sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Voar de Fortaleza para capitais do NE sai caro e pode levar mais de 10h

27/09/2013 - Diário do Nordeste

Há casos em que trocar o aeroporto pela rodoviária é vantajoso, pode-se chegar mais rápido e até economizar

Viajar de avião pelo Brasil nem sempre significa ganhar tempo. Quando se trata de operações entre as capitais nordestinas, o impasse é ainda maior, e as peregrinações aéreas são inevitáveis. Voos de Fortaleza a cidades como Natal, João Pessoa e Aracaju, por exemplo, podem durar mais de dez horas por conta das paradas. Há casos em que trocar o aeroporto pela rodoviária acaba sendo mais vantajoso, pois, além de chegar ao destino mais rápido ou em tempo semelhante, o passageiro ainda economiza um bom dinheiro.

No fim de 2012, o governo anunciou investimentos
para fortalecer a aviação regional
FOTO: REUTERS

Compre com antecedência

Vale lembrar que as chances de o consumidor economizar são maiores nas compras feitas com antecedência. Mas, se você quiser viajar de avião para João Pessoa amanhã, por exemplo, não pagará menos de R$ 1.000 só pela passagem da ida e fará um percurso de, no mínimo, 7h30min. Com esse valor, é possível voar para destinos como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Florianópolis e ainda receber troco. Na TAM, segundo informações do site da companhia, a passagem mais barata disponível para a capital paraibana custa R$ 1.675. Embora Fortaleza e João Pessoa estejam separadas por 706 quilômetros, o percurso demora 7h36min, pois a aeronave passa primeiramente em Brasília (DF).

Já na GOL, o bilhete mais em conta está sendo vendido por R$ 1.032. O traslado, que também conta com uma escala, demora 10h20min. No site da Azul, a passagem mais econômica vale R$ 325 e o voo é direto, com duração de 1h35min. A Avianca, por sua vez, não realiza operações para João Pessoa.

Por outro lado, uma passagem da Avianca para Natal, amanhã, está sendo vendida no site da empresa por R$ 910 a ida. A viagem demora 7h22min, embora a capital do Rio Grande do Norte esteja localizada a 527 quilômetros de Fortaleza. De ônibus, o mesmo trajeto pode ser feito em 7 horas. Ou seja, é mais vantajoso ir por terra, considerando-se a economia de tempo e de dinheiro. Para o mesmo destino, todas as outras companhias têm voos diretos.

Ainda para amanhã, é possível encontrar, no site da GOL, percursos para Maceió (AL) e Aracaju (SE) que duram 4h38 e 3h55, respectivamente. Pela TAM, os voos com destino a Maceió e Aracaju, devido a escalas, são estimados em 9h47 e 8h40. Na Azul, há operações para Salvador (BA) e São Luís (MA) com duração de 4h e 2h30.

Regionalização

No fim do ano passado, a presidente Dilma Rousseff lançou o "Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos", um conjunto de medidas para melhorar a qualidade dos serviços e da infraestrutura aeroportuária e ampliar a oferta de transporte aéreo à população brasileira. Entre os pontos previstos pela iniciativa, está o fortalecimento e a ampliação da aviação regional.

À época, o governo anunciou um investimento de R$ 7,3 bilhões para a primeira etapa do plano de aviação regional. Conforme a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, a primeira etapa do plano deve contemplar 270 aeroportos regionais.

A Secretaria destacou ainda que os investimentos previstos são da ordem de R$ 1,7 bilhão em 67 aeroportos na região Norte; R$ 2,1 bilhões em 64 aeroportos na região Nordeste; R$ 924 milhões em 31 aeroportos no Centro-Oeste; R$ 1,6 bilhão em 65 aeroportos no Sudeste; e R$ 994 milhões em 43 aeroportos na região Sul.

Oferta

Em nota, A GOL informou que é a maior operadora aérea do Nordeste, com 26% do total de assentos com origem ou destino na região. A companhia pretende aumentar a oferta de voos para atender à demanda da alta temporada (dezembro-janeiro) e prevê novos trechos nos próximos meses. A empresa reconhece que existe um mercado corporativo crescente nos voos intranordeste e São Paulo-Nordeste. A partir do dia 9 de outubro, a GOL deve adicionar um novo voo diário para os trechos Nata-Fortaleza; Fortaleza-São Luís; Salvador-Belém; e Natal-Salvador. A companhia também informa que serão criados voos diretos em rotas que ainda não opera: Porto Alegre-Salvador; Goiânia-Porto Seguro; Congonhas-Porto Seguro; Guarulhos-Porto Seguro; Brasília-Porto Seguro; e Congonhas-Ilhéus.

Destinos atendidos

A TAM disse que não deixou de atender nenhum destino, apenas ajustou suas operações para aumentar a taxa de ocupação dos voos e elevar os níveis de eficiência frente ao aumento dos custos operacionais (alta do dólar, custos com combustível e ICMS). No Nordeste, a companhia informa que opera com aeronaves de maior capacidade para transporta mais passageiros em um mesmo voo.

Atualmente, a TAM oferece 28 voos entre as capitais do nordeste e mais quatro voos intra-nordeste (que não envolvem capitais), a maioria com frequência diária.

A companhia explica que, nos últimos cinco anos, ampliou em 30% a oferta de voos ligando o Nordeste ao restante do País. Atualmente, cerca de 50% da oferta de voos da companhia está ligada à região, e na alta temporada aumenta ainda mais. Para o fim do ano e começo de 2014, a previsão é de aumento de 19% na oferta de assentos, com 35 voos fretados semanalmente.

Ampliar opções

A Azul informa que é a maior operadora aérea do Nordeste, realizando procedimentos em 15 cidades da região: Natal, São Luis, Teresina, Fortaleza, Fernando de Noronha, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Juazeiro do Norte, Petrolina, Campina Grande, Lençóis, Barreiras, Vitória da Conquista, Ilhéus, Salvador e Porto Seguro. A companhia diz que deseja continuar ampliando as opções. Neste (levantamento até agosto), a empresa transportou 216.989 clientes saindo de Fortaleza. No ano passado, foram 223.780 e, em 2013, 237.200 passageiros.

O Diário do Nordeste entrou em contato com a Avianca, entretanto, até o fechamento desta edição, a companhia aérea não se pronunciou.

RAONE SARAIVA
REPÓRTER

Uberlândia ganha novos voos da TAM para Brasília e São Paulo

26/09/2013 - Hoje em Dia - MG

Celso Martins


Avião da TAM - TAM/Divulgação

Uberlândia, no Triângulo Mineiro, uma das cidades mais importantes no setor de serviços e agronegócios do Brasil, terá, já no próximo mês, mais quatro voos da TAM. A partir de 1º outubro a cidade ganha um voo direto para Brasília e outro retornando.

E em 11 de outubro a TAM aumenta de três para quatro o número de frequências sem escalas de Uberlândia para Congonhas, em São Paulo. Com os novos voos, a TAM aumenta a concorrência com a Azul, companhia que tem forte atuação no Triângulo Mineiro.

