quinta-feira, 28 de abril de 2011

Azul incorpora mais um ATR à sua frota

28/4/2011 - Victor José, do Portal Transporta Brasil

Modelo 72-200 da marca franco-italiana é capaz de transportar 70 passageiros

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras recebeu o turboélice ATR 72-200, prefixo PR-AZX, com capacidade para transportar até 70 passageiros. A aquisição faz parte da política da companhia em operar com aeronaves de baixo consumo e em rotas de até 500 quilômetros.

A unidade, batizada de “Pantanal Azul”, é a quinta aeronave ATR da frota.

Com TAV, aviação regional fica esquecida

28/04/2011 - Webtranspo

Executivos questionam investimentos federais

Estima-se que setor precise de R$ 3 bilhões

“É um absurdo pensar que um único projeto (TAV – Trem de Alta Velocidade) tenha R$ 33 bilhões em recursos e 120 aeroportos não recebam os investimentos necessários para atender a demanda”. É com este argumento que Evaristo Mascarenhas, diretor de marketing e vendas da Trip Linhas Aéreas, ressalta a necessidade urgente de recursos para a aviação regional.

Ele argumenta também que é preciso um programa para desenvolver o segmento. “Vamos nos preocupar com 12 aeroportos (para atender a Copa de 2014) e negligenciar os terminais que proporcionam os reais ganhos econômicos ao Brasil?”, questiona.
O executivo destaca que projeções mercadológicas indicam uma necessidade de R$ 3 bilhões em recursos para resolver todos os problemas dos terminais que atendem a aviação regional.

Neste cenário, hoje - com menos de 2% de seus municípios atendidos por operações aéreas regulares - o Brasil vive um grande impasse quando o assunto é o mercado de aviação: investir para melhorar a infraestrutura dos grandes aeroportos ou concentrar as atenções nos pequenos?

Para Francisco Lira, presidente da Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral), é preciso equilíbrio. Entretanto, o executivo destaca que os terminais de pequenas cidades precisam de recursos tanto quanto os grandes complexos brasileiros.

“Muitas vezes a justificativa para não levar investimentos às cidades do interior é a falta de crescimento local. Porém, não é possível se desenvolver economicamente sem condições para isso e os aeroportos são fundamentais neste processo”, aponta.

Já Mascarenhas, destaca que o Brasil precisa descentralizar as operações aéreas. “Grandes cidades já não conseguem atender a demanda. Não é possível mais negligenciar os aeroportos de municípios do interior do País. Estas regiões também possuem indústrias e potenciais mercadológicos, principalmente quando lembramos a força que o agronegócio tem para a economia brasileira”, destaca.

O executivo ressalta que a empresa pretende estender suas operações no Brasil, entretanto, encontra inúmeras dificuldades em relação a infraestrutura dos aeroportos.

Questionado sobre os locais em potencial que enfrentam estes gargalos o executivo aponta alguns: Paracatu (MG), Boca do Acre (AM), Teixeira de Freitas (BA) e Catalão (GO).

A força da classe C

Além do potencial da geração de negócios em regiões fora dos grandes centros urbanos, Marcarenhas acredita que a expansão do poder econômico da nova classe C vai exigir ações na aviação regional.

“Essa fatia da população já viajou para as praias do Nordeste e até para o exterior, como para a Argentina. Acreditamos que em breve, essas pessoas passem a querer conhecer locais brasileiros, como o Pantanal e a região amazônica”, prevê.

Neste panorama, diretor da Trip, acredita que o cenário futuro será positivo em termos de demanda, mas exigirá esforços para capacitar as cidades para atender este público em termos de infraestrutura aeroportuária.

Concessão de aeroportos sai em maio

27/04/2011 - O Estado de São Paulo

O governo vai lançar editais propondo a concessão dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Brasília, no início de maio, seguido de Campinas, até o final do mês e, por último, em final de junho ou início de julho, de Confins, em Belo Horizonte e Galeão, no Rio de Janeiro. As concessões serão exclusivas para obras de ampliação dos terminais, não incluindo a exploração de espaços já administrados pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Portuária).

A decisão de fazer concessão de aeroportos a empresas privadas, para apressar as obras e melhorar o atendimento à população, foi tomada pela presidente Dilma Rousseff na segunda-feira, em reunião com representantes do setor, e anunciada o ntem pelo ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, em discurso na reunião do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social).

