terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Estratégia da Tam não tem novas rotas em 2012

31/1/2012 - Panrotas

Líbano Barroso, presidente da Tam: companhia registrou maior ocupação da história nas rotas internacionais em 2011

A Tam não deve abrir novas rotas neste ano. O foco será na consolidação das rotas existentes, com aumento de produtividade e possível ampliação no número de frequências de alguns destinos internacionais. A companhia aérea divulgou hoje as estimativas para o ano, que deve ser encerrado com load factor entre 72% e 74% no segmento doméstico e entre 83% e 85%, no internacional. “É importante lembrar que em 2011 a Tam registrou a melhor taxa de ocupação de sua história nas rotas para o Exterior, de 81,4%”, disse o presidente da companhia, Líbano Barroso.

“Acreditamos em um mercado forte e crescente em 2012. Vamos direcionar nossos esforços para aumentar a rentabilidade da nossa companhia, continuando o movimento de recuperação de yield, iniciado no segundo semestre do ano passado. Vamos manter um rígido controle de custos, evitando excesso de capacidade, e ampliar receitas, com maior ocupação de nossas aeronaves”, comentou Barroso.

O crescimento da oferta de assentos da companhia neste ano deverá ser entre zero e 2% nos voos domésticos e entre 1% e 3% nas rotas para o Exterior, segundo a empresa. Em relação à frota, a Tam realizou revisão em seu plano de frota, além da comunicada em agosto último. A companhia encerrará o ano com 157 aeronaves, ao invés de 159. A empresa reduzirá sua frota doméstica em sete aviões narrow body (de apenas um corredor de circulação), e não apenas quatro, como anunciado no ano passado. Para atender o segmento internacional, a companhia receberá quatro Boeing 777 e continuará com um Airbus 330 que seria devolvido em 2012.

TAM prevê redução maior em sua frota doméstica em 2012

31/01/2012 - Valor

SÃO PAULO - A TAM Linhas Aéreas acaba de anunciar uma revisão para baixo do seu planejamento de frota para 2012. A maior companhia aérea do país vai reduzir sua frota doméstica em sete aviões e não mais quatro, conforme havia divulgado em agosto do ano passado.

Naquela época, a TAM informou que havia desistido de incorporar quatro aviões para voos domésticos neste ano. Agora, está reduzindo sua frota doméstica em mais três unidades. Para a operação no mercado internacional, a TAM vai receber quatro aviões da Boeing, modelo 777, e vai manter um A330 que seria devolvido em 2012.

Com isso, a frota total da companhia vai encerrar o ano com 157 aviões e não mais com 159, conforma havia planejado inicialmente.

Apesar dessa revisão, a TAM informa que vai renovar a frota doméstica em 10%, com a chegada de 13 modelos A320, da Airbus.

A TAM Linhas Aéreas também divulgou, por meio de comunicado, que estima um crescimento entre 8% e 11% na demanda por voos domésticos em 2012, informou há pouco a companhia. A companhia acrescenta que não prevê a abertura de novas rotas neste ano, mas planeja aumentar a produtividade das linhas já existentes.

A TAM projeta, ainda, uma taxa média de ocupação de seus aviões entre 72% e 74% no mercado doméstico. Nos voos internacionais, a empresa estima uma taxa média de aproveitamento das aeronaves entre 83% e 85%. A TAM acrescenta que, em 2011, registrou a melhor taxa de ocupação de sua história nos voos ao exterior, de 81,4%.

(Alberto Komatsu | Valor)

Dez grupos de fora confirmam que vão disputar aeroportos

30/01/12 - O Globo

Mas TCU ainda não deu aval para leilão

Ronaldo D'Ercole

SÃO PAULO E BRASÍLIA - O governo está otimista e pelo menos dez grupos já fecharam acordos com operadores internacionais para participar, no próximo dia 6, do leilão dos aeroportos de Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas) e Juscelino Kubitschek (Brasília) — apesar dos cinco pedidos de impugnação do edital encaminhados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da indefinição do Tribunal de Contas da União (TCU), que ainda não deu sinal verde ao processo. Grandes operadores de aeroportos de países como Estados Unidos, França, Alemanha, Suíça, Espanha e Portugal já fecharam sociedades com construtoras brasileiras, enquanto outros, como a indiana GMR e a turca TUV, ainda negociam parcerias. As propostas financeiras e as garantias dos grupos que participarão do leilão devem ser entregues à Anac na quinta-feira. Até lá, porém, o governo terá de vencer alguns obstáculos.

Hoje, até o fim do dia, a Anac divulgará no site oficial um comunicado com o resultado do julgamento de cinco atos de impugnação ao edital — apresentados por empresas que não concordaram com as explicações aos questionamentos que fizeram à Anac e querem mais tempo para atender às exigências do edital e entrar na disputa. A expectativa entre executivos e advogados que acompanham o processo é que a Comissão de Licitação não acate os pedidos. Eles estão certos também de que o governo está preparado para enfrentar uma guerra de liminares caso algum grupo tente barrar a realização do leilão nos tribunais.

Segundo fontes, as respostas da comissão de licitação às contestações não deverão implicar alterações no texto do edital.

— O edital foi bem maturado e não vai ter muita brecha (jurídica) para contestações — opina o advogado Rodrigo Pinto de Campos, do escritório Aidar SBZ.

A Anac recebeu 1.381 questionamentos do setor privado sobre o edital. A ata com as respostas foi publicada no início da semana passada.

Mas, se houver contestação judicial, há quem diga que a disputa pode ser prorrogada por um prazo de 30 dias. Um adiamento, agora, observam os analistas, forçaria o governo a postergar a privatização dos terminais do Galeão (Rio), Confins (Belo Horizonte) e Recife/Manaus, cujo processo terá início em março, para que o leilão possa ser realizado ainda este ano.

TCU fez ressalvas em dezembro

Mas o passo mais delicado para o governo assegurar o leilão do dia 6 será dado na quarta, quando os ministros do TCU se reúnem em plenário para analisar as modificações nos termos econômicos e financeiros do edital, pedidas à Anac em dezembro, e dar seu parecer sobre os aspectos jurídicos e contratuais definidos para o leilão.

— O TCU dará a palavra final sobre o edital, dirá se a licitação na forma como foi proposta tem condições de prosseguir ou não — diz a advogada Cristiane Cordeiro von Ellenrieder, sócia do escritório FHCunha, que assessora um grupo que irá ao leilão.

Cristiane lembra que o TCU teve pouco tempo para aprovar o edital, da mesma forma que o governo também teve de publicá-lo imediatamente, e nem todas as modificações solicitadas pelo tribunal foram atendidas integralmente.

— A reunião é um marco importante, porque em dezembro o TCU já havia aprovado o processo com ressalvas — completa.

Apesar dos percalços, o governo está otimista e aposta que o plenário do TCU aprove o edital definitivo. Segundo interlocutores, poderá até haver alguma determinação para que a Anac faça pequenas alterações no texto. Mas apenas retificações que não exijam a prorrogação do leilão, marcado para ocorrer em São Paulo. Sem o aval do órgão, o Executivo não pode prosseguir com a privatização dos terminais.

O TCU teria apontado uma série de inconsistências no edital, mas a Casa Civil foi encarregada de discutir com a área técnica do Tribunal as questões apontadas, na tentativa de evitar alterações no cronograma. Mudanças poderiam comprometer as obras da Copa, até 2014.

Entre o grupos estrangeiros que correm para se habilitar ao leilão, o indiano GMR avaliou a possibilidade de entrar sozinho na disputa. Operador de quatro aeroportos na Índia, o GMR, agora, estaria próximo de se associar à Invepar, empresa de investimentos em infraestrutura que tem a construtora baiana OAS e fundos de pensão de estatais (Funcef, Petros e Previ) como sócios.

Empregados da Infraero questionam

Entre as empresas nacionais, a novidade é a associação das construtora Constran com o grupo Triunfo Participações. Eles vão formar um consórcio que ainda contará com a Aeroservice (empresa de projetos para aeroportos) e a Egisavia, uma operadora francesa de aeroportos.

— As cinco grandes (CCR, Odebrecht, Queiroz Galvão, Ecorodovias e Invepar) gostariam que não houvesse outros concorrentes no leilão. Mas hoje há 13 grupos interessados e, na pior das hipóteses, esse número vai baixar para dez ou 11 consórcios — diz o executivo de uma empresa envolvida na disputa.

Outra possível fonte de problemas para os planos do governo de realizar de qualquer maneira o leilão no dia 6 são os funcionários da Infraero. Na semana passada, empregados da estatal entraram com uma ação popular na 8 Vara de Justiça Federal, em Campinas. Pelo edital, a Infraero será sócia minoritária (com 49% do capital) das concessionárias privadas que vencerem os leilões, e existe a possibilidade de seus funcionários terem uma fatia da sociedade. Mas quem decidirá se os empregados continuarão trabalhando nos aeroportos privatizados serão os concessionários. Caso sejam dispensados, os funcionários da Infraero serão transferidos para outro aeroporto mantido pela estatal.

Trip discute expandir serviços no Acre

30/01/2012 - Mercado e Eventos

Nesta quinta-feira, 26/01, representantes da Trip se reuniram com o governador do Acre, Tião Viana e a secretária de Turismo, Ilmara Lima. O objetivo é estudar a possibilidade de expandir suas rotas na região do Acre.

“O governo tem desenvolvido um trabalho intenso na área de integração na região do Acre, mas também na região do Peru e Bolívia e por conta disso há um interesse por parte do estado e da Trip em fortalece esta integração. A Trip tem interesse em fazer essa rota, que inclui a fronteira”, declarou a secretária de Turismo do Estado.

Para que haja essa expansão de rota a empresa aérea esta fazendo um estudo da malha aérea para desenvolvimento da região e da integração com o Acre, Peru e Bolívia. De acordo com o diretor de Relações Institucionais e Infraestrutura Aeronáutica da Trip, Victor Rafael Rezende Celestino, a empresa aérea está otimista com a possibilidade de ampliar sua atuação no estado e atingir outros destinos nacionais e internacionais.

O governador entregou uma proposta à empresa que discute a possibilidade de incluir em suas rotas um voo direto entre Rio Branco e Brasília para atender a demanda de passageiros que se deslocam do Acre para a capital federal. Atualmente, o voo da Trip para Brasília faz escala em Cuiabá (MT), antes de chegar à capital federal.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Lufthansa quer operar com Airbus A380 no Brasil

30/01/2012 - Panrotas

A decolagem de um A380 da aérea alemã (foto B. Lange, divulgação Airbus)
A Lufthansa tem interesse em operar com o Airbus A380 no Brasil. No final do ano passado, a aérea consultou a Infraero a possibilidade do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, receber a aeronave.

“Até o momento nada foi concretizado, tendo em vista que ajustes na pista e na estrutura dos terminais são necessários. Temos interesse por existir demanda para uma aeronave maior nas frequencias de Guarulhos para Frankfurt e Munique”, resumiu a diretora da empresa para o Brasil, Albena Jansen.

A Lufthansa receberá mais sete aeronaves A380 ainda este ano. Em 2010, foram entregues oito aeronaves do mesmo porte para a companhia.

Azul prepara voo para Pelotas

30/01/2012 - Zero Hora

O diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano, disse a um grupo de empresários da região sul do Estado que a companhia tem interesse em uma operação regular no município. Entretanto, o início de voo entre Pelotas e Campinas (SP) depende de adequações no sistema de combate a incêndio e na inspeção de raio X no aeroporto da cidade.

Azul e Trip apostam em voos para o interior

28/01/2012 - O Estado de Sãob Paulo

A Azul e a Trip são as únicas entre as cinco maiores companhias aéreas do País que investem em aeronaves específicas para operar voos regionais. Elas também esbarram nas falhas da infraestrutura aeroportuária brasileira nas cidades menores, mas tentam superar o problema para aproveitar o crescimento do interior do País.

A Trip é a companhia brasileira que voa para o maior número de destinos. São 88 cidades atendidas e 30% delas são operadas apenas por ela. Para isso, usa 54 aeronaves - 45 delas são turboélices da francesa ATR e as demais são da Embraer. "Existe um mercado forte no interior. Se a infraestrutura fosse melhor, teríamos apetite para voar para mais cidades", disse o diretor de marketing e vendas da Trip, Evaristo Mascarenhas.

