quarta-feira, 30 de julho de 2014

Aeromóvel, o monotrilho brasileiro

29/07/2014 - G1 Rio

Em reunião da diretoria da ACMinas foi apresentado o Aeromóvel - monotrilho brasileiro, pelo diretor do Grupo Coester, com sede no Rio Grande do Sul, Marcus Coester.


O Aeromóvel é um meio de transporte 100% automatizado (sem condutores a bordo), movido através de propulsão a ar, sendo uma tecnologia de concepção nacional, inédita e exclusiva, patenteada e reconhecida em diversos países do mundo.

Seu movimento é produzido a partir do impulso gerado pela compressão do ar atmosférico, devido à ação de ventiladores industriais de alta eficiência energética e baixa potência que, do solo, enviem o ar pelo interior da via elevada.  O sistema já está em funcionamento em Porto Alegre desde agosto de 2013. Essa apresentação faz parte do ciclo de debates sobre alternativas para a mobilidade urbana em BH.

Novos projetos de mobilidade para BH

No mês de junho, o governo de Minas Gerais anunciou o lançamento de um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), cujo principal objetivo é receber projetos que contemplem o Transporte Metropolitano sobre Trilhos que fará a ligação entre Belo Horizonte e o Aeroporto de Confins.

O PMI é uma consulta geral, em que podem participar empresas, universidades e pessoas físicas para, nesse caso, sugerir alternativas para melhoria da mobilidade urbana. O Governo consulta a sociedade para definir a melhor alternativa, aquela que conjugar o melhor custo-benefício para a própria sociedade.

Os pré-projetos têm até 45 dias para serem apresentados, depois disso, os selecionados têm outros 75 dias para serem concluídos. O trajeto deve, inicialmente, englobar o Aeroporto de Confins a atual rodoviária de Belo Horizonte e precisa ser integrado ao metrô e ao BRT. Mas o PMI poderá apontar por um local diferente, desde que contemple o hipercentro e o aeroporto.

O início do processo já recebe elogios de importantes setores da sociedade, como a Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), que acredita que o projeto poderá beneficiar ainda mais a economia mineira. "É um momento propício para se iniciar essa PMI. Queremos, acima de tudo, dar apoio total a esse projeto do Governo de Minas e dar parabéns ao governador pela demonstração do grande estadista que é e de ter essa visão de futuro da nossa cidade", afirmou o presidente da ACMinas, Roberto Fagundes.

Fonte: Jornal Belvedere 

terça-feira, 29 de julho de 2014

Guarulhos estuda ter 5º terminal, diz ministro

29/07/2014 - Valor Econômico

O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wellington Moreira Franco, disse ontem que a concessionária que administra o aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, cogita erguer um quinto terminal de passageiros.

"As previsões [de movimentação de passageiros em Guarulhos] já foram todas batidas. Eles já estão pensando em um novo terminal internacional. Mas antes disso haverá melhoria de qualidade nos terminais 1 e 2", disse Moreira Franco, sem dar detalhes, durante um almoço com empresários na cidade de São Paulo. A declaração foi uma resposta a um questionamento sobre a qualidade dos terminais de Guarulhos.

A concessionária GRU Airport inaugurou há dois meses o terminal 3, voltado exclusivamente a voos internacionais e que tem potencial de expansão nos próximos anos. Além disso, estão em operação os terminais 1, 2 e 4.

Procurado, um porta-voz da GRU Airport não foi encontrado para comentar as declarações. Por meio da assessoria de imprensa, a concessionária emitiu um posicionamento em que não nega a fala do ministro. "O Plano Diretor do GRU Airport passa por atualização nesse momento e com a sua finalização, novos empreendimentos deverão ser definidos e anunciados", informou a concessionária na nota.

Durante o evento, o ministro também sinalizou que pode haver mudanças na participação societária de 49% da estatal Infraero nas próximas concessões, modelo usados nos grandes aeroportos leiloados até agora. "Creio que é um percentual muito alto e creio que nós temos experiência e massa crítica para percorrermos novos caminhos e novas alternativas de incorporação do capital privado e convivência com o capital público que não exclusivamente essa participação de 49% a 51%", disse.

sábado, 26 de julho de 2014

Obras em aeroportos regionais não decolam

26/07/2014 - Gazeta do Povo

As licitações para as obras de ampliação e construção de aeroportos regionais no Brasil começariam em maio, após um ano e cinco meses do lançamento do programa de reaparelhamento dos terminais aéreos, mas ainda não saíram do papel. A Secretaria de Aviação Civil informou que os estudos já foram concluídos por empresas contratadas pelo Banco do Brasil, que é gestor do programa, mas os projetos ainda dependem do crivo do órgão federal. No total, o Paraná deve ser contemplado com R$ 319,9 milhões.