Esse modelo vinha sendo pleiteado pela iniciativa privada e a demora na realização das obras estava incomodando a presidente, que marcou para sexta-feira uma nova reunião com representantes do setor para discutir a situação dos demais aeroportos.

O total de investimentos estimado pela Infraero para esses cinco aeroportos é de R$ 3,987 bilhões. As obras previstas incluem a construção de novos terminais de embarque e novas pistas, reforma, modernização e adequação do sistema viário.

Modelo. Pelo modelo de concessão, a empresa vencedora da licitação executa a obra necessária e em contrapartida explora comercialmente o aeroporto, com aluguel de lojas. O modelo a ser seguido é o de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, que já foi entregue para construção pela iniciativa privada e estará pronto em dois anos.

"Cinco aeroportos terão iniciativas de curto espaço de tempo, em regime de concessão porque queremos combinar a urgência das obras com a necessidade de investimento público e privado para que possamos dar resposta a essas questões no menor espaço de tempo possível", disse Palocci, após explicar que Dilma já definiu uma série de medidas que serão desenvolvidas pela Secretaria de Aviação Civil, a começar pela definição do modelo do edital de concessão dos serviços para os cinco terminais.

Durante a reunião do CDES, coube à presidente falar sobre o tema, classificando a saturação dos aeroportos brasileiros como "bons problemas". Depois de reconhecer que "é preciso expandir os aeroportos", Dilma lembrou que o problema foi decorrente "do aumento das viagens aéreas que superou e muito o crescimento do País".

Dilma observou ainda que o governo não está olhando para os aeroportos só por causa da Copa e da Olimpíada. Para ela, é necessário que se atenda "ao crescimento da i mensa demanda da população brasileira por viagem de avião".

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Palocci anuncia concessão parcial de Cumbica

27/04/2011 - Valor, por Paulo de Tarso Lyra e Tarso Veloso

Os editais com as regras da concessão da reforma dos dois primeiros devem ser publicados em dez dias; o de Viracopos, até o fim de maio. Outras duas concessões estão em estudo e devem ser anunciadas no início do segundo semestre: Galeão (RJ) e Confins (MG)

O chefe da Casa Civil, ministro Antonio Palocci, anunciou ontem, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que o governo vai entregar para a iniciativa privada, pelo modelo de concessão, a reforma e ampliação de três aeroportos: Cumbica, Brasília e Viracopos. Os editais com as regras da concessão da reforma dos dois primeiros devem ser publicados em dez dias; o de Viracopos, até o fim de maio. Outras duas concessões estão em estudo e devem ser anunciadas no início do segundo semestre: Galeão (RJ) e Confins (MG).

O Valor apurou que, no momento, a intenção é restringir a concessão às obras necessárias para a ampliação dos terminais aeroportuários e sua posterior operação [da parte ampliada]. Mas não está descartado, caso a parceria dê certo, estender o modelo para todas as operações dos aeroportos. O período de concessão não está definido, mas uma das alternativas estudadas pelo governo é que ela seja de pelo menos 20 anos. O prazo para a entrega das obras também será analisado caso a caso, dependendo da demanda de cada aeroporto.

Essa foi a principal decisão tomada na reunião da presidente Dilma Rousseff com representantes do setor, inclusive o futuro secretário nacional de Aviação Civil, Wagner Bittencourt. O encontro ocorreu na segunda-feira e durou mais de quatro horas. A medida também é uma resposta ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apresentaram estudos mostrando o atraso nas obras dos aeroportos e afirmando que elas não ficarão prontas até a Copa do Mundo de futebol de 2014.

A presidente Dilma aproveitou a reunião do Conselhão para dar uma resposta política às críticas de que o cronograma do governo está atrasado. Ela disse que o aumento das viagens aéreas superou muito o crescimento do país. “Esse fato exige que eles [os aeroportos] estejam prontos não para a Copa ou para a Olimpíada, mas para atender o crescimento da imensa demanda da população brasileira por viagens de avião, devido à extraordinária melhoria da sua renda”, completou.

Dados da própria Infraero confirmam que todos os aeroportos que serão concedidos à iniciativa privada estão operando com capacidade além do que suportam, uma situação que vai se agravar com a Copa do Mundo de 2014. A estatal já programou uma série de obras, mas os dados apresentados pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação (SNEA) indicam que elas não serão suficientes.