Um exemplo de cidade que a Trip gostaria de voar é Paracatu (MG). Mas o aeroporto da cidade não tem caminhão de bombeiros nem equipamento de raio X.

A Azul entrou de vez no mercado regional em março de 2011, quando começou a voar com aviões da ATR. Ela tem nove ATRs atualmente e ampliará a frota para 12 até o fim do ano.

Mas a Azul também não conseguiu pousar em todos os destinos que gostaria. "Já queríamos ter começado a voar para Chapecó (SC), mas a administração do aeroporto precisa ampliar a capacidade de combate a incêndios para receber novos voos", disse o diretor de comunicação, marca e produto da Azul, Gianfranco Beting.

Apesar das dificuldades, a empresa já aprovou voos para quatro novos destinos - Londrina, Bauru, Ipatinga e Chapecó. "A aviação regional é um ótimo filão de crescimento. E também é um sistema de alimentação de voos. O passageiro do interior faz conexão e voa para outras cidades", disse Beting. A Azul opera hoje para 41 cidades - 14 a mais do que em 2010. / M.G.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Companhias aéreas transportaram passageiros para 132 cidades em 2011, um destino a menos que em 2010, segundo a Anac

27/01/2012 - O Estado de São Paulo, Marina Gazzoni

Brasileiros voam mais, mas para menos Cidades

SÃO PAULO - Os brasileiros voaram mais em 2011, mas para menos cidades. Em um ano em que a demanda por voos domésticos cresceu 15,72%, o número de destinos atendidos pelas companhias aéreas regulares caiu. Durante todo o ano, os passageiros brasileiros desembarcaram em 132 cidades, uma a menos do que em 2010, segundo levantamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) feito a pedido do ‘Estado’.

Apesar de a variação ser de apenas um destino entre um ano e outro, ela acentua um processo de concentração dos voos nas cidades maiores que vem ocorrendo há anos no Brasil. Em 2000, por exemplo, as empresas brasileiras voaram para 189 cidades, segundo dados do anuário do transporte aéreo da Anac.

O recorde do setor em número de destinos foi alcançado em 1957, quando as empresas atenderam 357 cidades, lembra o diretor de comunicação, marca e produto da Azul, Gianfranco Beting, que coleciona dados sobre o setor aéreo. Naquela época, o avião mais utilizado para voar no Brasil era o DC-3, capaz de pousar em pistas precárias. Só a Real Aerovias, uma empresa que foi comprada pela Varig nos anos 60, tinha mais de 100 aviões.

"Com a substituição das aeronaves e regras mais rígidas de operação nos aeroportos, não dá mais para operar em todas as cidades que recebiam voos antigamente", explica Beting.

Sem investimento em infraestrutura aeroportuária, a redução do número de cidades atendidas por voos comerciais no Brasil foi inevitável. No interior, a maioria dos aeroportos é administrado pelas prefeituras e não atende os requisitos exigidos pela Anac para receber voos regulares. Eles precisam, por exemplo, ter equipamentos de raio-X e equipe de bombeiros de plantão no local.

"As empresas vão voar em todas as cidades onde houver infraestrutura disponível. Hoje, elas voam para onde dá", disse o diretor administrativo da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Victor Celestino.

A Abetar estima que existe demanda para voos regionais em 175 cidades brasileiras. Para solucionar os problemas desses aeroportos, seria necessário um investimento de R$ 2,4 bilhões.

A Secretaria de Aviação Civil está finalizando um programa novo de investimento em aeroportos regionais, que será anunciado até março. Um dos pilares é o repasse da receita das concessões dos aeroportos maiores para os menores por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil.

Menos empresas. O problema de infraestrutura prejudica principalmente as empresas menores. "Quanto menor o avião, maior o custo por assento e maior a dificuldade em oferecer uma tarifa viável para o passageiro. É por isso que muitas empresa regionais ficam inoperantes no Brasil", disse Celestino.

Só em 2011, quatro delas pararam de voar - Sol, Noar, Meta e Puma Air. No ano anterior, outras três suspenderam a operação - Air Minas, Cruiser e Rico - e não voltaram a ter voos regulares até hoje. Com isso, o Brasil inicia 2012 com 12 empresas aéreas operantes.

O dono da Sol Linhas Aéreas, Marcos Solano, disse que parou de voar porque teve problemas nos aeroportos das três cidades que operava até outubro, quando suspendeu seus voos. O aeroporto de Cascavel (PR), onde fica a base operacional da empresa, foi fechado para reformas. De lá, ele voava para Toledo e Umuarama, ambas no interior do Paraná, com um avião da fabricante tcheca LET, com 19 assentos. "As Prefeituras não estão nem aí para os aeroportos regionais e o governo federal só quer saber dos aeroportos grandes", disse.
 
Questionada pelo Estado, a Anac diz que suspendeu os voos da empresa por irregularidades na documentação da aeronave e do piloto. "A Anac trata uma empresa com uma aeronave igual ela trata a TAM. É inviável", disse Solano. Segundo ele, a empresa volta a operar em abril.

A Noar e a Meta, que também tiveram seus voos suspensos pela Anac por problemas na aeronave, disseram por meio de sua assessoria de imprensa que pretendem voltar a operar. Nenhum porta-voz da Puma não foi localizado pela reportagem.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Infraero assina contrato para projetos na Pampulha (BH)

26/01/2012 - Panrotas

A Infraero assinou nesta segunda-feira (dia 23) o contrato para a elaboração dos projetos básico e executivo das obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha – Carlos Drummond de Andrade (MG).

Os serviços terão início após a emissão da Ordem de Serviço, prevista para o primeiro semestre deste ano. Após essa etapa, o prazo para a execução e entrega dos trabalhos será de 240 dias. Ao todo, R$ 174 mil serão investidos nos projetos.

De acordo com o planejamento da estatal, a Pampulha receberá melhorias como a reforma da fachada e climatização do Terminal de Passageiros, ampliação da área de desembarque e adequações de acessibilidade. O projeto também prevê a reforma do estacionamento, com a criação de novas vagas, e reforma e ampliação dos balcões de check-in.

Claudio Schapochnik

Webjet recebe terceiro Boeing 737 800

26/01/2012 - Mercado e Eventos

Dando continuidade ao programa de renovação da sua frota, a Webjet recebe amanhã (27/01) mais um Boeing 737 800 Next Generation. A aeronave fará voos entre Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza a partir do dia 20 de fevereiro. Em menos de dois meses, este é o terceiro avião que a companhia acrescenta a sua frota. No dia 12 de janeiro, a empresa colocou em operação mais um modelo ligando o Sudeste ao Nordeste. Até o fim do ano outros seis novos aparelhos começarão a voar, o que aumentará em 10% a capacidade de assentos oferecidos.

Em breve todas as 18 capitais atendidas pela companhia receberão voos com o 737-800 Next Generation, que é um dos aviões mais seguros e modernos do mercado, e que pode transportar até 184 passageiros. As passagens para voar no novo avião já estão sendo oferecidas, e a companhia programou voos extras para o nordeste no início de 2012.

Webjet recebe terceiro Boeing 737 800

26/01/2012 - Mercado e Eventos

Dando continuidade ao programa de renovação da sua frota, a Webjet recebe amanhã (27/01) mais um Boeing 737 800 Next Generation. A aeronave fará voos entre Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza a partir do dia 20 de fevereiro. Em menos de dois meses, este é o terceiro avião que a companhia acrescenta a sua frota. No dia 12 de janeiro, a empresa colocou em operação mais um modelo ligando o Sudeste ao Nordeste. Até o fim do ano outros seis novos aparelhos começarão a voar, o que aumentará em 10% a capacidade de assentos oferecidos.

Em breve todas as 18 capitais atendidas pela companhia receberão voos com o 737-800 Next Generation, que é um dos aviões mais seguros e modernos do mercado, e que pode transportar até 184 passageiros. As passagens para voar no novo avião já estão sendo oferecidas, e a companhia programou voos extras para o nordeste no início de 2012.

O voo internacional do Rio

27/01/2012 - O Globo, Glauce Cavalcanti

• A oferta de assentos em voos internacionais diretos para o Rio de Janeiro subiu em 34% de janeiro de 2011 para este mês, totalizando 9.994, segundo levantamento da Rio Negócios, a agência de investimentos carioca, com base em dados de Infraero/Ànac. Em número de voos operados diretamente entre o Rio e cidades de outros países, o aumento foi de 11%, chegando a 259. Ano passado, companhias como Alitalia, KLM e Lufthansa voltaram a operar no Aeroporto Internacional Tom Jobim. No início deste ano, a Emirates começou rota Rio-Dubai. “Essa expansão é resultado do crescimento econômico fluminense, além de esforço em captação que fazemos”, explica Antonio Carlos Dias, diretor comercial da Rio Negócios. O trabalho para atrair as companhias ganha força com a viabilidade operacional do Galeão para transporte de carga e de passageiros, diz Abibe Ferreira Jr., superintendente do aeroporto. “Em 2011, elevamos em 22% o volume de passageiros internacionais, chegando a 3,7 milhões”, conta ele. A alemã Condor e a russa Transaero, ambas de voos charter, também vão chegar ao Rio. Os voos Moscou-Rio começam no mês que vem, com autorização até março, a princípio, conta Dias. Já a Condor, voará de Frankfurt para a capital fluminense a partir de novembro.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Minas recebe R$ 3,1 milhões para reformas dos aeroportos de Caxambu e Valadares

26/01/2012 - O Estado de Minas

Minas vai receber cerca de R$ 3,1 milhões da Secretaria de Aviação Civil (SAC) para obras de melhorias nos aeroportos de Caxambu e Governador Valadares. Os estudos de viabilidade, projetos de engenharia e a execução das obras serão realizadas pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (DEOP-MG) e a coordenação e planejamento do programa aeroviário mineiro vai ficar a cargo da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop).

Para o Secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, “o valor total das obras chega a cerca de R$ 4,4 milhões, sendo que haverá uma contrapartida de 30%, ou seja, cerca de R$ 1,3, que a Setop irá assumir”, finalizou Melles.

Obras

Em Caxambu, os recursos obtidos com a assinatura do convênio, representam um investimento de R$ 1,47 milhões e vão atender a construção da seção contra incêndio, do Terminal de Passageiros e a cerca de proteção do aeródromo. “O investimento no aeroporto de Caxambu é um trabalho que está começando, será maior, deverá atingir cerca de R$ 6 milhões. Estamos em uma primeira fase da reforma, ampliação e melhoria, explicou Carlos Melles. “Já em Governador Valadares a reforma e ampliação do terminal de passageiros, que representa um investimento de R$ 3 milhões, será o último passo de uma parceria entre o Estado e a União, que recebeu até agora cerca de R$ 20 milhões” explicou o secretário.

Para atender a demanda gerada pela Copa 2014, estão em andamento os estudos de viabilidade para atendimento a aeronave de 130 passageiros em três aeroportos: de Poços de Caldas, Patos de Minas e Divinópolis. Também está em andamento o projeto executivo de engenharia para a implantação do aeroporto de Itajubá. Estão licitadas as obras nos aeroportos de Januária (R$ 9 milhões), Pirapora (R$ 7,1 milhões) e Teófilo Otoni (R$ 2,1 milhões), com

Trip quer transportar 8 milhões de passageiros em 2012

25/01/2012 - Mercado e Eventos

Os números referentes a 2011 ainda não estão consolidados, no entanto, a Trip Linhas Aéreas espera que se confirme um avanço de 60% no faturamento em relação a 2010, com R$ 1,2 bilhão, e cerca de 5,3 milhões de passageiros transportados. As metas para este ano são agressivas. A companhia pretende crescer pelo menos 50% em faturamento e transportar 8 milhões de passageiros. Os destinos atendidos, hoje 88, devem chegar a 95 até o final do ano.

As informações são do diretor Comercial da empresa, Evaristo Mascarenhas, que recebeu nesta quarta-feira (25/01) o vice presidente-executivo do Grupo Folha Dirigida, Roy Taylor, e a diretora de Marketing Internacional da Folha do Turismo/Mercado & Eventos, Rosa Masgrau, na sede da empresa, em Campinas.

De acordo com o executivo, um dos motivos que impede um crescimento ainda maior da Trip é a infraestrutura dos aeroportos no país. Ele explicou que existem diversas cidades pequenas e médias que contam com demanda, mas seus aeródromos não permitem uma operação da companhia. “Isso reduz a nossa capacidade de expansão. Mas vamos continuar a nossa missão de desenvolver novos destinos”, disse.

