sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Aérea brasileira suspende operações a partir de janeiro

23/12/2015 - Panrotas

Danilo Teixeira Alves Danilo Teixeira Alves

A Anac informou hoje que a Sete Linhas Aéreas decidiu suspender, por tempo indeterminado, o serviço público de transporte aéreo regular de passageiros e carga. A suspensão dos serviços terá início a partir de 1º de janeiro de 2016 e atingirá todas as rotas operadas pela empresa.

Segundo a aérea, durante o período de suspensão das operações, realizará estudos para a substituição das aeronaves atualmente utilizadas e para readequação da malha aérea atendida A decisão não afeta a prestação de serviços na modalidade de táxi-aéreo, realizada pela Sete Táxi Aéreo. 

Os passageiros que já adquiriram bilhetes para voar após a data da suspensão das operações poderão optar entre ser acomodados em voos de outras companhias aéreas, caso estejam disponíveis e conforme a conveniência do passageiro, ou pelo reembolso integral dos trechos não executados. A Anac irá monitorar e fiscalizar os procedimentos realizados pela empresa na prestação de assistência aos passageiros.

Parte da obra de ampliação do Aeroporto Afonso Pena é entregue

22/12/2015 - G1 PR

Passageiros de voos domésticos devem embarcar na área nova.

Obra deve ser concluída em março de 2016, de acordo com a Infraero.

Projeto de amplicação do Afonso Pena contempla nova área de desembarque (Foto: Fernando Castro/ G1)
Projeto de amplicação do Afonso Pena contempla nova área de desembarque (Foto: Fernando Castro/ G1)

Desde a 0h desta terça-feira (22) está em funcionamento parte dos novos saguões de embarque e desembarque e das novas salas de embarque e desembarque do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

A principal mudança para os usuários é que o embarque para voos domésticos ocorre na ala nova. O saguão antigo é destinado a voos internacionais. Os balcões de check-in da Azul e da Avianca estão operando na área nova, assim como alguns estabelecimentos comerciais.

Diante das mudanças, o terminal passa pela chamada "Operação Assistida" que visa verificar o funcionamento do aeroporto após as mudanças.

Também foram entregues, de acordo com a Infraero, oito pontes, escadas rolantes, elevadores e balcões de check-in. Tudo faz parte de um pacote de obras, que visa dobrar a capacidade do Afonso Pena, segundo a Infraero. 

A obra não foi totalmente concluída. Isso deve ocorrer em março de 2016. O custo total é de R$ 246 milhões.

Novas áreas do Aeroporto Afonso Pena passam por um período de teste (Foto: Fernando Castro/ G1)
Novas áreas do Aeroporto Afonso Pena passam por um período de teste (Foto: Fernando Castro/ G1)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

AVIÕES DA EMBRAER EM COMBATE

21/12/2015 - Airways

Aeronaves produzidas no Brasil já participaram de guerras e conflitos isolados com diversos países e até nas mãos de rebeldes

THIAGO VINHOLES  

O Super Tucano pode ser equipado com uma combinação letal de mísseis e canhões (Embraer)
O Super Tucano pode ser equipado com uma combinação letal de mísseis e canhões (Embraer)

A Embraer é atualmente a terceira maior fabricante de aviões do mundo, atrás apenas das gigantes Boeing e Airbus. Nos últimos 20 anos, a empresa brasileira se especializou na produção de aeronaves executivas de variados portes e os chamados “jatos regionais”, que voam em rotas curtas com média demanda de ocupação de passageiros.

Outra importante fonte de renda da fabricante é o setor militar, onde atende pelo nome “Embraer Defesa & Segurança”. Essa divisão da Embraer entrou em operação no final dos anos 1960 e tomou forma em 1971, com o EMB-326 Xavante, o primeiro avião com motor a jato fabricado no Brasil. O modelo era a versão nacional do italiano Aermacchi MB-326.

Depois do Xavante vieram o Tucano, o caça-bombardeiro AMX e aeronaves de vigilância desenvolvidas a partir de modelos civis, como o “avião-radar” E-99, operado pela Força Aérea Brasileira e capaz de localizar aviões invasores a mais de 300 km de distância. Outro produto de defesa consagrado da Embraer é Bandeirulha, utilizado em operações navais.

Existem caças e bombardeiros, que embora fossem avançados e muito bem armados, passaram toda sua carreira sem disparar um único tiro em combate real. Esse, porém, não é o caso dos aviões militares desenvolvidos pela Embraer, que já participaram de guerras e conflitos isolados com diversos países. Conheça abaixo cada um desses casos:

Batismo de fogo nas Malvinas

O primeiro avião militar da Embraer que participou de um combate real foi o EMB-111 Bandeirulha, a versão de vigilância naval do modelo civil EMB-110, o Bandeirante. Em 1982, a Fuerza Aérea Argentina solicitou um empréstimo de dois Bandeirulhas para reforçar seu esquadrão de vigilância naval, então operado por apenas dois P-2 Neptune.

Os Bandeirulhas chegaram à Argentina no auge da Guerra das Malvinas, em abril de 1982 (FAA)
Os Bandeirulhas chegaram à Argentina no auge da Guerra das Malvinas, em abril de 1982 (FAA)

As aeronaves chegaram à Argentina no auge da Guerra das Malvinas, contra a Inglaterra, em disputa pelas Ilhas Falkland. Sem armamentos, os aviões da Embraer atuaram no conflito em busca de embarcações britânicas que posteriormente poderiam ser atacadas por caças da marinha ou da força aérea argentina.

Durante o conflito, os EMB-111 voaram mais de 200 horas com as cores da Argentina e não registraram nenhum problema ou avaria. Em 1983 foram devolvidos: o comando argentino não ficou satisfeito com as capacidades do radar de busca que equipava a aeronave na época.

O empréstimo dos aviões da Força Aérea Brasileira irritou o parlamento britânico, que convocou o embaixador do Brasil em Londres na época para prestar explicações. A Argentina estava proibida de comprar material bélico pela comunidade internacional e para se reforçar durante o conflito com Inglaterra apelou para fontes clandestinas. Líbia e Peru foram alguns dos “colaboradores”.

Os ingleses ainda levantaram a hipótese de que os Bandeirulhas utilizados na Argentina foram operados por tripulantes da Força Aérea Brasileira.

Super Tucano contra a FARC

Depois do Brasil, a Colômbia é o segundo maior operador do EMB-314 Super Tucano, com 25 aparelhos. Atualmente uma das aeronaves mais letais no combate a guerrilhas, o turbo-hélice militar da Embraer já entrou em combate em pelo menos quatro ocasiões contra as FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia), a partir de 2007.

A força aérea da Colômbia conta com 25 Super Tucano na frota (FAC)
A força aérea da Colômbia conta com 25 Super Tucano na frota (FAC)

Os Super Tucanos foram utilizados nas operações Vuelo de Angel, Thanatos, Júpiter e Fenix, esta última em território do Equador. Em todas essas missões, as aeronaves foram armadas com bombas Mk 82 e também abriram fogo com canhões de 20 mm.

A operação Fenix, realizada na madrugada de 1 de março de 2008, foi a maior incursão das forças armadas da Colômbia já efetuada contra o exército rebelde. Nessa operação, os aviões da Embraer realizaram um bombardeiro massivo contra um acampamento das FARC que deixou 24 mortos.

Tucanos no Cenepa

A Guerra do Cenepa, conflito travado entre Equador e Peru em 1995, envolveu uma série de aeronaves, entre elas o EMB-312 Tucano. A aeronave da Embraer, a serviço das força aérea peruana, participou de somente uma ação durante os combates, um bombardeiro noturno contra posições equatorianos sem grandes danos.

A força aérea do Peru possui 24 Tucanos, hoje utilizados principalmente em treinamentos (Chris Lofting)
A força aérea do Peru possui 24 Tucanos, hoje utilizados principalmente em treinamentos (Chris Lofting)

Além na guerra contra o Equador, os Tucanos da Fuerza Aérea del Perú também são ferozes combatentes do narcotráfico. Desde que entraram em operação no país, em 1987, os aviões da Embraer já abateram mais de 70 aeronaves transportando drogas.

Taleban na mira do Tucano

Entre 2000 e 2001, os Tucanos da força aérea do Irã atacaram posições do grupo terrorista Taleban dentro de seu próprio território. Os resultados das ações são desconhecidos.

Os Tucanos do Irã também já abateram aviões de baixa performance carregando drogas. O país possui uma frota com 25 aeronaves da Embraer.

AMX no Afeganistão

O caça-bombardeiro AMX, lançado em 1986 pela Embraer em parceria com as fabricante italianas Aermarcchi e Aeritalia (hoje Alenia Aeronautica), já participou de combates com as cores da Itália no Kosovo, Líbia e Afeganistão, em 2009, onde realizou ataques com bombas guiadas a laser.

Os AMX italianos realizaram mais de 700 missões no Afeganistão (Aeronautica Militare)
Os AMX italianos realizaram mais de 700 missões no Afeganistão (Aeronautica Militare)

A aeronave acumulou mais de 5.000 horas em missões de bombardeiro contra posições do grupo terrorista Al Qaeda no Afeganistão, em apoio a coalização da OTAN. Nenhuma aeronave foi perdida ou danificada durante o conflito.