O aeroporto de Brasília, por exemplo, tem um terminal de passageiros com capacidade para 10 milhões e recebeu 14 milhões de pessoas no ano passado. Em 2018, esse contingente subirá para 21 milhões de pessoas (dados do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação - SNEA), diante de uma capacidade projetada pela Infraero de 18 milhões de pessoas.

A primeira obra - reforma e ampliação do terminal sul de passageiros, a ampliação do sistema de pátios de aeronaves e do sistema viário e a construção de edificações complementares - está prevista para acabar em dezembro de 2013 e custaria R$ 744 milhões. A segunda obra seria a construção de um outro Módulo Operacional (MOP) - popularmente conhecido como “puxadinho”, com custo de R$ 4 milhões e previsão de término em julho de 2013.

O aeroporto de Cumbica recebeu, em 2010, 26,7 milhões de viajantes, mas sua capacidade está projetada em 20,5 milhões de pessoas. Em 2014, o sindicato prevê 37 milhões de pessoas/ano, mas a capacidade, depois da conclusão das obras previstas pela Infraero, será de apenas 35 milhões. Os gastos para as cinco obras em Guarulhos - incluindo a construção de dois MOPs, ampliação e revitalização de pátios e pistas, construção de pistas de taxiamento e de saída rápida e a construção do terceiro terminal de passageiros - chega a R$ 1,2 bilhão.

Já em Viracopos, localizado em Campinas e cujo edital de concessão só deve estar pronto no fim de maio, a situação é menos grave, caso as obras sejam realizadas e as previsões da Infraero e do sindicato se concretizem na prática. Em 2010, o aeroporto recebeu 5 milhões de passageiros, embora a capacidade total seja de 3,5 milhões. Em 2014, a Infraero estima que as obras - orçadas em aproximadamente R$ 50,9 milhões - ampliem a capacidade para 11 milhões e o sindicato prevê que 9,5 milhões de passageiros passem pelo terminal naquele ano.

O governo também pretende estabelecer uma parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU) para tornar mais rápidas as obras da Copa e da Olimpíada. Funcionários da Secretaria de Aviação Civil seriam treinados por técnicos do Tribunal para corrigir rumos e evitar a paralisação das obras. Assessores palacianos afirmam, contudo, que essa parceria não tiraria do tribunal o poder para fiscalizar o andamento dos projetos. O tribunal deverá avaliar o questionamento ético de ser o próprio fiscalizador de uma atividade de que participará.

terça-feira, 26 de abril de 2011

TAM registra recorde de passageiros transportados em um dia na véspera do feriadão

26/4/2011 - Victor José, do Portal Transporta Brasil

Foram transportadas mais de 131 mil pessoas no último dia 20; aproveitamento dos voos ficou sendo 85,7%

A TAM, juntamente com a Pantanal, registrou novo recorde de passageiros transportados em um dia. Mais de 131 mil pessoas viajaram em voos domésticos e internacionais da companhia no dia 20 de abril, data que antecedeu o feriadão. Na ocasião, a TAM obteve média de 85,7% de aproveitamento dos voos.

De acordo com a Infraero, dos 850 voos domésticos realizados pela TAM, 91,4% não registraram atraso e 2,6% foram cancelados. Nas 52 partidas internacionais, a pontualidade foi de 80,8% e nenhum voo foi cancelado.

Anteriormente, o recorde de passageiros transportados foi alcançado no último dia 15 de abril, quando mais de 126 mil pessoas viajaram nos voos operados pela companhia.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Azul oferece nova rota para Campinas

19/04/2011 - Webtranspo

Novo destino será Presidente Prudente em SP

Campinas, no interior paulista, passa contar com uma nova rota de voo para Presidente Prudente, também no Estado, pela Azul Linhas Aéreas. As frequências são de duas vezes por dia, de domingo a sexta, e uma vez aos sábados.

A distância das duas cidades é de aproximadamente 560 quilômetros acarretando em 1h30 de viagem, já que os voos não possuem escalas. As aeronaves que operam a rota são do modelo turboélice ATR.

Paulo Nascimento, diretor de comercial e marketing da empresa, ressalta que a nova rota foi atraída pelos negócios e importância econômica da região. “Enxergamos o seu potencial e a oportunidade estimular novos usuários do transporte aéreo, oferecendo vários destinos a preços acessíveis e um serviço de qualidade. O cliente Azul poderá ainda realizar negócios em diversas cidades num mesmo dia sem precisar dormir fora de sua casa”, afirma.

