubre índice de voo zero em 2014 e no primeiro semestre de 2015.

A queda começou em 2011 (de 72 para 52 voos) e não parou mais, com 18 voos em 2012, meia dúzia em 2013 e nenhuma mais desde então. Isto contando a soma de pousos e decolagens. O movimento anual de passageiros embarcados e desembarcados nestes voos despencou de 7.373 em 2010 para 6.053 em 2011, 2.117 em 2012, 593 em 2013 ao redondo zero ano passado e neste.

O argumento da crise europeia direciona os discursos e fica na ponta da língua de órgãos responsáveis pelo turismo, mas é difícil entender porque o mesmo fenômeno não acontece no Aeroporto São Gonçalo do Amarante, em Natal. A capital que tem uma população menor que Maceió recebeu, no ano passado, mais de 100 mil passageiros de voos internacionais, que lotam hotéis potiguares, fazem investimentos imobiliários e movimentam a economia local.

Por aqui, sobram as migalhas dos chamados voos não regulares, os chamados charters ou fretamentos. Mesmo assim, também diminuíram. O boletim estatístico aponta que foram 131 em 2010 contra apenas 28 no ano passado. Segundo a Infraero, foram apenas 3 pousos e decolagens este ano, em Maceió, todos vindos de Lisboa, com a empresa aérea Hi Fly. Até mesmo os voos com procedência de Córdoba, da LAN-Argentina, foram interrompidos.

Azul amplia conexão no interior de Minas

25/07/2015 - Diário do Comércio – MG

Luciane Lisboa

Menos de um mês após ter ampliado sua atuação no Estado, com voos partindo do Aeroporto Brigadeiro Cabral, em Divinópolis (região Centro- Oeste), a Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou na sexta-feira mais investimentos no interior mineiro: ainda neste ano, a empresa passará a disponibilizar novas linhas de conexão entre Minas Gerais e os Estados Unidos.

A partir de 16 de novembro, a companhia passará a ofertar voos para Orlando saindo de Montes Claros (Norte), Ipatinga (Vale do Aço), Uberaba e Uberlândia (ambas no Triângulo). Os passageiros desses voos chegarão ao seu destino final fazendo apenas uma conexão no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Conforme informou a companhia, as partidas devem ser realizadas de 16 de novembro a 11 de dezembro ou de 15 de fevereiro a 27 de março, com retornos de 20 de novembro a 15 de dezembro ou de 19 de fevereiro a 31 de março.

Além disso, a Azul, que é líder de operações em Confins, conta com ampla conectividade para voos domésticos a partir do terminal, uma vez que a Capital é o segundo maior hub de operações da companhia, com mais de 85 voos diários para dezenas de destinos em todo o País.

A companhia também já anunciou que, em breve, terá voos sem escalas de Confins para o Rio de Janeiro (Galeão), Barreiras (BA) e Palmas (TO). No momento, a empresa aguarda apenas a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para iniciar as operações nesses trechos. Dentro do Estado, a Azul também conta com a maior malha área: ao todo são mais de 100 voos diários entre as dez cidades atendidas em solo mineiro.

Diretos – Na semana passada, a Azul recebeu aprovação da Anac e do Aeroporto Internacional de Guarulhos para ampliar suas operações internacionais com voos diários sem escalas que ligarão São Paulo (Guarulhos) a Orlando. A nova rota estreia em 15 de dezembro.

Com a aprovação, a empresa será a única companhia a oferecer voos sem escalas para Orlando a partir de três aeroportos no país: Confins, Viracopos (Campinas) e o terminal de Guarulhos.

Os voos serão operados pelos jatos Airbus A330-200, que transportam até 272 passageiros em duas classes de serviço. De acordo com informações já divulgadas pela empresa, nos próximos meses estas aeronaves passarão por um processo de reconfiguração interna, de modo a estabelecer um novo padrão de conforto e qualidade no setor.

Atualmente, a Azul conta com um voo diário e sem escalas entre Campinas e Fort Lauderdale/Miami e entre o terminal paulista e Orlando – novas freqüências semanais para Fort Lauderdale/Miami terão início em 1º de julho.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Onze grupos são habilitados a estudar aeroportos

24/07/2015 - Valor Econômico

Onze consórcios, ou empresas individualmente, foram habilitados pelo governo para fazer os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental das próximas concessões de aeroportos.

A portaria com o resultado do chamamento público para a manifestação de interesse foi assinada ontem pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, e deve sair na edição de hoje do "Diário Oficial da União".

A partir de agora, os grupos habilitados têm 90 dias para entregar os estudos. Em seguida, uma comissão formada por técnicos da SAC ficará responsável pela avaliação e seleção do material. Os estudos escolhidos vão balizar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na preparação dos contratos e dos editais.

O governo prevê transferir à iniciativa privada mais quatro aeroportos: Salvador (BA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC). A estimativa oficial é que haja investimentos de R$ 8,5 bilhões. Essa projeção, no entanto, ainda é preliminar e pode variar conforme os estudos.

Ao todo, 30 grupos haviam comunicado formalmente a intenção de realizar esses trabalhos. A CCR, controlada pela Andrade Gutierrez e pela Camargo Corrêa, é uma das empresas que tinham planos de fazer estudos para o aeroporto de Salvador, mas não foi habilitada. Ela já detém a operação de Confins (MG). A Odebrecht Transport, que administra o Galeão (RJ), não se candidatou.

Cinco empresas vão fazer os estudos individualmente: Triunfo, Ernst & Young, Construcap, P2 Gestão de Recursos e Prosul. As três primeiras vão desenvolver trabalhos para todos os terminais e a Prosul optou somente pelo aeroporto de Florianópolis - provavelmente o que vai ter menos exigência de investimentos.

Os outros seis grupos se aliaram em consórcios diferentes e também vão estudar todos os terminais. Um deles reúne a Corporación América, empresa argentina responsável pela operação dos aeroportos de Brasília (DF) e de São Gonçalo do Amarante (RN), e a Helport Construções.

Outro consórcio tem a Pricewaterhouse Coopers, a espanhola Idom e a consultoria brasileira Radar PPP. O terceiro grupo conta com a francesa Egis, que tem participação minoritária em Viracopos (SP), e a Concremat.

Mais três consórcios fecham a lista: Verax Consultoria, Geo Brasilis, Fernandes Arquitetos Associados e Empresa Brasileira de Engenharia de Infraestrutura; BF Capital, JGP Consultoria, Logit, Moysés & Pires e Proficenter; e Setepla Tecnometal, Sener Ingeniería y Sistemas e ATP Engenharia.

A Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), empresa criada pelo BNDES e por oito bancos comerciais, não está na lista. Ela havia feito, até agora, todos os estudos de viabilidade dos terminais já privatizados pelo governo.