Tucanos africanos

Diversos países na África contam com o Embraer Tucano em suas forças aéreas e pelo menos dois países já os utilizaram em combates: Mauritânia e Angola.

A força aérea de Angola opera os modelos Tucano e Super Tucano (Embraer)
A força aérea de Angola opera os modelos Tucano e Super Tucano (Embraer)

Em 2012, Tucanos a serviço da força aérea da Mauritânia bombardearam com sucesso uma base do Estado Islâmico em Mali. Já os modelos angolanos participaram de diversas operações contra insurgentes na década de 1990 durante a longa guerra civil que assolou o país, que começou em 1975 e terminou definitivamente somente em 2002.

Os impetuosos Tucanos de Honduras

O governo de Honduras considera inadmissível o sobrevoo de aeronaves em seu território sem autorização prévia. O avião que invadir os céus do país na América Central pode acabar sofrendo a fúria dos Tucanos da Fuerza Aérea Hondureña. E isso já aconteceu.

É melhor não provocar os Tucanos hondurenhos... (Nelson Mejía)
É melhor não provocar os Tucanos hondurenhos… (Nelson Mejía)

Em abril de 2003, um bimotor Aero Commander 500 invadiu o espaço aéreo de Honduras e ao recusar os pedidos por rádio de se identificar foi rasgado por tiros de canhão de um Tucano e caiu, matando os dois ocupantes, que eram colombianos. Nos destroços da aeronave foram coletados quase 1.000 kg de cocaína.

A mesma situação se repetiu em 2012, quando um pequeno Cessna carregando 500 kg de cocaína entrou em Honduras sem autorização e acabou abatido por um Tucano. Um dos dois ocupantes da aeronave invasora era um agente norte-americano disfarçado do DEA, a divisão federal dos EUA de combate ao tráfico de drogas.

Na maioria dos casos os aviões da força aérea de Honduras apenas interceptam as aeronaves invasoras e as obrigam a pousam o mais rápido possível. No entanto, o avião que desrespeitar o pedido pode acabar crivado de balas.

FAB contra traficantes

Os Super Tucano da Força Aérea Brasileira já realizaram interceptações de aeronaves de baixa performance voando sem autorização no espaço aéreo brasileiro, a maioria na região da Amazônia. Nenhuma das situações, entretanto, levou ao abate dos aviões invasores. Na maioria dos casos, os modelos, quase sempre carregando drogas, foram forçados a pousar.

O Super Tucano pode ser empregado em missões de ataque ao solo e até como caça (FAB)
O Super Tucano pode ser empregado em missões de ataque ao solo e até como caça (FAB) 

Recentemente, porém, um Super Tucano abriu fogo contra um pequeno monomotor durante uma perseguição nos céus do Mato Grosso – a ação foi registrada em vídeo. A FAB não confirmou o abate, mas afirmou que a aeronave “evadiu” para o Paraguai.

Em 1991, seis Tucanos da FAB participaram da “Operação Traíra” contra as FARC na fronteira com a Colômbia. Os Super Tucano do Brasil também já destruíram pistas clandestinas na Amazônia e Roraima construídas para operações de narcotráfico.

Tucano Rebelde

O Embraer Tucano caiu nas mãos de oficiais da força aérea da Venezuela simpatizantes do golpe de estado pretendido por Hugo Chavez, que já havia falhado na primeira tentativa, em fevereiro de 1992, e acabou preso.

A Venezuela conta atualmente com 12 Tucanos, usados em treinamentos (Garcia Rivera)
A Venezuela conta atualmente com 12 Tucanos, usados em treinamentos (Garcia Rivera)  

Um Tucano e outros dois AV-10 Bronco foram utilizados por oficiais rebeldes na segunda tentativa de derrubar o governo do então presidente Carlos Andrés Pérez. As aeronaves atacaram prédios da polícia e do governo em Caracas com foguetes e bombas. As três aeronaves acabaram abatidas por mísseis disparados por caças F-16 da própria força aérea venezuelana – parte da ação foi acompanhada ao vivo pelos canais de televisão da Venezuela.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

FLYWAYS LINHAS AÉREAS RECEBE PERMISSÃO PARA DECOLAR


Empresa é liberada pela ANAC para marcar horários de voos e emissão de bilhetes

17/12/2015 - Airways

 THIAGO VINHOLES  

O ATR-72 (ex-Azul) já recebeu as cores da Flyways e todos as mudanças a bordo (Flyways)
O ATR-72 (ex-Azul) já recebeu as cores da Flyways e todos as mudanças a bordo (Flyways)

A Flyways Linhas Aéreas, nova companhia aérea baseada no Rio de Janeiro (RJ), recebeu nessa quarta-feira (16) a concessão da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para iniciar suas operações. O documento, que é válido por 10 anos e pode ser renovado, libera a empresa para reservar os “Horários de Transporte” (Hotran) e após a aprovação das rotas a venda dos bilhetes pode ser iniciada – o processo de solicitação e autorização pode levar até 30 dias.

Os voos da Flyways, que devem começar somente em janeiro de 2016, serão operados com pelo menos duas aeronaves ATR-72-500. A princípio, as viagens da nova empresa vão partir do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), e terão como destinos cidades no estado de Minas Gerais, como Ipatinga, Uberaba e Belo Horizonte, onde pousará no aeroporto da Pampulha – outras companhias enviam seus voos para Confins, mais distante do centro metropolitano de BH.

Eliane Garlene, diretora comercial da empresa, já revelou em entrevista ao Airway que a empresa também negocia para operar no Aeroporto Santos Dumont (RJ).

Os ATR-72-500 adquiridos pela Flyways eram operados pela companhia Azul, que recentemente padronizou sua frota de aeronaves turbo-hélices passou a utilizar somente aparelhos ATR-72-600. O avião da nova empresa carioca tem cabine com 68 assentos e alcance de 1.500 km, ideal para rotas de curta distância e baixa demanda de ocupação.

O site oficial da Flyways já está no ar e com todas as ferramentas preparadas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

TAM pede autorização para atuar entre Cuiabá e Rio de Janeiro

04/12/2015 - Campo Grande News

Jean Sampaio

A companhia TAM Linhas Aéreas fez uma solicitação para operar voos entre Cuiabá, capital do Mato Grosso, e Rio de Janeiro a partir de fevereiro de 2016. O pedido de autorização feito na última sexta-feira, 27 de novembro, será analisada pela ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil.

De acordo com a Hotran (Horário de Transporte), a TAM irá operar o voo JJ3073 saindo todas as segundas, quintas, sextas e domingos. O avião sairá às 21h45 do Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, e tem chegada prevista para as 23h01, em Cuiabá. O voo de volta, o JJ3074, será feito todas as segundas, terças, sextas e sábados, saindo da capital do Mato Grosso às 5h20 e chegará às 8h25 na cidade carioca.

Com capacidade para até 174 passageiros, a rota será operada pelo Airbus A320. As primeiras viagens serão feitas a partir de fevereiro, se aprovada pela ANAC. A TAM deixará de ter um voo entre Cuiabá e Guarulhos, em São Paulo, e passará a ter apenas uma frequência diária. Ainda não existem informações de preços de passagens aereas para a nova rota.

No mesmo dia, a GOL também fez uma solicitação para atuar entre Cuiabá e o Rio de Janeiro. A companhia já tinha o direito de atuar nesta rota, mas decidiu cancelar os voos em agosto.

O Boeing 737-800, com capacidade para 177 passageiros, será o avião utilizado nas viagens. O voo GLO1067, que serão feitos de domingo a sexta, sairá às 17h30 de Cuiabá e tem previsão de chegada às 20h59 no Rio de Janeiro. O caminho contrário, o GLO1974, terá frequência diária e sairá às 22h06 do Galeão e chegará às 00h58, no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá). No sábado, o GLO1974 sairá às 11h20 da capital mato-grossense e chegará às 14h59 na capital carioca

Avianca Brasil e Air Europa iniciam acordo de codeshare

03/12/2015 - Revista Flap Internacional

As companhias aéreas Avianca Brasil e Air Europa firmaram acordo de codeshare, que entrou em vigor no último dia 2 de dezembro. O objetivo é fazer com que ambas reafirmem o compromisso de expandir a oferta internacional e melhorar a conectividade aérea entre o Brasil e a Europa. Pelo acordo, a transportadora aérea brasileira colocará seu código nos voos operados pela Air Europa ligando Salvador e São Paulo a Madri, de onde poderão se conectar a outros destinos espanhóis onde a empresa opera, como Barcelona, Palma de Mallorca, Valencia y Bilbao. Por sua vez, a companhia aérea espanhola colocará seu código nos voos domésticos operados pela Avianca Brasil entre São Paulo e Fortaleza, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Rio de Janeiro, totalizando 64 voos semanais operados pela empresa brasileira. Mais informações no portal www.avianca.com.br. Foto: Paulo Berger 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Embraer entrega à Azul o jato 1.200 da família de E-Jets

30/11/2015 - Aviação Brasil


A Embraer entregou hoje, em cerimônia realizada na sede da Empresa, em São José dos Campos, o jato de número 1.200 da família de E-Jets. A aeronave comemorativa, do modelo E195, foi recebida pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A., empresa que opera a maior frota de jatos desse tipo no mundo.