Além das aturais frequências, a companhia anunciou que haverá mais uma opção no trecho partir de primeiro de julho.
 

domingo, 17 de abril de 2011

Aeroporto de Vitória é o mais superlotado do país

14/04/2011 - ES Hoje

A constatação é do Ipea que ainda informou que nove aeroportos não devem ficar prontos até a Copa 2014

Quando se compra uma passagem áerea com  embarque no aeroporto Eurico Salles de Águiar, localizado em Vitória, o passageiro já sabe que enfrentará problemas. Poucas vagas para estacionar, um saguão apertado, uma sala de embarque menor e andar na pista para chegar ao avião. Sem contar a curta pista de pouso. Esta situação, que  já é de conhecimento comum foi tranformada em números pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e revelado que o Aeroporto de Vitória tem a situação mais crítica do país.

Segundo o Instituto a taxa de ocupação do aeroporto é de 472% e opera superlotado. Os dados  são obtidos a partir da divisão do número de passageiros movimentados pela capacidade do aeroporto. Além do Eurico Salles, outros 13 aeroportos operam em situação crítica, com taxa de ocupação média de 187,15% no ano passado.

Vitória aparece no topo da lista, seguido por Goiânia (391%) e Florianópolis (243%). A lista dos aeroportos em situação crítica continua com Fortaleza (169%). Porto Alegre (166%), Confins-MG (145%), Viracopos-Campinas (143%), Brasília (141%), Cuiabá (133%), Guarulhos (130%), Congonhas (129%), Natal (127%), Maceió (119%) e Manaus (108%).

Em sete anos, de 2003 a 2010, o número de passageiros nos aeroportos brasileiros saltou de 71,2 milhões para 154,3 milhões. O crescimento foi de 116,7%. Durante o mesmo preíodo, o investimento do governo no setor foi de R$ 8,79 bilhões, entre o controle do tráfego aéreo e aeroportos.

Porém, o Ipea ressalta que a média de execução do programa de investimentos da Infraero foi de apenas 44% (ao se comparar os recursos autorizados com os realizados). "Isso aponta para a necessidade de inadiável aprimoramento na gestão empresarial da Infraero", diz o estudo do instituto.

Copa 2014

Ainda segundo o estudo,  nove aeroportos em cidades sede da Copa de 2014 não deverão ficar prontos até o evento. Segundo os pesquisadores Carlos Alvares da Silva Campos Neto e Frederico Hartmann de Souza, responsáveis pelo estudo, após o projeto seriam necessários 80 meses em um prazo médio para a conclusão das obras. 

As obras dos aeroportos de Manaus (AM), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Salvador (BA), Campinas (SP) e Cuiabá (MT) em 2010 ainda estavam em fase de projeto e só ficariam prontas em 2017, caso os prazos médios de elaboração de projetos, licenciamentos etc, sejam iguais aos da média no país. Já os de Confins (MG) e Porto Alegre (RS) estão com projetos básicos prontos e também não ficariam prontos a tempo da Copa.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Contas Erradas

So' a construcao do terceiro terminal de passageiros de Guarulhos vai custar cerca de 1 bilhao de reais. Como pode 67 aeroportos por 4,5 bilhoes ? Isso so' pode ser piada ... pois nem paga o valor dos terrenos ...

MATERIA
Estudo avalia Infraero em R$ 4,5 bilhões
12/04/2011 - Folha de SP, Mariana Barbosa

Cálculo de valor de mercado feito por engenheiro do ITA leva em conta expectativa de lucro e crescimento

Abertura de capital pode ser feita para resolver problema da falta de investimento nos aeroportos no país

Se fosse vendida hoje, com os 67 aeroportos sob sua administração, a Infraero valeria cerca de R$ 4,5 bilhões. A conta é do engenheiro recém-formado no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) Gabriel Meira, que trabalha na área de aber- tura de capital de um grande banco de investimentos estrangeiro.

Pelas suas contas, se o governo resolvesse vender apenas os três aeroportos de São Paulo (Guarulhos, Congonhas e Viracopos), arrecadaria algumas dezenas de milhões a mais.
Isso porque os três juntos geram um lucro maior do que todo o sistema Infraero, dado que muitos aeroportos são deficitários.

O valor de mercado da Infraero foi calculado com base na expectativa de lucro e de crescimento futuro da companhia. O valor equivale a 8,5 vezes o Ebitda (lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização), estimado em R$ 519 milhões para 2011. Meira, que fez o estudo para o ITA, mas já trabalhando no banco de investimentos, definiu um múltiplo de 8,5 a 8,7 com base em uma avaliação do valor de mercado de empresas similares em diferentes países e também de concessionárias de capital aberto que atuam no Brasil em outros setores, como portuário e ferroviário.