Os grupos deverão apresentar levantamentos detalhados sobre as condições de exploração dos terminais. Por exemplo: qual deve ser o tamanho dos novos terminais de passageiros, se e quando novas pistas serão construídas, quanto tempo precisará durar a concessão para recuperar os investimentos e os valores mínimos de outorga a serem cobrados.

O ministro Eliseu Padilha trabalha com a perspectiva de realizar os leilões no primeiro ou no segundo semestre de 2016. Depois do término dos estudos, ainda será necessário colocá-los em audiência pública e submetê-los à análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A expectativa da SAC é assinar os contratos de concessão e transferir efetivamente os terminais para o setor privado em meados do ano que vem.

O governo também se debruça sobre uma série de exigências que já foram praticamente definidas pela presidente Dilma Rousseff, mas ainda não anunciadas publicamente. Para participar dos leilões, os consórcios deverão ter uma operadora internacional com experiência na movimentação de um aeroporto com pelo menos 10 milhões de passageiros por ano. Nenhum consórcio poderá arrematar mais de um dos quatro aeroportos oferecidos.

O governo pretende ainda impor uma barreira de mil quilômetros como distância mínima para o mesmo grupo operar dois aeroportos privados. Essa cláusula abrange os terminais concedidos nas duas primeiras rodadas. Isso significa, por exemplo, que a Corporación América não poderá entrar no certame de Fortaleza, porque já opera São Gonçalo do Amarante. A mesma restrição valerá para as concessionárias de Guarulhos, Viracopos e do Galeão na disputa por Florianópolis.

As estimativas indicam investimentos de R$ 3 bilhões em Salvador (onde haverá exigência de nova pista), de R$ 2,5 bilhões em Porto Alegre (ampliação da pista atual), R$ 1,8 bilhão em Fortaleza e R$ 1,1 em Florianópolis.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Pernambuco ganha mais uma ligação para Cabo Verde

22/7/2015 - Panrotas

Na foto: José Luis, representante da TACV no Brasil; Felipe Carreiras, sec. de Turismo, Esporte e Lazer de Pernambuco; Arik De, diretor comercial da TACV; Sylvia Sarubbi, diretora de Mkt da Empetur; e Luis Eduardo Antunes, presidente da Empetur

O Estado de Pernambuco fechou ontem um novo acordo comercial com a TACV, de Cabo Verde. Além do voo para Cidade de Praia, operado desde junho, Recife terá a partir de dezembro uma ligação direta com Ilha do Sal, uma das menores ilhas habitadas no mundo e conhecida por ser a capital do turismo de Cabo Verde. A parceria foi fechada pelo secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras, e o diretor comercial da TACV, Arik De, no Centro de Convenções de Pernambuco.

O governo de Pernambuco e a companhia aérea ainda definirão quantas frequências serão e e qual modelo de aeronave a ser utilizado na rota.

Pernambuco conta hoje com seis voos diretos para destinos internacionais: Lisboa, operado pela Tap; Miami, via American Airlines; Cidade do Panamá, através da Copa Airlines; Frankfurt, operado pela Condor; Buenos Aires, através da Tam; e Cidade de Praia, da TACV.

sábado, 18 de julho de 2015

Carteira da Embraer bate recorde

16/07/2015 - Diário do Comércio – MG

São Paulo – A Embraer encerrou o segundo trimestre de 2015 com uma carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) de US$ 22,9 bilhões, o maior da história da empresa. No fim do trimestre anterior, em 31 de março de 2015, a carteira de pedidos firmes totalizava US$ 20,4 bilhões.

Em comunicado ao mercado, a empresa informa que foram entregues 60 aeronaves entre os meses de abril e junho, sendo 27 jatos para o mercado de aviação comercial e 33 para o de aviação executiva. No mesmo período do ano passado foram entregues 58 aeronaves.

Ao longo do segundo trimestre do ano a empresa entregou 22 jatos modelo 175, três do modelo 190 e dois do modelo 195 – todos do segmento comercial. No segmento executivo foram entregues 26 jatos leves e sete jatos grandes.

A empresa destaca no trimestre os US$ 2,6 bilhões em pedidos firmes, pelo atual preço de lista, anunciados durante o Paris International Air Show. O valor inclui sete E190 para a chinesa Colorful Guizhou Airlines; oito E175 para a americana SkyWest Airlines, que serão operados pela Alaska Airlines; 10 modelos E175 para a United Express; além de 15 modelos E190-E2 e 10 E195-E2 para a empresa de leasing americana Aircastle – sem considerar as opções e direito de compra previstos nos contratos.

Em maio, a Embraer já havia anunciado pedidos da Tianjin Airlines para 22 aeronaves (20E195 e dois E190-E2), o que tornou a companhia a primeira aérea chinesa a adquirir os E-Jets E2. No mesmo período, outro contrato havia sido anunciado com a Azul Linhas Aéreas Brasileiras para a venda firme de 30 jatos E195-E2. No fim de junho a empresa mantinha em carteira 1.668 pedidos firmes e 721 opções. (AE)

Companhia aérea Gol já investe em wi-fi para todos os voos

16/07/2015 - Jornal de Hoje – RN

Alguns serviços serão gratuitos, mas haverá outros pagos

Portal JH


Novidade. Gol lançou nesta quarta nova logomarca, que já está estampada na 100ª aeronave Boeing

Apesar da crise, a demanda por viagens domésticas vem crescendo há 20 meses seguidos, de acordo com o último relatório da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).

Para manter e fisgar mais passageiros, a Gol está investindo em serviços e anunciou que, a partir do ano que vem, os passageiros terão acesso ao wi-fi para navegar durante todo o voo.

"Alguns serviços serão gratuitos e outros, como acesso a conteúdos mais específicos, serão pagos", anunciou nesta quarta, em Confins, o presidente da companhia, Paulo Kakinoff.

O vice-presidente de vendas e marketing, Eduardo Bernardes, explicou que ainda não há detalhes, nem preços. Mas adiantou que serão oferecidos pacotes, de acordo com a necessidade de cada passageiro. "Aqueles que costumam viajar com frequência, por exemplo, poderão pagar uma única vez por mês e usar o conteúdo sempre. Ainda estamos montando o modelo", afirmou.

No início de julho, a Anac já havia emitido autorização para que os passageiros da Gol pudessem usar seus equipamentos durante todas as fases do voo. "A crise tem afetado sim, principalmente o segmento corporativo. Nós seremos a primeira empresa no mundo com um sistema aéreo de conectividade, e isso faz muita diferença para um executivo. Aqui no Brasil, os voos duram em média 1h20. Considerando ida e volta, são 2h40 que quem viaja a trabalho pode aproveitar dentro do avião usando a internet", avaliou Kakinoff.

Além da tecnologia wi-fi, a Gol também está apostando em outros serviços como bancos de couro ecológico, com mais espaço, e lanches (snacks) orgânicos gratuitos durante os voos. A empresa, que recebeu nesta quarta sua 100ª aeronave da Boeing, aproveitou para lançar sua nova logomarca,que já veio estampada no novo avião. "Dentro de quatro anos já teremos trocado a pintura de toda a frota. Por enquanto, as duas logomarcas ainda vão conviver", explicou Kakinoff.