Mascarenhas ressalta que mesmo atendendo as capitais, a companhia continua procurando novos destinos que demandam rotas regulares para os hubs atendidos pela Trip. “Não queremos a classe C, D ou E. Nosso foco é a classe I, de interior”, destacou. “O papel da Trip na aviação civil brasileira é justamente desenvolver novos destinos. Tanto que temos 30 destinos exclusivos no país”, completou.

Nordeste - Nos próximos dias, a companhia receberá mais um ATR 72. A aeronave, que se encontra em traslado rumo ao Brasil, vai atender o voo que liga as principais capitais nordestinas. A frequência começa em breve e será a terceira da Trip nesta rota. A segunda entra em operação neste final de semana. “Este voo entre as capitais nordestinas era muito demandado. O que existia antes com outras empresas eram à noite e no meio da tarde. Por isso não atendia as necessidades dos passageiros corporativos”, contou. “As nossas frequências chegam pela manhã e saem no final do dia”, complementou.

Internacional - Neste verão, a Trip fez os seus primeiros voos internacionais. Por meio de fretamentos de operadoras de Manaus e de Porto Alegre, a companhia voou para St Marteen, Aruba e Buenos Aires. A operação, segundo Mascarenhas, irá se repetir no Carnaval. No entanto, ele revela que a companhia já se prepara para voos mais altos neste quesito.
“Esses primeiros voos foram uma experiência importantíssima. Já estamos em processo para receber o certificado IOSA para operar voos internacionais regulares”, disse. Embora confirme que já existem estudos sobre os destinos que devem ser contemplados, Mascarenhas não revela quais serão as primeiras frequências internacionais da Trip. “Claro que não vamos voar Guarulhos-Buenos Aires. Teremos opções diferentes, como voos mais próximos das fronteiras”, adiantou. A previsão é de que isso ocorra entre o final de 2012 e início de 2013.

Clique no ícone acima da matéria para ver algumas fotos da sede da Trip em Campinas que conta com 5,5 mil m² e abriga boa parte dos 3.500 funcionários da empresa.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Azul inicia venda de passagens da 14ª frequência entre SP e RJ

24/01/2012 - Mercado e Eventos

A Azul Linhas Aéreas oferece mais uma opção de horário para viajar entre São Paulo e Rio de Janeiro. A partir de 20 de março, a companhia ampliará suas operações no Aeroporto Santos Dumont, adicionando a 14ª frequência a partir de Campinas. Já estão disponíveis em todos os canais de venda da companhia, passagens com tarifas a partir de R$ 99,90 o trecho.

Trip tem novos voos entre Cascavel, Maringá, Curitiba e Guarulhos

24/01/2012 - Mercado e Eventos

A Trip Linhas Aéreas, retoma as operações em Cascavel e começa a operar novas rotas aprovadas recentemente pela Anac. O novo percurso vai ligar a cidade com Curitiba (PR), Maringá (PR) e Guarulhos (SP). Os voos começam a operar a partir do dia 1° de fevereiro, quando os habitantes da cidade terão acesso rápido e conveniente às outras importantes cidades do Estado, ao centro-oeste e sudeste do país. Aeronaves ATR, reconhecidas pelo conforto e ausência de poltrona no meio, (assentos disponíveis na janela e corredor, apenas) farão os trechos.

A partir de Cascavel, os passageiros podem voar para Curitiba tanto no período da manhã quanto à noite, uma vez que a ligação entre as duas cidades será disponibilizada pela companhia com duas frequências diárias. Também serão operados voos para São Paulo, aeroporto de Guarulhos, com escala em Londrina e Maringá.

Passageiros que comprarem a partir de hoje (24/01) até 15 de fevereiro, com embarque até 29 de fevereiro, encontrarão tarifas promocionais. Destaque para os trechos: Cascavel / Curitiba a partir de R$ 99,90; e Cascavel / Guarulhos a partir R$ 179,80. Passagens e informações nas agências de viagens credenciadas, pelo portal www.voetrip.com.br, nos aeroportos ou na Central de Vendas 0300 789 8747 ou 3003 8747 (regiões metropolitanas).

Aéreas menores ganham espaço e fecham 2011 com 25% do mercado

25/01/2012 - O Estado de São Paulo

Aviação. Participação da TAM e da Gol, as maiores companhias aéreas do País, recuou de 81,13% em 2010 para 75,52% no ano passado; no total, o mercado aéreo nacional cresceu 15,72% em 2011, mas as empresas menores tiveram crescimento maior, de 29,75%

EDNA SIMÃO/ BRASÍLIA - O Estado de São Paulo

Apesar de ainda dominarem o mercado doméstico, a participação da TAM e da Gol caiu de 2010 para 2011, o que abriu espaço para o aumento da presença de empresas menores. Um levantamento feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), obtido com exclusividade pelo 'Estado', mostra que a participação das duas companhias cedeu de 81,13% para 75,52% no período.

A diminuição da concentração permitiu que a presença das empresas menores registrasse um crescimento de 29,75% na comparação entre dezembro de 2010 e o final do ano passado, atingindo a parcela de 24,48%.

O levantamento, feito pela agência reguladora com base nas informações enviadas pelas companhias aéreas, detalha ainda que a Gol detinha 34,56% do mercado em dezembro do ano passado, ante 37,06% apurados no mesmo período de 2010. Esses números não refletem a fusão da Gol com a Webjet, o que poderá gerar uma maior concentração do setor. No acumulado do ano, segundo a Anac, a participação da Gol saiu de 39,63% para 37,37%.

Situação parecida foi verificada com a TAM. Mesmo levando em conta os efeitos da aquisição da Pantanal, anunciada em dezembro de 2009 e incorporada aos dados da empresa em 2011, a participação de mercado do grupo recuou de 44,07% em dezembro de 2010 para 40,96% no final do ano passado. Se considerado o resultado do ano, essa porcentual cai de 42,76% para 41,19%.

"A Gol e a TAM perderam market share porque as outras companhias cresceram, principalmente, pela expansão da frota e oferta de novos destinos", disse o consultor em aviação Nelson Riet. A Azul, por exemplo, encerrou o ano com 49 aeronaves, contra 26 em 2010. Assim, conseguiu ampliar seu número de voos e elevar sua participação de mercado de 6% para 8,56%

O professor de transporte aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Respicio do Espírito Santo minimiza a importância do market share. "A Gol e a TAM também transportaram mais passageiros em 2011, porque o mercado cresceu. O importante para elas é a rentabilidade", disse.

Os dados da Anac apontam que a demanda por transporte aéreo doméstico no Brasil aumentou 15,72% no ano de 2011 e 7,27% somente em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2010. De 2002 a 2011, a ampliação acumulada da demanda foi de 194%. Em 2011, a média de ocupação dos voos domésticos de passageiros foi de 70,18%. Somente em dezembro, essa taxa foi de 70,40%.

Analistas do setor e representantes do governo tem ressaltado que a maior demanda reflete a melhoria da renda dos brasileiros, aumento das promoções e facilidades para financiamento. Isso tem exigido do governo investimentos adicionais para ampliar a capacidade dos aeroportos. No próximo dia 6, o governo federal vai leiloar os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília para iniciativa privada, que farão investimentos para atender o aumento da demanda por conta da chamada da nova classe média e da Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

Mas, apesar de o crescimento do tráfego aéreo em 2011 ser muito superior à estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no ano - de 2,84%, segundo o boletim Focus -, ele desacelerou. Em 2010, a demanda cresceu 23,47%. "É mais uma adequação do mercado que uma desaceleração. Vínhamos crescendo a uma taxa muito forte em 2010", disse o professor da UFRJ.

A expectativa dele é que o mercado continue a crescer a uma taxa de dois dígitos em 2012. Mas o ritmo de expansão dependerá, principalmente, do preço oferecido pelas companhias aéreas. As empresas já sinalizaram que devem aumentar as tarifas, o que pode reduzir o apetite por passagens.

Voos internacionais. A demanda por voos internacionais aumentou 11% no ano passado. No acumulado entre 2006 e 2011, esse acréscimo foi de 62%.

No ano passado, a TAM conseguiu ampliar sua participação nesse segmento. Em dezembro de 2010, a empresa detinha 85,86% desse mercado operado pelas companhias brasileiras. Esse valor saltou para 88,94% no último mês de 2011. Já a presença da Gol, que correspondia a 13,12% em dezembro de 2010, passou para 9,74% no fechamento do ano passado. / COLABOROU MARINA GAZZONI

Webjet é a companhia aérea mais pontual de 2011

24/01/2012 - Jornal de Turismo

A Webjet Linhas Áreas Econômicas foi a empresa aérea mais pontual de 2011, segundo dados diários publicados pela Infraero em sua página na internet. Desde março, a companhia superou todas as expectativas traçadas para o ano e fechou dezembro com um índice superior a 92% de pontualidade, demonstrando o seu compromisso com os milhares de clientes que atende.

A Webjet fez um intenso trabalho em 2011 para chegar a este resultado inédito. Várias áreas da empresa foram envolvidas para que a companhia ficasse como a primeira em pontualidade nestes últimos dez meses. Decolar dentro do horário previsto se tornou um dos quesitos mais importantes, assim como oferecer um bom atendimento, segurança e as tarifas mais baratas do mercado.

Segundo Julio Perotti, presidente da Webjet, a empresa vai continuar o trabalho para manter a liderança. “O caminho que percorremos para conseguir o primeiro lugar em pontualidade nos deu uma expertise única dentro do setor. Conseguimos manter uma média mensal acima ou bem próxima dos 90%, ou seja, a cada dez voos, somente um saiu com atraso superior a 30 minutos. Hoje, o cliente já começa a perceber que para além de todos os atributos oferecidos pela Webjet ainda pode contar com a viagem dentro do horário previsto”. O executivo destaca também que a renovação da frota, com a chegada de oito novos aviões em 2012, será mais um estímulo para a empresa continuar no topo da pontualidade.

A companhia faz mais de mil voos semanais, o que significa que a cada nove minutos uma de suas aeronaves decola ou pousa em uma das 18 cidades atendidas pela Webjet. Em seis anos já voaram com a Webjet mais de 15 milhões de pessoas, sendo que muitas destas jamais haviam entrado em um avião. A empresa inovou na venda de passagens aéreas. Seja pelo site, nos agentes de viagem ou até em estações de trem, como é o caso do ponto de venda na Central do Brasil (RJ), a companhia criou uma série de facilidades para quem quer viajar sem complicação.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Passaredo já tem data definida para operar em Cascavel (PR)

24/01/2012 - Jornal de Turismo

A Passaredo Linhas Aéreas inicia suas operações na cidade de Cascavel, no Paraná, a partir de 12 de março. A nova rota, anunciada no final de 2011, faz parte do plano de expansão da Companhia, uma das que mais cresce na aviação regional brasileira.

Os novos voos, que serão operados por jatos Embraer ERJ 145, partirão de segunda a sábado de Cascavel com destino à capital paranaense às 06h12 com chegada às 07h12. Já de Curitiba para Cascavel a ligação acontece de domingo a sexta-feira com saída às 21h22 e chegada às 22h20.

Além de Curitiba, a nova rota também permitirá a ligação da cidade do interior do Paraná a mais 18 municípios, como: Alta Floresta, Araguaína, Belém, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Goiânia, Ji-Paraná, Juazeiro do Norte, Palmas, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Rondonópolis, Salvador, São Paulo, Sinop, Uberlândia e Vitória da Conquista.

As passagens já estão a venda pelo site da Passaredo Linhas Aéreas ou com os agentes de viagem.
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Azul Linhas Aéreas inicia venda de passagens para Ipatinga (MG)

23/01/2012 - Mercado e Eventos

A cidade mineira de Ipatinga, que passará a receber voos da Azul linhas Aéreas em 15 de fevereiro, já tem passagens disponíveis a partir de R$ 79,90 o trecho. A companhia passará a oferecer três frequências diárias e diretas ligando Ipatinga à Belo horizonte / Confins.