”A Infraero vem melhorando a sua lucratividade, e as perspectivas de crescimento do setor são muito boas\”, afirma Meira. \”Isso atrai o investidor.\”

VENDA EM BLOCOS

O estudo considerou uma terceira alternativa que aumentaria ainda mais o valor de mercado dos ativos sob gestão da Infraero: a venda de seis aeroportos em dois blocos. Guarulhos e Santos Dumont foram avaliados em R$ 3,1 bilhões. Congonhas, Viracopos, Galeão e Brasília, em R$ 2,2 bilhões, totalizando R$ 5,3 bilhões.

O modelo financeiro proposto por Meira leva em conta a assinatura de contratos de concessão de longo prazo (pelo menos 30 anos) para a exploração desses aeroportos pela iniciativa privada.
A eventual abertura do capital da Infraero é uma das opções em análise pelo governo federal para resolver o problema da falta de investimento nos aeroportos. Para conseguir atender a demanda da Copa de 2014, o governo promete investimentos de R$ 5,1 bilhões. No ano passado, a Infraero tinha uma previsão de investir R$ 1,08 bilhão (entre recursos próprios e da União), mas foram investidos apenas R$ 645 milhões.

”É um investimento pífio considerando que estamos falando de 67 aeroportos\”, afirma Respício do Espírito Santo Júnior, professor de transporte aéreo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Ele lembra que esse valor equivale a pouco mais da metade do que custará, ao governo do Rio, a reforma do Maracanã (R$ 1,1 bilhão).

Uma eventual abertura de capital da Infraero esbarra ainda na questão da urgência. Dependendo do grupo de aeroportos que entrariam no portfólio da Infraero na data da abertura, a preparação da companhia para o lançamento de ações poderia levar de dois a três anos, de acordo com especialistas.

FRASE

”É um investimento pífio considerando que estamos falando de 67 aeroportos”
Respício do Espírito Santo Júnior, professor de transporte aéreo da UFRJ, sobre os R$ 645 milhões aplicados no ano passado pela Infraero em melhorias

Estatal não é proprietária dos aeroportos

Por Dimmi Amora

Dos grandes aeroportos do país, por enquanto, apenas dois têm planos de parceria entre o governo e a iniciativa privada: o de São Gonçalo do Amarante, em Natal, e o de Guarulhos, em São Paulo. Em Natal, o projeto é realizar uma concessão. O governo, por meio da Infraero, faz parte das obras no pátio e na pista. E a iniciativa privada vai construir o terminal de passageiros.

Nesse caso, o ente privado vai operar todo o sistema -da chegada do passageiro à saída do avião, exceto o que é de responsabilidade da Aeronáutica- do novo aeroporto por 28 anos, ficando com os recursos desse uso (tarifas aeroportuárias, aluguel de áreas etc.). Já em São Paulo, a ideia da Infraero, anunciada recentemente, é fazer uma parceria com a iniciativa privada, que construiria o terceiro terminal de passageiros e administraria a parte externa desse terminal (check in, lojas etc.) por um período.

Já a parte após a área de embarque continuaria sendo administrada pela Infraero. Além desses dois modelos, há muitas dúvidas sobre o que a Infraero pode fazer em relação a parcerias com entes privados. Isso porque ela foi criada em 1972 como empresa pública para construir e administrar aeroportos. Mas os aeroportos são propriedade da União.

Como não é nem proprietária nem concessionária das 67 unidades que administra, há dúvidas se a Infraero pode, por exemplo, conceder alguma de suas unidades para a administração privada, como vem sendo pedido por alguns governos. Ou se pode construir um novo aeroporto em sociedade com outra empresa. Ou, ainda, se poderá vender suas ações na Bolsa. A Infraero diz que entende que pode fazer parcerias sob a atual lei, mas que elas estão em estudo.

Embraer vende 35 jatos modelo 190 para empresas chinesas

12/04/2011 - Valor, Ana Luísa Westphalen

SÃO PAULO – A Embraer fechou contratos para a venda de 35 aeronaves modelo 190 para companhias chinesas, informou em comunicado ao mercado nesta terça-feira. A CDB Leasing Co. confirmou a compra de um segundo lote de 10 Embraer 190 e assinou uma carta de intenções para um terceiro lote de mais 10 jatos do mesmo modelo. As aeronaves serão operadas pela China Southern Airlines, maior companhia aérea do país.