O aeroporto Sant'Ana, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, espera o resultado do estudo. O aeródromo passa por reforma no terminal de passageiros e na sinalização noturna, já que hoje os voos não podem acontecer à noite. A verba é do governo estadual. O local só recebe pequenas aeronaves e não tem voos de companhias aéreas.

Em junho, o governo federal assinou convênio com o município de Ponta Grossa para repassar o aeroporto à prefeitura. O secretário municipal de Planejamento, João Ney Marçal Junior, disse que o estudo do Banco do Brasil vai definir se o recurso do governo federal será aplicado na ampliação do aeroporto ou na construção de um novo espaço. O valor da obra ainda não foi definido.

O coordenador regional da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) em Ponta Grossa, Álvaro Scheffer, defende a construção de um novo aeroporto. "Um aeroporto grande é importante para todo o estado, porém, o Sant'Ana não tem condições de atender às exigências para receber grandes aeronaves", diz.

Quem também irá receber a verba federal é o aeroporto de Maringá, no Norte. O aeroporto é municipal e administrado por uma empresa de economia mista. No ano passado, recebeu 725 mil passageiros – um dos maiores movimentos do estado. Conforme o superintendente do aeroporto, Fernando Camargo, o aeroporto terá R$ 62 milhões do programa que serão usados na ampliação da pista e dos pátios.

Outorgas

Paralelo ao programa federal, a União confecciona o Plano Geral de Outorgas dos aeroportos regionais no país, que vai definir a administração destes locais. A consulta pública para o Plano de Outorgas durou dois meses e recebeu 53 contribuições da sociedade. O plano está na Advocacia Geral da União (AGU) para ser publicado e entrar em vigor.

A prioridade da administração é dos estados, mas municípios com Produto Interno Bruto (PIB) superior a R$ 1 bilhão também podem assumir os terminais. Se não houver interesse, a iniciativa privada pode então assumir os locais. O governo do Paraná, segundo a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística, ainda não definiu se vai assumir os aeroportos regionais.

39 é o total de aeroportos públicos no Paraná, sendo que quatro são administrados pela Infraero: o Afonso Pena, em São José dos Pinhais, o Bacacheri, em Curitiba, o de Londrina e o de Foz do Iguaçu. O restante é de responsabilidade das prefeituras. De acordo com a Secretaria de Aviação Civil, somente sete governos estaduais no país não administram nenhum aeroporto, entre eles, o Paraná.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Passageiros terão a chance de voar no Airbus A330 da AZUL em trechos domésticos

22/07/2014 - Aeroin

Foto: Benito Latorre / AEROIN
Foto: Benito Latorre / AEROIN
Companhia solicitou autorização para voos temporários nos trechos de Campinas a Recife, Manaus, Rio de Janeiro (Galeão) e Brasília. 

Operações serão realizadas a partir de 1º de setembro. Venda de passagens para frequências domésticas com o A330-200 deve ter início em agosto através do site www.voeazul.com.br

Antes dos voos internacionais, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras iniciará a operação dos Airbus A330-200, temporariamente, nos trechos de Campinas para Recife, Manaus, Rio de Janeiro (Galeão) e Brasília. Estes voos serão feitos a partir de 1º setembro, depois de autorizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). As frequências pretendidas com os modelos Airbus irão ampliar a oferta de assentos nessas rotas, que atualmente são servidas diariamente pelos Embraer E195. A venda de passagens para estes voos deve ter início em agosto.

"Escolhemos rotas domésticas de longo curso e com alta demanda de Clientes para iniciar nossas operações com as aeronaves da Airbus. Desta forma, vamos oferecer ainda mais assentos e, consequentemente, transportar um número superior de Clientes entre estes trechos, com conexão em Campinas e a possibilidade de chegar a dezenas de destinos em todo o Brasil", afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.

Uma das frequências diárias e diretas entre Campinas e Recife será operada pelo A330-200 a partir de 1º de setembro. Para a capital do Amazonas, o voo realizado com o modelo da Airbus será diário e diurno entre 21 e 30 de setembro. Já entre 1º de outubro e 30 de novembro, a operação passa a ser diária e noturna.

Ainda, entre 7 e 28 de setembro, um voo entre Campinas e Rio de Janeiro (Galeão) será feito pelo A330-200 sempre às sextas-feiras e aos domingos. O trecho Campinas-Brasília, por sua vez, será operado apenas em 25 de setembro.

Após os voos domésticos, os A330-200 passarão a levar os Clientes aos Estados Unidos, nas primeiras rotas internacionais da Azul. O anúncio foi feito em abril deste ano e a companhia contará com sete aeronaves deste modelo para as viagens a terras norte-americanas. Além dessas, outras cinco novíssimas aeronaves A350-900 devem integrar a frota da companhia em 2017.