A empresa é o maior cliente da Boeing, depois dos Estados Unidos, e receberá, em média, cerca de dez novas aeronaves por ano, até 2023.
Fonte: IG

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Viracopos recebe mais de 5,1 mi de paxs no 1º semestre

15/7/2015 - Panrotas

Por: Renê Castro


(foto: divulgação)

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), fechou o primeiro semestre do ano com aumento de 8,73% no número de passageiros, em relação ao mesmo período do ano passado. Foram transportados pelos dois terminais do aeroporto exatas 5.170.280 pessoas.

Impulsionado pelo aumento de 1.29% de passageiros nos voos internacionais a partir do Píer A do Novo Viracopos, o aeroporto deve ultrapassar os 9,8 milhões passageiros transportados no ano de 2014 e chegar a mais de dez milhões ao final deste ano. Nos primeiros seis meses deste ano, 319,2 mil pessoas utilizaram as novas instalações do aeroporto para voar para o Exterior.

Com o início das operações do Novo Terminal de Passageiros, em dezembro de 2014, o número de voos para fora do País aumentou de cinco para 38 operações semanais. O equipamento registou também, nos primeiros seis meses do anos, 63.875 pousos e decolagens. No último mês foram 9.971 movimentos de aeronaves.

JUNHO

Se comparados apenas os meses de junho de 2014 e 2015, o aumento foi ainda maior, com uma alta de 9,85%. Foram 787.936 passageiros transportados no mês passado contra 717.267 no mesmo mês do ano passado.

Azul anuncia voos para Punta del Este durante a alta temporada

15/07/2015 - Mercado & Eventos


Embraer 195 será responsável pelas operações a partir de Campinas/SP

Punta del Este, no Uruguai, receberá voos da Azul na alta temporada de verão. Entre 17 de dezembro e 14 de fevereiro, a companhia terá duas partidas semanais – às quintas-feiras e aos domingos – tanto de Campinas quanto de Porto Alegre. A Azul enviou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a autoridades uruguaias o pedido para a nova operação.

Os voos com partida de Campinas serão operados pelos jatos Embraer 195, equipados com 118 assentos e mais de 40 canais de TV ao vivo em telas individuais. A partir de Porto Alegre, a companhia utilizará os modernos turboélices ATR 72, de 70 assentos. Todos os voos terão duração aproximada de duas horas.


"Atenderemos a uma demanda que dispara durante o verão. Além de ser uma ótima oportunidade para a Azul, levaremos ainda mais brasileiros a um dos destinos litorâneos mais procurados durante o verão na América do Sul. Apostamos no sucesso desta rota e iniciaremos a venda de passagens tão logo as solicitações sejam aprovadas pelos órgãos reguladores. Com a conectividade da companhia, garantiremos que Clientes de todo o Brasil possam curtir as praias de Punta del Este", afirmou Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.

Pedro Menezes

 

Pacote de novidades da Gol resgata vontade de inovar que a empresa tinha em 2001

15/07/15 - Gazeta do Povo – PR

Enviado por Gustavo Ribeiro


Boeing 737-800 com a nova identidade visual da Gol

Em março deste ano, eu havia escrito aqui no blog Aviões em Foco que a Gol precisava recuperar o DNA inovador, aquele de 2001, quando a empresa representava tudo o que havia de novo no mundo da aviação comercial. Nesta quarta-feira (15), a companhia aérea deu sinais de que pode voltar a se diferenciar dos concorrentes.

Para puxar uma série de novidades, a Gol divulgou a nova identidade visual, no aeroporto de Confins, no 100.º Boeing 737-800SFP entregue à empresa. Se a ideia era passar modernidade, acertou em cheio. As letras mais arredondadas, o laranja mais vivo e a deriva estilizada. Só o fato de atualizar a marca que já tinha mais de 14 anos, é saudável. Ponto para a Gol.

Dentro das aeronaves é que a empresa começa a mudar realmente. Os assentos deixam de ter aquele tecido tradicional e passa a ser de couro ecológico. Além do ar de modernidade, é mais confortável para os passageiros. A instalação em todos os aviões deve ser feita até 2016. Mais um ponto.


Nova logomarca da Gol (Divulgação/Gol)

Os aviões da Gol não terão televisão a bordo, ao vivo, de graça. A aposta da companhia é no acesso à internet, que permite não só assistir à televisão aberta ao vivo, mas ao conteúdo sob demanda, como filmes, séries e desenhos. Além disso, estarão disponíveis jogos, músicas e mapa de voo, tudo no próprio dispositivo móvel (celular, tablet ou notebook) do passageiros. Claro, a um custo. Mesmo assim, se funcionar bem e tiver um preço acessível, é uma boa experiência para os clientes. Outro ponto.

Por fim, os lanches. A empresa deixou de servir gratuitamente comida a bordo. A partir do fim deste mês, volta a distribuir de graça alguns 'snacks' orgânicos. Não é necessariamente uma inovação, mas uma resposta importante aos clientes que não gostaram de pagar caro por um sanduíche ou uma torrada. Vale lembrar que a opção paga continuará existindo. Mesmo assim, a volta da gratuidade é uma boa. Ponto.

Espero que as novidades não parem por aí e que a Gol continue fazendo tentativas de servir melhor o passageiro. De qualquer forma, é um ótimo indicativo de que a empresa está atenta e buscando inovar.

Embraer fechou 1º semestre com US$ 23 bilhões em pedidos firmes

16/07/2015 - Valor Econômico

Por Daniela Meibak | De São Paulo

A fabricante de aeronaves Embraer atingiu patamar recorde em sua carteira de pedidos firmes, de US$ 22,9 bilhões no fim do segundo trimestre de 2015, volume 12,25% superior ao portfólio apurado em março.

As encomendas, em sua enorme maioria, são de clientes americanos. As companhias aéreas dos Estados Unidos são responsáveis por 63% dos pedidos e aguardam 335 aviões novos, de um total de 531 unidades (ver tabela abaixo). A fatia é muito maior do que a do segundo colocado da lista, a Índia, com 50 unidades encomendadas, que correspondem a 9,4% da carteira total. Também em destaque ficam China, com 41 aviões a receber, e Brasil, com 35 – de encomendas feitas pela Azul.



O destaque do trimestre foi os US$ 2,6 bilhões em pedidos firmes, pelo atual preço de lista, anunciados durante o Paris International Air Show, realizado em junho. O valor inclui sete jatos E19o para a chinesa Colorful Guizhou Airlines; oito E175 para a americana SkyWest Airlines, que serão operadas pela Alaska Airlines; dez E175 para a United Express; além de 15 aviões do modelo E190-E2 e dez do E195-E2 para a empresa de leasing Aircastle.