Novos voos ampliam turismo em Caxias do Sul (RS)

23/01/2012 - Jornal de Turismo

A Azul Linhas Aéreas iniciou em novembro suas operações no Aeroporto Hugo Cantergiani, localizado em Caxias do Sul (RS). Os novos voos ligam a cidade gaúcha à Campinas, no interior de São Paulo. Os reflexos da novidade já começam a ser percebidos por empresas que atendem aos turistas, tanto de lazer quanto negócios. A locação de automóveis é um dos nichos que se beneficiou com a novidade.

Localizada a 130 km de Porto Alegre, no coração da Serra Gaúcha, Caxias do Sul preserva a herança cultural e histórica de seus imigrantes italianos. Parreiras, vinícolas, comidas típicas e castelos são alguns dos atrativos da cidade. A franquia da Yes Rent A Car atua na cidade gaúcha há cinco anos. Segundo Cici Nora, responsável pela franquia, a maior parte da demanda vem do turismo de negócios. Mas no período das férias, a busca pelo turismo de lazer ganha reforços: “Em junho e julho, que são períodos frios, o número de turistas costuma crescer, assim como em dezembro, quando as pessoas vêm para o Natal Luz de Gramado”, diz ela.

A Azul está operando com dois voos diários entre Campinas e Caxias do Sul de segunda a sexta-feira e com um vôo aos sábados e domingos. No aeroporto paulista, a empresa disponibiliza conexões para 32 cidades brasileiras como Brasília, Belo Horizonte, Belém, Fortaleza, Natal, Campo Grande, Recife, Salvador e Vitória. Em dois meses, a novidade já apresenta mudanças na demanda turística. “Notamos uma média de 10 a 20% de crescimento com a atuação da Azul e a expectativa é de crescimento ao longo do ano”, afirma Cici.

Para ampliar as possibilidades de negócios, a Yes aposta em parcerias com hotéis e divulgações em mídias locais, como a Revista da Serra Gaúcha. Órgãos de turismo também têm importante papel na orientação dos visitantes, fazendo divulgação em materiais informativos como mapas e guias. Com a chegada da Azul, a Gol perde o monopólio em operações no Aeroporto Hugo Cantergiani e amplia a oferta de voos, possibilitando avanços no turismo gaúcho.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Minas Gerais cresce mais que média nacional em fluxo de passageiros

23/01/2012 - Jornal de Turismo

Minas Gerais foi o Estado da Região Sudeste que mais cresceu no fluxo total de passageiros no último ano em relação a 2010 (27,1%), ultrapassando a média de fluxo de crescimento do País (15,5%) para o mesmo período, segundo a Infraero.  Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro com 16,2%, seguido de São Paulo com 13,8%. Somente os desembarques no Aeroporto Internacional Tancredo Neves cresceram 39,5%, se comparados os anos de 2010 e 2011.

O secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus Filho, comemora o resultado e atribui o sucesso dos números às políticas públicas implementadas no setor turístico. “A posição que Minas Gerais ocupa hoje reafirma a assertividade do Governo de Minas no trabalho de planejamento e captação de novos voos para o Estado, por meio do Programa Decola Minas”.

Ainda segundo dados da Infraero, em relação aos desembarques internacionais em aeroportos de Minas Gerais, o Estado cresceu quase três vezes mais que a média nacional (13,7%), atingindo 38%. Nos desembarques nacionais, o aumento chegou a 26,7%, superior ao crescimento do País (15,7%).

Decola Minas

O Programa Decola Minas, criado em 2008 pelo Governo do Estado, tem o objetivo de aumentar a oferta de voos partindo de Minas Gerais com destino aos principais centros emissores de turistas nacionais e internacionais. Desde 2008, foram implantados voos partindo de Belo Horizonte para Lisboa (TAP Portugal), Panamá (Copa Airlines), Miami (American Airlines e TAM Linhas Aéreas) e Montevidéu (Pluna Linhas Aéreas).

American Airlines atrai interesse por presença no Brasil

23/01/2012 - Valor Econômico, Alberto Komatsu

A forte presença da American Airlines na América Latina, especialmente no Brasil, é o principal atrativo para potenciais candidatos promoverem uma fusão com a terceira maior companhia aérea americana, em concordata desde o fim de 2011. O "Wall Street Journal" publicou recentemente que a Delta Airlines, a US Airways e o fundo de investimentos TPG seriam potenciais candidatos e já estariam em negociações com a American.

O sócio-diretor da consultoria Alvarez & Marsal para a América Latina, Luis de Lucio, lembra que o interesse da US Airways pela American não é novo. Segundo ele, é a US Airways quem ganharia mais com as conexões da companhia na América Latina. "A US Airways tem interesse pela American desde antes da concordata. A malha da American na América Latina agrega muito valor, é a joia da coroa da companhia", afirma Lucio.

A American Airlines começou a operar na América Latina em 1941, quando iniciou voos para o México. Em 1987, ampliou sua presença na região com frequências para Caracas (Venezuela). Dois anos depois, sua atuação latino-americana deu um salto, ao desembolsar US$ 430 milhões pelas rotas da Eastern Airlines, extinta em 1991. Atualmente, a American voa para 45 destinos em 17 países, com 455 voos por semana.

No Brasil, a American é a companhia aérea estrangeira com o maior número de voos para os Estados Unidos, com 70 frequências por semana. Durante a alta temporada, a empresa ampliou sua operação para 88 voos semanais.

"A US Airways é muito forte no mercado corporativo, já a American não. As operações das duas são complementares", diz Lucio. A American e a US Airways informaram que não comentam o assunto. Desde meados de 2005 a US Airways têm se empenhado em um processo de consolidação no setor aéreo, nos Estados Unidos.

Naquela época, a US Airways chegou a fazer uma oferta de US$ 10 bilhões pela Delta, que havia entrado em concordata, mas esse plano não teve sucesso. Dois anos depois, a United e a US Airways iniciaram conversas para uma fusão, mas em 2010 a United se associou com a Continental, criando o maior grupo aéreo do mundo.

O sócio-diretor da Alvarez & Marsal também lembra que o fundo TPG, que administra quase US$ 50 bilhões, é sempre um potencial investidor no setor aéreo, inclusive no Brasil. Em janeiro de 2010, o TPG comprou participação de cerca de 10% na Azul Linhas Aéreas por US$ 20 milhões. Ryanair e Continental Airlines são outros investimentos do fundo no setor. O TPG não comentou o assunto.

O TPG e a American, no início de 2010, chegaram a anunciar um plano para investir US$ 1 bilhão na Japan Airlines (JAL), que entrou em concordata naquela época. "A malha de voos da American oferece muita sinergia para qualquer grande companhia aérea americana, seja pela complementaridade ou pela sobreposição", diz o especialista em aviação da consultoria Bain & Company, André Castellini.

Já para o presidente da Junta dos Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil (Jurcaib), Robson Bertolossi, a Delta ganharia mais com a malha aérea latino-americana da American. "Todas as empresas aéreas buscam, sinergias no mercado latino-americano, que é uma região que cresce mais do que as outras. Nesse sentido, a American seria mais importante para a Delta", afirma Bertolossi.

A Delta, que no início de dezembro desembolsou US$ 100 milhões por 2,9% das ações da Gol Linhas Aéreas, informou que não comentaria o assunto.

Lucio, da Alvarez, diz que a situação financeira das duas empresas aéreas americanas não é fundamental, já que o objetivo seria uma troca de ações, uma fusão sem desembolso de dinheiro. Em seus últimos resultados financeiros, relativos ao terceiro trimestre, a Delta mostrou lucro líquido de US$ 549 milhões, crescimento de 51% na comparação anual. A US Airways, por sua vez, apresentou recuo de 68,3% no lucro do terceiro trimestre, que ficou em US$ 76 milhões.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Voando em céu de brigadeiro

20/01/2012 - O Globo, Glauce Cavalcanti

O Brasil pode subir de quarto para quinto maior mercado de helicópteros do mundo em 2012, atrás apenas de Canadá, Rússia e Estados Unidos. Em 2011, o número de aeronaves matriculadas no país cresceu 20%, chegando a 1.720 unidades, diz a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De acordo com dados compilados pela francesa Turbomeca, uma das maiores fabricantes de turbinas para helicópteros do mundo, o Brasil tem chance de ultrapassar o Reino Unido, hoje dono da 4amaior frota (veja o quadro). O volume de aeronaves por lá cresceu 5%, para 1.780. Paulo Sardinha, diretor de Recursos Humanos da empresa no Brasil, lembra que em 2011 o país superou França e Itália, afetadas pela crise financeira. “O Brasil tem chances de bater o Reino Unido em 2012. É que o mercado aqui está crescendo mais rápido, puxado pela atividade no setor de petróleo”, avalia ele.

Mercado de helicópteros do Brasil cresceu 20% e já é o 5o- no mundo

A Anac ressalta que hoje 85% das aeronaves em operação no Brasil são importadas. Só 15% são montadas no país, pela Helibrás.

Para 2012, a Turbomeca do Brasil prevê elevar negócios em 15%. A empresa está investindo R$ 12 milhões na ampliação de sua base em Xerém, Baixada Fluminense, para iniciar em março a montagem de turbinas. “Hoje, fazemos revisão e manutenção de aeronaves. Com a montagem de turbinas, haverá transferência de tecnologia”, adianta Sardinha.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Azul encerra 2011 com 49 aeronaves

19/01/2012 - O Estado de São Paulo

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - A Azul informou hoje que recebeu, no mês de dezembro de 2011, mais seis aeronaves. Foram quatro novos jatos Embraer 195 e dois ATR 72-600. Com a incorporação desses aviões, a Azul encerrou 2011 com 49 aeronaves, sendo 38 jatos Embraer modelos 190 e 195, 8 ATR 72-200 e 3 ATR 72-600.

Os Embraer 195 da Azul estão configurados para transportar até 118 passageiros e os ATR 600 têm capacidade para 70 passageiros. Todas as aeronaves já estão em operação na malha aérea regular da companhia.

No início de janeiro, a Azul iniciou a devolução do primeiro turboélice ATR 72-200 para a ATR Aircraft - joint venture formada pela Aerospatiale (EADS) e Aeritalia (Alenia Aermacchi). Esta versão da aeronave está sendo substituída pelo novo modelo ATR 72-600.

A Azul foi a segunda empresa aérea no mundo a receber e operar a versão 600 da família ATR 72. A frota inicial de oito aviões da série-200 foi arrendada pela companhia provisoriamente para iniciar as operações em território nacional com este tipo de aeronave. Com a retirada do turboélice PR-AZT, a companhia vem operando com 48 aeronaves em sua malha.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Brasil bate recorde de desembarques domésticos em 2011

19/01/2012 - Agência CNT

Esta é a maior movimentação de passageiros registrada no país nos últimos 13 anos: 79 milhões de chegadas.

Foto: Valter Campanato/ABr Aeroporto de Guarulhos (SP): 8,8 milhões de desembarques em 2011

De janeiro a dezembro do ano passado, os aeroportos brasileiros registraram 79 milhões de desembarques domésticos. O resultado, divulgado pelo Ministério do Turismo nessa quarta-feira (18), é 15,8% melhor que 68,2 milhões de desembarques acumulados em 2012. Essa é a maior movimentação de passageiros nos últimos 13 anos.

O mês de dezembro também bateu recorde: mais de sete milhões de chegadas, contra as 6,5 milhões registradas no mesmo período de 2010. De acordo o ministro do Turismo, Gastão Vieira, os dados são resultado de três fatores: aumento da renda dos brasileiros, esforço do governo e da iniciativa privada em colocar o turismo entre as prioridades de consumo e as facilidades de acesso ao crédito.

Outro resultado inédito foi verificado nos voos internacionais. Foram mais de nove milhões de desembarques de estrangeiros no Brasil em 2011, aumento de 13,95% em relação aos 7,9 milhões de chegadas registradas em 2010. Se a comparação for apenas com o mês de dezembro, a variação positiva é de 6,5% - 735 mil desembarques em 2011 contra 690 mil em 2010.

Segundo o levantamento, a circulação de passageiros está concentrada, principalmente, nos terminais aeroportuários de São Paulo (Guarulhos e Congonhas), Brasília, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont) e Minas Gerais (Confins). No topo do ranking, o Aeroporto Internacional de Guarulhos foi o que mais registrou desembarques – 8,8 milhões – em 2011.