Estatal Infraero tem papel ampliado nas concessões de aeroportos

27/09/2013 - Paraná Online

AE - Agência Estado

A estatal Infraero ganhou novos poderes na rodada de concessões de aeroportos. Além de deter 49% da sociedade de propósito específico que administrará os aeroportos do Galeão (RJ) e Confins (MG), decisões importantes só serão tomadas com o aval dela. É o caso da distribuição de dividendos e da nomeação de auditor interno. Além disso, ela indicará um dos nomes da lista tríplice para diretor presidente da sociedade.

São prerrogativas novas incluídas na minuta de acordo de acionistas, segundo análise elaborada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O órgão questiona a necessidade de a Infraero deter 49% do capital. Pede que o governo fundamente essa decisão ou proponha um mecanismo para redução gradativa da participação.

"Eles sempre questionam isso", comentou ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wellington Moreira Franco. "Por enquanto, o governo acha que não é o momento para se repensar." O governo se mostrou flexível diante de outras sugestões feitas pelo TCU. Concordou, por exemplo, em reduzir a experiência do operador internacional do aeroporto de Confins, de 35 milhões de passageiros por ano, para 20 milhões. E já deixou claro que não vai brigar se o tribunal entender que é preciso retirar a "trava" que limita a participação dos atuais concessionários de aeroportos a 14,99% do capital dos consórcios que disputarão o próximo leilão.

Já a participação da Infraero em 49% do capital da administradora dos aeroportos resistiu a dois acórdãos do TCU. O governo entende que essa presença é essencial para aprimorar a qualidade de serviços nos aeroportos brasileiros. "Somos um País continental e temos uma quantidade de aeroportos grande, com tendência a termos mais", disse o ministro. Mas, explicou, nem todos poderão ser concedidos à iniciativa privada por causa da baixa rentabilidade. "Temos de ter sempre um órgão público para fazer a gestão da grande malha aeroportuária."

Com um plano de construir 270 aeroportos regionais, o governo quer fortalecer a Infraero e criar uma subsidiárias especializada em serviços para que ela seja a principal administradora. Não é por acaso que, no leilão de Galeão e Confins, foram estabelecidos critérios que tornam obrigatória a vinda de grandes operadores aeroportuários internacionais para o País. A ideia é absorver a tecnologia de gestão deles e irradiá-la para os aeroportos estatais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Azul estuda novos destinos no Estado

27/09/2013 - Zero Hora

VOOS NO PAMPA

A decisão do governo gaúcho de reduzir a alíquota do ICMS cobrado no querosene de aviação de 17% para 12% fará com que a Azul Linhas Aéreas amplie as operações no Estado. Ontem a companhia anunciou que no dia 14 de outubro começa a operar o voo Porto Alegre-Santa Maria. Além da Capital, a empresa voa, no Rio Grande do Sul, para Caxias do Sul, Pelotas e Passo Fundo.

Conforme Ronaldo da Silva Veras, gerente de relações institucionais da Azul, já há outros destinos no radar, mas ainda serão necessários estudos complementares para decidir pela abertura de um novo voo:

– A redução do ICMS ajuda a reduzir o custo da operação, porque 43% do custo é o querosene.

CAPITAL-SANTA MARIA
Decolagens e frequências a partir de 14 de outubro
Porto Alegre 12h45min Diária
Santa Maria 14h30min Diária
Porto Alegre 0h24min Segunda e sexta
Santa Maria 4h50min Segunda e sexta

Aviões da Transbrasil vão a leilão em outubro por R$ 1,75 o quilo

26/09/2013 - Jornal do Brasil

Portal Terra

Três aeronaves da massa falida da Transbrasil irão a leilão entre 11 a 22 de outubro, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os aviões estão no aeroporto Internacional de Brasília, sem condições de navegação, e podem ser arrematados por inteiro, pelo preço de R$ 100 mil, ou por sucata, avaliada em R$ 1,75 o quilo.

Os aviões são Boeing modelo 767- 200. De acordo com o CNJ, caberá ao arrematante o ônus de desmanche e remoção das aeronaves. Os lances podem ser feitos a partir das 14 horas do dia 11 de outubro, no auditório Freitas, Praça da Liberdade, 130, 16º Andar.

Os interessados podem obter detalhes no site do leiloeiro na internet. Os recursos arrecadados serão destinados ao pagamento de credores da massa falida das companhias aéreas.

Governo anuncia investimentos para ampliar aeroporto de Patrocínio, MG

26/09/2013 - G1

Local terá capacidade para receber aeronaves maiores.
Serão destinados mais de R$ 8 milhões na reestruturação do local.

Fernanda Resende
Do G1 Triângulo Mineiro


Governador esteve com prefeito de Patrocínio (Foto: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Patrocínio)

O Aeroporto de Patrocínio, no Alto Paranaíba, passará por reformas e ampliação. O anúncio foi feito pelo governador Antonio Anastasia durante visita à cidade na quarta-feira (25), na abertura do 21º Seminário do Café. Serão destinados mais de R$ 8 milhões na reestruturação do local e o objetivo é atender as demandas de logística.

Durante pronunciamento, Anastasia anunciou a publicação do edital para licitação das obras, que devem iniciar até fevereiro de 2014. "Aeroportos não servem só a passageiros, mas também trazem riqueza, negócios, mais emprego e renda para a região", explicou o governador.

Com as obras, o aeroporto terá capacidade para receber aeronaves maiores, com ligações diretas para grandes centros como Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo informações da Prefeitura de Patrocínio, serão feitas obras de melhoria da pista de pouso, pátio principal de aeronaves e pista de táxi, além de intervenções no terminal de passageiros, na seção contra incêndio e sinalização diurna e noturna. A apresentação de propostas pelas empresas interessadas será no próximo dia 8 de novembro.

O prefeito de Patrocínio, Lucas Campos de Siqueira, conversou com o G1 e disse que está otimista com esse investimento. Ele contou que o aeroporto existe há quase 30 anos e que há muito tempo as gestões têm procurado por melhorias e atenção para com o local. "A alegria de receber este anúncio foi imensa. É uma conquista para o Município".

Lucas Campos acredita que, com a ampliação do aeroporto, a cidade terá a possibilidade de receber voos regulares comerciais e consequentemente atrair mais investidores para Patrocínio. "Temos muitas coisas boas para mostrar. Uma melhoria no aeroporto com certeza atrairá mais pessoas para a cidade e também investimentos", comentou.

Para o prefeito, a viação regional será fortalecida. "Ao longo desse ano tivemos algumas conversas com a Trip e a empresa mostrou intenção de atuar na cidade. Existe uma perspectiva de recebermos e oferecermos voos e conexões".

Pista do Aeroporto de Rio Branco é liberada após recapeamento

26/09/2013 - G1

Companhias aéreas poderão disponibilizar mais assentos em voos.
Pista estava em reforma desde agosto de 2013.

Yuri Marcel
Do G1 AC


Aeroporto Plácido de Castro Rio Branco Acre (Foto: Yuri Marcel / G1)

Com o fim das obras na pista do Aeroporto Plácido de Castro, localizado em Rio Branco, as companhias aéreas poderão voltar a utilizar aeronaves com maior capacidade de passageiros. A liberação foi dada pela Infraero nesta quarta-feira (25).