Em maio, a Embraer havia anunciado pedidos da Tianjin Airlines para 22 aeronaves, o que tornou a companhia a primeira aérea chinesa a adquirir E-Jets E2. No mesmo período, outro contrato foi anunciado com a Azul para a venda firme de 30 jatos

E195-E2.

A equipe de análise do BTG Pactual espera dinâmica positiva de conversão de opções de compra de clientes americanos para que a Embraer mantenha a taxa de entrega em relação à carteira de pedidos ("book-to-bill") acima de um neste ano, diz relatório assinado por Renato Mimica e Samuel Alves. O indicador acima de um mostra que mais pedidos estão sendo recebidos do que entregues.

A fabricante brasileira anunciou ainda as entregas feitas entre abril a junho. Foram 6o jatos, dos quais 27 do segmento comercial e 33 do executivo. No mesmo período do ano passado, foram entregues 58 unidades.

No segmento de aviação comercial, foram 22 unidades do modelo E175, três do E19o e dois do E195 no trimestre. No semestre, são 47 aeronaves do segmento, sendo 42 do modelo E175, três do E19o e dois do E195. Em aviação executiva a Embraer entregou 33 aviões, sendo seis Phenom 100, 20 unidades do Phenom 300, três do Legacy 500, três do Legacy 650 e um jato Lineage 1000. No semestre, foram entregues 45 jatos executivos.

Para o BTG, as entregas no segundo trimestre foram levemente mais fracas do que o esperado. A empresa entregou um jato comercial acima do projetado pelo banco e quatro executivos abaixo do esperado, além do mix mais fraco, com a concentração em aviões menores.

Como resultado, o BTG espera compressão de 190 pontos base da margem Ebitda no segundo trimestre, passando de io,6% para 8,15%. Mais especificamente, o banco espera receita líquida de US$ 1,7 bilhão, queda de 3,5% na comparação anual, com impacto da desaceleração do segmento de defesa.

A avaliação do Credit Suisse, no entanto, é diferente. Para a instituição, os dados vieram "muito fortes". Segundo essa casa de análise, a Embraer divulgou não apenas ótimos dados de entrega na divisão comercial, como também na executiva.

"No primeiro semestre, a fabricante já entregou 47 E-jets, em comparação com a projeção de 95 a 100 unidades para o ano todo, e 45 aviões executivos. Destacamos que, no segmento executivo, as entregas são normalmente concentradas na segunda parte do ano", afirma o banco. A empresa está bem posicionada para atingir as suas projeções, de acordo com relatório do Credit Suisse.

Gol apresenta nova logomarca e centésima aeronave

15/07/2015 - Folha de São Paulo

LILIANE PELEGRINI

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE BELO HORIZONTE

Liliane Pelegrini/Folhapress



Boeing 737-800, centésima aeronave da Gol, com nova logomarca apresentada pela companhia aérea em Belo Horizonte


A Gol apresentou nesta quarta-feira (15) em Minas seu novo logotipo e a centésima aeronave adquirida diretamente da Boeing.

Em evento no centro de manutenção da companhia, próximo ao aeroporto de Confins (região metropolitana de Belo Horizonte), o presidente da companhia, Paulo Kakinoff, disse que a empresa pretende passar a operar voos a Cuba, partindo de Guarulhos (SP), no fim deste ano.

Segundo ele, as negociações estão avançadas. Outros dois destinos na América Latina, ainda mantidos em sigilo, também estão sendo negociados.

Para o início de 2016, a empresa pretende passar a oferecer nas aeronaves serviços de wi-fi, TV ao vivo e vídeos. Kakinoff diz que a empresa vai manter o "DNA de baixo custo", mas ampliando seus serviços.

A companhia passará a servir também lanches gratuitos para os passageiros que serão produzidos pela marca de orgânicos Mãe Terra. Em um prazo de quatro anos, a Gol ainda substituirá todos os assentos atuais por outros feitos com couro ecológico.

Com o novo avião apresentado em Minas, um modelo 737 Max Next Generation, a Gol atinge a marca de 140 aeronaves na frota.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Aeroporto de São José dos Campos ganha novos voos da Tam

14/07/2015 - Mercado & Eventos

O Aeroporto de São José dos Campos/Professor Ernesto Urbano Stumpf (SP) ganha, nesta semana, dois voos diários da companhia aérea Tam. Os voos sairão às 06h22 de São José dos Campos com destino à Brasília (DF) de segunda a sábado. Já as partidas da capital federal com o destino à cidade paulista ocorrerão de domingo à sexta-feira, às 21h.

O primeiro voo ocorreu ontem à noite (13/7), procedente de Brasília na aeronave Airbus 319, com capacidade para 144 passageiros. Hoje, pela manhã, foi a vez da decolagem de São José para a capital federal.

Na avaliação da superintendente Suzana Silvério, essas operações ressaltam a importância e a capacidade operacional do terminal, que recentemente passou por reforma. Foram investidos quase R$ 20 milhões em obras como ampliação do terminal de passageiros, salas de embarque e desembarque e banheiros. Para se ter uma ideia, somente a área do terminal de passageiros passou de 864 para 5,9 mil m². "O novo terminal, assim como toda nossa estrutura, está preparado para receber esses e novos voos partindo do de São José", disse.

Foram também construídos um novo saguão de passageiros, balcões de check-in, sanitários, reservatório de água, estação elevatória de esgoto e subestações de energia elétrica. A capacidade do terminal é de 600 mil passageiros, sendo que no ano passado foram registrados cerca de 86 mil passageiros.

Rafael Massadar

Azul retoma voos no dia 23

15/07/2015 - O Popular - GO

Passagens já voltaram a ser vendidas, mas frequência de viagens depende de adequações em terminal

Katherine Alexandria




A Azul, única companhia aérea que opera em Rio Verde, no Sudoeste do Estado, vai retomar os voos para a cidade a partir do dia 23 de julho, e não hoje como estava previsto. A suspensão do serviço, que ocorreu em 1º de julho, se deu por falta de infraestrutura do aeródromo para garantir segurança com modelo de aeronave de 70 assentos. A expectativa era de que a suspensão durasse pelo menos 15 dias, prazo que a empresa estimou após publicação oficial de autorização temporária da Agência Nacional De Aviação Civil (Anac).

A empresa trocou a frota de ATR 42 por modelos ATR 72, que são maiores e exigem melhorias no aeroporto. Até 30 de setembro, os voos continuarão de domingo a sexta-feira. As passagens já voltaram a ser vendidas pela empresa, mas a companhia informou, em nota, que, devido à emissão temporária por parte da Anac, que regulariza o serviço de combate a incêndio do aeroporto, caso a autorização não seja renovada, a Azul passará a operar apenas dois dias na semana – às segundas e sextas-feiras.