Desembarques
Os desembarques a que pesquisa se refere foram registrados nos 67 aeroportos brasileiros administrados pela Infraero, em voos regulares e não-regulares em todo o território nacional. O indicador é utilizado pelo Ministério do Turismo para avaliar o crescimento da atividade turística no Brasil.​
 
Rosalvo Júnior
Agência CNT de Notícias

Azul inicia nova frequência entre Curitiba e Foz do Iguaçu

18/01/2012 - Mercado e Eventos

Os amantes da natureza e das compras já contam com mais uma opção de voo entre o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, e o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas, em Foz do Iguaçu. Trata-se da nova frequência entre os destinos que a Azul Linhas Aéreas Brasileiras inicia a venda com preços a partir de R$ 99,90.

As passagens já estão disponíveis em todos os canais da companhia: site (www.voeazul.com.br), Azul Center (4003-1118 de qualquer lugar do Brasil) ou diretamente nas lojas da Azul. Os valores estão sujeitos à disponibilidade de assentos. As operações terão inicio em 1º de fevereiro e serão realizados com os modernos jatos Embraer 190 e 195.

Com o novo voo, o cliente tem agora à disposição conexão de Curitiba para Campinas, permitindo ida e volta para município campineiro no mesmo dia. Para aqueles que residem em Porto Alegre, há agora uma nova opção para chegar a Foz do Iguaçu com conexão na capital paranaense.

No Paraná, a Azul já serve outros dois municípios: Curitiba e Maringá e, em breve, estará chegando em Londrina. Somando as operações das três bases, são mais de 784 mil Clientes transportados, numa média mensal de mais de 30.500 mil. Em 2010, a companhia transportou 233 mil clientes dessas cidades. Ao todo, são sete partidas diárias de Curitiba para Campinas, duas de Maringá para Campinas, uma partida de Foz do Iguaçu para Campinas, duas de Curitiba para Maringá, quatro de Curitiba para Porto Alegre, uma de Curitiba para São José dos Campos, e uma de Curitiba para Foz do Iguaçu.

Congonhas-Viracopos terá voo semanal

19/01/2012 - O Estado de São Paulo

Por R$ 29,90 mais taxa de embarque, passageiro poderá voar da zona sul de SP a Campinas em 32 minutos; volta é mais curta: 26 minutos

NATALY COSTA

Separadas por um trajeto de 100 km, que pode ser feito de carro ou ônibus pelas Rodovias Bandeirantes e Anhanguera, Campinas e São Paulo agora também estarão ligadas por um voo comercial. No próximo dia 4, a Azul começa a operar uma rota semanal entre o Aeroporto de Congonhas, na zona sul, e o de Viracopos, em Campinas. O voo vai sair todo sábado às 14h de Viracopos, chegando a Congonhas às 14h32. Na volta, decolará às 14h58 de São Paulo, chegando às 15h24 em Campinas.

As passagens estão sendo vendidas no site da Azul (www.voeazul.com.br) por R$ 29,90 cada trecho. Levando em conta só esse valor, uma ida de avião de Campinas para Congonhas sairia R$ 8 mais cara do que a passagem de ônibus, que custa R$ 22,80 por trecho. De carro, custaria praticamente a mesma coisa: os dois pedágios da ida somam R$ 13,90. Com mais R$ 17 a R$ 20 de combustível, em média, os gastos ficam equivalentes.

Para quem é de São Paulo e vai pegar um voo de Viracopos, será uma opção a mais. No entanto, a taxa de embarque no voo que sai de Congonhas custa R$ 20,66, elevando o preço final da passagem de avião para R$ 50,56. Saindo de Viracopos, a taxa é de R$ 16,23. O valor total de um voo ida e volta entre as duas cidades paulistas será de R$ 96,69.

Além disso, a antecedência de uma hora exigida para chegar ao aeroporto deixa a viagem de avião mais longa que a de carro ou ônibus, que dura entre 1h e 1h30, dependendo do trânsito.

O voo é uma nova aposta da Azul com a única frequência de voo - o chamado "slot" - que tem disponível em Congonhas, concessão da Agência Nacional de Aviação Civil. Hoje, a empresa usa essa "vaga" para fazer a rota Congonhas-Porto Seguro-Congonhas, que não se mostrou rentável.

No dia 4, o voo para Porto Seguro deixará de existir - será substituído pelo de Campinas.

Movimento. Doméstico, o Aeroporto de Congonhas já é o segundo mais movimentado do Brasil. Em 2011, chegou aos 16,7 milhões de passageiros transportados, atrás apenas do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, que bateu o recorde de 29,9 milhões de passageiros.

Já o Aeroporto de Viracopos, inexpressivo até cinco anos atrás, bateu os 7,5 milhões de passageiros - um aumento de 40% em relação ao movimento registrado em 2010.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Azul transportou 500 mil passageiros em Vitória em três anos

16/01/2012 - Mercado e Eventos

A Azul Linhas Aéreas comemorou no último sábado (14/01) o aniversário de três anos da sua base de Vitória, no Espírito Santo. A cidade capixaba foi a quarta cidade a ser atendida pela companhia. Hoje já são mais de 520 mil Clientes transportados e uma média de 44 mil embarques e desembarques realizados pela companhia mensalmente. Desde o início das operações, já foram realizados 9.861 pousos e decolagens (dados de dezembro/2011).

A Azul opera quatro frequências diárias e diretas entre o Aeroporto Eurico de Aguiar Salles, em Vitória, e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas – São Paulo. A cidade também é servida com voos para Confins, na grande Belo Horizonte, operando quatro frequências, e com dois voos diretos para Salvador.

Gol comemora 11 anos e 200 milhões de passageiros transportados

16/01/2012 - Mercado e Eventos

Gol completa 11 anos de operações regulares com 200 milhões de passageiros transportados

A Gol completou ontem (15/01) 11 anos de operações regulares. No período, a empresa expandiu sua frota atingindo, aproximadamente, 36% de participação no mercado doméstico brasileiro e consolidando uma rede internacional que engloba 11 países na América do Sul e Caribe. Neste aniversário, a Gol comemora também a marca expressiva de cerca de 200 milhões de passageiros transportados.

“A dedicação do nosso time de 18 mil colaboradores garante o contínuo sucesso da companhia, a decolagem segura de mais de 940 voos diários e que a empresa ofereça serviços de qualidade a preços justos. Nosso objetivo para 2012 é otimizar cada vez mais nossa operação, aumentar a eficiência e produtividade da frota, além de atingir os níveis mais altos de regularidade e pontualidade”, diz Constantino de Oliveira Junior, presidente e CEO da Gol.

O ano de 2011 foi marcado por inovações. Em março, a companhia tornou-se a primeira companhia aérea a vender passagens aéreas em estações de metrô, complementando a bem-sucedida estratégia da companhia de lançar canais para atender especialmente a nova classe média brasileira. Em maio, tornou-se a primeira companhia aérea da América do Sul a operar com o padrão de interiores futurista Boeing Sky Interior. A bordo, os passageiros passaram a contar, ainda, com o “GOL no Ar”, um sistema de entretenimento de bordo individual gratuito inédito na aviação.

O programa de relacionamento Smiles cresceu e atingiu a marca de 8 milhões de clientes. Já a área de negócios de cargas da Gol, a Gollog, comemorou a inauguração de sua 100ª franquia, um marco no plano de expansão da rede. A companhia consolidou parcerias, como a aproximação de longo-prazo com a norte-americana Delta Air Lines; e anunciou a aquisição de 100% do capital social da Webjet Linhas Aéreas.

Para 2012, a Gol projeta um ano de retomada das margens operacionais e de expansão do tráfego aéreo brasileiro, impulsionadas pelo contínuo crescimento da renda da nova classe média. A empresa planeja também repetir sua estratégia de adição prudente de oferta no mercado doméstico e prevê o crescimento de sua oferta de assentos, combinada com a Webjet, entre 0% a 4%.

Contexto

17/01/2012 - Valor Econômico

O leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília (DF) acontecerá no dia 6 de fevereiro e, segundo agências noticiosas, já atrai o interesse de pelo menos 14 consórcios. Além da CCR em parceria com a Zurich, se prepara para a disputa a Odebrecht Transport associada à Changi, operadora do principal aeroporto de Cingapura - conforme informou o Valor no último dia 6. Entre os grandes interessados, também está a EcoRodovias, que já firmou parceria com a alemã Fraport; a OHL Brasil, com a espanhola Aena; e a Engevix, associada à argentina Corporación América. Estes dois últimos, inclusive, foram os grandes vencedores do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Ocorrido no ano passado, o leilão foi considerado um teste para as próximas concessões do setor. Entre concorrentes de menor porte está a Fidens Engenharia, em parceria com americana ADC & HAS - conforme noticiou o Valor no dia 6 -; e o grupo MPE, que ainda procura um operador internacional.

A entrega das propostas acontece no próximo dia 30, na sede da BM&FBovespa. Uma semana depois, acontece a abertura das propostas, seguido pelo o leilão a viva-voz. Vence quem oferecer o maior valor pela outorga de cada aeroporto. Embora cada consórcio possa oferecer propostas para mais de um projeto, só poderá arrematar um deles.

Há um valor mínimo para a outorga de cada projeto. O de Guarulhos ficou definido pelo governo federal em R$ 3,424 bilhões. No caso de Campinas, R$ 1,471 bilhão. Já o valor inicial de Brasília é de R$ 582 milhões.

O governo exige, na fase de habilitação técnica, que cada consórcio tenha em seu grupo um operador aeroportuário com experiência comprovada de gestão em aeroporto que já tenha atingido a movimentação de 5 milhões de passageiros por ano. Isso obriga os consórcios a buscar empresas estrangeiras - já que não há operadores privado de terminais com esse porte -, que deverão ter pelos menos 10% da composição.

A Infraero terá 49% de participação na sociedade de propósito específico que administrará os aeroportos. Essa participação, no entanto, será efetivada somente no momento da concessão - o que tira da Infraero a obrigação de pagar valores de outorga (FP).

Publicado edital de licitação

17/01/2012 - Gazeta Digital - MT

MARECHAL RONDON >> Documento prevê demolições e construção do prédio administrativo do aeroporto, visando a Copa

LAÍS COSTA MARQUES
DA REDAÇÃO

Chico Ferreira
Ao todo, 4 pontes ligarão o prédio aos aviões e terminais de embarque e desembarque serão maiores

Com a escolha da empresa, a ordem de serviço deverá ser expedida em abril, para que o projeto final de reforma e ampliação seja licitado. De acordo com o secretário Extraordinário Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo, recentemente foi assinado o convênio com o projeto inicial do aeroporto, que inclui as demolições e setor administrativo da Infraero. Para fevereiro está programada a assinatura do convênio final, o qual dará origem ao processo de licitação da obra completa e que deverá custar cerca de R$ 82 milhões. As concorrências serão comandadas pela Secid.

De acordo com a maquete do novo terminal aéreo do Estado, que está disponível na internet por meio de um site de vídeos, o aeroporto terá 4 pontes para ligar o prédio às aeronaves, aumento da área para estacionamento, ampliação dos terminais de embarque e desembarque e obras no entorno para facilitar o acesso ao local.

“Nas próximas semanas deverá ser realizada uma reunião em Brasília para que a Infraero dê início à desapropriação do conjunto residencial da aeronáutica.” De acordo com o Vuolo, o Estado ainda vai pleitear junto à Infraero uma verba extra para ser aplicada no setor de segurança do aeroporto. “Vamos tentar um recurso maior do que os R$ 82 milhões para concluir alguns projetos de segurança do Marechal Rondon”.

1956 foi o ano em que o Marechal Rondon foi inaugurado

Assessoria de imprensa da Infraero informa que toda a licitação e contratação será feita pelo governo estadual, como era previsto no convênio assinado no ano passado. Caberá à Infraero fiscalizar o andamento das obras, bem como a aplicação dos recursos. Presidente do Sindicato das Empresas de Turismo de Mato Grosso (Sindetur/MT), Oiran Gutierrez afirma que agora é possível mudar o discurso sobre o futuro do Marechal Rondon.

Ele explica que antes as obras não tinham credibilidade porque Mato Grosso não tinha importância de peso para um órgão federal. “Com o governo estadual assumindo essa briga de forma política e conquistando o direito de participar do processo, os andamentos ganharam agilidade e é possível acreditar na conclusão das obras”. Além disso, Gutierrez destaca que a Medida Provisória que permite que as licitações para obras da Copa ocorram de forma menos burocrática é essencial para que tudo seja cumprido antes da realização dos jogos no país.