A outra venda foi fechada com a Hebei Airlines, para a aquisição de 10  Embraer 190. O acordo inclui direito de compra para mais 5 unidades. A entrega dos 10 primeiros jatos está programada para setembro de 2012.

No caso da CDB Leasing Co., que encomendou seu primeiro lote de 10 E 190 em janeiro, se as 30 aeronaves forem confirmados, o pedido total chegará a US$ 1,25 bilhão, tomando como base o preço de lista. O início das entregas está previsto para o segundo semestre.

Conforme informou o Valor em sua edição de hoje, a Embraer recebeu sinal verde das autoridades chinesas para começar a produzir no país os jatos executivos Legacy 600/650. Com o objetivo de implementar uma linha de produção da aeronave, a Embraer assinou um acordo de cooperação industrial com a Aviation Industry Corporation of China (Avic).

Na fabricação dos Legacy 600, serão utilizados recursos financeiros, infraestrutura e mão de obra da joint venture Harbin Embraer Aircraft Industry Company (HEAI). Segundo o comunicado, as empresas vão divulgar os detalhes deste projeto nas próximas semanas.

Os acordos foram firmados no âmbito da visita da presidente Dilma Rousseff à China.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Presidente da Infraero se reúne com governador de Goiás

11/04/2011 - Infraero

      O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, reuniu-se nesta segunda-feira (11/4) com o governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo. O objetivo do encontro foi informar ao governador sobre a retomada das obras do novo Terminal de Passageiros do Aeroporto de Goiânia/Santa Genoveva e do Módulo Operacional (MOP).

      Durante a reunião, Gustavo do Vale anunciou que será assinado na próxima semana o contrato com a empresa vencedora da licitação para dar continuidade à instalação do Módulo. Após a assinatura da Ordem de Serviço, a empresa terá 150 dias para a execução dos trabalhos. O MOP de Goiânia, com área 1,2 mil m², ampliará a área de embarque do aeroporto, aumentando a capacidade operacional do Santa Genoveva em 800 mil passageiros por ano. A obra está orçada em R$ 2,77 milhões.

      Sobre o novo Terminal de Passageiros, o presidente da Infraero também informou que está em tratativa junto ao consórcio construtor a possibilidade de continuidade das obras. Ao todo, a Infraero irá investir R$ 339,24 milhões no empreendimento, que ampliará a área do Terminal de Passageiros de 7,65 mil m² para 28,61 mil m². "Goiânia está entre as prioridades da Infraero, que trabalha para que o novo Terminal do aeroporto seja concluído antes de 2014", defendeu Gustavo do Vale.

      O governador de Goiás, Marconi Perillo, afirmou estar satisfeito e entusiasmado com as notícias e que o Governo do Estado apoiará a Infraero no que for necessário. “A construção do novo Terminal de Passageiros é a prioridade para o Estado”, disse Perillo.

   Visita ao aeroporto
      Após o encontro com o governador de Goiás, o presidente da Infraero conheceu as instalações do Aeroporto Santa Genoveva e as obras do Módulo Operacional. A visita foi acompanhada pelos superintendentes da Regional Centro-Oeste, André Luís Marques de Barros, e do Aeroporto de Goiânia, Jucélio Oliveira.


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Diretor de Operações vistoria obras no Aeroporto de Viracopos

11/04/2011 - Infraero

O diretor de Operações da Infraero, João Marcio Jordão, visitou nesta segunda-feira (11/4) as obras de instalação do Módulo Operacional do Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos, que tiveram início em outubro de 2010. Durante a visita - acompanhada pelos superintendentes da Regional São Paulo, Willer Furtado, e do Aeroporto de Campinas, Lilian Neves – o diretor verificou o andamento das obras, orçadas em R$ 2,9 milhões, com término previsto para maio de 2011.

“Estamos acompanhando a execução dos trabalhos. Nosso objetivo é melhorar a infraestrutura e as condições oferecidas aos passageiros, sempre com conforto e segurança”, afirmou Jordão.

O Módulo Operacional do Aeroporto de Viracopos possui área de 1.719m² e capacidade para atender 1 milhão de passageiros ao ano, ampliando, assim, os níveis de conforto dos usuários em Campinas.