Isso até que o órgão regulador autorize novamente a operação. Situação semelhante aconteceu também em Patos de Minas (MG) após a troca da frota de aeronaves. Os voos também estão suspensos por lá e a administração municipal tem de correr para cumprir as exigências. No caso do Aeroporto Municipal General Leite de Castro, de Rio Verde, as adequações já estão licitadas para a construção da Seção contra Incêndio (SCI) – principal ponto questionado – e a Anac informou que não há nenhuma restrição para uso do modelo de aeronave.

Adequações

Em nota, a agência explicou que era necessário Plano de Emergência em Aeródromo (PLEM), que estabelece as responsabilidades dos órgãos, entidades ou profissionais que possam ser acionados para atendimento às emergências ocorridas no aeroporto ou em seu entorno. O outro documento também pedido estabelece procedimentos operacionais a serem adotados pelo Serviço de Prevenção, Salvamento e Combate a Incêndio (Sescinc). Tudo foi entregue, como informou a Anac.

"A solicitação foi realizada pela empresa aérea no dia 25 de junho, data em que a Anac verificou junto ao operador as adequações necessárias, essas que já foram cumpridas", diz a nota. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Rio Verde, Rubens Leão, afirmou que a decisão de paralisar os voos foi da empresa para não operar com riscos, mas o prazo para as adequações que compreendiam raio-X e a SCI era de até 26 de maio.

Prédio

A vistoria de passageiros e bagagens foi cumprida, mas faltou prédio para viatura e materiais necessários para atendimento no caso de incêndio ou acidente, o que levou à suspensão. A Anac também confirma que é a empresa aérea que decide quando irá operar, bem como o modelo de aeronave e as rotas. O projeto de modernização que também incluía terminal modular e ampliação de pista teria o custo de R$ 20 milhões, segundo o secretário.

A Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) licitou e homologou a obra e informou à reportagem, por nota, que "no momento aguarda o repasse de repasse de recursos do tesouro estadual, para proceder o início da obra". "Após a repercussão da suspensão dos voos, a Agetop retomou o empenho para a obra, só que o projeto licitado não atendia à demanda da Anac, por isso foi feito adequação do projeto para não ter de realizar nova licitação", pontuou Leão.

A edificação, de acordo com o secretário, é simples e o prazo até setembro seria suficiente. A empresa que ganhou a licitação foi a Loctec Engenharia. "Pela importância, a cidade não poderia ficar sem uma alternativa, pois seria muito ruim para a economia da região."

Piloto usa ‘mochila a jato’ para voar na China

14/07/2015 - G1



Voo durou 27 s; equipamento pode atingir 124 km/h a 800 m do chão.

Outra empresa planeja vender 'mochila a jato' por US$ 150 mil em 2016.


Do G1, São Paulo

Piloto Nick Macomber voa com 'mochila a jato' Jetpack em Pequim, na China

O piloto Nick Macomber realizou na China o primeiro voo no país com a "mochila a jato" Jetpack neste sábado (11).

Durante a apresentação da empresa JetPack International em Pequim, Macomber permaneceu no ar por 27 segundos, a uma altura de 10 andares, segundo o site "China Daily".

A "mochila a jato" é capaz de atingir uma velocidade de 124 km/h e viajar a 800 metros do solo. Até hoje, os testes realizados, a duração máxima do voo máximo do dispositivo foi de 33 segundos.

O fundador da JetPack, Troy Widgery, disse ao "China Daily" que a companhia trabalha em uma máquina dessas movida a turbina. Com isso, a próxima geração do equipamento será capaz de voar durante 30 minutos.

Com essas melhorias, talvez a mochila assuma as características do aparelho desenvolvido pela empresa Martin Aircraft, da Nova Zelândia. A companhia afirma que o Martin Jetpack é o primeiro do mundo a ser "realmente prático".

E até já marcou para a segunda metade de 2016 o início das vendas. A mochila a jato com turbinas custará cerca de US$ 150 mil e terá capacidade de voar a 74 km/h, por até 30 minutos e de carregar 120 kg. A Martin quer vender o aparelho para que seja usado em emergências civis e naturais, como grandes desastres, investidas policiais ou buscas de pessoas em lugares remotos.

A diferença entre as duas mochilas é o combustível. Enquanto o Jetpack é movido a peróxido de hidrogênio, o Marton Jetpack funciona com gasolina.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A espera de dinheiro do PAC, Estado banca obras do Trem de Guarulhos

13/07/2015 - Guarulhos Web

Sem receber as verbas que deveriam vir do Governo Federal para o Trem de Guarulhos, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que obras de mobilidade urbana, em especial, a da linha 13 - Jade - da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), estão sendo custeadas, neste momento, exclusivamente, pelo Governo do Estado, diferente do que foi tratado com a presidente DILMA Rousseff (PT), em dezembro passado. 

O acordo prevê o repasse de R$ 250 milhões para investimentos em infraestrutura da Linha 13, por meio do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). No município serão duas estações: Cecap e Aeroporto Internacional de Guarulhos. O INVESTIMENTO total é de R$ 1,8 bilhão. 

"Em relação a linha 13, estamos tocando a obra, embora não tenhamos recebido nenhum centavo do Governo Federal. Mas estamos suprindo os recursos com dinheiro do Governo do Estado. A linha 13 sai de Engenheiro Goulart, na zona leste da Capital, e tem estações em Guarulhos no Cecap e no Aeroporto", explicou. 

Entretanto, Alckmin também ressaltou que está em tratativas com o Ministério das Cidades para viabilizar a sua participação nas obras de mobilidade urbana, que tem como objetivo interligar as cidades de Guarulhos e São Paulo, através do transporte sobre trilhos. Esta nova alternativa de transporte coletivo terá pouco mais de 12 quilômetros de extensão. 

"Toda ela está em andamento e todas em lotes. Temos um recurso para receber do Governo Federal, do PAC, que ainda não ocorreu. Mas estamos em cima do Ministério das Cidades para poder receber", disse o governador durante a cerimônia de início das obras das novas unidades da Etec e Fatec na cidade. 

A expectativa é que a linha 13 possa atender cerca de 130 mil pessoas diariamente e, estas sejam beneficiadas por essa nova opção de transporte mais e eficiente, rápida e barata. O valor da tarifa será o mesmo cobrado em todo o sistema metroferroviário, que atualmente é de R$ 3,50. A implantação da nova linha prevê a transposição sobre os rios Tietê e Baquirivú-Guaçú, das rodovias Ayrton Senna, Hélio Smidt, Presidente Dutra, e da avenida Monteiro Lobato. Serão adquiridos 8 trens de 8 carros. 

Inicialmente previsto para ser inaugurado antes da Copa do Mundo de 2014, o Trem de Guarulhos teve seu projeto atrasado em pelo menos três anos. A inauguração, que chegou a ser anunciada para 2015, não deve ocorrer antes de 2017. 

