domingo, 18 de dezembro de 2016

Azul comemora 8 anos com 150 mi de paxs transportados

15/12/2016 - Panrotas

Karina Cedeño 


A Azul Linhas Aéreas completa hoje oito anos de história, e desde o voo inaugural São Paulo-Salvador a aérea já transportou mais de 150 milhões de passageiros, em um número superior a 1,5 milhão de decolagens, entre voos nacionais e internacionais.

Para celebrar a data, a companhia realizou nesta manhã, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas – o maior hub de operações da Azul –, uma festa com tripulantes e clientes.

“Estamos fechando um ano especial para a companhia, apesar do cenário econômico do País. Na contramão de muitas expectativas, ampliamos nossa presença internacional, e, com a chegada dos A320neo, consolidamos uma frota diversificada, que atende a todos os tipos de aeroportos e demandas e que nos permite operar em mercados únicos. Esperamos um 2017 de muitas conquistas neste mesmo sentido, com novidades já anunciadas. Queremos deixar nosso mais sincero agradecimento a cada um de nossos mais de dez mil tripulantes, que atuam diariamente na construção de uma companhia cada vez melhor, rumo ao objetivo de ser a melhor empresa aérea do mundo”, celebra o presidente da Azul., Antonoaldo Neves.

Confira abaixo as conquistas que fazem parte da trajetória da aérea:

A estreia de voos para Lisboa com os jatos A330 (que também operam frequências para os Estados Unidos) e o início da oferta de voos com as aeronaves A320neo. Hoje a Azul opera em mais de 100 cidades, com uma frota que reúne, ainda, Embraer 190, Embraer 195 e ATR 72-600.

Como resultado do trabalho de sua tripulação, a Azul foi reconhecida como a empresa aérea low cost mais pontual do mundo em 2015 pela Official Airline Guide (OAG). Pela sexta vez consecutiva, foi eleita pela Skytrax World Airline Awards a melhor companhia aérea low cost da América do Sul e, pela primeira vez, como melhor equipe de atendimento ao cliente da mesma região. Lembrando que a companhia também ganhou o título de empresa aérea com a melhor gestão do mundo pela Airline Strategy Awards

Além do lançamento de voos em Lisboa, que garantem a chegada a diversos outros destinos europeus por meio de codeshare, a Azul já anunciou operações para Buenos Aires (Argentina) e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), que terão ligações sem escalas a partir de Belo Horizonte e Cuiabá, respectivamente.

A Azul Cargo teve como importante destaque esse ano a expansão de sua atuação, com novas lojas e parcerias que expandem a capilaridade das ações da unidade de cargas. Ainda, a chegada dos jatos A320neo ampliará a capacidade de transporte de cargas no porão das aeronaves.

A Azul Viagens, por sua vez, registrou aumento no número de hotéis disponibilizados, chegando a praticamente todas as regiões o mundo, além de ter ingressado no mercado de cruzeiros e aberto 12 novas lojas.

Para os próximos meses, a Azul aumentará a oferta de assentos, com 3,5 mil voos extras de alta temporada de verão, que envolverão todas as regiões do Brasil e o Exterior. A maior operação estará concentrada nos aeroportos de São Paulo (Viracopos) e Belo Horizonte, onde a companhia tem seus dois principais centros de distribuição de voos

A presença do A320neo, que iniciou operações em 1º de dezembro, também ganhará força na malha aérea, com novos voos até o fim de fevereiro do ano que vem para todas as regiões do Brasil. Já foram inseridas na rota duas unidades e, até o fim do ano, serão quatro. Ao todo, a Azul fez uma encomenda de 63 unidades, que serão gradativamente incorporadas à frota até 2023.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Desembarque doméstico em Confins muda para novo terminal

11/12/2016 - Estado de Minas

Alteração vale apenas para passageiros das empresas GOL e LATAM. Não há mudança nos procedimentos de embarque

Edésio Ferreira/EM/D.A Press
(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press)

O desembarque de passageiros de voos domésticos das companhias aéreas GOL e LATAM no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, passa a ser feito, a partir deste domingo, em novo terminal, denominado Terminal 2. 