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Novata em Congonhas, empresa NHT diz que venda é "possibilidade"

08/04/2011 - Portal IG, por Marina Gazzoni

Companhia gaúcha de aviação regional entrou no aeroporto há um ano com avião LET, com capacidade para transportar 19 passageiros

Compartilhar: Um nome chamou a atenção quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou a lista das companhias aéreas que ganharam espaço no aeroporto de Congonhas, há um ano. A empresa gaúcha de aviação regional NHT completa neste sábado um ano de operação no local. A companhia ficou na frente da Azul e da Webjet na ordem de distribuição de slots (horários de pouso ou decolagem) e hoje opera voos de segunda à sexta para Curitiba no período da noite.

Dentro de Congonhas, a empresa é vista como um peixe fora d`água. Primeiro, porque é a única que opera com uma aeronave de pequeno porte – um modelo LET com 19 lugares. Outra razão é porque, depois da reformulação da malha da Pantanal que priorizou destinos de alta densidade, a NHT é a única companhia 100% focada no segmento de aviação regional presente em Congonhas.

No mercado, comenta-se que a empresa suporta o prejuízo da operação em Congonhas com a ambição de ser vendida para outras companhias. O diretor da NHT, Jeffrey Kerr diz que a empresa não está à venda, mas que essa é uma possibilidade. Para ele, a presença no aeroporto elevou o valor de mercado da companhia. A NHT responde por 0,02% do market share no setor aéreo brasileiro, de acordo com dados de fevereiro da Anac.

“Os parceiros da TAM na aviação regional eram a Trip, a Pantanal e a NHT. A Pantanal e a Trip já foram adquiridas”, diz Kerr. A NHT será a próxima? “Quem sabe”, responde o executivo, que ressalta que a companhia nunca foi procurada por companhias interessadas na aquisição.

Para a NHT operar em Congonhas é um desafio ainda maior. “A entrada no aeroporto foi uma conquista. Mas sabemos que não temos um avião adequado para operar no local”, afirma o diretor de planejamento da NHT, Jeffrey Kerr.

Segundo ele, a empresa pretende adquirir um avião turboélice com capacidade maior para aproveitar o espaço em Congonhas. A meta da empresa é ligar São Paulo a uma cidade do interior do Rio Grande do Sul ou Santa Catarina – provavelmente Santa Maria (RS), Passo Fundo (RS), Concórdia (SC) ou Caçador (SC).

O entrave para o projeto é o tempo entre os slots para pouso e decolagem em Congonhas. Hoje, a companhia deixa seu avião parado no pátio cerca de sete horas. “A aquisição de um ATR (aeronave turboélice francesa) custa R$ 18 milhões. Para viabilizar esse investimento, o avião precisa voar de dez a 12 horas por dia”, diz Kerr. Segundo ele, a NHT está tentando negociar com as demais companhias uma troca de slots para deixar seu avião menos tempo no solo.

Criada em 2006, a NHT possui seis aeronaves LET e voa para 14 cidades, todas na região Sul, com exceção de São Paulo. A companhia faz parte da holding JMT Administração e Participações, que também é dona da empresa de transporte rodoviário Planalto.

Infraero faz melhorias no Aeroporto Salgado Filho com investimento de R$ 4,5 milhões

11/4/2011 - Mercado e Eventos

A Infraero iniciou a revitalização das dez pontes de embarque do Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho (RS). Os trabalhos compreendem atualização completa de todos os componentes mecânicos e eletrônicos, entre equipamentos e software, e também a reformulação dos sistemas de climatização. Com os trabalhos, a estrutura das pontes de embarque proporcionarão mais conforto e segurança para os usuários do Salgado Filho. O investimento para as melhorias está estimado em R$ 4,5 milhões.

O Aeroporto Salgado Filho, além de receber a revitalização das pontes de embarque, tem outras melhorias a caminho. Também no final de março, foi lançado o edital para a licitação dos projetos de reforma do Terminal de Passageiros 1 do aeroporto. Com as obras, a área do Terminal de Passageiros deverá passar de 37,6 mil m² para 56,4 mil m², com capacidade para receber até dez milhões de passageiros por ano.
 

domingo, 10 de abril de 2011

Mitsubishi começa a fabricar avião que concorrerá com a Embraer

06/04/2011 - O Estado SP

O MRJ, com capacidade para 70 a 90 passageiros, será o primeiro jato comercial fabricado no Japão


AFP
Início. Executivos da Mitsubishi no lançamento do avião

A Mitsubishi Heavy Industries e a Mitsubishi Aircraft Corp. começaram ontem a fabricar o Jato Regional Mitsubishi (MRJ), projetado para transportar de 70 a 90 passageiros.