“É uma alegria poder dividir um momento tão importante do programa de E-Jets com os nossos amigos da Azul”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Assim como os E-Jets foram chave no crescimento e na consolidação da Azul, a empresa aérea foi fundamental na popularização dos E-Jets junto aos passageiros brasileiros, que descobriram um novo jeito de voar, com TV ao vivo e sem o assento do meio, entre outras inovações. Juntas, as duas empresas elevaram os conceitos de eficiência e conforto na aviação brasileira. A entrega deste E-Jet é uma demonstração do carinho e da admiração da Embraer, e de seus funcionários, com todos os que transformaram a Azul em um grande sucesso.”

“Esse é um momento especial para Azul e para a Embraer. Somos hoje os maiores operadores de E-Jet 195 do mundo e temos muito orgulho disso. Transportamos todos os dias milhares de brasileiros em aeronaves genuinamente brasileiras, oferecendo muito conforto e segurança”, disse Antonoaldo Neves, Presidente da Azul. “Temos a certeza de que a escolha pelos aviões da Embraer na fundação da Azul foi decisiva para o sucesso da companhia. Os E-Jets são reconhecidamente aeronaves muito confiáveis e versáteis.”

A primeira entrega de um E-Jet à Azul ocorreu em dezembro de 2008, sendo a primeira companhia aérea brasileira a operar os aviões desta família de jatos comerciais. O contrato inicial previa 36 pedidos firmes, sendo 31 jatos E195 e cinco E190. A companhia aérea brasileira tem hoje um total de 88 E-Jets em operação sendo que a Azul detém 66 unidades do modelo 195 e 22 unidades do modelo 190, que contam, em sua maioria, com um exclusivo sistema de TV ao vivo em parceria com a SKY. Até 2020, a companhia começará a receber as aeronaves da segunda geração de jatos da Embraer, os E195-E2. O contrato prevê a encomenda firme de 30 unidades e mais 20 opções de compra.

Em maio de 2015, a Embraer e a Azul assinaram contrato para até 50 jatos E195-E2, sendo 30 pedidos firmes e 20 direitos de compra adicionais. A primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020.

A Embraer é a única fabricante a desenvolver uma família de quatro jatos especificamente para o segmento de 70 a 130 assentos. Desde o lançamento formal do programa, em 1999, os E-Jets redefiniram o conceito tradicional de aeronaves regionais por operarem em outros tipos de mercados, voam com empresas aéreas tradicionais, de baixo custo e regionais, bem como empresas de voos fretados.

JATO COMERCIAL REALIZA PRIMEIRO POUSO NA ANTÁRTICA

Boeing 757 da companhia Icelandair pousa pela primeira em uma pista de gelo

29/11/2015 - Airway

THIAGO VINHOLES 

O Boeing 757 levou quatro horas e meia para voar de Punta Arenas, no Chile, até a Antártica (ALE)
O Boeing 757 levou quatro horas e meia para voar de Punta Arenas, no Chile, até a Antártica (ALE)

Voos para a Antártica são realizados atualmente somente por aeronaves militares, como o famoso cargueiro Lockheed C-130 Hércules. Mas isso pode mudar em breve. Um Boeing 757-200 da companhia aérea Loftleidir Icelandic, uma subsidiária da IcelandAir, da Islândia, pousou pela primeira vez em uma pista de gelo na região de Union Glacier, no continente gelado.

O pouso ocorreu na última quinta-feira (26) e serviu para comprovar a viabilidade na utilização de aeronaves de passageiros convencionais na Antártica. O projeto é uma parceria entre a companhia aérea islandesa e a agência Antarctic Logistics & Expeditions (ALE), que já leva turistas para o continente de gelo por via marítima e por “carona” em aviões cargueiros.

A aeronave que voou para a Antártica foi um Boeing 757-200ER configurado com 62 assentos de classe executiva. O jato da Icelandic decolou de Punta Arenas, no sul do Chile, e levou quatro horas e meia para chegar ao destino.

A agência de turismo ainda está estudando a possibilidade de utilizar jatos comerciais no polo sul, tanto para transportar passageiros como também cargas. Se for aprovada, essa será a primeira linha aérea regular comercial para a Antártica.

“Além de apoiar visitantes e expedições científicas, voos regulares para a Antártica também ampliam a capacidade de evacuação na região, garantindo ainda mais segurança as operações”, aponta o site da ALE.

O jato pousou na pista em Glacier Union sem problemas (ALE)
O jato pousou na pista em Glacier Union sem problemas (ALE)

Union Glacier é um dos pontos agitados da Antártica, onde também foi montado o maior aeroporto do continente, que possui uma pista de gelo com 3 km de extensão. O aeródromo, que é operado justamente pela agência ALE, é certificado pelo departamento de aviação do Chile, e recebe aeronaves do mundo inteiro em missões de apoio a suas bases do polo sul.

A pista de gelo onde o Boeing 757 pousou possui 3 km de extensão (ALE)O jato que viajou para a Antártica é equipado com 62 assentos de classe executiva (ALE)A empresa de turismo ainda analisa a possibilidade de criar uma linha regular para a Antártica (ALE).

O pouso do Boeing 757, porém, não foi o primeiro de um jato comercial no continente de gelo Em 2009, um Airbus A319 do governo australiano, portanto uma aeronave oficial e não comercial, viajou da Austrália e aterrou em Casey, outra região movimentada da Antártica que também possui um aeródromo de grande capacidade.

Flyways deve operar no aeroporto de Uberaba a partir de 15 de dezembro

30/11/2015 - JM Online

Gisele Barcelos 

Foto/ Arquivo
Movimento no aeroporto de Uberaba deve aumentar com o início das operações da Flyways


Flyways planeja início de operações no aeroporto de Uberaba a partir do dia 15 de dezembro. A informação é do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, que conversou com os dirigentes da empresa na semana passada. A companhia aérea deverá ofertar voos diretos para o terminal da Pampulha, em Belo Horizonte, e também conexões para o Rio de Janeiro.

Gomes informa que a empresa já começou os preparativos para realizar o voo de teste na rota Uberaba-Belo Horizonte, mas a data para o procedimento ainda não foi confirmada. A Infraero, responsável pela administração do aeroporto local, também não foi comunicada ainda sobre o início das operações na cidade. No site da Flyways, já aparecem opções para voos de Uberaba para Belo Horizonte e para o Rio de Janeiro, mas a venda de passagens ainda não está disponível.

Autorizada no ano passado para se instalar no Brasil, a nova empresa também já está certificada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para início das operações no país.

A empresa anunciou que vai ofertar dois horários por dia para o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. O primeiro avião decolará de Uberaba às 11h30 e tem chegada prevista na capital mineira por volta de 12h45. Outra opção de voo sairá às 20h45 do aeroporto local e desembarca às 21h55 no terminal da Pampulha. Para retornar de Belo Horizonte, o passageiro terá opção de embarque às 9h55 e 19h10. Os voos pousam em Uberaba, respectivamente, às 11h05 e 20h20. No site, a empresa informa que os horários ainda podem sofrer alterações.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Aviação doméstica encolhe quase 6% em outubro

26/11/2015 - Agência IN

A recessão econômica nacional, que já vinha impactando o setor aéreo desde meados de 2014, chegou realmente forte à aviação doméstica em outubro. A demanda por transporte aéreo dentro do Brasil recuou 5,7% ante outubro de 2014. O número mostra a aceleração do viés de baixa do indicador, que havia registrado quedas de 0,6% e 0,8% em agosto e setembro, respectivamente, na comparação com iguais períodos do ano anterior.

A redução da oferta da indústria não foi suficiente para manter os níveis de ocupação de um ano atrás. A retirada de capacidade no mês, da ordem de 3,9%, foi menor do que a variação da demanda, levando a uma piora de 1,6 ponto percentual do fator de aproveitamento. Com isso, o índice fechou o mês em 79,30%. O total de passageiros transportados em outubro caiu 2,4% na mesma base de comparação, somando 8,1 milhões de viagens. Os números são a compilação das estatísticas fornecidas pelas companhias aéreas integrantes da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).

“Enquanto foi possível estimular a demanda oferecendo tarifas vantajosas, mesmo com custos em alta, isso foi feito. Agora, apesar das tarifas achatadas, o crescimento já não ocorre”, afirma o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz. Na explicação do dirigente, o cenário negativo está durando mais que o imaginado.

“A redução da atividade econômica, a queda do poder de consumo e o avanço do desemprego têm sido consistentes e impedem a recomposição dos preços mantendo o tamanho do mercado”, detalha. “O setor está lidando com a realidade usando as alternativas ao seu alcance. As empresas estão concluindo estratégias que estavam em curso em relação às frotas. Feito isso, a tendência é de encolhimento, como já tem sido indicado pelos anúncios de redução de oferta, corte de frequências e até supressão de destinos”, lamenta. “Sem atitudes que corrijam as distorções dos custos de operação no Brasil, essa tendência não deve se alterar”, conclui.

Participação de mercado – Em parcelas da demanda, o mercado doméstico se dividiu assim no mês:

TAM – 37,40%;

GOL – 35,10%;

AZUL – 17,21%;

AVIANCA – 10,29%.

Acumulado – Nos 10 meses de 2015, a oferta doméstica ainda registra alguma expansão, 1,7%. A demanda, por sua vez, cresce 2,4%. Boa parte desse avanço aconteceu no 1º trimestre do ano em razão de vendas feitas ainda em 2014, quando o ambiente de consumo ainda não estava tão degradado. Recentemente, a sequência de três retrações consecutivas na demanda eliminou quase dois pontos percentuais do crescimento acumulado que se registrava até agosto, confirmando a deterioração do cenário.