De acordo com superintendente da Infraero no Acre, Jailson Araújo, as empresas aéreas já estudam uma forma de voltar a disponibilizar um número maior de assentos para os passageiros que circulam no Acre.

As obras na pista do aeroporto começaram no dia 12 de agosto deste ano. Na ocasião, o superintendente explicou que as obras fazem parte do trabalho de reforço na pista que é realizado desde 2009 no aeroporto.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Azul promete reduzir cancelamentos de voo com compra de aeronave

25/09/2013 - Mercado & Eventos

A Azul anunciou a compra de um novo modelo de aeronave destinado exclusivamente para transporte de peças, técnicos de manutenção e tripulação de voo, que deve entrar em operação na primeira semana de outubro. Trata-se de um monomotor modelo Pilatus PC-12, com capacidade para até oito assentos e um grande compartimento de cargas. O avião deverá reduzir o número de cancelamentos em até 40%.

"Esta é a primeira vez que uma companhia aérea brasileira adquire um avião de pequeno porte para somente atender à fins técnico-operacionais. O Pilatus será utilizado para realizar a manutenção das aeronaves da frota com mais rapidez e eficiência, diminuindo os impactos de uma situação de contingência, melhorando assim o serviço prestado aos nossos clientes", explicou Flávio Costa, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul.

Com a chegada do monomotor, a Azul reduzirá de seis para cinco o número de aeronaves reserva em sua frota, as quais ficam paradas para atender situações de contingência. Conhecido internacionalmente por ser econômico e rápido, a aeronave de origem suíça atinge uma média de 500 km/h. Caso haja necessidade de levar um grande volume de peças e ferramentas, é possível remover os assentos para ampliar a capacidade do transporte.

"Aeronave no chão por falta de peça é um transtorno para qualquer empresa aérea. E isso se torna ainda mais complexo quando falamos de uma operação em mais de 100 aeroportos no País. Por isso, a agilidade no transporte desses componentes e a mobilidade de nossos mecânicos são fundamentais. Há ainda o ganho no transporte de tripulação de voo para minimizar os impactos de possíveis contingências e com isso reduzir o cancelamento de nossas operações", completou Costa.
Pedro Menezes

Abandonado em Confins, 1º Boeing 737 do Brasil só tem 2 interessados em leilão

24/09/2013 - Estado de Minas

Boeing 737 abandonado no Aeroporto de Confins vai a leilão

Lance mínimo é de R$ 12,7 mil e dinheiro vai ajudar a sanar dívidas da Vasp, mas até agora o Boeing teve apenas dois interessados. Equipamento foi o primeiro 737 a operar no Brasil, em 1969

Paulo Henrique Lobato - Estado de Minas
Marcello Oliveira - Portal Vrum

(Maria Tereza Correia/EM/D.A PRESS)

O péssimo estado da fuselagem do avião de matrícula PP-SMA não combina com a relevante história da aeronave, estacionada há quase uma década num canto do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande BH. O jato foi o primeiro Boeing 737-200 a cortar o céu do Brasil e é ex-recordista mundial de um exemplar operado por mais tempo por uma única companhia. Por três décadas e meia, de 1969, quando foi fabricado, a 2004, ano em que fez sua última viagem, o modelo pertenceu à Vasp. Agora ele terá um novo dono: o PP-SMA será negociado num leilão que vai até o dia 30. O lance mínimo é de R$ 12,7 mil, mas seu valor de referência é de R$ 18 mil.

Veja mais fotos do Boeing 737-200 PP-SMA da Vasp

O dinheiro ajudará a pagar parte do passivo financeiro da Vasp – a falência da companhia foi decretada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, em 2008, e confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em junho de 2013. A dívida é estimada em R$ 5 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão em débitos trabalhistas. Nos últimos anos, outros aviões da empresa foram vendidos por determinação da Justiça. Sobraram 18 jatos. Desses, 17 serão leiloados a partir de hoje. Todos foram declarados "não aeronavegáveis" pelo Departamento de Aviação Civil, órgão que deu origem à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

(Maria Tereza Correia/EM/D.A PRESS) 

Na prática, significa dizer que a frota da massa falida da Vasp é constituída de sucatas. Por isso, 16 aviões – 15 Boeings e um Airbus A300 – serão (ou já foram) desmontados para o leilão, num total de 448 toneladas. O lance mínimo de cada lote, dependendo do peso, é R$ 15 mil a R$ 60 mil. Apenas o PP-SMA, por decisão judicial, será vendido inteiro. O jato pesa 18 toneladas e caberá ao novo dono retirá-lo de Confins. "Precisamos preservar a memória da aviação nacional", justificou o juiz Daniel Carnio Costa, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da comarca de São Paulo e responsável pelo processo envolvendo a Vasp.

O magistrado explicou que o leilão ocorrerá de duas formas. Até o dia 30, os interessados podem oferecer lances no site www.freitasleiloesonline.com.br. Já às 14h de 30 de setembro ocorrerá, na Casa Portugal, em São Paulo, um leilão presencial. As sucatas e o PP-SMA serão entregues àqueles que garantirem os maiores lances por meio do negócio virtual ou presencial. "O Boeing em Confins pode ser vendido por qualquer cifra, desde que não seja um valor vil. O valor de referência (R$ 18 mil) é apenas uma avaliação", acrescentou o meritíssimo.

Novos donos 
Qual será o futuro da carcaça do PP-SMA? Uma faculdade em Minas Gerais estaria interessada em comprar o jato, segundo informou uma pessoa envolvida com o leilão. Entretanto, em 2011, a TAM manifestou o interesse em adquirir a aeronave para incorporá-la ao acervo de seu museu, em São Carlos, interior de São Paulo. Em 2011, a TAM chegou a dizer que o velho Boeing já era dela e que seria tranportado ao museu.

Até agora, o PP-SMA teve apenas dois lances no leilão na internet, sendo o mais alto no valor de R$ 15.000, ofertado por um interessado da cidade de Vitória.

História
O PP-SMA foi o primeiro Boeing 737 a voar no Brasil e segundo relatos de especialistas, o primeiro da América Latina. Sua primeira aparição por aqui foi em 21 de abril de 1969 com um voo rasante no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Ficha técnica:

Comprimento (m): 30,53
Envergadura (m): 28,30
Altura (m): 11,28
Motores/Empuxo: 2x motores turbofan Pratt & Whitney JT8D-17 16.000 lbs (7.257 kg) (última versão remotorizada)
Peso max. decol (kg): 109.000 lbs (49.442 kg)
VMO: 943 km/h reais - (509 nós reais) / 648 km/h indicados - (350 nós indicados)
MMO: .84
Alcance (km): 3.435
Tripulação técnica: 2
Tripulação comercial: 4 (típica)
Passageiros: 107 (última configuração interna)


Ainda com a última pintura da Vasp, taxiando no Aeroporto da Pampulha, em BH, cerca de um ano antes de ser abandonado em Confins (Raphael Luiz Figueira de Souza/Airliners.net/Reprodução) 
Ainda com a última pintura da Vasp, taxiando no Aeroporto da Pampulha, em BH,
cerca de um ano antes de ser abandonado em Confins

Aeroportos Brasil quer fim do ICMS para aéreas nacionais

25/09/2013 - Jornal do Commercio - PE

O presidente da concessionária, Luiz Alberto Kuster lembrou que as companhias aéreas internacionais não pagam ICMS, o que gera um desequilíbrio na concorrência entre as empresas e os valores de tarifas

Da Agência Estado

Os governos estaduais não deveriam cobrar ICMS sobre o combustível utilizado pelas companhias aéreas nacionais, na avaliação de Luiz Alberto Kuster, presidente da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos SA. "Não deveria ter cobrança de ICMS para uma questão básica de transporte", afirmou, em entrevista ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado.