Abaixo, confira os voos já existentes que serão operados com A330-200.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Paulista foi quem mais viajou na Copa

15/07/2014 - O Estado de SP

No total, 3.056.397 pessoas se movimentaram pelo Brasil durante os jogos, a maioria (67,2%) por destinos que ainda não conhecia

SÃO PAULO - A Copa do Mundo incentivou o movimento turístico interno no Brasil. No total, 3.056.397 pessoas se movimentaram pelo País, a maioria (67,2%) por destinos que ainda não conhecia, segundo pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. O maior grupo foi de paulistas.
Segundo a pesquisa, 858.825 viajantes saíram de São Paulo - 544.268 pernoitaram no destino e outros 314.557 retornaram no mesmo dia. O segundo Estado de onde mais saíram turistas foi o Rio, com 260.527. Na sequência vieram os baianos, com 220.021, seguidos dos mineiros, com 204.425. "Isso mostra que nós temos ainda um espaço tremendo para crescer no mercado interno turístico. Mais brasileiros precisam conhecer o nosso País e eventos dessa magnitude permitem essa circulação de brasileiros", disse o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
A pesquisa entrevistou 6.038 brasileiros nas proximidades dos estádios, aeroportos e atrativos turísticos, além de rodoviárias e Fan Fests. A avaliação dos turistas sobre estádios e infraestrutura foi positiva. Segundo a pasta, os índices positivos variaram entre 90% a 80% para a cidade e entre 30% a 90% para os estádios. As melhores avaliações das cidades-sede envolveram receptividade e atendimento com 90,5% de satisfação. O índice mais baixo foi o de limpeza, com 70,3% de avaliação positiva.
Rio. Somente os turistas que estiveram no Rio para a Copa do Mundo deixaram na cidade R$ 4,4 bilhões. Em média, os estrangeiros que visitaram o Rio passaram nove dias e gastaram R$ 639,52 em cada um deles. Ao todo, 886 mil pessoas estiveram na capital fluminense, desses 471 mil vieram de outros países. Entre os estrangeiros, 98,8% disseram que tiveram as expectativas atingidas ou superadas e 98,3% recomendariam a cidade como destino.
Os argentinos foram maioria durante a Copa, com 77 mil pessoas. A seguir vieram Chile (45 mil), Colômbia (31 mil), Equador (24 mil), Estados Unidos (24 mil), França (16 mil), México (15 mil), Inglaterra (10 mil) e Alemanha (10 mil). Historicamente, Argentina e Estados Unidos são os países de onde partem o maior número de turistas. "Foi a Copa da América do Sul. Esse público ajudou nessa atmosfera vibrante, que contagiou em todos os lugares, não só em Copacabana", afirmou o secretário de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello,.
De acordo com Figueira de Mello, a prefeitura foi surpreendida com a chegada de sul-americanos em carros e motorhomes. "Mas tivemos uma resposta rápida. Nenhuma outra cidade ofereceu espaços públicos, com banheiros." Ao todo, 900 veículos foram recebidos no Terreirão do Samba, Sambódromo e Feira de São Cristóvão. Os turistas têm até hoje para deixar os locais. Sobre banheiros danificados e paredes pichadas, o secretário comparou com o fim de festa dada em casa. "Sempre se quebra um copo, cai vinho no sofá. E vai ter alguma coisa que vai precisar limpar."
Sem dinheiro. A presença maciça de argentinos com pouco dinheiro na cidade foi criticada pelo presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagem, seção Rio , George Irmes. "O que aconteceu no Terreirão é a coisa mais degradante. Aquelas barracas de R$ 10 das Lojas Americanas, e aqueles argentinos sentados nas cadeirinhas de R$ 5 também das Lojas Americanas ou da Magal... é chocante. Vou ser sincero com vocês. Sou agente de viagens há 50 anos e não quero turista assim, não. A Espanha proibiu a entrada desse tipo de turista, porque esses caras não gastam dinheiro. Fico triste por estarmos cercados de primos pobres", disse. / CLARISSA THOME

Azul faz acordo por compra de até 50 jatos da Embraer de 2ª geração

15/07/2014 - Valor Online

Carta de intenções envolve 30 pedidos firmes e opção de mais 20.

Aérea será primeira a operar modelo da 2ª família da Embraer.

Do Valor Online
Avião da Embraer E-195 usado pela Azul (Foto: Divulgação/Embraer)
Avião da Embraer E-195 usado pela Azul (Foto: Divulgação/Embraer)

A Azul Linhas Aéreas pretende comprar até 50 jatos do modelo E195-E2 da Embraer, segundo a fabricante de aeronaves. A aérea assinou carta de intenção que envolve pedido firme de 30 jatos de segunda geração e opção para compra de outros 20 aviões do mesmo tipo, com valor total estimado em US$ 3,1 bilhões.