Fonte: Guarulhos Web
Publicada em:: 13/07/2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Voos Brasília-Orlando da Delta já estão à venda

13/7/2015 - Panrotas

Por: Artur Luiz Andrade

A Delta Air Lines irá operar voos sem escalas, quatro vezes por semana, entre Brasília e Orlando, na Flórida, a partir de 2 de dezembro de 2015. A novidade já está no sistema da companhia e as reservas estão abertas.

"O Brasil é um mercado essencial para a Delta. Ao aumentar nossa rede para Orlando estamos dando aos nossos clientes mais opções para satisfazer suas necessidades de viagem", afirma Luciano Macagano, diretor da Delta para o Brasil. "As novas rotas da Delta de Brasília e São Paulo não fornecerão somente conectividade ao destino familiar mais popular mas também um novo destino para os Estados Unidos, facilitando para os viajantes tanto de negócios quanto lazer o acesso para Orlando e outras localidades".

O voo Brasília-Orlando oferecerá conexões convenientes para a maioria dos destinos dos Estados Unidos incluindo Atlanta (ATL), Boston (BOS), Los Angeles (LAX), Miami (MIA) e Nova York (LGA e JFK).

O serviço proposto irá operar com a aeronave 757-200ER de 199 assentos. Tanto na ida quanto na volta a operação é noturna.

RN quer voltar a crescer como ‘porta de entrada’

11/07/2015 - Tribuna do Norte – RN

Renata Moura

Enviada à Buenos Aires

"Cara de Europa", frio de arder os dedos e tango por todos os lados. Buenos Aires, capital da Argentina, é o destino de cada vez mais potiguares em viagens pelo mundo. Mas é como polo emissor de turistas que essa e outras cidades do país têm ganhado mais a atenção do Rio Grande do Norte nas últimas semanas. O foco é aumentar o apetite dos viajantes pelo estado, após um tombo de 97% nas "chegadas" deles pelo RN.

Para se ter ideia do cenário, o primeiro voo direto entre os destinos, inaugurado sábado (4) pela GOL, transportou cerca de 80 passageiros do Aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, para o aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante.


Ana Paula Fernandes, 27: Primeira viagem internacional foi realizada sábado (4) para Buenos Aires

O número – formado majoritariamente por argentinos – significa o dobro dos turistas do país vizinho que usaram o RN como porta de entrada no Brasil durante todo o ano de 2014. Foram 43, segundo o anuário 2015 do Ministério do Turismo, publicado esta semana. Em 2012, 1.801 fizeram essa opção, o maior volume nos últimos oito anos. A queda foi de 97,6%, no período.

A redução também se refletiu na fatia que esses turistas representam do total de estrangeiros que escolheram o RN como porta de entrada: no ano passado, com Copa do Mundo de Futebol e Natal entre as sedes dos jogos, eles foram 0,11% do total, entre janeiro e dezembro. Em 2012, representaram 4,4%.

Os dados servem de termômetro para medir o turismo, embora não contabilizem o total de turistas argentinos que passou pelo estado. Ficam de fora da estatística os que desembarcam em outros estados e entram depois no RN em voos domésticos. De forma global, o número de estrangeiros despencou nos último anos no mercado potiguar.

"Com certeza (a queda) foi falta de divulgação", diz o secretário de Turismo, Ruy Gaspar, que assumiu o cargo no início deste ano junto com o novo governo.Em estados vizinhos, como Ceará e Pernambuco, a movimentação de argentinos cresceu. Em nenhum dos três estados, todos sedes da Copa, houve jogos da seleção argentina.

saiba mais

 ● Argentinos chegam mais de avião

● RN é o 4º maior emissor do Nordeste para o país vizinho


Divulgação

"Talvez estejam faltando mais informações de Natal em si. Mais informações sobre infraestrutura, serviços, excursões e algo que distinga mais a cidade de outros destinos, como Maceió (AL), Fortaleza (CE) ou Salvador (BA)", diz o empresário argentino Juan Matias Aguirre, 37, que já passou por Salvador, Morro de São Paulo e Costa do Sauípe, na Bahia, em 2012, e se prepara para desembarcar pela primeira vez no Rio Grande do Norte, em outubro.

O destino foi escolhido após um dos irmãos ter constituído família em Natal. A cidade será um dos destinos das férias com a mulher, Paula, os dois filhos e outros parentes. O grupo também planeja visitar Pipa. "Os argentinos gostam muito das praias do Brasil. São destinos muito caribenhos e o boca a boca ajuda a propagar isso. Em Natal, Praias e voos diretos são pontos positivos, mas é preciso aumentar a publicidade e destacar seus atrativos e ofertas", diz Aguirre.

Bate-papo – RUY GASPAR

Secretário estadual de Turismo

Qual o impacto do voo direto para Buenos Aires na economia do RN?

A retomada do mercado internacional é um sonho realizado, ainda mais com um voo direto. Esperamos aumentar bastante o número de argentinos e obter um impacto de mais de R$ 13 milhões por ano na economia.

Esse número baseia-se em que?

Calculo que os gastos de hospedagens mais alimentação, passeios, compras em shoppings, artesanatos, ambulantes etc. deixem uma receita per capita de R$ 300 por dia. Imaginando 120 turistas em média, por dia, e durante 365 dias, chegamos a este valor, que ainda acho que será maior.

Qual é o movimento financeiro global com o turismo? O que são os R$ 13 milhões diante do todo?

O turismo movimenta aproximadamente R$ 2,1 bilhões . Estes R$ 13 milhões se somam ao que já recebemos. Parece pouco, mas a expectativa positiva que gera para o trade de retomada do turismo internacional é significativa, além de dinheiro novo entrando na economia.

O número de argentinos tendo o RN como porta de entrada no Brasil caiu nos últimos dois anos. O que motivou essa queda?

Sem dúvida foi falta de divulgação e promoção do Estado.

Como avalia o fluxo de argentinos hoje no estado e em quanto pretendem ampliá-lo?

Muito baixo. Os argentinos são número 1 no Brasil, então podemos crescer bem.

Ainda há turistas que descartam Natal por achar que tem muita prostituição – uma imagem que rodou o mundo anos atrás – e a infraestrutura ruim. Reverter essa percepção é um desafio?

Turismo não existe sem limpeza pública e segurança. Temos que trabalhar bem isso; prostitutas, então, nem se fala. O trabalho é atrair famílias.

No sentindo inverso: ter mais potiguares viajando para a Argentina, a partir desse voo, aquece a economia potiguar? Quais são as expectativas?

Não aquece nossa economia. Aquece a Argentina, mas é uma vantagem para a população do nosso Estado.