O fator de aproveitamento tem leve melhora de 0,5 ponto percentual, situando-se em 80,15%. Até outubro somam 79,1 milhões os passageiros transportados nos voos domésticos, cifra 1,6% superior em relação ao mesmo período de 2014.

Internacional – O mercado internacional segue registrando um crescimento expressivo decorrente do início das operações da AZUL em dezembro de 2014. São, portanto, diferentes as base de comparação. Vale notar, ainda, que as associadas ABEAR respondem apenas 30% desse mercado, o que limita as análises. Essas considerações justificam o aparente contrassenso em relação ao desempenho da aviação doméstica.

Em outubro, a oferta internacional das associadas ABEAR foi expandida em 18,2% sobre o mesmo mês do ano anterior. A demanda cresceu em um patamar inferior, de 15,5%. Dessa forma, o fator aproveitamento das operações teve baixa de 1,9 ponto percentual para 83,10%. O número de viagens internacionais realizadas nas companhias brasileiras foi próximo de 640 mil em outubro, um crescimento de 14,3%.

Também pelo critério de parcela da demanda, a participação das associadas ABEAR no mercado internacional ficou dividida da seguinte forma em outubro (AVIANCA teve participação inferior a 1%):

TAM – 80,73%;

GOL – 12,41%;

AZUL – 6,81%.

Os 10 meses em análise, a oferta internacional tem crescimento de 16,6% e, a demanda, de 14,8%. O fator de aproveitamento recua 1,2 ponto percentual para 81,55%. O total de passageiros transportados supera 6,1 milhões, em alta de 15,6% no período.

Cargas – O mercado doméstico de cargas, mais sensível às variações da atividade econômica nacional do que o negócio de passageiros, teve retração de 14,9% do peso total movimentado, somando 29,8 mil toneladas em outubro. Na operação internacional (feitas as mesmas ressalvas do mercado de passageiros), o total de bens movimentados somou 18,7 mil toneladas, um crescimento de 12,7% sobre outubro de 2014. As estatísticas consideram as operações da TAM CARGO juntamente com as de AVIANCA, AZUL, GOL e TAM.

De janeiro a outubro foram transportadas 272,6 mil toneladas de carga doméstica (-9,4%) e 147,8 mil toneladas de carga internacional (+6,1%).

(Redação - Agência IN)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Após dez anos, Avianca Brasil aposenta Fokker 100

24/11/2015 - Panrotas

Danilo Teixeira Alves

Aviação , Na home, MK-28 da Avianca Brasil se prepara para seu último voo. Acima, o presidente da companhia, José Efromovich, se despede do modelo
Na home, MK-28 da Avianca Brasil se prepara para seu último voo. Acima, o presidente da companhia, José Efromovich, se despede do modelo

A Avianca Brasil realizou um voo especial para se despedir e aposentar definitivamente o MK-28, conhecido também como Fokker-100, de sua frota. Esse modelo, escolhido pela companhia em 2006 para dar força ao seu crescimento, voou com passageiros até a última quinta-feira (18), na rota Brasília-Congonhas. Hoje, o voo de despedida contou com a participação do presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, do vice-presidente comercial, de Marketing e de Cargas, Tarcísio Gargioni, de colaboradores e convidados da empresa. 

“Durante dez anos, os MK-28 nos prestaram um excelente serviço. Temos absoluta convicção de que sua contribuição para o crescimento de nossa companhia foi muito valiosa. Porém, o desenvolvimento tecnológico, especialmente os relacionados à eficiência dos combustíveis, tornou obrigatória a substituição por aeronaves mais econômicas e com maior eficiência”, explicou Efromovich.

O Fokker28-MK 100, nome de catálogo da aeronave fabricada pela Fokker, foi campeão de vendas entre o final da década de 1980 e o começo da década de 1990. Foi o primeiro jato comercial de curto alcance fabricado no mundo e operado pela primeira vez em 1988, pela Swissair. “Se tornou uma das mais modernas aeronaves do seu tempo. Dos 278 aviões fabricados deste modelo, 148 ainda estão em operação, em 30 companhias no mundo inteiro”, disse o presidente. 

Sobre a não utilização do nome que o modelo ficou conhecido (Fokker 100), Efromovich disse que a fama negativa do jato no Brasil o levou a “rebatizar” a aeronave. “Eu comprei os aviões, eu dou o nome que eu quiser pra eles. Mas não mudamos só o nome, o adaptamos ao produto que queríamos oferecer. Foram 14 aeronaves, que, ao longo dessa década, realizaram mais 200 mil voos, 240 mil horas de voos e transportaram mais de 12 milhões de passageiros. Além disso, tiramos alguns assentos para aumentar a distância entre as poltronas e prestar um serviços ainda melhor aos nossos clientes”

Com a aposentadoria do MK-28, a Avianca Brasil passa a ter uma frota homogênea, composta por 41 Airbus, sendo dez A318, quatro A319 e 27 A320, com capacidade para 120, 132 e 162 passageiros, respectivamente. 

De acordo com Efromovich, os MK-28 da Avianca Brasil continuam em operação em outros países. Alguns deles foram vendidos para a Qantas e o restante está em processo de venda para outras empresas. 

"Me despeço de você, MK-28. Obrigado por ter feito parte da nossa frota e por nos ajudar a chegar onde chegamos. Você sempre fará parte da Avianca Brasil. O seu papel na nossa história será lembrado sempre com muito carinho. Adeus", disse, emocionado, Efromovich.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Novo avião agrícola da Embraer recebe certificação da ANAC

21/11/2015 - http://jornaljoseensenews.com.br/

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Rodolfo Moreira


Novo avião agrícola da Embraer recebe certificação da ANAC
Novo avião agrícola da Embraer recebe certificação da ANAC

O avião agrícola Ipanema 203, novo modelo lançado pela Embraer este ano durante a Agrishow, recebeu a certificação de tipo da Agência Nacional de Aviação Civil. A partir de agora, a nova aeronave já poderá ser entregue aos clientes para operar na lavoura.

“Essa é mais uma grande conquista para a Embraer na aviação agrícola”, diz Alexandre Solis, diretor da Unidade da Embraer em Botucatu, onde a aeronave é produzida. “Houve um trabalho intenso para projetar um novo modelo que oferecesse ainda mais produtividade para a agricultura brasileira, com o menor custo operacional do mercado e conforto superior para o piloto. A homologação pela autoridade aeronáutica coroa esse trabalho.”

A sexta versão da aeronave Ipanema possui dois metros a mais de envergadura de asa em relação ao modelo anterior, o que permite cobertura 20% maior considerando-se a faixa de aplicação. “Isso garante o máximo de produtividade sem deixar de lado os dois fatores que transformaram o Ipanema no campeão de vendas no Brasil: o baixo custo operacional e a robustez da aeronave”, diz Solis.

A campanha de certificação envolveu dois protótipos: o primeiro foi responsável por toda a campanha de ensaios de voo, enquanto o segundo foi utilizado para familiarização da aeronave com os pilotos aeroagrícolas em campo. A produção seriada do Ipanema 203 já começou e a primeira entrega está prevista para acontecer ainda este ano.

Trata-se da primeira reformulação do produto desde 2005, quando o Ipanema 202 se tornou a primeira aeronave produzida em série no mundo a sair de fábrica certificada para voar com etanol (álcool hidratado), mesmo combustível utilizado em automóveis. A fonte alternativa de energia renovável, derivada da cana-de-açúcar, reduziu o impacto ambiental e os custos de operação e manutenção e ainda melhorou o desempenho geral da aeronave, tornando-a mais atrativa para o mercado. Hoje, cerca de 40% da frota em operação é movida a etanol e aproximadamente 80% dos novos aviões são vendidos com essa configuração.

A aeronave já está credenciada para ter até 90% do seu valor total financiado pelo Finame, linha de crédito fornecida pelo BNDES para maquinário agrícola.

Sobre o Ipanema 203

O Ipanema 203 é uma evolução do produto que é líder em seu segmento, com mais de 60% do market share no Brasil e mais de 1.360 unidades vendidas. O novo modelo possui dois metros a mais de envergadura de asa em relação ao anterior e hopper com capacidade 16% maior em volume. A nova envergadura da asa permite uma faixa de deposição 20% maior, o que aumenta ainda mais a sua produtividade.

No Ipanema 203 os winglets (pontas das asas) foram reprojetados, aumentando o controle e melhorando a eficiência da pulverização. O avião tem novo sistema de ar condicionado, cinto de segurança com air bag e cabine mais alta, com novo conceito ergonômico. As alavancas de comando e os pedais foram reprojetados, com ângulos mais suaves, que permitem controles ainda mais precisos. Tudo isso para facilitar o dia a dia do operador, permitindo que ele desempenhe seu trabalho com maior conforto e eficiência.

Ipanema 203 – FichaTécnica e Características de Desempenho

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Copa Airlines festeja 15 anos de operações no Brasil

16/11/2015 - Panrotas

A Copa Airlines está comemorando 15 anos no Brasil, e desde que iniciou as operações no País viu seus resultados triplicarem, tanto no que se refere ao tamanho da empresa, à quantidade de destinos oferecidos e ao número de aeronaves na frota. 