Francisco Vuolo destaca ainda que até dezembro de 2013 o aeroporto estará pronto e que não há riscos de atrasos significativos e comprometimento da conclusão. Com relação às licitações, o secretário afirma que dificilmente haverá problemas significativos ou empecilhos porque os documentos foram elaborados conforme as recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU). Edital completo está disponível aos interessados na Comissão de Licitação da Secid ou por meio do site www.sinfra.mt.gov.br.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Grupo investe em aeroporto privado

13/01/2012 - Gazeta Digital

Local será alternativa ao Marechal Rondon, em Várzea Grande, e deverá atender empresários, investidores e até mesmo políticos

A REDAÇÃO

A poucos quilômetros do Centro Político Administrativo de Cuiabá está instalado o mais novo aeroporto da Capital mato-grossense. Construído por um grupo do agronegócio, o local será uma alternativa para o Marechal Rondon, em Várzea Grande, e deverá atender empresários, investidores e executivos de passagem pela cidade para reuniões de negócios e afazeres em diferentes órgãos do governo estadual.

Com 1,8 mil metros, a pista ainda em fase de acabamento terá capacidade para receber até voos de jatos e está, por enquanto, certificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para receber aeronaves que podem pousar em terreno sem asfalto e durante o dia. Por trás deste negócio está o empresário e produtor rural Eraí Maggi, proprietário do grupo Bom Futuro, e que acaba de inaugurar sua nova sede em Cuiabá.

Ideia do aeroporto, segundo Maggi, surgiu da necessidade de viajar constantemente para o interior do Estado e pela distância em que o aeroporto Marechal Rondon se encontro do CPAe do local onde instalou a sede do grupo, na Rodovia Helder Cândia, conhecida como estrada da Guia.

O investimento para construção do aeroporto Eraí Maggi não divulga, mas segundo ele, ainda este ano, após o término do período chuvoso, o asfaltamento da pista será concluído e será feita a iluminação da pista. Intenção do produtor é alugar a pista para voos particulares e inclusive locar espaço para instalação de hangares. “De um lado da pista será as áreas de embarque e desembarque do aeroporto e do outro os hangares para os que se interessarem”.

Segundo ele, a região reúne muitas empresas, os principais órgãos públicos e a tendência é de que as sedes instaladas no interior do Estado migrem para Capital e que o entorno do CPAé o local mais cobiçado. Além do Grupo Bom Futuro, a sede do grupo André Maggi também será inaugurada nas proximidades do Centro Político Administrativo.

De acordo com o economista especialista em logística, Edeon Vaz, a iniciativa de construir um aeroporto privado em Cuiabá é visionária. “Estamos em plena expansão econômica, atraindo investidores e temos carência de um centro empresarial. Com a instalação de grandes empresas em uma mesma região, a tendência é que o local se valorize e surja com isso a necessidade de aeroporto próximo”. Segundo ele, a demanda é certa, não só pelo próprio empresário que construiu, como por parte de parceiros e demais empresários e até políticos.

Para interligar o aeroporto à empresa, Eraí Maggi também irá construir um túnel, para evitar a passagem sobre a rodovia. “Já temos as licenças e em breve começa a construção”, garante.

Anac informa que todo aeródromo a ser construído necessita da autorização prévia da agência e que o começo das obras é permitido após a contratação de um engenheiro habilitado a elaborar projetos de aeródromos.

Cerca de 40 aeroportos privados estão registrados em MT

Por outro lado - Enquanto os empresários tomam iniciativa e partem para construção de aeroportos particulares, as empresas aéreas comerciais lutam para que os aeroportos públicos recebam a infraestrutura necessária para operarem. De acordo com Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), pelo menos 10 cidades do interior do Estado despertam o interesse das empresas aéreas, mas precisam passar por reformas ou ampliação para receber aeronaves.

Segundo o presidente da associação, Apostole Lázaro Chyssafidis, um estudo encomendado pela entidade identificou a necessidade de investir cerca de R$ 350 milhões para a reforma de 10 aeroportos. “Estamos lutando junto com o governo do Estado para conseguir verba do governo federal. Mato Grosso tem muito potencial para ampliar a aviação regional, tanto pelas distâncias entre as cidades quanto pelo crescimento econômico”. Secretaria de Estado de Turismo (Sedtur) informou que a carta consulta enviada ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi aprovada e que até março deve ser liberada a primeira parte do dinheiro que será destinado à construção, ampliação, reforma e iluminação de alguns aeroportos. São R$ 70 milhões que serão investidos nos aeroportos de Juína, Rondonópolis, Pontes e Lacerda, Cáceres, Nova Mutum, Juara, São Félix do Araguaia, Tangará da Serra, Cáceres, Diamantino e Barra do Garças.

Por enquanto a pista é de terra, mas após o período chuvoso será asfaltada e terá capacidade de receber até jatos

Grupo investe em aeroporto privado

13/01/2012 - Gazeta Digital

Local será alternativa ao Marechal Rondon, em Várzea Grande, e deverá atender empresários, investidores e até mesmo políticos

A REDAÇÃO

A poucos quilômetros do Centro Político Administrativo de Cuiabá está instalado o mais novo aeroporto da Capital mato-grossense. Construído por um grupo do agronegócio, o local será uma alternativa para o Marechal Rondon, em Várzea Grande, e deverá atender empresários, investidores e executivos de passagem pela cidade para reuniões de negócios e afazeres em diferentes órgãos do governo estadual.

Com 1,8 mil metros, a pista ainda em fase de acabamento terá capacidade para receber até voos de jatos e está, por enquanto, certificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para receber aeronaves que podem pousar em terreno sem asfalto e durante o dia. Por trás deste negócio está o empresário e produtor rural Eraí Maggi, proprietário do grupo Bom Futuro, e que acaba de inaugurar sua nova sede em Cuiabá.

Ideia do aeroporto, segundo Maggi, surgiu da necessidade de viajar constantemente para o interior do Estado e pela distância em que o aeroporto Marechal Rondon se encontro do CPAe do local onde instalou a sede do grupo, na Rodovia Helder Cândia, conhecida como estrada da Guia.

O investimento para construção do aeroporto Eraí Maggi não divulga, mas segundo ele, ainda este ano, após o término do período chuvoso, o asfaltamento da pista será concluído e será feita a iluminação da pista. Intenção do produtor é alugar a pista para voos particulares e inclusive locar espaço para instalação de hangares. “De um lado da pista será as áreas de embarque e desembarque do aeroporto e do outro os hangares para os que se interessarem”.

Segundo ele, a região reúne muitas empresas, os principais órgãos públicos e a tendência é de que as sedes instaladas no interior do Estado migrem para Capital e que o entorno do CPAé o local mais cobiçado. Além do Grupo Bom Futuro, a sede do grupo André Maggi também será inaugurada nas proximidades do Centro Político Administrativo.

De acordo com o economista especialista em logística, Edeon Vaz, a iniciativa de construir um aeroporto privado em Cuiabá é visionária. “Estamos em plena expansão econômica, atraindo investidores e temos carência de um centro empresarial. Com a instalação de grandes empresas em uma mesma região, a tendência é que o local se valorize e surja com isso a necessidade de aeroporto próximo”. Segundo ele, a demanda é certa, não só pelo próprio empresário que construiu, como por parte de parceiros e demais empresários e até políticos.

Para interligar o aeroporto à empresa, Eraí Maggi também irá construir um túnel, para evitar a passagem sobre a rodovia. “Já temos as licenças e em breve começa a construção”, garante.

Anac informa que todo aeródromo a ser construído necessita da autorização prévia da agência e que o começo das obras é permitido após a contratação de um engenheiro habilitado a elaborar projetos de aeródromos.

Cerca de 40 aeroportos privados estão registrados em MT

Por outro lado - Enquanto os empresários tomam iniciativa e partem para construção de aeroportos particulares, as empresas aéreas comerciais lutam para que os aeroportos públicos recebam a infraestrutura necessária para operarem. De acordo com Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), pelo menos 10 cidades do interior do Estado despertam o interesse das empresas aéreas, mas precisam passar por reformas ou ampliação para receber aeronaves.

Segundo o presidente da associação, Apostole Lázaro Chyssafidis, um estudo encomendado pela entidade identificou a necessidade de investir cerca de R$ 350 milhões para a reforma de 10 aeroportos. “Estamos lutando junto com o governo do Estado para conseguir verba do governo federal. Mato Grosso tem muito potencial para ampliar a aviação regional, tanto pelas distâncias entre as cidades quanto pelo crescimento econômico”. Secretaria de Estado de Turismo (Sedtur) informou que a carta consulta enviada ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi aprovada e que até março deve ser liberada a primeira parte do dinheiro que será destinado à construção, ampliação, reforma e iluminação de alguns aeroportos. São R$ 70 milhões que serão investidos nos aeroportos de Juína, Rondonópolis, Pontes e Lacerda, Cáceres, Nova Mutum, Juara, São Félix do Araguaia, Tangará da Serra, Cáceres, Diamantino e Barra do Garças.

Por enquanto a pista é de terra, mas após o período chuvoso será asfaltada e terá capacidade de receber até jatos

Gol vai operar sozinha novo terminal

14/01/2012 - Folha de São Paulo

DE SÃO PAULO

A Gol será a operadora exclusiva do novo terminal de passageiros de Guarulhos, apurou a Folha. O terminal 4 terá capacidade para 5,5 milhões de passageiros e será dedicado exclusivamente a operações domésticas.

A obra custou R$ 85,7 milhões e tem previsão de entrega pela construtora Delta no dia 22. Mas a operação só deve começar em fevereiro, pois a Gol vai precisar de até dez dias para transferir suas instalações.

Até semana passada, nenhuma companhia se dizia interessada no novo terminal. Mas, depois de visitas ao espaço, as conversas avançaram com a Gol. "Ninguém quis se manifestar antes de ver para crer", diz Marçal Goulart, superintendente de gestão operacional da Infraero. Ele afirma que "todas as empresas" demonstraram interesse.

Se ninguém se dispusesse a mudar para o novo terminal, a Infraero teria de ocupar a área aos poucos, destinando para lá voos de fretamento e novos voos que viessem a ser autorizados. Dessa forma, o terminal não ajudaria a desafogar os terminais 1 e 2, que operam com um excesso de capacidade de mais de 5 milhões de passageiros/ano.

Procurada, a Gol confirma as negociações, mas diz que "não há nada definido nesse sentido".

Entre as vantagens do novo terminal está a facilidade de acesso ao avião e a possibilidade de realizar o embarque e o desembarque pelas duas portas da aeronave. Esse tipo de operação pode reduzir o tempo em que a aeronave fica no solo, de 45 minutos para 30 minutos. O acesso será feito à pé ou de ônibus em dias de chuva.

O novo terminal foi construído em uma antiga área de cargas da Vasp e tem 12,2 mil m². O volume de passageiros transportados pela Gol e pela Webjet, adquirida pela Gol no ano passado e que também seria transferida para lá, equivale quase que à capacidade do terminal.

36 BALCÕES

Hoje a Gol ocupa 30 balcões nos terminais 1 e 2 de Guarulhos, para voos domésticos e internacionais. O novo terminal tem capacidade para 36 balcões. Com voos para 11 destinos internacionais, a Gol teria de separar as duas operações, o que pode causar transtornos para os passageiros em voos de conexão.

Além de voos para a América Latina, a Gol tem acordos comerciais com empresas estrangeiras. Caso da Delta, que adquiriu 3% das ações da Gol.

Goulart afirma que a logística "não será um problema" e que haverá um serviço contínuo de ônibus fazendo a ligação entre os terminais 1,2 e 4. "Teremos seis ônibus fazendo o percurso na área externa e quatro do lado da pista", diz.

Goulart diz que o terminal 4 não é provisório e vai continuar em uso após a inauguração do terminal 3. O novo terminal tem um estacionamento independente, com 790 vagas.