Kuster lembrou que as companhias aéreas internacionais não pagam ICMS, o que gera um desequilíbrio na concorrência entre as empresas e os valores de tarifas. Por isso, passagens domésticas podem custar mais caro do que voos internacionais, conforme observou. "O Brasil não pode ter uma política colonialista inversa para combustíveis", frisou.

O presidente da concessionária lembrou também que há diferença nas alíquotas de ICMS em vários Estados, situação que também contribui para desequilíbrios. "Tem avião que decola de São Paulo com pouco combustível para reabastecer em outro Estado, porque aqui é mais caro", disse.

Início dos voos para Belo Horizonte é adiado em Juiz de Fora

25/09/2013 - G1

Atualmente, Serrinha conta somente com voos para Campinas (SP).
Segundo gerente do aeroporto, local aguarda apenas a avaliação da Anac.

Rafaela Borges
Do G1 Zona da Mata


Azul quer ampliar voos em Juiz de Fora; Goianá segue sem operações (3) (Foto: Rafaela Borges/G1)

O início dos voos entre Juiz de Fora e Belo Horizonte foi adiado mais uma vez. A decisão vem sendo aguardada com ansiedade pelos usuários do aeroporto Francisco Álvares de Assis, conhecido como Serrinha, que atualmente conta com apenas um único destino: Viracopos, em Campinas (SP). O começo das operações, inicialmente previsto para o dia 23 deste mês, já havia sido adiado para 4 de outubro. Agora, segundo a Azul Linhas Aéreas, a nova data prevista é 4 de novembro. Em nota enviada ao G1, a empresa informou que o motivo da transferência de data é a "não adequação do aeroporto de Juiz de Fora junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)".

De acordo com o gerente do Serrinha, Cipriano Magno de Oliveira, o que precisava ser feito já foi providenciado. Agora, o local aguarda apenas a banca de avaliação da Anac. "Até dezembro, nós só tínhamos autorização de fazer uma decolagem por hora. Para ter mais de uma operação nós teríamos que fazer um curso, oferecido por empresas credenciadas à Anac. Esse curso já foi feito em julho deste ano. Porém, a análise da Anac ainda não. Estamos apenas aguardando essa avaliação, que foi agendada para o dia 10 de outubro", garantiu.

Novo terminal de Viracopos será entregue em maio de 2014, diz executivo

25/09/2013 - O Estado de S.Paulo

Concessionária prevê começar as obras de nova pista do aeroporto no 2º semestre do ano que vem

Aline Bronzati, Circe Bonatelli e Gustavo Porto
da Agência Estado

SÃO PAULO - O presidente da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, Luiz Alberto Kuster, garantiu nesta quarta-feira, 25, que o novo terminal do aeroporto de Campinas (SP) será entregue em maio no ano que vem "e que será um fato inédito no mundo" a rapidez da construção da obra. "São 6 mil homens trabalhando dia e noite na obra, o projeto executivo e o básico acontecem ao mesmo tempo", disse. O novo terminal terá capacidade de receber 14 milhões de passageiros por ano.

O executivo estima que a obra para construção da segunda pista seja iniciada no segundo semestre de 2014. "Já estamos com o projeto pronto e agora buscamos o licenciamento ambiental", afirmou Kuster durante o seminário Gestão Pública e Burocracia - Desafios para o Estado Brasileiro, da série Fóruns Estadão Brasil Competitivo, organizado pela Agência Estado.

O aeroporto terá, ao todo, quatro pistas. A terceira e a quarta serão projetadas e construídas gradualmente, após a evolução dos trabalhos com a segunda pista, disse Kuster. Até a metade de 2014, o executivo estima que os investimentos no aeroporto vão totalizar R$ 2,2 bilhões. Já nos 30 anos de concessão, estão previstos R$ 9,3 bilhões.

O executivo se considerou ainda otimista em relação ao Trem de Alta Velocidade (TAV), cujo ponto de partida até o Rio de Janeiro seria em Viracopos. "Havendo bons projetos não falta dinheiro para mobilidade, por isso é possível fazer o TAV. E já estamos desenhando uma estação do trem bala em Viracopos", afirmou Kuster. "Mas é preciso criatividade e segurança jurídica do governo para viabilizar a obra", completou.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Azul Linhas Aéreas tem novo voo de Palmas para Araguaina

24/09/2013 - Agora Tô on line - TO

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras recebeu sinal verde da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar mais um novo trecho em sua malha: Palmas- Araguaína. O novo voo, que estreou na última segunda-feira - (25/09), será operado com uma ligação diária, exceto aos finais de semana.

Conhecida pela sua forte atuação na pecuária, Araguaína conta com três grandes frigoríficos brasileiros. Além disso, há diversas fazendas que fomentam o desenvolvimento econômico da região. Para os moradores do estado, além de ganhar uma nova opção para realizar suas viagens com facilidade e rapidez, o voo intraestadual ajudará a movimentar os negócios entre as cidades.

Outra novidade é que este voo parte de Brasília, oferecendo aos Clientes as seguintes opções de conexões: Uberlândia, Guarulhos, Campinas e Confins. Lembrando que a partir dos aeroportos de Viracopos e Confins, os Clientes podem realizar uma série de conexões para todo o Brasil.

Confira abaixo os horários do novos voos:


As passagens já estão disponíveis em todos os canais de venda da Azul. Para mais informações, acesse o site www.voeazul.com.br.

Sobre a Azul

A Azul, companhia aérea resultante da união entre a Azul Linhas Aéreas Brasileiras e a Trip Linhas Aéreas, é a terceira maior companhia aérea do país. A empresa detém uma frota de 124 aeronaves, mais de 9.000 funcionários, 837 voos diários, 102 destinos servidos e 30.3% do total de decolagens do país. A qualidade de seus serviços já foi atestada por inúmeros prêmios, nacionais e internacionais. Azul foi eleita em 2013 como a "Companhia Aérea mais Pontual da América do Sul" pela FlightStats. Em 2013, a companhia foi eleita pela Skytrax World Airline Awards como tricampeã na categoria "Melhor companhia aérea low-cost da América do Sul" e como a melhor companhia aérea low cost do mundo pela CAPA – Centre for Aviation, além de ter sido consagrada em 2012 pelo segundo ano consecutivo como a "Melhor Empresa Aérea do Brasil" pela publicação Viagem e Turismo. Saiba mais em www.voeazul.com.br. (Inf. Azul Linhas Aérea)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Aeródromo de Maricá é retomado em ato simbólico na última quinta

20/09/2013 - O Fluminense - RJ

Previsão é que sejam realizados cerca de 120 voos de helicóptero por dia. A medida está entre as atribuições do convênio renovado pelo Governo Federal com o município


Funcionários da Secretaria de Obras fizeram limpeza no entorno da pista.
Foto: Divulgação / Paulo Polônio


Em um ato simbólico, que marca a retomada do controle municipal do aeródromo de Maricá, o prefeito Washington Quaquá, todo o secretariado, o presidente da Câmara Municipal Fabiano Horta e vários vereadores estiveram no complexo aeroportuário na última quinta-feira. A visita foi o ponto inicial de um processo de reordenamento de toda a área, possibilitado pela decisão tomada no último dia 11, de suspender, por tempo indeterminado, qualquer atividade administrativa, técnica, a circulação de pessoal e de bens no local.