A companhia aérea de David Neeleman vai se tornar a primeira no mundo a operar um modelo da segunda família da Embraer, a E2. No total, a Azul já possui em sua frotas 82 E-Jets e tem encomenda de mais 11. Se a carta de intenção for concretizada, o volume chegará a 143 aeronaves.

Azul faz homenagem e pinta avião com as cores do capacete de Senna

Governo vai redistribuir horário de pouso e decolagem em Congonhas

"Desde 2008, os jatos da Embraer possibilitaram nosso crescimento exponencial, o que resultou na criação de um mercado inteiramente novo de viagens domésticas", comentou Neeleman, que além de fundador é presidente da Azul, em nota. "A E2 vai nos permitir reduzir custos operacionais, aumentar capacidade e entregar um serviço melhor".

A Embraer pretende entregar o primeiro modelo da E2, o E190, no primeiro semestre de 2018. Para o E-195, a expectativa é que as atividades se iniciem em 2019; enquanto para o E-175 há projeção para entrada em operação durante 2020. Ambos fazem parte do segmento de 70 a 130 assentos da aviação comercial.

"Agradecemos à Azul por seu compromisso e parceria que culminaram nesta importante marca que celebramos hoje", afirmou, em nota, Paulo César Silva, presidente da divisão de aviação comercial da fabricante brasileira.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Congonhas terá novas regras: TAM e Gol devem perder espaço

09/07/2014 - O Globo

BRASÍLIA - Para aumentar a concorrência no setor da aviação civil, o governo vai mexer nas regras de distribuição dos slots (alocação de horários de chegadas e partidas das aeronaves), em Congonhas, o aeroporto mais rentável do Brasil, hoje dominado por TAM e Gol. A partir de outubro, as empresas que operam no terminal serão avaliadas periodicamente pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) quanto à eficiência operacional — regularidade e pontualidade dos voos, entre outros critérios. Quem não passar na avaliação perderá espaços para as "entrantes" Azul e Avianca, já na próxima temporada, que começa em maio de 2015.

No processo de avaliação das empresas que operam em Congonhas, a Anac vai considerar também o percentual de participação de cada uma no mercado nacional, com base no critério de passageiro por quilômetro transportado. O objetivo é reduzir a concentração das duas maiores empresas no aeroporto mais movimentado do país. De acordo com dados da Anac, em maio a TAM respondia por uma fatia de 38,1%, seguida por Gol, com 35,4%, Azul (17,1%) e Avianca (8,6%).

Para estimular a aviação regional, o governo vai beneficiar no processo de distribuição de slots em Congonhas as empresas que aderirem ao projeto de expansão desse segmento. Ou seja, a ampliação de voos para pequenas e médias cidades, com subsídios da União.

Na primeira distribuição de novos slots, a partir de 1º de agosto — quando o governo vai retirar espaços da aviação geral (jatinhos), porque atualmente não há área disponível em Congonhas — será dada prioridade às pequenas empresas, que receberão a totalidade dos novos slots. Mas somente poderão operar no aeroporto aeronaves com capacidade mínima de 90 assentos.

PONTUALIDADE DOS VOOS GANHA PESO

A resolução do Conselho de Aviação Civil (Conac) sobre a nova política de concessão de slots em Congonhas será publicada hoje no Diário Oficial da União. A Anac aguarda as regras para concluir a proposta de distribuição e manutenção de slots nos demais aeroportos.

De acordo com a resolução, são consideradas entrantes empresas que detêm até 12% do total de slots de Congonhas. O critério será adotado pela Anac na primeira rodada de distribuição de slots. A norma não deixa claro, mas o percentual pode subir nas etapas seguintes.

Na análise da eficiência operacional das empresas, além da regularidade, ganhará peso a pontualidade dos voos. Com isso, companhias que costumam cancelar voos próximos uns dos outros para aproveitar a capacidade das aeronaves serão punidas.

As regras atuais dificultam a retomada de slots, porque não consideram a pontualidade como parâmetro de eficiência. Para não perder espaços em Congonhas, as companhias têm de apresentar índice de 80% de regularidade, num período de 90 dias, mas a regra é considerada pouco eficaz por especialistas. Os slots são analisados em bloco, e se o desempenho em uma semana não for bom, a empresa pode compensar na seguinte. Com a mudança, a fiscalização será mais rígida.

Após o acidente com o avião da TAM, em julho de 2007, o número de operações em Congonhas foi reduzido. Atualmente, são 34 movimentos (pousos e decolagens) por hora (30 da aviação comercial e quatro da geral). Como a ampliação da capacidade do aeroporto pode comprometer o tempo de espera e o percentual de atraso no aeroporto, devido à concentração na pista principal, o governo decidiu restringir os slots para aviação geral, num primeiro momento.