(MB)

Frase

"Ninguém quis se manifestar antes de ver para crer"
MARÇAL GOULART
superintendente de gestão operacional da Infraero, sobre o silêncio das companhias aéreas em relação ao Terminal 4 do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP)

Copa Airlines começa a voar para Recife em junho

16/01/2012 - Melhores Destinos

Na última sexta-feira a Copa Airlines solicitou à Anac autorização para começar voar para Recife a partir de junho. Inicialmente a empresa fará quatro voos por semana entre Recife e Cidade do Panamá, cidade do aeroporto sede da Copa Airlines.
Com esse novo voo, os pernambucanos poderão sair direto do Recife, para o Panamá e lá poderão fazer conexão rápida para dezenas de destinos no Caribe, América do Norte e América do Sul.
A Copa já voa no Brasil para São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Manaus e Porto Alegre. Em todos esses destinos a empresa oferece preços muito competivos.
Os voos Recife – Cidade do Panamá serão realizados em aviões Boeing 737-700 com capacidade para 124 passageiros. Se tudo ocorrer dentro do planejado, o primeiro voo será no dia 23/06/2012. Mas tanto a venda de passagens quanto o início dos voos ainda dependem de autorização das autoridades governamentais.
As saídas de Cidade do Panamá serão domingo, segunda, quinta e sábado. Já da capital pernambucana, os voos sairão segunda, terça, sexta e domingo.
Além de Recife, a Copa deve começar a voar ainda em 2012 para Curitiba e Salvador.

Trip anuncia nova rota na região Nordeste

16/01/2012 - Panrotas

A Trip Linhas Aéreas anunciou uma nova rota ligando Maceió a Recife. Com duas frequências diárias, às 9h30 e às 19hs, a nova rota começa a operar no dia 29 de janeiro.

“A Secretaria de Estado do Turismo de Alagoas tem como uma das ações estratégicas a captação de voos e a manutenção da malha”, explicou a secretária de Turismo, Danielle Novis. “A rota é muito importante não só em função do turismo de lazer, mas, principalmente, pelas relações comerciais estabelecidas entre as capitais”, concluiu.

Para o superintendente de Marketing da Setur-AL, Paulo kugelmas, novo voo causará uma rápida conexão da cidade com as demais regiões do Nordeste. ”Entendemos a importância de ligar as cidades, Maceió/Recife, que representará para o passageiro: rapidez e comodidade”, afirma Kugelmas.

Para mais informações: www.voetrip.com.br.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Azul troca frota

13/01/2012 - Valor Econômico

A Azul Linhas Aéreas deu início à devolução da sua frota de turboélices mais antigos, são oito ATR 72-200. O primeiro avião foi desativado no dia 10 de janeiro e deverá ser devolvido à fabricante franco-italiana ATR até o fim do mês. Ele foi substituído por um turboélice da mesma família, mas por uma versão recém-lançada, o ATR 72-600, com mais tecnologia e conforto. A Azul já conta com três modelos mais novos desse turboélice.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Azul trocará ATR 72-200 pelo 72-700

12/01/2012 - Webtranspo

Empresa aposta no modelo para rotas de 700 Km

Empresa receberá 12 unidades do ATR 72-600 até o fim do ano.

A Azul Linhas Aéreas renovará a sua frota de ATR 72-200 neste ano, a empresa devolverá as aeronaves para a ATR Aircraft, e os substituirá pelos modelos 72-600. As novas aeronaves possuem mais tecnologias embarcadas, a companhia brasileira foi a segunda no mundo a receber esta versão que até o fim do ano terá entrado no lugar dos oito modelos antigos operado atualmente pela Azul.

A empresa arrendou a frota 72-200 inicialmente para operar no território nacional com este tipo de modelo. Os aviões começaram a prestar serviço em março de 2011, na rota entre Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo. O primeiro turboélice a ser devolvido à fabricante é o de matrícula PR-AZT.

A Azul já opera três aviões ATR 72-600, que fizeram sua estreia entre novembro e dezembro do ano passado, estas aeronaves fazem parte de um total de 30 pedidos firmes e dez opções do modelo. A previsão é que a companhia esteja voando com 12 unidades desta versão até o fim de 2012. O contrato entre a fabricante e a empresa, assinado em junho de 2010, pode atingir a cifra de US$ 850 milhões, caso as dez opções de compra sejam confirmadas.

O novo turboélice garante aos passageiros mais tecnologia e conforto com última geração de sistemas eletrônicos de navegação, instrumentos de orientação incorporados em monitores LCD e poltronas de couro dispostas dois a dois.

A empresa continua optando pelo modelo, pois as aeronaves que utilizam hélice se demonstram mais eficazes em percursos de até 700 quilômetros, uma vez que exigem 45% menos manutenção que outros aviões, além de mitigar em 50% o volume de gás carbônico emitido na atmosfera devido ao seu baixo consumo de combustível.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Trip transportou mais de 1 milhão de passageiros em MG em 2011

10/01/2012 - Mercado & Eventos

A Trip Linhas Aéreas fechou o ano com operação em 12 cidades mineiras e novos voos. Ipatinga, umas das localidades com maior número de voos diários, deve receber mais cinco frequências para a capital Belo Horizonte no início desse ano. Minas Gerais é o estado brasileiro com a maior concentração das operações da Trip.

Em 2011, a companhia alocou seus novos jatos para fazer os voos que ligam de forma direta a capital mineira às maiores cidades do país e, recentemente a Montes Claros, São Luís, Ribeirão Preto, Aracaju, Recife, Salvador e Guarulhos. O número de conexões também cresceu em Belo Horizonte com o início das operações em Palmas, Marabá e Varginha, na região sul do estado. A Trip criou ainda uma inédita conexão entre os dois terminais através de um ônibus exclusivo para seus passageiros.

Voos para Angra

11/01/2012 - O Globo, Glauce Cavalcanti

Julio Lopes, secretário estadual de Transporte, e Eciomar Gomes, prefeito em exercício de Angra dos Reis, assinaram acordo para ampliação do aeroporto da cidade da Costa Verde. Receberá R$ 22 milhões em investimento. Metade do total virá da Angra Aero-Portos. O governo federal dará 70% do restante e o estadual, 30%.

Vendas de E-Jets em 2011 aumentaram 28%

Embraer Embraer entregou 105jatos comerciais e 99 executivos A Embraer entregou 32 jatos comerciais e 50 executivos durante o quarto trimestre de 2011 (4T11), encerrando o ano com 105 entregues para o mercado de aviação comercial e 99 para o de aviação executiva. Com relação às entregas futuras, um dos destaques em 2011 foi a venda de 124 jatos comerciais da família de E-Jets, que representa um aumento de 28% em relação ao resultado de 2010. A carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) fechou o ano em USD 15,4 bilhões.

Nos três últimos meses de 2011, a Embraer fechou a venda de 45 E-Jets, dos quais 33 E190 (15 para o BOC Aviation, de Singapura; dez para o CIT Group, dos EUA; e seis para a GECAS, dos EUA; todas empresas de leasing; e dois jatos para a companhia aérea Hebei Airlines, da China) e 12 E195 (11 para a Azul, do Brasil; e um para a Jetscape, dos EUA). A Hebei Airlines tornou-se a mais nova operadora dos E-Jets, com o recebimento de dois E190, em dezembro. 

No segmento de aviação executiva, a Embraer anunciou a venda de 13 jatos executivos Legacy 650, da categoria large, para a Minsheng Financial Leasing, da China, e a nomeação do renomado artista e filantropo Jackie Chan para ser embaixador da marca. O mais novo produto da Empresa – o Legacy 500, da categoria midsize – foi apresentado pela primeira vez e iniciará em breve os ensaios em solo. Destaque especial no mês de dezembro para a inauguração do novo centro global de atendimento a clientes e para a entrega do primeiro Phenom 100, da categoria entry level, produzido nos Estado Unidos. O avião foi recebido pela Executive AirShare na fábrica de Melbourne, no Estado da Flórida.

A Embraer Defesa e Segurança reforçou a parceria com a indústria brasileira para o programa do jato de transporte militar e de reabastecimento KC-390, anunciando a seleção da AEL Sistemas, de Porto Alegre – RS, para fornecer mais três sistemas para a aeronave. O programa de desenvolvimento do jato de alerta aéreo antecipado e controle EMB 145 AEW&C para o governo da Índia, que encomendou três plataformas, também avançou, com o primeiro vôo da aeronave. No final de 2011, a Força Aérea dos Estados Unidos anunciou a seleção do Super Tucano para o programa LAS (Apoio Aéreo Leve). Fornecida por meio de uma parceria com a Sierra Nevada Corporation, a aeronave será utilizada para treinamento avançado em vôo, reconhecimento e operações de apoio aéreo. A assinatura de contrato de USD 355 milhões para o fornecimento de 20 aeronaves, incluindo apoio terrestre para treinamento de pilotos, manutenção e outros serviços requeridos, foi temporariamente suspensa no início de 2012 pelo governo dos EUA devido à contestação do resultado da licitação por parte da concorrente, a empresa norte-americana Hawker Beechcraft.
 

Embraer entrega 204 aviões em 2011 e fica abaixo da meta

11/01/2011 - Reuters

A Embraer superou a marca de 200 aviões entregues em 2011, mas a meta da própria companhia de chegar a 220 aviões comerciais executivos no ano passado não foi atingida.
Segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela companhia, em 2011 foram entregues 204 aeronaves a clientes, sendo 105 jatos comerciais e 99 executivos.
Entre os aviões comerciais, foram vendidos 68 Embraer 190, 24 unidades do 195, 10 Embraer 175, uma unidade do 170 e duas do ERJ 145.

Já entre os executivos, foram 83 jatos leves e 16 jatos grandes, informou a companhia.
No quarto trimestre, a Embraer entregou 82 aviões, sendo 32 comerciais e 50 executivos.
A carteira de pedidos da empresa, por sua vez, terminou o ano em US$ 15,4 bilhões, pouco abaixo dos US$ 15,6 bilhões obtidos em 2010.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Infraero inaugura módulo operacional em POA

06/01/2012 - Panrotas

A Infraero abriu o módulo operacional do Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho. O investimento foi de R$ 4,1 milhões.

“O início das operações do módulo seguiu o cronograma estabelecido pela Infraero, e a estrutura atenderá à demanda da alta temporada, oferecendo mais conforto aos usuários do aeroporto”, enfatizou o superintendente do Salgado Filho, Jorge Herdina.

O novo espaço recebe as operações de embarque e conta com três canais de inspeção e 280 novos assentos para os passageiros. A estrutura também é interligada às salas de embarque já existentes. O local conta também com 20 novos guichês de check-in, que serão ativados após a fase de testes.

Com o módulo operacional, o Terminal 1 do aeroporto passa a ter uma capacidade de oito milhões de passageiros.

Além desta melhoria, a ampliação das salas de embarque e desembarque do Terminal 2, que recebeu também uma nova esteira de bagagens, aumentou o processamento do espaço para 2,5 milhões de passageiros por ano. O aeroporto agora possui capacidade operacional anual de 10,5 milhões de passageiros.

Savia Reis

Concessões vão exigir aporte extra da Infraero

10/01/2012 - O Estado de São Paulo

Estatal vai precisar de mais R$ 403 milhões para Guarulhos, Viracopos e Brasília

EDNA SIMÃO, RENATO ANDRADE

O governo federal terá de fazer uma injeção adicional de R$ 403 milhões nas empresas que serão constituídas após a concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília para garantir a participação acionária de 49% no negócio. O leilão está marcado para 6 de fevereiro.

A previsão inicial da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) era de entrar com R$ 195,8 milhões. Porém, as alterações no edital de leilão dos aeroportos após avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU) fizeram com que o desembolso previsto saltasse para R$ 598,8 milhões.

O aumento do aporte da Infraero será necessário porque o TCU elevou em mais de três vezes o capital social mínimo, ou seja, o montante necessário para se constituir e iniciar as atividades da nova empresa enquanto ela não tiver recursos suficientes para se sustentar.

Na minuta do edital de concessão, o capital mínimo exigido para os três aeroportos era de R$ 399,6 milhões. Esse valor, no entanto, teve uma alta de mais de 200%, atingindo R$ 1,2 bilhão. No caso do Aeroporto de Guarulhos, passou de R$ 191,5 milhões para R$ 543,3 milhões.

A situação se repete em Viracopos, cujo montante subiu de R$ 125,97 milhões para R$ 435,5 milhões, e em Brasília, de R$ 82,1 milhões para R$ 243,25 milhões. Uma fonte do governo avalia que o TCU quer impedir a entrada de empresas "aventureiras" no negócio.

Por exigência dos editais de concessão, os três aeroportos terão de ser operados por sócios estrangeiros. Os grupos privados que forem disputar o leilão terão de contar com um operador com pelo menos cinco anos de experiência em aeroportos com trânsito de mais de 5 milhões de passageiros por ano.