A medida, já formalmente comunicada à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), está entre as atribuições do convênio renovado pelo Governo Federal com o município por mais 35 anos.

Todas as empresas instaladas no aeroporto funcionavam sem qualquer licença legal há mais de um ano e terão de deixar os imóveis que ocupam. O prefeito se reunirá, nos próximos dias, com uma comissão de funcionários dessas empresas, hoje impossibilitados de trabalhar. A intenção é realizar um cadastro desses profissionais para que a prefeitura possa absorver essa mão de obra em funções municipais. Além disso, funcionários da Secretaria municipal de Obras já começaram a fazer intervenções no entorno da pista e dos pátios, com corte do mato e limpeza.

O prefeito explica a importância da retomada da administração. "Por ser um patrimônio público, é fundamental estabelecer a ordem e segurança desse espaço, controlar e fiscalizar a movimentação das aeronaves e, principalmente, desenvolver um projeto aeroportuário que contribua efetivamente para o desenvolvimento da cidade, principalmente diante do potencial trazido com as operações offshore", explicou Quaquá, frisando que nenhuma das empresas irregulares instaladas no aeródromo recolheu qualquer tipo de imposto aos cofres municipais.

"A previsão é que sejam realizados cerca de 120 voos de helicópteros por dia para plataformas de petróleo. O que direta e indiretamente será capaz de gerar trinta vezes mais empregos do que atualmente é oferecido aqui, e direcionados para a população de Maricá", destacou.

O FLUMINENSE

Proposta para novo aeroporto no RS recebe correções

29/09/2013 - Correio do Povo

Terminal pode ser implementado em dez anos, na divisa entre Nova Santa Rita e Portão

Uma alternativa a um problema técnico que emperrava o projeto do Aeroporto 20 de Setembro foi apresentada nesta segunda-feira no Palácio Piratini. O desenho das duas pistas foi reposicionado, de modo a não causar interferência com o Aeroporto Salgado Filho e com a Base Aérea de Canoas. Com isso, a localização do futuro terminal foi confirmada na divisa entre os municípios de Nova Santa Rita e Portão, a 35 quilômetros de Porto Alegre.

A definição do local encerra um impasse com a Aeronáutica, que havia alertado para possíveis problemas no tráfego aéreo da região. "O que se fez foi reposicionar as pistas tanto no sentido Norte-Sul como também algumas milhas ao Norte, porque com isso as linhas de aproximação dessas infraestruturas portuárias ficaram paralelas, não interferindo uma com a outra", explicou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística (Seinfra), Caleb de Oliveira.

De acordo com o assessor de Relações Institucionais do 5º Comando Aéreo Regional (Comar), coronel Uirassú Litwinski, o reposicionamento elimina o problema de interferência no tráfego aéreo, especialmente no que se refere à base aérea. Com relação ao Aeroporto Salgado Filho, segundo ele, o problema pode ser reduzido por meio de um tratamento técnico, já que o atual terminal está mais distante do futuro aeroporto do que a base de Canoas.

Conforme o coronel, a Aeronáutica nunca foi contrária ao projeto. "Desde o primeiro momento nos colocamos numa posição dizendo que a definição do local do aeroporto seria do governo do Estado. Uma vez definido o local, a Aeronáutica faria então uma análise técnica informando dos problemas e da maneira como tudo poderia ser contornado", afirmou.

PPP deve ser opção para construção

Superado o problema da interferência, o governo do Estado busca agora alternativas para o financiamento da obra. Não há um valor estimado e nem prazo para a conclusão, mas segundo o diretor do Departamento Aeroportuário (DAP), Roberto de Carvalho Netto, o tempo de construção não costuma ser menor do que dez anos. "É o prazo que se espera que o Salgado Filho resista ao crescimento do tráfego", observou. Se o período for maior, ele prevê um gargalo logístico no Rio Grande do Sul. O modelo de financiamento, por sua vez, ainda não está definido. O governo irá buscar recursos por meio da União, mas não descarta uma parceria público-privada (PPP).

A área escolhida para a construção do novo aeroporto possui 1,7 mil hectares. A projeção é de que o novo terminal tenha padrão internacional e seja maior do que o Salgado Filho. O número de pistas poderá passar de duas para quatro no futuro. Segundo Carvalho Netto, o conceito levou em conta o aeroporto de Atlanta (EUA), um dos maiores do mundo. "É evidente que não precisamos disto num primeiro momento, mas temos de enxergar dentro de um plano diretor aeroportuário, que lá adiante quem sabe vamos precisar", destacou.

Fonte: Danton Júnior/Correio do Povo

Trem para aeroporto de Cumbica começa a ser construído

23/09/2013 - O Estado de S.Paulo

Governador assina ordem de serviço para início das obras da Linha 13-Jade; construção de extensão da Linha 9 também é autorizada
Caio do Valle - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Com atraso de seis meses, as obras da Linha 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) receberam aval do governo do Estado nesta segunda-feira, 23, para serem iniciadas. O ramal ligará a cidade de São Paulo ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Região Metropolitana.

Em evento na Estação Palmeiras-Barra Funda, na zona oeste, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou a ordem de serviços para que a construção comece. Ele prometeu a entrega da linha, com quase 12 km de comprimento e três estações, para 2015.

No fim do ano passado, o tucano havia afirmado que as obras começariam em março deste ano e que durariam 18 meses, até por volta de setembro de 2014.

"Nós estamos pensando em fazer a composição deles com o layout com espaço maior, para alguém que queira carregar uma mala de chão, e estamos analisando a possibilidade de colocar um bagageiro leve sobre os assentos. Não é um bagageiro pesado para mala como de avião, mas uma pasta de mão", disse o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

De acordo com ele, a ideia é atrair executivos para voos de cerca de uma hora, como os que seguem para o Rio e Brasília. A Linha 13 deverá transportar 120 mil passageiros por dia, segundo a CPTM. Para ser construída custará R$ 2,1 bilhões, valor que inclui a compra dos oito trens.

A Estação Aeroporto Internacional de Guarulhos ficará suspensa sobre o canteiro da Rodovia Hélio Smidt e será conectada ao aeroporto por meio do terminal 4, o "puxadinho", o menos movimentado dos três já abertos. Esse terminal é fisicamente desconectado de todos os demais. Para sanar o problema, a concessionária de Cumbica, a GRU Airport, prometeu construir um "people mover" para transportar gratuitamente os passageiros entre os terminais. Ainda não se sabe se será um monotrilho ou um veículo leve sobre trilhos (VLT).