Turistas optam por Pipa em busca de tranquilidade

"Uma aterrissagem a menos faz diferença. Ter que esperar malas, despachar malas é cansativo", diz a veterinária argentina Maria Victoria, 38, que passou 10 dias em Pipa, no litoral Sul potiguar, com a família, na primeira viagem ao Brasil. Ela estava entre os passageiros do voo inaugural para Buenos Aires. Cerca de 5 horas e 30 minutos depois, chegou ao aeroporto de destino – gastando quatro horas a menos do que no sentido inverso, em um voo com escalas. As férias no Rio Grande do Norte foram decididas três meses antes. "Minha irmã conhecia Pipa e nos contou como era. Por isso escolhemos o destino", disse. Natal ficou fora do roteiro de passeios, mas serviu de hospedagem por outros dois dias. "Li que havia muita prostituição e não gostei. Viemos de um lugar tranquilo e era isso o que queríamos", disse Victoria.

Voos

Duas aeronaves deverão operar hoje novos voos diretos, partindo, praticamente no mesmo horário – por volta das 23h55 – do Aeroporto de Ezeiza em Buenos Aires e do Aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. "A nova rota está em linha com a estratégia da companhia de ampliar e reforçar a presença internacional, principalmente em destinos da América Latina", afirma Claudio Borges, diretor de Planejamento de Malha da GOL. Só neste início de semestre, a companhia também passou a oferecer opções sem escalas de Brasília a Buenos Aires, de São Paulo a Mendoza e do Rio de Janeiro a Rosário, elevando para 150 o número de viagens que realiza entre cidades brasileiras e argentinas. O Rio Grande do Norte é a terceira base da empresa no Nordeste com voos diretos para Buenos Aires. Esse tipo de viajem já estava disponível no Ceará (Fortaleza) e na Bahia (Salvador).

*A jornalista viajou à convite da GOL.

Aeroportos aceleram ritmo de pousos para ter mais voos

12/07/2015 - Folha de São Paulo

Em Guarulhos, separação entre aviões antes de aterrissagem foi reduzida

Já o aeroporto de Brasília implantará pousos simultâneos a partir de novembro, em medida inédita no país

RICARDO GALLO

A Aeronáutica irá acelerar os pousos de aviões nos aeroportos de Guarulhos e de Brasília, os dois maiores do país em número de passageiros.

Feita em parceria com as concessionárias dos dois aeroportos, a medida pretende ampliar a capacidade das pistas e, consequentemente, reduzir atrasos e aumentar a quantidade de voos.

O primeiro a fazer as mudanças foi Guarulhos. Desde maio, os aviões prestes a aterrissar ali estão mais próximos um dos outros -a separação caiu de 12 quilômetros para 9 quilômetros na "fila" de aeronaves no ar.

Isso permitirá ao aeroporto aumentar, a partir de setembro, de 47 para 51 a quantidade de voos por hora -o que resulta em maior oferta de voos nos horários de pico, hoje cheios, afirma Miguel Dau, diretor de operações da concessionária GRU Airport.

A partir do ano que vem, está prevista uma separação ainda menor entre as aeronaves que vão pousar, de 6 quilômetros, o que elevaria a capacidade da pista para cerca de 60 voos por hora.

Mas, para chegar a isso, é preciso reduzir a menos de 50 segundos o tempo que cada avião fica na pista após pousar. Segundo a GRU Airport, a média era de 66 segundos em abril e vem caindo.

Atingir a meta exige negociação com as companhias aéreas. Se algumas não conseguirem reduzir esse tempo, a separação de 6 km não será implantada. A medida é considerada segura, desde que sejam tomados cuidados extras. Para Sérgio Quito, diretor de operações da Gol, a iniciativa é "bem-vinda", embora dependa de ajustes. A TAM afirmou que ainda avalia a questão.

BRASÍLIA

Em Brasília, a previsão é implantar em novembro algo inédito no país: a aterrissagem simultânea de aeronaves, usando as duas pistas paralelas do aeroporto.

Isso é possível porque o terminal tem pistas distantes 1.800 metros uma da outra; em Guarulhos, essa distância é de menos de 400 metros. Operações simultâneas exigem ao menos 760 metros de afastamento entre as pistas.

Comum nos aeroportos mais movimentados do mundo (Atlanta, San Francisco e Pequim, por exemplo), a implantação permitirá aumentar a capacidade da pista de 60 para até 80 voos por hora. Mas a ideia é usar os pousos simultâneos nos horários de pico, para evitar atrasos.

Nos dois casos, as iniciativas seguem o contrato de concessão dos aeroportos à iniciativa privada, que prevê aumento gradual de capacidade das pistas dos aeroportos.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Tam passa a operar em Juazeiro

10/07/2015 - Diário do Nordeste

Para atender à demanda, a parte externa do Aeroporto passa por reforma na avenida que dá acesso ao equipamento aeroportuário


Foto: André Costa

Juazeiro do Norte. A partir do dia 13 de julho, a empresa Tam Linhas Aéreas passa a operar no Aeroporto Orlando Bezerra, neste município, com voos diários para as cidades de Recife e Brasília. Com a operacionalização da Companhia, Juazeiro contará com pousos e decolagens de aeronaves das quatro maiores empresas aéreas do Brasil.

Com a novidade, a expectativa é que a região tenha um crescimento no setor turístico, já neste semestre, de 5%. Estima-se, ainda, que haja um incremento de até sete mil passageiros por mês no equipamento aeroportuário. O coordenador de Turismo de Juazeiro, José Roberto Celestino, observa que a capital pernambucana é, também, importante emissora de turistas ao Cariri, favorecendo, assim, a ocupação da rede hoteleira com os novos voos diários.

De acordo com Celestino, os voos representarão um acréscimo na oferta de assentos de cerca de 30% sobre a atual, quando Juazeiro do Norte passa de seis para um total de oito voos diários operados pelas quatro maiores companhias aéreas: Tam, Gol, Avianca e Azul.

Voos

Roberto Celestino lembra que o ofício enviado à presidente da TAM, Cláudia Sender, em 24 de outubro do ano passado, após a Gol anunciar que deixaria de operar na linha Juazeiro/Recife, teve por argumentação "a estreita ligação do Cariri com a capital pernambucana" explicando que empresas industriais e comerciais, profissionais, professores e estudantes universitários "dependem desta ligação rápida, barata e pontual com Recife". Apesar de os voos iniciarem só a partir da próxima segunda-feira, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) emitiu autorização para a empresa começar a operar nos referidos trechos desde o dia 1º de julho, quando as vendas foram iniciadas. O voo nascerá em Brasília às 10h45, chegando a Juazeiro às 12h57, decolando às 13h27 para Recife, onde chega às 14h34.

De Recife, o voo sai às 15h10min, pousa em Juazeiro às 16h17, quando levanta voo para Brasília às 16h51, chegando às 19 horas. A companhia aérea irá operar com aeronaves do tipo Airbus 319, com capacidade para 144 passageiros.