"Há 15 anos tínhamos apenas quatro frequências semanais, somente para o Aeroporto de Guarulhos, e os voos eram diurnos. Hoje somamos oito bases, sendo elas em Recife, Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Manaus, oferecendo também voos noturnos. Desde que iniciamos nossas operações no Brasil, triplicamos a quantidade de destinos oferecidos (de 40, a princípio, para os atuais 73), a quantidade de bancos de conexão por dia (de dois para seis), e o número de aeronaves, que hoje chega a 100", conta o gerente regional para o Mercosul da Copa Airlines, Gustavo Esusy.

Segundo ele, a aérea tem como meta se aproximar cada vez mais do trade brasileiro. "Procuramos ouvir as necessidades do mercado, sendo cada vez mais proativos para atendê-las, por meio de todo o profissionalismo de nossas equipes", finaliza.

A aérea está renovando sua frota, e espera receber, a partir de 2017, 61 Boeings 737-800 Max, o que resultará em novas rotas e aumento de frequências, de acordo com o gerente regional para Mercosul da Copa.

domingo, 15 de novembro de 2015

Governo português autoriza venda da TAP para consórcio do dono da Azul

12/11/2015 - Folha de SP

DA REUTERS

O governo de centro-direita de Portugal anunciou que deu a autorização final à privatização de 66% da endividada companhia aérea TAP para evitar o "iminente colapso" financeiro da empresa.

Em junho, o consórcio Gateway ganhou a disputa para comprar 61% da TAP, fatia à qual se soma um lote de 5% para os trabalhadores da companhia aérea.

O consórcio é formado por David Neeleman, empresário de nacionalidade brasileira e americana dono da Azul, e pelo presidente da companhia Barraqueiro, Humberto Pedrosa.

Na quarta-feira, o Partido Socialista, que pode chegar ao poder apoiado no Parlamento pelos partidos de esquerda, avisou ao presidente da holding estatal "que não estão reunidas as condições legais nem políticas para que se mantenha este processo de reprivatização da TAP".

O partido exigiu que a estatal Parpública travasse o processo afirmando que o poder Executivo teria meros poderes de gestão

Em carta do grupo parlamentar socialista enviada ao presidente da Parpública, o PS disse que "não aceita que o Estado não mantenha uma posição de controle, devendo ter uma intervenção e presença na definição do rumo estratégico desta empresa".

Contudo, o ministro da Presidência do Conselho de Ministro, Luis Marques Guedes, disse que o conselho aprovou a minuta final do processo de reprivatização da TAP, lembrando que se trata de "uma situação de iminente colapso financeiro da companhia", que se inscreve nos poderes urgentes e necessários de um governo de gestão.

Isabel Castelo Branco, secretária de Estado do Tesouro, disse que o acordo anterior previa que entrassem € 270 milhões um ano após a transação ser concluída, mas a minuta final antecipa a entrada de fundos na TAP.

"O acordo permite antecipar a operação de capitalização e, na prática, parti-la em dois: € 150 milhões entram imediatamente e outra parte, de € 120 milhões, poderá ser concluída até 22 de junho de 2016", disse.

Na terça-feira, os partidos de esquerda portugueses PS, Bloco de Esquerda, Partido Comunista e Os Verdes se aliaram e derrubaram o governo minoritário de centro-direita, que venceu as eleições de 4 de outubro, concordando em viabilizar um Executivo socialista para travar as "excessivas" medidas restritivas, impostas com o resgate externo pedido por Portugal em 2011.

A TAP tem uma dívida de mais de € 1 bilhão e capitais próprios negativos superiores a € 500 milhões, aliados a uma situação de tesouraria frágil. O atual governo português, agora demissionário, disse várias vezes que a TAP tem urgentemente de aumentar o capital, mas o Estado não tem condições e até está impedido de fazê-lo pela União Europeia.

O governo português acrescentou que isso só poderia acontecer num eventual plano de reestruturação, que teria de ser aceito previamente pela UE e levaria ao corte de empregos e rotas.

O consórcio Gateway já disse que quer investir até € 800 milhões na TAP e expandir as rotas para os Estados Unidos e Brasil, fazendo com que a endividada companhia aérea comece a dar lucros em 2016

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Tap conclui venda e Azul parabeniza David Neeleman

12/11/2015 - Panrotas

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras enviou comunicado ao mercado parabenizando seu fundador e CEO, David Neeleman, e o Consórcio Atlantic Gateway, pela conclusão do processo de privatização da Tap com a assinatura da compra de 61% da aérea portuguesa. A finalização do acordo ocorreu nesta quinta-feira, 12, em Lisboa.

Será criado um Conselho de Administração novo, presidido por Humberto Pedrosa, sócio de David Neeleman no consórcio Atlantic Getaway. O filho de Pedrosa, David Pedrosa, deve fazer parte, assim como nomes da aviação mundial e uma indicação de Neeleman. Fernando Pinto, presidente da "nova Tap", será o único membro mantido no novo conselho.

"Sem dúvida, essa aquisição trará uma série de benefícios para Portugal e para o Brasil. O país lusitano é a principal porta de entrada dos brasileiros na Europa e vice-versa. A Tap é líder nesse mercado e está presente em 11 cidades brasileiras, operando uma série de voos de Norte a Sul do Brasil. A Azul deseja muito sucesso a ele a ao grupo de investidores nesse novo desafio à frente de uma das mais importantes empresas aéreas da Europa", continuou a Azul no seu comunicado.

A capitalização da Tap era considerada urgente e as novas diretrizes da empresa devem ser anunciadas nesta sexta-feira, 13. A companhia deve receber 338 milhões de euros, 270 milhões dos quais entregues com a conclusão da transação, em duas fases, 150 milhões imediatamente e o restante até julho de 2016.

O Conselho de Ministros de Portugal justificou assim a aprovação da venda:

"O Conselho de Ministros aprovou a minuta final do acordo relativo à conclusão do processo de reprivatização da Tap - Transportes Aéreos Portugueses, S.A., cuja celebração, e consequente entrada imediata de fundos na companhia, constitui uma necessidade urgente e inadiável para a salvaguarda dos interesses públicos prosseguidos pela empresa.”

Aeroporto de Guarulhos troca número de portões e terminais

12/11/2015 - Folha de SP

RICARDO GALLO



O aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, vai mudar, pela primeira vez na história, a numeração dos portões e dos terminais.

Os atuais terminais 1 e 2, destinados a voos domésticos e voos internacionais na América do Sul e Central, passarão a ter um único nome: terminal 2.

A mudança começa a valer no dia 2 de dezembro. A partir de então, o embarque será centralizado. Além disso, a entrada será onde hoje existe o corredor que liga os terminais 1 e 2.

Outra alteração: o terminal 4, que concentra os voos regionais das companhias aéreas Azul e da Passaredo, será rebatizado para terminal 1.


O terminal 3, que abriga 80% dos voos internacionais, permanece igual.

A lógica foi ordenar os terminais de acordo com a localização deles a partir da rodovia Helio Smidt, que dá acesso ao aeroporto internacional de Guarulhos.

O atual terminal 4 é o primeiro para quem chega ao aeroporto pela rodovia -daí ser rebatizado para 1.

O nome atual deste terminal foi dado pela estatal Infraero, que em 2012, ano da inauguração, era a responsável por Guarulhos.

O desafio do aeroporto é evitar que os passageiros se confundam.

Questionado a respeito, Marcus Santarém, presidente da concessionária GRU Airport –atual responsável pelo aeroporto de Guarulhos– disse que os funcionários têm sido treinados para orientar os usuários depois da mudança nos nomes.

A mudança também será divulgada nos letreiros da rodovia Helio Smidt que sinalizam as entradas para o aeroporto e em placas informativas nos terminais.

PORTÕES

A nova configuração dos terminais será antecedida de outra modificação.

Na próxima terça-feira (17), os portões de embarque de todo o aeroporto receberão nova numeração. O primeiro dígito de cada portão fará referência ao respectivo terminal em que ele está, padrão que é adotado em aeroportos ao redor do mundo.

Dessa maneira, os portões de número 101 a 109 estarão no terminal 1. Os portões de 201 a 246 estarão localizados no terminal 2. E os portões 301 a 326, ficarão no terminal 3.

As companhias aéreas foram informadas sobre as mudança desde agosto e também devem orientar os passageiros quanto à nova forma de embarque.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Aeroporto deve ter voo direto para Congonhas

11/11/2015 - Tribuna de Minas

Os passageiros do Aeroporto Presidente Itamar Franco/Regional Zona da Mata, poderão contar, em breve, com voos diretos para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou o recebimento da solicitação feita pela Gol Linhas Aéreas para incluir o voo diário e direto para a capital paulista. A companhia aérea, por sua vez, confirmou o pedido. Caso seja autorizada, a opção de voo estará disponível a partir de 17 de dezembro.

O projeto é que o voo parta de Congonha às 12h10, com chegada prevista no Regional às 13h. Os passageiros teriam a opção de embarcar na Zona da Mata às 13h30 e desembarcar às 14h15 em São Paulo. As operações seriam realizadas com boeing 737, com capacidade para 177 assentos. Hoje o passageiro que embarca no Itamar Franco conta com conexões diretas para Campinas (Viracopos), Belo Horizonte (Confins) e São Paulo (Guarulhos).