Fernandes disse que a escolha desse local -- e não as imediações dos terminais 1 e 2 ou do futuro terminal 3, que será o maior -- se deve ao fato de que a GRU Airport tem intenção de construir ali um shopping center, com fast food e serviços. "Ali na frente do terminal 4, nós vamos fazer uma asa de acesso direto para Guarulhos. Então, a população, através da estação, vai ter acesso ao aeroporto, para fazer uso de cinemas, shopping."

Os funcionários do aeroporto também devem ser beneficiados, já que hoje contam só com ônibus lotados nos horários de pico para conseguir chegar de transporte público a Cumbica. Trabalham no local cerca de 38 mil, número que deve ultrapassar os 40 mil com a inauguração do terminal 3 no ano que vem.

Linha 9-Esmeralda. No mesmo evento, Alckmin autorizou o início das obras de extensão da Linha 9-Esmeralda até a Estação Varginha, na zona sul da capital. Hoje, esse ramal para em Grajaú. Serão mais duas estações: a intermediária se chamará Mendes-Vila Natal (esse último nome foi acrescentado à nomenclatura original do projeto).

A construção, somada à compra das composições e materia de sinalização, custará R$ 633 milhões e ficará pronta, segundo Alckmin, no fim de 2014, ainda durante o seu mandato. O governo prevê que 110 mil pessoas por dia utilizem as duas novas estações. A extensão do ramal será de 4,5 km.

Mercado de aviação encolhe no Brasil

24/09/2013 - O Estado de S.Paulo

Desempenho ruim dos voos domésticos no País afeta projeções do setor aéreo mundial

Jamil Chade
CORRESPONDENTE / GENEBRA

Depois de anos de expansão, o mercado doméstico de passageiros no Brasil sofre uma contração e, junto com o freio em outras economias emergentes, acaba contribuindo para afetar o setor aéreo mundial. Dados divulgados ontem pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) apontam que, no primeiro semestre, o número de passageiros domésticos no Brasil caiu 0,6%.

A entidade reduziu suas projeções de lucros e de renda para 2013, apontando para ganhos de US$ 11,7 bilhões – US$ 1 bilhão a menos que as projeções iniciais. O custo elevado do petróleo, por conta da crise na Síria, e resultados decepcionantes em alguns países emergentes, entre eles o Brasil, seriam as causas dessa revisão. "Os mercados emergentes sofreram uma desaceleração", admitiu Tony Tyler, presidente da Iata.

A realidade brasileira contrasta com a média da expansão mundial. Segundo ele, o número de passageiros no mundo deve crescer em 5% em 2013, abaixo dos 5,3% de 2012. Mas, pela primeira vez, o número de passageiros vai superar a marca de 3 bilhões de pessoas.

Brasil. Diante do fraco desempenho do Brasil, a Iata estima que toda a média latino-americana para o ano acabará comprometida. Em 2013, as projeções apontam que o setor aéreo na região terá lucros de US$ 600 milhões,um dos mais baixos do mundo, repetindo os resultados de 2012. Só em 2014 é que o setor teria um salto nos lucros, passando a US $ 1,1 bilhão.

"Masumamelhoria mais ampla está sendo impedida por vários fatores, entre eles a fragilidade econômica do Brasil", apontou a Iata."A fraqueza econômica no Brasil está sendo compensada por melhorias de desempenho como resultado de reestruturações e disciplina na capacidade", disse a Iata.

Segundo a entidade, as rotas entre a América do Sul e os EUA continuam a se expandir. Mas as rotas ligando outras regiões emergentes seriam mais vulneráveis e dependem ainda dos ciclos de crescimento dessas regiões. Ainda assim, a demanda deverá crescer em toda a região em cerca de 6%.

Ásia. Na Ásia, a desaceleração da Índia é o que mais impacta no setor aéreo regional. O segmento ainda terá lucros de US$ 3,1 bilhões. Mas US$ 1,5 bilhão abaixo das taxas de 2012. Já na China, o primeiro semestre mostrou uma expansão de 12% no mercado doméstico. Mas distante do crescimento de mais de 20% dos últimos anos. Na Rússia, outro país do Bric, a expansão no primeiro semestre foi de 10%.

A desaceleração de alguns dos emergentes ocorre no momento em que tanto o mercado americano quanto o europeu dão sinais de estabilização. "O crescimento de mercados emergentes como Índia, Brasil e, de certa forma, a China, foi mais lento do que se antecipava", disse Tyler. "Mas isso foi de uma certa forma equilibrado por melhorias na economia dos EUA e pela estabilização da Europa."

Na América do Norte, os lucros no setor serão de US$ 4,9 bilhõesem2013,comaltade2% na demanda de passageiros. Para 2014, as projeções são de lucros de US$ 6,3 bilhões – um recorde para o setor. Na Europa, os lucros devem chegar a US$ 1,7 bilhão, quatro vezes mais do que em 2012. Para 2014, o valor deve dobrar.

Para a Iata, o bom resultado dos países ricos em 2014 deve permitir que o setor atinja lucros de US$ 16,4 bilhões no próximo ano, que também seria o maior da história.

● Turbulência

"O crescimento de mercados emergentes como Índia, Brasil e, de certa forma, a China, foi mais lento do que se antecipava. Mas isso foi de certa forma equilibrado por melhorias na economia dos Estados Unidos e pela estabilização da Europa."
Tony Tyler
PRESIDENTE DA IATA

Aéreas temem caos no País na Copa do Mundo

As maiores empresas aéreas do mundo cobram do Brasil uma resposta em relação ao que será feito dos aeroportos do País para a Copa do Mundo, que ocorrerá em menos de um ano. Tony Tyler, presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo, deixou claro ontem que o setor teme por um caos diante do fluxo de passageiros entre as 12 cidades."Estamos preocupados", admitiu Tyler, que representa as 280 maiores companhias aéreas do mundo. "As empresas estarão prontas para garantir o serviço", insistiu. "Mas estamos em diálogo com o governo brasileiro para saber exatamente o que vai ocorrer."

A Iata tem mandado delegações para dialogar com Brasília justamente para entender quais são os planos do governo no que se refere aos aeroportos. Para Tyler, ainda há tempo para que os aeroportos passem pelas reformas necessárias. Mas a entidade admite que, logo, esse tempo terá sido esgotado.

Se as previsões do governo se confirmarem, o Brasil receberia durante o Mundial cerca de 600 mil turistas estrangeiros. Com a Copa ocorrendo em 12 cidades, os próprios organizadores chegam a falar no uso de aeroportos militares, pelo menos para as equipes e para o staff da Fifa. Em meados do ano, o governo indicou que o custo da reforma dos aeroportos para a Copa do Mundo aumentou em R$ 1,6 bilhão. /J.C.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Senhores passageiros

21/09/2013 - O Globo

MÍRIAM LEITÃO
miriamleitao@oglobo.com.br

Se dois aviões da mesma companhia abastecerem com o mesmo volume de combustível, um ao lado do outro, e um for para Maceió, e o outro, para Buenos Aires, o que viajar pelo Brasil pagará 35% mais caro. É que recairá PIS/Cofins e ICMS sobre o combustível para o que voar internamente. Isso é o que conta Paulo Sérgio Kakinoff, presidente da Gol, sobre uma das esquisitices do setor.