A nova área é integrada ao atual terminal. No entanto, quem for aguardar a chegada de um passageiro deverá esperá-lo no Terminal 2. As mudanças não afetam usuários de outras empresas aéreas. Também não há alterações nos procedimentos domésticos de check-in e embarque, que continuam sendo realizados onde já funcionam atualmente.

sábado, 3 de dezembro de 2016

Brasil perde 18% dos voos de empresas estrangeiras em um ano

02/12/2016 - UOL Economia

Etihad deve deixar de voar para o Brasil em março de 2017 (Foto: Divulgação)
Etihad deve deixar de voar para o Brasil em março de 2017 (Foto: Divulgação)


Por Vinícius Casagrande

A instabilidade política e econômica pela qual passa o Brasil nos últimos tempos tem afastado companhias aéreas estrangeiras e reduzido a oferta de voos internacionais no país.

O Brasil teve uma redução de 18% na oferta de voos internacionais feitos por companhias aéreas estrangeiras no último ano. Segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), empresas de fora do país atualmente realizam 632 voos por semana. Há um ano, eram 769 voos.

Nos últimos meses, grandes empresas como Singapore Airlines e Korean Airlines abandonaram suas operações no país e a Etihad já anunciou que deixará de voar para o Brasil a partir de março do próximo ano.

Também deixaram o Brasil a LAN Colômbia, que atualmente faz parte do grupo Latam, e a US Airways, que foi incorporada pela American Airlines após a fusão das duas empresas.

Por outro lado, a Edelweiss Air, da Suíça, começou a voar para o Brasil em 2016, ligando Zurique ao Rio de Janeiro.

Com isso, o Brasil passou a ter 40 companhias aéreas estrangeiras com voos regulares para o país. São três a menos do que há um ano.

Apesar da diminuição do número de voos e de empresas estrangeiras, o número de países com voos diretos para o Brasil permaneceu estável no período. São 61 países com voos sem escala. É que a Singapore e a Korean precisavam fazer uma parada para reabastecimento antes de chegar aos seus destinos finais. Por conta disso, seus dois países de origem não entram na conta.

Redução de frequências

Apesar de continuarem operando no país, muitas companhias aéreas reduziram a quantidade de voos. A American Airlines, por exemplo, cancelou suas operações no aeroporto de Viracopos, em Campinas, de onde voava para Miami e Nova York. O voo entre São Paulo e Los Angeles deixou de ser diário para ter apenas cinco frequências semanais.

A TAP também cancelou suas operações em Viracopos. A empresa tinha um voo direto para Lisboa. A rota, no entanto, passou a ser operada pela brasileira Azul.

A alemã Lufthansa foi outra que diminuiu sua operação no Brasil. No final de outubro, a empresa deixou de voar a rota entre São Paulo e Munique.

A ligação entre Rio de Janeiro e Londres também teve uma redução de frequência dos voos operados pela British Airways. A companhia britânica passou a voar cinco vezes por semana na rota entre as duas cidades. A redução acontece de 30 de outubro deste ano a 25 de março de 2017.

A espanhola Iberia também diminuiu de seis para cinco voos semanais na rota entre Madri e o Rio de Janeiro.

Em comum, todas alegam a diminuição da demanda e a crise econômica. “A situação econômica brasileira atual também tem seus efeitos sobre o transporte aéreo. Uma severa queda na demanda por voos para a Europa não nos permite, sob uma perspectiva econômica, manter nossa oferta local de voos no patamar atual”, diz o comunicado da Lufthansa emitido na época do anúncio do cancelamento dos voos.

Empresas brasileiras

As companhias aéreas nacionais também reduziram seus voos, mas passaram a voar com aviões mais cheios. Embora no mês de outubro tenham ofertado 2,83% a menos de assentos se comparado ao mesmo mês do ano passado, as quatro principais companhias brasileiras transportaram 6,38% a mais de passageiros em voos internacionais.

O cenário serve como um pequeno alívio para compensar as perdas no mercado nacional. As companhias nacionais registraram pelo 15º mês consecutivo uma diminuição no mercado doméstico. Em outubro, houve uma queda de 6,88% no número de passageiros em voos nacionais.