Nova empresa aérea cumpre última etapa para iniciar operação

09/11/2015 - Hoje em Dia - MG

FLYWAYS A aeronave ATR-72 pousou no Aeroporto de Ipatinga
A aeronave ATR-72 pousou no Aeroporto de Ipatinga

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) liberou o Certificado de Operador Aéreo (COA) da Flyways Linhas Aéreas. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (9) no "Diário Oficial da União". A informação é do site Tudo Viagem.

Segundo a página especializada, a portaria era a última etapa exigida pelas autoridades brasileiras para que a nova companhia aérea brasileira inicie voos comerciais. A companhia pretende começar a operar ainda neste mês.

Com sede no Rio de Janeiro, a Flyways Linhas Aéreas terá voos de Belo Horizonte (Pampulha) para o Galeão (RJ), um em cada sentido, além de duas frequências diárias da capital mineira para Uberaba e Ipatinga. Nos próximos dias, a companhia vai fazer à Anac pedido de Horário de Transportes (Hotran). Vencida essa etapa, a Flyways poderá iniciar a venda das passagens.

A empresa já contratou pilotos, comissários e pessoal para trabalhar nos aeroportos. Com 60 funcionários, a Flyways pretende ocupar as rotas deixadas pela Azul. Voos da Pampulha para Cabo Frio e Porto Seguro, nos fins de semana, estão nos planos da companhia.

As outras cidades que terão voos são Juiz de Fora, Governador Valadares, Araxá e Patos de Minas. A Flyways vai usar o ATR-72-500, com 68 assentos. Nesta fase inicial a companhia terá duas aeronaves, mas ainda neste ano serão comprados mais dois modelos. O ATR-72 é usado no Brasil pela Azul, Passaredo e MAP Linhas Aéreas.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Azul adquire Pilatus PC-12

26/09/2013 - Aeromagazine

A aeronave será utilizada o para transporte de peças, técnicos de manutenção e tripulação de voo

Azul adquire Pilatus PC-12

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras comprou um Pilatus PC-12 capacidade para até oito assentos e um grande compartimento de cargas. A aeronave será destinada exclusivamente para o transporte de peças, técnicos de manutenção e tripulação de voo, e deve entrar em operação na primeira semana de outubro. O avião deverá reduzir o número de cancelamentos em até 40%. “Esta é a primeira vez que uma companhia aérea brasileira adquire um avião de pequeno porte para somente atender à fins técnico-operacionais. O Pilatus será utilizado para realizar a manutenção das aeronaves da frota com mais rapidez e eficiência, diminuindo os impactos de uma situação de contingência, melhorando assim o serviço prestado aos nossos Clientes”, explicou Flávio Costa, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul. Com a chegada do monomotor, a Azul reduzirá de seis para cinco o número de aeronaves reserva em sua frota, as quais ficam paradas para atender situações de contingência. Dessa forma, a companhia poderá colocar mais um Embraer 195, com capacidade para 118 assentos, em plena operação. 

Azul Linhas Aéreas Brasileiras 

05/11/2015 - Aviação Brasil

A Azul transportou 20.028.419 passageiros em 2014, sendo que 21.231 foram nas linhas internacionais, que inciaram no último trimestre de 2014. O aproveitamento ficou em 79,7% no mercado doméstico e 83,15% no internacional, respondendo respectivamente por 16,79% do mercado doméstico (RPK) e 0,5% no internacional (RPK). Em carga transportou 25.740 milhões de Kg.

Para comparação, de Janeiro a Setembro de 2015 transportou 15.448.800 passageiros, sendo que 292.231 nas linhas internacionais. O aproveitamento ficou em 79,92% no mercado doméstico e 84% no internacional, respondendo respectivamente por 17,18% do mercado doméstico (RPK) e 7,55% no internacional (RPK). Em carga transportou 27.763 milhões de Kg, número já superior a 2014, restando ainda três meses para computador o número final.

A Azul Linhas Aéreas é a companhia aérea com o maior número de destinos servidos no país. A empresa detém uma frota de 140 aeronaves, mais de 10.000 funcionários, mais de 900 voos diários, aproximadamente 100 destinos servidos e um terço do total de decolagens do país. A qualidade de seus serviços já foi atestada por inúmeros prêmios, nacionais e internacionais. Em 2015 foi eleita pela quinta vez consecutiva pela Skytrax World Airline Awards como “Melhor companhia aérea low-cost da América do Sul”. A Azul também recebeu em 2013 o prêmio de “Companhia Aérea mais Pontual da América do Sul”, concedido pela FlightStats, e foi reconhecida como empresa aérea mais pontual do Brasil em 2014, segundo os critérios da Infraero. Neste mesmo ano, a companhia foi reconhecida como melhor companhia aérea low cost do mundo pela CAPA – Centre for Aviation.

Anunciou em 26 de outubro último a expansão de sua cooperação com a United Airlines, por meio da implementação de um acordo de codeshare, que oferece aos Clientes melhores conexões ao voarem entre o Brasil e os Estados Unidos. O acordo de compartilhamento de códigos oferece aos Clientes voando em ambas empresas um serviço unificado de reservas e emissão de bilhetes, incluindo cartão de embarque e despacho de bagagem até o seu destino final. Este é o primeiro acordo de codeshare internacional da Azul.

Completou, na primeira semana de novembro, um ano no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Transportou cerca de 400 mil Clientes em mais de quatro mil ligações para Belo Horizonte (Confins), Porto Alegre e Curitiba.

A Azul colocou seu código AD em voos United para oito cidades americanas, oferecendo convenientes horários de voos de diversas cidades do Brasil para Chicago, Nova York, Houston, San Francisco, Los Angeles, Boston, Washington e Las Vegas. Conexões para outras cidades nos Estados Unidos também estão disponíveis através de Fort Lauderdale/Miami e Orlando. United colocou seu código UA em voos Azul para seis destinos no Brasil além do Aeroporto Internacional de São Paulo em Guarulhos, oferecendo convenientes conexões para Goiânia, Belo Horizonte (Confins), Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Brasília.
Em junho de 2015, a Azul e United anunciaram uma parceria estratégica de longo prazo, na qual a United adquiriu aproximadamente 5 por cento de participação acionária na Azul por US$ 100 milhões. Em agosto, Azul e United anunciaram um acordo de interline, oferecendo, juntas, seis mil voos diários para mais de 350 destinos ao redor do mundo.

Com o batismo do turboélice ATR 72-600 – La Ville Rose, nas cores do Outubro Rosa – sob os tradicionais jatos d’água do Corpo de Bombeiros, a Azul Linhas Aéreas desembarcou pela primeira vez em Uruguaiana. Desde 27 de outubro, os Clientes do sexto destino servido pela companhia no Rio Grande do Sul passaram a contar com um voo diário para Porto Alegre, onde poderão conectar-se a diversas regiões do país, em ligações operadas pelos modernos turboélices.

Novidades também no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. A operação internacional da companhia entre Belo Horizonte e Orlando, nos Estados Unidos, com estreia em 16 de novembro, será realizada no recém-inaugurado Terminal 3. E desde o dia 29 de outubro a empresa passou a contar com uma nova área de balcões de check-in no Terminal 1 do aeroporto mineiro, voltado aos voos domésticos. A Azul oferecerá mais três balcões de atendimento, passando de 13 para 16, assim como totens de autoatendimento com balança, possibilitando, além do check-in, a etiquetagem das bagagens pelos próprios Clientes.

Desde 5 de novembro passou a ofertar dois voos semanais que ligam o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte e Lençóis, o acesso à Chapada Diamantina, um dos principais pontos turísticos da Bahia. As aeronaves ATR 72-600, de 70 assentos, decolam às quintas-feiras e aos domingos, e garantirão, ainda, aos Clientes baianos, mais de 40 opções de conexões para o Brasil e o exterior.

A Azul opera nas seguintes cidades: Alta Floresta, Altamira, Araçatuba, Araguaína, Araraquara, Araxá, Barcelos, Barreiras, Bauru, Belém, Belo Horizonte (Confins e Pampulha), Boa Vista, Bonito, Brasília, Cabo Frio, Cacoal, Caldas Novas, Campina Grande, Campinas, Campo Grande, Campos, Carajás, Cascavel, Caxias do Sul, Chapecó, Criciúma, Coari, Corumbá, Cuiabá, Curitiba, Dourados, Eirunepé, Fernando de Noronha, Florianópolis, Fonte Boa, Fort Lauderdale, Fortaleza, Foz do Iguaçu, Goiânia, Governador Valadares, Humaitá, Ilhéus, Ipatinga, Itaituba, Ji-Paraná, João Pessoa, Joinvile, Juazeiro do Norte, Juiz de Fora, Lençóis (Chapada Diamantina), Londrina, Macaé, Macapá, Maceió, Manaus, Marabá, Marília, Maringá, Miami, Montes Claros, Natal, Navegantes, Orlando, Palmas, Parintins, Passo Fundo, Patos de Minas, Paulo Afonso, Pelotas, Petrolina, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Presidente Prudente, Recife, Resende, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Rio Verde, Rondonópolis, Salvador, Santa Maria, Santarém, São Gabriel da Cachoeira, São João del Rei, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Luis, São Paulo (Congonhas e Guarulhos), São Paulo de Olivença, Sinop, Tabatinga, Tapuruquara, Tefé, Teresina, Três Lagoas, Trombetas, Tucuruí, Uberaba, Uberlândia, Uruguaiana, Varginha, Vilhena, Vitória e Vitória da Conquista.