Há várias outras esquisitices que os presidentes das empresas aéreas não conseguem explicar, como o fato de terem pulado de 30 milhões para 100 milhões de passageiros transportados por ano, num período de 10 anos, e mesmo assim estarem em crise.

Esta semana conversei com Kakinoff, da Gol, e José Efromovich, presidente da Avianca, sobre os problemas reclamados pelas companhias aéreas. A interrupção da disparada do dólar diminuiu um pouco a intensidade com que se falava em o governo ajudar as empresas. Os dois, em entrevista na Globonews, não foram claros sobre o que exatamente querem do governo.

Efromovich reclama dos impostos — e o exemplo dado acima por Kakinoff é mesmo surrealista —, mas, ao mesmo tempo, como isentar um setor cuja tendência mundial é pagar mais impostos por ser um grande emissor de gases de efeito estufa?

Kakinoff disse que eles não têm previsibilidade da demanda, mas os aviões têm prazos de entrega de quatro, cinco anos. Ou seja, eles têm que encomendar novos aviões mesmo sem ter capacidade de prever se a demanda por voos vai aumentar.

Eles alegam que a tarifa média caiu à metade. Mas é difícil auditar. Como todos sabem, eles oferecem tarifas baixas em horários e dias que ninguém quer viajar. Todas as empresas cobram mais em passagens para um prazo mais curto do que as tarifas compradas com antecedência. Se o passageiro quiser antecipar uma viagem, pagará uma barbaridade, se quiser postergar, não receberá dinheiro de volta.

Kakinoff disse que a demanda de passageiros, de fato, cresceu muito e isso fez as empresas ampliarem a oferta, e, quando o setor parou de crescer, como aconteceu este ano, houve um aumento de custos das companhias aéreas. Efromovich e Kakinoff reclamam muito da volatilidade do dólar — mais até do que da alta da moeda — porque ela traz a falta de previsibilidade dos custos. Seja como for, não é novidade que o custo do leasing é em dólar, o querosene de aviação é afetado pelo dólar, portanto, o setor tem que se proteger de alguma forma, exatamente porque essa volatilidade cambial acontece depois de um longo período de vento a favor.

Eles não concordam. Alegam que se fizessem hedge de tudo seria caro demais e têm que conviver, como disse Efromovich, com certas velharias como a de pagar adicional de marinha mercante, quando o querosene de aviação é produzido aqui mesmo.

Conferindo os dados da ANP se vê que o pagamento da taxa de marinha mercante pode ser antigo, mas nem tudo é refinado aqui. A balança comercial de querosene de aviação tem um rombo de US$ 900 milhões de janeiro a julho. O Brasil produziu, mas teve que importar 26% da oferta. É bem verdade que repassa imediatamente o custo para as empresas, ao contrário do que faz com a gasolina.

Esse é um setor em que há muita reclamação de passageiro. Todo mundo tem histórias para contar, por isso é difícil ouvi-los falar em melhora do serviço e que a Gol é uma companhia de baixa tarifa. Ou ouvir que a empresa preservou 500 funcionários da WebJet quando ela comprou a empresa para fechar e demitiu mil. Mas esse é o setor que está na porta do governo pedindo ajuda. Que ele se restrinja a acabar com algumas irracionalidades. ●

Os pontos-chave
1 Custo do combustível na viagem de avião para o exterior é menor. Não incide PIS/Cofins e ICMS
2 Em 10 anos, o setor teve um crescimento de 30 milhões para 100 milhões de passageiros por ano
3 Mesmo assim, as empresas aéreas reclamam de prejuízos e pedem algum tipo de ajuda do governo

COM ALVARO GRIBEL (DE SÃO PAULO)
oglobo.com.br/economia/miriamleitao

Galeão tem o desafio de atrair aéreas e ampliar voos

22/09/2013 - O Globo

O nó da infraestrutura
Movimentação no aeroporto carioca este ano é metade da de Guarulhos

DANIELLE NOGUEIRA
danielle.nogueira@oglobo.com.br

Eles têm o mesmo tamanho de pátio e igual número de pistas. As semelhanças param por aí. Separados por cerca de 350 quilômetros, os aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Galeão, no Rio, guardam enormes diferenças, apesar de serem as duas principais portas de entrada do país. O terminal paulista tem quase o dobro do número de voos de seu rival carioca. São 5.360 por semana, em média, contra 2.800 no Galeão. Guarulhos também tem o dobro do número de companhias aéreas (49, ante 24 no terminal carioca) e movimentou o dobro do número de passageiros nos primeiros sete meses do ano. Foram 20 milhões de pessoas lá e dez milhões de pessoas aqui.

O desafio do consórcio que vencer o leilão de concessão do Galeão será justamente o de atrair mais empresas e passageiros, oferecendo um serviço de maior qualidade. A licitação está oficialmente marcada para 31 de outubro, mas o governo já trabalha com a possibilidade de fazer o leilão na primeira quinzena de novembro.

— Para a administração pública, tanto faz se uma carga é embarcada no aeroporto A ou B ou se um passageiro embarca no aeroporto A ou B, quando os dois são controlados pelo governo. O investidor privado vai trazer para o Galeão uma visão de negócios para promover o aeroporto como uma solução para o viajante. Ele poderá negociar com as empresas horários estratégicos para pouso e decolagem, incentivando a vinda de aéreas, especialmente internacionais — diz Martha Seillier, diretora de Política Regulatória da Secretaria de Aviação Civil (SAC), órgão que coordena processo de licitação.

Apoiado na tese de que os dois aeroportos concorrem entre si nas rotas internacionais, o governo limitou a participação de empresas vencedoras de leilões anteriores a 15% do consórcio que disputar Galeão e Confins (MG). Foi a forma encontrada para que as companhias que estão à frente de Guarulhos — licitado em fevereiro, ao lado dos aeroportos de Brasília e Campinas — não controlem o Galeão, o que poderia, na avaliação do governo, inibir a concorrência e o processo de ampliação da oferta de voos.



Num momento em que o setor de aviação passa por uma crise, com a pressão de custos e demanda em desaceleração, Guarulhos tem mostrado que tem fôlego para crescer, embora enfrente restrições de infraestrutura. Os 20 milhões de embarques e desembarques entre janeiro e julho de 2013 representam aumento de 7% em relação a igual período do ano passado. No Galeão, a movimentação de passageiros ficou estagnada, apesar de a capacidade do aeroporto comportar a demanda com sobra.

— Enquanto Guarulhos está um ano na frente, Galeão está um ano atrás. O aeroporto de São Paulo deve chegar a 35 milhões de passageiros este ano, o que só aconteceria em 2014 nas minhas previsões. Já o Galeão deve repetir o dado de 2012 (de 17,5 milhões de passageiro) — diz Elton Fernandes, professor de Transporte Aéreo da Coppe/UFRJ.