Preço mínimo. Além da mudança no capital social do futuro concessionário, o TCU também determinou outras alterações. O preço mínimo do leilão praticamente dobrou. O valor total dos três aeroportos passou de R$ 2,9 bilhões para R$ 5,5 bilhões.

O lance mínimo para o leilão do Aeroporto de Guarulhos, por exemplo, passou de R$ 2,3 bilhões para R$ 3,4 bilhões. O governo aposta que haverá competição pelos aeroportos, o que deve garantir um preço final das outorgas acima dos valores fixados nos editais.

A elevação do preço mínimo foi baseada na revisão dos valores de investimentos a serem feitos pelos futuros concessionários, que foram reduzidos, em média, em 25%.

Agora estão previstas aplicações de R$ 16,2 bilhões para o período de concessão que varia de 20 a 30 anos, sendo R$ 4,7 bilhões em Guarulhos, R$ 8,7 bilhões em Viracopos e R$ 2,8 bilhões em Brasília.

Até a Copa do Mundo de 2014, os vencedores do leilão terão de aplicar R$ 2,9 bilhões. Originalmente, a previsão era de investimentos de R$ 21,3 bilhões, sendo R$ 4,2 bilhões até a Copa do Mundo de 2014.

Atrasos. A ideia inicial do governo federal era licitar os três aeroportos em 22 de dezembro do ano passado. Como houve atraso no cronograma - provocado, por exemplo, pelas alterações no edital para atender às recomendações do TCU -, o leilão foi adiado para fevereiro.

A mudança na data já faz com que algumas obras sejam adiadas. Esse é o caso do segundo terminal de passageiros do Aeroporto de Guarulhos, que será construído no galpão da Transbrasil.

Essa obra terá de aguardar até fevereiro para ser iniciada. Isso porque, se o governo realizasse uma licitação agora, demoraria, pelo menos, três meses para que o empreendimento começasse a sair do papel. Com isso, o governo não quis arcar com esse investimento, que será feito pelo vencedor do leilão.

Trip foca na Região Norte

09/01/2012 - Mercado e Eventos

Importante polo de integração de toda a região Norte do Estado, Montes Claros continuará no foco da Trip em 2012 e o número de passageiros transportados deve seguir aumentando, devido ao lançamento de novos voos. O mais recente tem como destino Salvador na Bahia. Em 2011, quase 60 mil passageiros embarcaram de Montes Claros (MG) com a TRIP Linhas Aéreas, para 78 rotas no Brasil inteiro.

Além do terminal central da Pampulha, em 2011 a TRIP lançou novas opções de voos de Montes Claros para o Aeroporto Internacional de Confins possibilitando conexões rápidas para as maiores cidades do Brasil. E para ampliar ainda mais a conectividade dos voos que partem de Montes Claros a companhia disponibilizou uma inédita e exclusiva ligação terrestre entre os dois aeroportos da capital do estado, realizada em um confortável ônibus. Este serviço permite aos montesclarenses ainda mais opções de voos para as maiores cidades do país: Manaus (AM), Goiânia (GO), Maceió (AL), a ilha de Fernando de Noronha e várias outras. Os trechos Montes Claros – Belo Horizonte e Montes Claros – Salvador têm tarifas promocionais a partir de R$ 99,90.

Anac publica resolução que redistribui tarifa aeroportuária

10/01/2012 - G1

Resolução foi publicada na edição desta terça (10) do Diário Oficial da União. Tarifa repassada à União cai de 50% para 35%.

Resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicada na edição desta terça-feira (10) do Diário Oficial da União, estabelece a recomposição da tarifa paga por empresas aéreas e passageiros pelo uso dos terminais nos aeroportos brasileiros.

A resolução atende ao disposto na Medida Provisória 551, de novembro de 2011, que reduziu o percentual do chamado Adicional Tarifário (Ataero), que incide sobre as tarifas aéreas e é repassado à União, de 50% para 35,9%.

Isso significa que o governo abriu mão de uma parte das tarifas em benefício dos operadores aeroportuários. Com a mudança, o governo pretende fazer com que a concessão de aeroportos fique mais atrativa a empresas e investidores. O valor da tarifa paga pelos passageiros não sofre alteração.

Antes da medida entrar em vigor, dos R$ 20,66 pagos pelos passageiros para embarcar nos aeroportos de primeira categoria, R$ 13,77 ficavam com o operador do aeroporto (Infraero) e os outros R$ 6,89 (50% sobre a tarifa) eram repassados à União (Ataero).
Com a redistribuição tarifária, o operador ficará com R$ 15,20 e o valor repassado à União cairá para R$ 5,46 (35,9%).

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Webjet celebra 15 milhões de paxs transportados

06/01/2011 - Panrotas

A Webjet anunciou a marca de 15 milhões de passageiros transportados desde o início das operações, em 2005. Atualmente, a aérea conta com mais de 150 voos diários, atende 18 cidades do País e possui frota com 24 aeronaves.

Para o presidente da aérea, Julio Perotti, o número de 15 milhões de clientes transportados é o resultado da aprovação da companhia por parte dos seus usuários.

“Muitas destas pessoas entraram pela primeira vez em um avião pelas asas da Webjet. Transportar tantos passageiros em um pouco mais de seis anos é prova do sucesso da companhia devido aos seus preços e atendimento”, diz ele.

Gol investe no interior de São Paulo com novo voo para Bauru

05/01/2011 -Jornal de Turismo

Gol, a maior companhia aérea baixo custo baixa tarifa da América Latina, inaugura mais uma opção de voo entre Bauru e São Paulo. A empresa acaba de anunciar que a nova operação terá origem no aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e começará no dia 15 de janeiro.

“Essa é nossa segunda opção de frequência entre as cidades e seu grande atrativo é o horário, pois o público corporativo da região, que busca mais flexibilidade em nossa malha, vem crescendo”, destaca Eduardo Bernardes, diretor Comercial da Gol.

“Nossos principais objetivos são inovar e trazer comodidade nas viagens de avião, que tem se tornado casa vez mais populares em nosso País. Esse trabalho tem produzido efeitos positivos para o setor como um todo”.

Construtoras se armam para disputa de aeroportos

06/01/2011 - Valor Econômico, Fábio Pupo

A um mês da esperada concessão de aeroportos do governo federal, companhias de menor porte reúnem armas para enfrentar a força das grandes empreiteiras. Segundo especialistas, empresas com pouca experiência em grandes obras podem - de acordo com a forma com que se organizem - ganhar flexibilidade para surpreender ao dar lances no leilão que passará à iniciativa privada os aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília em 6 de fevereiro. Enquanto percebem a movimentação dos concorrentes, grandes grupos temem a vitória do que já chamam de "aventureiros".

Com R$ 733 milhões de receita líquida (o equivalente a 4,5% da receita da Construtora Norberto Odebrecht, a maior no Brasil), a construtora mineira Fidens Engenharia é um exemplo de empresa de menor porte que pretende disputar o processo. Para cumprir o requisito da experiência em operação aeroportuária, exigido pelo governo em edital, entrará no processo junto com a americana ADC & HAS - operadora que já trabalhou em conjunto com a Andrade Gutierrez em outros projetos e chegou a conversar com a Odebrecht.

Segundo Nilton Chaves, gerente de novos negócios da Fidens, a empresa pretende apresentar preços competitivos na disputa - vence o consórcio que ofertar o maior valor pago ao governo em troca da outorga do aeroporto. Perguntado sobre como conseguirá chegar às altas ofertas, Chaves responde que a empresa tem o diferencial de poder "economizar" nas obras. Mesmo assim, ele rejeita a definição de "aventureiro" afirmando que a companhia está reunindo os conhecimentos necessários. "Estamos nos preparando. Quando mineiro fica muito calado, é sinal de que está aprontando alguma".

Para injetar capital no negócio e poder oferecer boas propostas no leilão, a Fidens também negocia a entrada de um fundo de investimento da gestora sul-africana Old Mutual na sociedade.

Para o advogado e especialista em direito aeronáutico Guilherme Amaral, dependendo da forma como se articulam com outros grupos - como fundos de investimento -, empresas menores podem ganhar capital para ofertas mais ousadas. Também pode influir, comenta, o fato de empresas com mais experiência em grandes obras estarem mais limitadas por regras internas de risco e retorno sobre investimentos. Por isso, diz, é possível que haja surpresas no leilão. "Pode haver uma empresa grande, mas limitada pelas próprias regras, e outra pequena, ávida por risco e disposta a tomá-lo". Foi isso que ocorreu no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN), primeiro federal a ser concedido, quando empresas não tradicionais no cenário da infraestrutura dominaram a disputa - a maior em faturamento, a Triunfo, só ofereceu uma proposta. Três grupos de médio porte seguiram adiante em quase 90 lances (o ágio final sobre o valor mínimo ficou em 228%).

A advogada Cláudia Bonelli, sócia na área de direito administrativo, regulatório e PPPs do escritório TozziniFreire, concorda com a ideia. Para ela, empresas menores podem ter mais flexibilidade para a disputa. "As maiores se cercam de técnicos e consultores, têm um plano mais estruturado e buscam uma certa taxa de remuneração, dizendo que a partir de certo momento [dos lances] o negócio não compensa. Já as de menor porte podem ter mais flexibilidade para as propostas mais ousadas, caso tenham sociedades com força de capital", diz a especialista.

Entre os grupos menos tradicionais, está também o fluminense MPE (receita líquida de R$ 935 milhões) - que concorreu pelo leilão do aeroporto do Rio Grande do Norte. A companhia pretendia participar da nova disputa com a mineira ARG e a baiana Global, mas foi surpreendido por uma regra do edital que exige experiência de pelo menos cinco anos em aeroportos de grande porte. Agora, busca um operador para uma parceria.

No mercado, também comenta-se que a Carioca Engenharia (receita de R$ 898,5 milhões) ainda estuda os projetos.

O grupo Galvão, com um faturamento mais alto (R$ 2 bilhões, aproximadamente), mas com pouca experiência em concessões, é outro interessado. Em entrevista ao Valor em novembro, o presidente do conselho de administração, Dario Galvão, afirmou que há uma parceria para análise técnica dos projetos com a alemã Flughafen München GmbH, operadora do aeroporto de Munique. As duas ainda estudam as regras para a concessão dos terminais. Além disso, há o grupo Engevix (R$ 1,27 bilhão de receita líquida), que arrematou o aeroporto nordestino e estuda as novas concessões com a argentina Corporación América.

O que mais pode limitar a participação de grupos, menores ou maiores, é o alto valor de investimentos exigido pelos projetos. A Triunfo Participações e Investimentos já alavancada por um grande número de empreendimentos (a dívida líquida sobre Ebitda está em 3,32, o que chama atenção de analistas, embora alguns acreditem que 3,5 ainda seja tolerável), chegou a disputar o leilão do aeroporto nordestino - mas só ofereceu um lance. Carlo Alberto Bottarelli, presidente da Triunfo, disse, durante apresentação dos resultados da empresa do terceiro trimestre, que a empresa mantém o plano de participar de novas concessões, tanto em rodovias como aeroportos. No entanto, "sempre de maneira responsável" - ressalta em texto divulgado.

Ajudam as menores o fato de os investimentos na infraestrutura contarem com ajuda do BNDES, que financiará até 70% - segundo o próprio governo. Além disso, o valor da outorga poderá ser parcelado. O lance mínimo definido pelo governo é de R$ 3,42 bilhões para Guarulhos, R$ 1,47 bilhão para Campinas e R$ 582 milhões para Brasília.

Grandes empresas estão preocupadas especialmente com o que chamam de "aventureiros". Seria uma definição para companhias com pouca experiência que entram no processo a todo custo, mas que depois enfrentam dificuldades para entregar as obras e outras exigências do contrato com o governo. "É um demérito desnecessário chamar de aventureiro. Quem entrar no leilão, tem que comprovar uma série de especificações", diz Amaral.

Entre as empreiteiras tradicionais, é dada como certa no mercado a participação da Odebrecht Transport. Segundo o Valor apurou, a empresa está finalizando estudos e, se decidir disputar os projetos, participará com a Changi - operadora de Cingapura. Também é dada como certa a participação de grupos como Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa (via CCR) e CR Almeida (via EcoRodovias em parceria com Fraport).