Azul começou a operar em 15 de dezembro de 2008 com dois jatos Embraer 170 de um total de 7 6 encomendados. A proposta da Azul foi de oferecer um serviço diferenciado, sem o conceito de hubs, ligando cidades não servidas pelas atuais linhas aéreas, e com qualidade superior. As aeronaves Embraer 190/195 da Azul são equipadas com bancos de couro, sem as poltronas do meio, apenas fileiras de duas poltronas, e conta com o que há de mais moderno em termos de tecnologia aeronáutica, como, por exemplo, com dois dispositivos HUD – Head Up Displays – que permitem um significativo aumento na segurança operacional. É a primeira empresa da América Latina a oferecer TV ao vivo, em monitores individuais, através da instalação de um sistema via satélite da LiveTV.

Em julho de 2010 encomendou da ATR francesa 40 aeronaves ATR ao preço de US$ 850 milhões de dolares, visando atender localidades que não possuíssem pistas para operação dos jatos Embraer e expandir sua atuação em pequenas localidades. Em 28 de maio de 2012 anunciou uma fusão com a Trip, o que a posicionou como a empresa que atende a maior malha aeroviária no Brasil.

Iniciou voos a Fort Lauderdale e Orlando, nos Estados Unidos, em 1º e 15 de dezembro de 2014, respectivamente. O trecho São Paulo (Guarulhos) – Orlando começa em 15 de dezembro de 2015 e para New York os voos começam em Maio de 2016.

A Azul iniciou a comercialização de passagens para os destinos servidos pela United Airlines ao redor do mundo através de um acordo de interline. Desta forma, com apenas um bilhete, os Clientes podem conectar-se às centenas de cidades atendidas pela empresa norte-americana comprando por meio de canais de venda da Azul (site e callcenter). A novidade faz parte da parceria estratégica anunciada pelas companhias aéreas em junho e permite apenas um check-in para todos os trechos e retirada de bagagens somente no destino final ou primeiro ponto de conexão no Brasil e/ou Estados Unidos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Gol terá voos de São Paulo a Cuba a partir de dezembro

07/11/2015  - Folha de SP

COM REUTERS

A Gol Linhas Aéreas começará em 1º de dezembro a realizar voos regulares entre São Paulo e Havana, capital de Cuba.

A empresa havia recebido em abril o direito de operar três frequências aéreas semanais da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).

Na primeira etapa estarão disponíveis 150 vagas em voos saindo aos domingos, segundo informou na quinta-feira (5) a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) à Agência Cubana de Notícias, ligada ao governo de Cuba.

De dezembro até o dia 31 de janeiro, os voos farão escala em Aruba, dependência holandesa na América Central que tem governo autônomo, antes de seguir a Havana.

A partir de fevereiro, a escala poderá ser feita em Manaus, com dois voos semanais.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Demanda doméstica da aviação civil brasileira volta a cair

04/11/2015 - Agência CNT de Notícias

A demanda doméstica da aviação civil brasileira caiu, em setembro, pelo segundo mês consecutivo. A redução foi de 0,5%, em relação ao mesmo período de 2014. O índice é medido a partir da quantidade de passageiros pagantes transportados por quilômetro. A oferta, que contabiliza a quantidade de assentos disponíveis por quilômetro percorrido, baixou 1,7% no período. Os números foram divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) nessa quinta-feira (29).

Em agosto foi registrada a primeira retração após 22 meses consecutivos de alta. A baixa foi de 0,4%. 

Em torno de 7,7 milhões de passageiros foram transportados de avião dentro do Brasil em setembro. Isso representa 1,5% menos que em setembro do ano passado. 

Entre as maiores empresas, a Avianca teve a maior expansão na demanda, de 14%. A Azul cresceu 2%. Gol e Tam, que detém a maior parcela do mercado, registraram retração de 3,3% e de 3,5%, respectivamente. 

Ainda em setembro, Avianca e  Azul aumentaram a oferta doméstica em 7,5% e 3,4%, respectivamente. As outras duas reduziram: a Gol em 2,7% e a Tam em 6%. Com isso, a Avianca ampliou sua participação no mercado, de 9% para 10,4%, na comparação de setembro de 2015 com setembro de 2014. Já a Azul registrou variação positiva de 2,5% no período, atingindo 17,5%.

A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos domésticos operados por empresas brasileiras em setembro de 2015 foi de 79,5%, o que representa aumento de 1,2% em relação a 2014. 

Mercado Internacional

Diferentemente do mercado doméstico, a demanda no transporte aéreo internacional cresceu 14,2% em setembro. Foi 19º mês consecutivo de expansão. A oferta teve o 14º avanço seguido. O incremento foi de 14,9%.  

A Tam, que detém a maior parte do mercado internacional de passageiros entre as empresas brasileiras (79,8%), registrou alta de 6,6% na demanda. A Gol, que está em segundo lugar (13,1%), expandiu 2,8%.

O número de passageiros transportados pelas aéreas do Brasil nas rotas internacionais atingiu 631,8 mil, com aumento de 16,1% em comparação com setembro de 2014. 

Natália Pianegonda

Por Agência CNT de Notícias

Emirates assina pedido firme com Embraer para 5 jatos

04/11/2015 - Exame.com

Beth Moreira, do 

A Emirates opera uma moderna frota de mais de 240 aeronaves de longo alcance para atender uma rede global de mais de 145 destinos em seis continentes

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

CHINA APRESENTA JATO COMERCIAL PARA BRIGAR COM AIRBUS E BOEING

02/11/2015 - Airway

Comac C919, capaz de carregar até 174 passageiros, já tem mais de 500 encomendas na Ásia

THIAGO VINHOLES

O jato chinês COMAC C919 vai concorrer com o Boeing 737 e o Airbus A320 (COMAC)
O jato chinês COMAC C919 vai concorrer com o Boeing 737 e o Airbus A320 (COMAC)

A Comac (Commercial Aircraft Corporation of China), fabricante de aeronaves estatal chinesa, apresentou nesta segunda-feira (2) o C919, a maior aeronave comercial já desenvolvida na China e que pretende concorrer como modelos similares da Airbus e Boeing.

O evento de apresentação da nova aeronave (roll-out) foi realizado nas instalações da Comac, próximo ao Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai, e contou com a presença de 5.000 convidados.

O C919 é um jato de fuselagem estreita (“narrow-body”), bimotor e corredor único. Segundo a fabricante chinesa, a versão básica pode acomodar 158 passageiros divididos em duas classes ou 168 em classe única. A Comac ainda sugere uma configuração de “alta densidade”, com 174 assentos. Já o alcance do modelo padrão é 4.075 km ou 5.500 km na versão de alcance estendido “C919 All ECO”.

Apesar do esforço chines, os motores do C919 ainda são importados. O modelo recebeu um par de turbofans desenvolvido pela fabricante franco-americana CFM Internacional, uma joint-venture entre a GE Aviation e a General Eletric. Com esse conjunto, a Comac espera que o avião alcance a velocidade de cruzeiro de 830 km/h.

C919 versus concorrentes do Ocidente

A aeronave chinesa tem medidas e peso muitos semelhantes aos do Boeing 737 e Airbus A320, modelos que dominam o nicho dos narrow-body. De acordo com a Comac, o C919 tem 38,9 metros de comprimento, 35,8 m de envergadura e pode decolar com peso máximo de 77 toneladas, praticamente igual ao A320.

Cada unidade do jato C919 é avaliada em cerca de US$ 68 milhões (COMAC)
Cada unidade do jato C919 é avaliada em cerca de US$ 68 milhões (COMAC)

O Boeing 737 supera o modelo chinês em porte e capacidade apenas na versão 800, que tem 39,5 metros de comprimento e pode decolar com até 79 toneladas.

O preço sugerido do C919 pela fabricante chinesa também é convidativo, especialmente quando comparado aos dos concorrentes ocidentais: o jato chinês é avaliado em US$ 68 milhões, enquanto o Boeing 737-800 tem preço inicial de US$ 72 milhões e o Airbus A320 a partir de US$ 97 milhões. Segundo a Comac, o modelo já tem 517 encomendas firmes de companhias aéreas chinesas (que também são estatais).

O presidente da Comac, Jim Zhuanglong, informou durante a apresentação do C919 que os primeiros testes em solo começarão em breve, e que o voo inaugural está programado para 2016.