CONECTIVIDADE, O TRUNFO DE SP
O maior dinamismo de Guarulhos tem relação com sua geografia. O aeroporto fica no estado de São Paulo, polo econômico do país. É compreensível que a demanda por viagens a lazer e a negócios seja maior que no Rio. Mas não é só isso. Guarulhos conseguiu implementar uma malha aérea que o transformou no principal hub (centro de distribuição de voos) da América Latina. A partir de lá é possível viajar, em ligações diretas, para 156 destinos, sendo 103 domésticos e 53 no exterior. O Galeão só atende 54 cidades com voos diretos: 24 no Brasil e 30 fora do país.

— A conectividade é fundamental na estratégia das empresas, pois elas precisam ganhar escala para ter competitividade. Se há demanda e ampla alimentação de voos no mesmo lugar, elas unem o útil ao agradável. Caberá ao consórcio que ganhar o Galeão ter criatividade para atrair mais companhias. A ociosidade do Galeão é sua principal vantagem — avalia Jorge Leal, professor de Transporte Aéreo da Escola Politécnica da USP.

Este ano, cinco estrangeiras passaram a operar em Guarulhos (entre elas a equatoriana Tame e a americana US Airways). No Galeão, só a Ethiopian inaugurou um voo semanal. E a TAM deixou de voar de lá para Paris e Frankfurt em agosto. Para Fernandes, da UFRJ, é um movimento típico de crise:

— Quando há baixo crescimento econômico, a tendência é que as empresas corram para os polos centrais e saiam da periferia. Guarulhos tende a se beneficiar desse processo e o Galeão, perde. Mas isso é conjuntural.

O maior gargalo de Guarulhos é a limitação de pátio. Não é possível elevar muito o número de voos porque não há espaço para que os aviões estacionem enquanto aguardam uma nova decolagem. Por isso, os US$ 3 bilhões que o consórcio que assumiu o aeroporto se comprometeu a investir até a Copa de 2014 inclui a ampliação do pátio. Hoje, há 61 posições (ou vagas) para os aviões. Com as obras, serão mais 54 até maio do ano que vem.

— Nosso objetivo é fortalecer o hub internacional. Não queremos só trazer mais companhias, mas queremos companhias que agreguem valor ao aeroporto — diz Fernando Sellos, diretor comercial de Guarulhos.

eliária andrade/30-4-2013

Gargalo. Aeroporto de Guarulhos: pátio lotado é limitação para crescimento

gustavo miranda

Futuro. Pátio do Galeão: ociosidade está entre as vantagens do aeroporto

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

BQB, do Uruguai, chega em Guarulhos

20/09/2013 - Aviação Brasil (Redação)

Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional

Começa no próximo dia 15 de novembro, um voo diário, exceto aos sábados, com Airbus A320, configurado para 180 passageiros, no trecho Montevideo – Guarulhos.

O voo BQB 612 decola de Montevideo às 11h05 e pousa em Guarulhos às 13h35, de onde decola às 14h35, como BQB 613 e pousa em Montevideo às 19h05. Após a Pluna, é a primeira companhia uruguaia a refazer a rota para São Paulo. A BQB já serve o Brasil com voos em Porto Alegre, com ATR 72, para Montevideo e Foz do Iguaçu com dois voos semanais para Salto.

Aeroporto de Cabo Frio, RJ, vai receber voos cargueiros da Europa

19/09/2013 - G1

Cargueiros começam a chegar a partir de 30 de setembro.

Viracopos, em SP, deixa de ser única opção do importador fluminense.


Saguão do Aeroporto Internacional de Cabo Frio
Foto: Divulgação / Grupo Libra)

O Aeroporto Internacional de Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio, receberá a partir do dia 30 de setembro o primeiro voo cargueiro da Europa com frequência regular para o Rio de Janeiro. O novo voo, da Lan Cargo (Grupo Latam), será semanal e sairá de Amsterdã toda segunda-feira. Com isso, Viracopos, em Campinas, deixa de ser a única opção do importador fluminense para recebimento de cargas da Europa. Será um ganho de eficiência logística e de arrecadação para o estado, segund a prefeitura do município.

Cabo Frio recebe atualmente outros dois voos cargueiros semanais, vindos de Miami (EUA). O Aeroporto Internacional de Cabo Frio é administrado pela iniciativa privada desde 2001, após a concessão do município. Conta ainda com estrutura e capacidade para armazenagem alfandegada de carga aérea ou marítima, além de funcionar como uma importante base de helicópteros e serviços de apoio às plataformas offshore das bacias de Santos, em São Paulo, e de Campos, Norte Fluminense.

Sala de desembarque do Aeroporto Santos Dumont recebe novo piso

18/09/2013 - Mercado & Eventos



Sala de desembarque do Aeroporto Santos Dumont com o novo piso

A Infraero concluiu no último fim de semana a substituição do piso no setor B da área de desembarque do Aeroporto do Rio de Janeiro/Santos Dumont (RJ). Esta foi a primeira fase dos trabalhos, contemplando a instalação de um novo revestimento de mármore em uma área de 368 m², proporcionando maior conforto e um visual mais bonito. A próxima etapa será a substituição do piso do setor A do desembarque. O investimento total é de R$ 233 mil.

Na segunda fase dos trabalhos, com início previsto para a próxima semana, haverá a interdição do setor A, causando a redistribuição do fluxo de passageiros entre os outros setores para garantir a fluidez das operações na área.

O acesso ao setor B será feito por um túnel, atualmente em construção, que se ligará ao setor A pelo lado externo. Além disso, durante parte da obra, os banheiros do setor A serão interditados. A sinalização indicando a interdição será colocada antes da escada rolante de descida, solicitando que sejam utilizados os banheiros localizados no conector. A previsão de conclusão dos serviços é a primeira quinzena de novembro.

O superintendente do Santos Dumont, Iberê de Oliveira, pontuou o objetivo dos trabalhos. "Esta iniciativa visa a oferecer maior comodidade e bem-estar àqueles que chegam ao Rio de Janeiro", destacou. O passageiro Luigi Esposito também aprovou a novidade. "Este novo piso dá uma sensação de maior claridade ao ambiente", comentou.

Rafael Massadar

Tap vai passar a voar para o Norte do Brasil

19/09/2013 - Mercado & Eventos

Novo voo: ​Tap inicia em 2014 rota Lisboa/Manaus/Belém/Lisboa

Natália Strucchi

O voo da Tap que fará a ligação entre Lisboa, Manaus e Belém está confirmado. Conforme apurou nossa reportagem, a nova rota começa a ser operada em junho de 2014 com três freqüências iniciais. Ainda segundo fontes ouvidas pelo M&E, o anúncio oficial vai ser feito em Portugal, no dia 5 de outubro, com a presença de autoridades da companhia aérea e dos Estados do Amazonas e Pará.

Partindo de Belém para Lisboa, a operação vai durar pouco mais de seis horas. No trajeto inverso, o voo sai da capital portuguesa, faz uma parada em Manaus e, em seguida, segue para Belém.

A Tap é a companhia que voa de mais cidades brasileiras para a Europa e também a que mais transporta passageiros do Brasil ao Velho Continente. De Lisboa, são mais de 70 frequências semanais para 10 diferentes cidades no Brasil. São Paulo e Rio de Janeiro recebem mais de 25 voos por semana partindo de Lisboa. Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Natal e Fortaleza também recebem voos da companhia.