Internacionalização

O Coordenador de Turismo destaca a capilaridade da Tam como companhia integrante do Latam Airlines Group – companhia aérea criada após a fusão entre a chilena Lan Airlines e a brasileira Tam Linhas Aéreas – que poderá levar, por meio de conexões, passageiros de Juazeiro para diversos destinos nacionais e internacionais no mesmo dia.

Para atender à demanda de passageiros, a parte externa do Aeroporto passa por melhorias de estrutura. Além da reforma na avenida que dá acesso ao equipamento aeroportuário, que ganhou nova malha asfáltica e iluminação, a área de estacionamento também está sendo revitalizada. Operários da empresa Coral trabalham em ritmo acelerado. O aeroporto de Juazeiro se consolida como segundo portal aéreo do Ceará.

André Costa

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Ponte Aérea Rio-São Paulo já teve avião “inquebrável” e champanhe

04/07/2015 - Portal UOL





Ligação aérea mais importante do país completará 79 anos bem distante dos seus tempos áureos


RICARDO MEIER



Electra: símbolo do auge da ponte aérea Rio-São Paulo

Bastava a chamada para embarque acabar e os funcionários abrirem os portões para uma competição digna de atletismo começar: passageiros saíam em disparada pelas pistas de Congonhas e Santos Dumont em busca dos melhores lugares no Electra, o mais famoso avião que operou na Ponte Aérea Rio-São Paulo.

É verdade, nem todos corriam, mas havia quem disputasse um lugar no conhecido lounge, uma espécie de saleta no fundo do turboélice que era o local ideal para executivos viajarem em fim de expediente na volta para sua cidade de origem.

Hoje, a ligação entre as duas mais importantes cidades do Brasil não lembra nem de longe esse período tão peculiar. Se por um lado não existia ainda o assento marcado na rota, por outro os passageiros desfrutavam de um serviço de bordo elogiado com direito a itens sofisticados como champanhe e uísque – bem diferente das barrinhas de cereais e água dos voos atuais.

Foi a época do Electra II, um turboélice quadrimotor de som inconfundível que dominou a ponte durante 16 anos até ser aposentado em 1992.

De competição a reserva de mercado

Os voos entre o Rio de Janeiro e São Paulo começaram nos primórdios da aviação comercial brasileira, e se intensificaram após a Segunda Guerra, quando a oferta de aviões era grande e barata.

De uma cobertura de voo um tanto caótica, a ligação se transformou na conhecida 'Ponte Aérea' apenas em 1959, de forma improvisada quando os gerentes das companhias Varig, Vasp e Cruzeiro decidiram coordenar seus voos entre os aeroportos de forma a não se sobreporem e perderem passageiros para a companhia aérea mais agressiva da época, a Real Aerovias.

Veja mais: A era de ouro da aviação



Congonhas na década de 60: ponte aérea era feita com vários tipos de aviões

Informalmente, as três companhias deixaram de exigir endossos nas passagens e, com isso, ficou fácil para o passageiro embarcar em qualquer um dos voos delas. Não demorou para que a direção de Varig, Vasp e Cruzeiro adotassem a prática de forma oficial.

O termo 'Ponte aérea' teria surgido de ninguém menos que Rubem Berta, na época presidente da Varig, e fazia menção aos voos de suprimentos dos países de Ocidente para manter Berlim, na Alemanha, capaz de sobreviver ao bloqueio comunista.

Com a incorporação da Real pela Varig, aos poucos, o serviço foi ganhando mais padrão, sobretudo quando a Panair e a Sadia (futura Transbrasil) entraram para o pool de empresas.

Despedida do Electra da Varig




(Vídeo institucional da Varig resgatado pela Revista Flap)

No início, os voos eram realizados por uma variedade enorme de aviões, de modelos a pistão de pequeno porte e grande porte a turboélices de origens diversas. Aos poucos, no entanto, a Ponte Aérea foi se consolidando, dominada pela Varig, que em 1975 assumiu a Cruzeiro (dez antes já havia levado de brinde a Panair).

Nesse mesmo ano, o DAC decidiu obrigar o uso de turboélices no trecho, o que limitou o serviço ao Electra e ao 'Samurai', um aparelho de origem japonesa. Meses depois, um acidente com esse avião antecipou sua aposentadoria na ponte e o Electra, que havia estreado no trecho em 1962, passava a ser o único avião usado na rota.

Veja mais: Saudade dos aviões da Panair



Electra era capaz de levar 90 passageiros com conforto para os padrões da época


Demanda em alta

Na década 70, amparada no apoio do governo militar, a Varig mantinha uma reserva de mercado, sobretudo nos voos internacionais, proibidos a qualquer outra companhia. Com a ponte-aérea, a situação era próxima disso. Com a junção de outras empresas, a companhia do Rio Grande do Sul chegou a acumular 71% dos voos entre o Rio e São Paulo – Vasp e Transbrasil dividiam o resto.

Os aviões Electra, que chegaram a uma frota de 14 aeronaves, também eram da Varig enquanto a estrutura de atendimento e outros serviços divididos proporcionalmente entre os três membros do clube.

A idade avançada e o crescimento dos voos no país começaram a pesar no avião, desenhado pela companhia americana Lockheed, mais conhecida pelas aeronaves militares. Na década de 80, a Boeing tentou provar que uma nova versão do jato 737 era capaz de operar no Santos Dumont, cuja pista de apenas 1.300 metros era considerada curta demais para ele.

A mudança era mais pleiteada pela Vasp e Transbrasil, que também pressionavam pela redivisão dos voos. A Varig, no entanto, relutou até onde pôde, mas no início da década de 1990, graças a uma nova tecnologia de pavimentação de pistas, tanto Santos Dumont quanto Congonhas passaram a ter condições de operar jatos.


A aposentadoria em 1992, quando o Electra deu lugar ao Boeing 737-300

Antes disso, a então empresa regional TAM iniciava uma ofensiva que culminaria com a quebra das três grandes companhias nacionais. Em 1989, ela iniciou um serviço alternativo ao pool, batizado de Super Ponte, com turboélices Fokker F-27. Apesar de mais lentos e desconfortáveis, eles ofereciam um serviço de bordo caprichado e possibilidade de reserva de assento.

Em 1992, a era do Electra se encerrou. Vasp e Varig passaram a voar com aviões Boeing 737-300, seguidas pela Transbrasil mais tarde. A TAM (seguida pela Rio-Sul) deslocou o Fokker 100, então um jato moderno e fácil de operar, para competir no trecho.

A volta da competitividade elevou o serviço, mas vitimou as companhias mais antigas, cujas gestões eram mais engessadas e lentas. Com o tempo, Vasp, Transbrasil e, por último, a Varig deram adeus ao "filé mignon" do mercado de aviação brasileiro. Em seu lugar, a TAM e a novata Gol assumiram o protagonismo da rota mais movimentada do país, mas em vez do charme, hoje quem voa entre o Rio de Janeiro e São Paulo já não corre pela pista nem tem uma experiência tão única que virou tema de músicas e muitas histórias.