Demanda internacional cresce 14,2% em setembro

02/11/2015 - Revista Flap

A demanda do transporte aéreo internacional de passageiros das empresas aéreas brasileiras em setembro apresentou crescimento pelo 19º mês consecutivo, com aumento de 14,2% quando comparada com o mesmo mês de 2014. Já a oferta internacional registrou o 14º mês consecutivo de crescimento, com alta de 20,4% em comparação ao mês de setembro do ano passado. Tanto a demanda quanto a oferta internacional foram recorde para o mês de setembro nos últimos dez anos. No acumulado de janeiro a setembro de 2015, a demanda internacional aumentou 14,9% em relação ao mesmo período de 2014. A oferta internacional cresceu de 16,5% no período. Na participação de mercado, a TAM ficou com 79,8%, Gol registrou 13,1% e Azul 7,1% do mercado. O número de passageiros pagos transportados por empresas brasileiras no mercado internacional em setembro de 2015 atingiu 631,8 mil, com aumento de 16,1% em relação a setembro de 2014. No mercado doméstico, a demanda registrou queda de 0,5% em setembro último, comparada com o mesmo mês de 2014, enquanto a oferta registrou redução de 1,7% no mesmo período. Com o resultado de setembro de 2015, a demanda doméstica apresentou o segundo mês consecutivo de queda após período de 22 meses de crescimento. Já a redução da oferta doméstica encerrou sequência de 12 altas sucessivas do indicador. Com o resultado de setembro, a demanda doméstica acumulou alta de 3,6% no ano e a oferta acumulou aumento de 2,6% no mesmo período. O número de passageiros pagos transportados no mercado doméstico em setembro de 2015 atingiu 7,7 milhões, caindo 1,5% em relação a setembro de 2014. No período de janeiro a setembro de 2015, a quantidade de passageiros transportados acumulou crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A Gol foi a empresa que mais transportou passageiros no mercado doméstico em setembro de 2015, com 2,68 milhões, seguida pela TAM, com 2,50 milhões e pela Azul, com 1,67 milhões. 

Mais informações no portal www.anac.gov.br. Foto: Paulo Berger 

Viaje no tempo: veja o primeiro avião de luxo da história

02/11/2015 - Panrotas


Aviação , (foto: divulgação/Air Europa)
(foto: divulgação/Air Europa)

Cruzar uma cidade ou um país hoje é tão fácil, rápido e cômodo que dificilmente pensamos em como era nos primeiros passos da aviação. Desde Santos Dumont e seu 14-Bis, há mais de 100 anos, a indústria da aviação tem se aprimorado cada vez mais e encurtado o tempo de ligação entre um destino e outro. O que hoje é acessível para muitos, no passado era privilégio de poucos.

A Air Europa, companhia aérea que completará 20 anos em 2016, relembrou um modelo pioneiro datado dos anos 1930. O Boeing 314 Clipper foi o primeiro avião do mundo de fuselagem larga e iniciou um serviço a bordo diferenciado, considerado luxuoso à época.

Fabricado no continente norte-americano, o B-314 cruzava o oceano atlântico oferecendo uma classe de luxo. Com uma largura de quase 33 metros e asas com superfície de 233 metros quadrados, alcançava uma velocidade máxima de 311 quilômetros e tinha um alcance de seis mil quilômetros.

Construído entre 1938 e 1941, cada modelo tinha um custo aproximado de US$ 1 milhão (à época) e chegaram a fabricar mais de 12 unidades para uso comercial. A primeira de 20 foi entregue em 1939 e iniciou seu primeiro voo de Seattle. Deste total, nove foram entregues à Pan Am e depois repassadas para a Força Aérea Norte-Americana. 

A aeronave foi batizada como Yankee Clipper pela primeira-dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt, em 3 de março de 1939, e realizava voos intercontinentais com dez integrantes da tripulação e 74 passageiros a bordo que desfrutavam de serviço cinco estrelas impensáveis em qualquer outro voo da época.

O hidroavião era composto de diferentes áreas nas quais os passageiros podiam passar as horas de voo entre um destino e outro de maneira cômoda, divertida e com as mesmas comodidades de um hotel ou navio da época. Quem viajava no B-314 Clipper encontrava um compartimento que se transformava em um “espaço sala de jantar” ou em camas beliches com cortinas para o descanso do viajante. 

SEGURANÇA

Segundo recorda a história, o Clipper era um avião seguro e inovador. Durante os anos de operação, foi registrado apenas um acidente, datado de 1943. O capitão Sullivan comandava a aeronave e foi surpreendido pela escuridão do céu na proximidade do avião ao mar em tentativa de aterrissagem no Rio Tagus, em Lisboa. Sem tempo de reação, o piloto viu uma das asas do B-314 tocar a água, o que provocou instabilidade e choque direto no contato com o mar.

As poucas unidades restantes deste hidroavião foram compradas pela British Airways em 1943.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Pista é reformada, mas Emirates só usará A380 uma vez em SP

27/10/2015 - O Estado de SP

FERNANDO NAKAGAWA / TWITTER @FNAKAGAWA

Há alguns anos, companhias aéreas estrangeiras cogitavam usar maior avião do mundo no Brasil, mas aeroporto de Guarulhos ainda não comportava modelo. Reforma foi concluída, mas, em meio à economia em recessão, empresas descartam usar A380 no País

LONDRES – O mau momento da economia parece ter tirado o Brasil dos planos das companhias aéreas de voar com o maior avião do mundo para o País. Apesar do esforço da nova operadora do Aeroporto de Guarulhos para adequar a pista para a aeronave, as grandes operadoras do mundo parecem não estar dispostos a trazer o Airbus 380 para São Paulo. A Emirates, que queria voar entre Dubai e Guarulhos com o modelo na época da Copa do Mundo, voará apenas uma vez com o A380 para a capital paulista e nega planos para usar o avião no Brasil. A decisão da Air France é idêntica.
EmiratesA380

EmiratesA380
Oi e tchau. Super avião ficará algumas horas em SP / Divulgação

No início de 2014, o uso do avião de dois andares foi tema de controvérsia no Brasil quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) negou a autorização para o modelo operar no aeroporto paulista. O avião só poderia pousar e decolar com a adequação da pista. A decisão do órgão frustrou planos de companhias aéreas internacionais como a Emirates, Air France e Lufthansa que, a poucos meses da Copa do Mundo, cogitavam aumentar a capacidade dos voos para o Brasil com o modelo que transporta mais de 500 pessoas.

Agora, as obras de adequação da pista do Aeroporto de Guarulhos estão sendo concluídas e o terminal paulista pode finalmente receber a operação comercial do maior avião do mundo. Apesar disso, o momento econômico é outro. Com dólar perto de R$ 4 e menos brasileiros viajando ao exterior, aéreas preferem usar o avião em outras rotas mais atrativas, como para os Estados Unidos e Ásia.

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Agora não. Emirates e Air France não têm planos para Brasil / Divulgação

A Emirates informou ao Broadcast que não tem planos de trazer o modelo ao aeroporto paulista e terá, apenas, um voo comemorativo com o maior avião do mundo em meados de novembro. “Gostaríamos de agradecer as autoridades do Aeroporto Internacional de Guarulhos e à Agência Nacional de Aviação Civil pelo suporte e pela assistência fazendo os arranjos necessários para que esse voo ocorra”, disse a companhia em nota.

A visita de algumas horas do super jumbo ao terminal paulista acontecerá exclusivamente em 14 de novembro quando viajará de Dubai a Guarulhos. Horas depois, na madrugada de 15 de novembro, o avião retorna de Guarulhos para Dubai. Segundo a companhia, o voo será uma comemoração ao aniversário de oito anos de operação da rota. O aniversário da rota, porém, aconteceu em 1º de outubro.

Outra empresa que cogitou levar o A380 foi a Air France. Executivos da companhia sinalizaram em 2014 a possibilidade de usar o modelo na rota entre Paris e São Paulo. Agora, porém, os planos são outros. “Até esta data, atender o Brasil com o A380 não está na nossa agenda”, informou a empresa ao Broadcast. “A companhia estudará essa possibilidade em linha com mudanças no ambiente para acomodar o super jumbo”.

Trecho de reportagem publicada no Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado

terça-feira, 27 de outubro de 2015

FLYWAYS AGUARDA AUTORIZAÇÃO DA ANAC PARA VOAR

26/10/2015 - Airway

Nova companhia aérea carioca vai operar com turbo-hélices ATR em rotas para MG

THIAGO VINHOLES

A Flyways já tem dois ATR 72-500 preparados para voar (Flyways)
A Flyways já tem dois ATR 72-500 preparados para voar (Flyways)

A nova companhia aérea Flyways ainda está em processo de certificação para iniciar suas operações comerciais. A empresa ainda aguarda pelo COA (Certificado de Operador Aéreo), emitido pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) após uma série de análises e provas.

Em contato com a reportagem, Eliane Garlene, diretora comercial da empresa, contou que tudo já está pronto para iniciar os voos da Flyways. “Aguardamos pelo COA até o final deste ano”, revelou a diretora ao Airway.

A companhia vai iniciar suas operações com duas aeronaves turbo-hélices ATR 72-500 e a primeiras rotas planejadas partem do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, em direção a Ipatinga, Uberaba e Belo Horizonte, onde pousará no aeroporto da Pampulha – outras companhias enviam seus voos para Confins, mais distante do centro metropolitano de BH.

A diretora da Flyways também confirmou que negocia a chance de lançar voos para esses mesmos destinos em Minas Gerais, mas a partir do Aeroporto Santos Dumont.

Nesse meio tempo em que aguarda a autorização da ANAC, a companhia preparou seus serviços de solo e atendimento. A página oficial da empresa já conta com todas as informações sobre as aeronaves, rotas e tarifas.

Os ATR adquiridos pela empresa carioca eram operadas pela Azul, que recentemente padronizou sua frota de aeronaves turbo-hélices para o padrão ATR 72-600. O modelo da Flyways possui 68 assentos e alcance de 1.500 km, ideal para rotas curtas de baixa demanda.