Em cerimônia marcando o início da atividade da unidade da Mitsubishi Heavy em Tobishima, na região administrativa de Aichi, o presidente da Mitsubishi Aircraft, Hideo Egawa, disse que o MRJ é "o símbolo da esperança de que nosso país vai reviver e se reerguer depois da tragédia de 11 de março" - referindo-se ao terremoto e ao tsunami que devastaram parte do país -, segundo o jornal Nikkei.

Egawa afirmou que o terremoto não afetou os planos de produção do MRJ. O primeiro voo da nova aeronave está previsto para 2012 e as primeiras entregas para as companhias aéreas All Nippon Airways e para a norte-americana Trans States Holdings estão previstas para 2014.

A expectativa é de que o MRJ consuma 20% menos combustível do que outros aviões de tamanho comparável. Depois da montagem da fuselagem em Tobishima, a montagem das asas e o término da construção deverão ser feitos em uma fábrica da Mistubishi Heavy em Komaki Minami.

Retomada. O projeto do MRJ foi anunciado no início de 2008, e previa investimentos de US$ 1 bilhão no desenvolvimento. É o primeiro avião comercial construído no Japão desde o YS11, movido a hélice, cuja produção foi interrompida em 1973.

Com sua capacidade, vai concorrer diretamente com jatos fabricados pela Embraer e pela canadense Bombardier. À época do anúncio do projeto, o presidente da Embraer, Frederico Curado, disse que os planos da Mitsubishi não representavam uma ameaça imediata à empresa. "Não é ameaça hoje, ou nos próximos 5 a 10 anos. Daqui a 20, 25 anos, pode ser uma tremenda ameaça e os chineses também poderão ser, dependendo da obstinação deles", disse Curado à agência Reuters. / DOW JONES NEWSWIRES

Investimento

US$ 1 bi
era a previsão de investimentos no desenvolvimento do MRJ quando o projeto foi anunciado pela Mitsubishi, em 2008

70 a 90 passageiros será a capacidade dos jatos, que devem concorrer diretamente com aviões fabricados pela Embraer e pela canadense Bombardier

Embraer estuda novo jato para o mercado de aviação comercial

23/07/2010 - Valor Economico

A Embraer decide até o fim deste ano se faz a remotorização do jato 195, que comporta até 122 passageiros, ou se parte para o desenvolvimento de um avião de maior porte, de 130 assentos, disse ontem o vice-presidente para o Mercado de Aviação Comercial da empresa, Paulo César de Souza e Silva. O executivo informou ainda que a empresa não tem planos de fazer um avião de 150 lugares. “O estudo prevê um jato de 130 lugares com duas classes, mas que numa configuração de classe econômica poderia comportar entre 138 e 140 passageiros”, comentou.

A empresa também avaliou a possibilidade de lançar uma versão alongada do 195, batizada de 195X, mas não levou adiante o projeto, porque potenciais operadores manifestaram a preocupação de que haveria uma redução importante no alcance da aeronave. “Alongar o 195 implicaria em perda de performance e, neste caso, um novo motor seria mais adequado para aumentar a eficiência da aeronave”, explicou o vice-presidente da Embraer.

A Embraer descartou ainda o desenvolvimento de um novo avião turboélice, mas confirmou que tenha feito um estudo sobre esse mercado nos últimos anos. “Esse mercado não é muito grande e as duas empresas que atuam nesse segmento - a ATR e a Bombardier - já suprem bem a demanda.

Decidimos continuar concentrando nossos esforços nos E-Jets”. A Embraer foi líder no segmento de aeronaves turboélice na década de 80 com o modelo Brasília. A empresa produziu e vendeu mais de 350 unidades do modelo e, atualmente, cerca de 200 aviões ainda estão em operação no mundo.

Para o analista de Transportes do Santander, Caio Dias, a Embraer já estuda desenvolver um produto mais eficiente operacionalmente para fazer frente à concorrência no mercado, representada principalmente pelos novos aviões CSeries da Bombardier e os MRJ da Mitsubishi.

“A opção da remotorização da sua família de E-Jets é a mais provável no momento, porque representa um custo mais baixo e pode ser colocada no mercado num prazo menor e a tempo da empresa conseguir desenvolver um novo avião”, opina o analista. Além disso, segundo o analista, a família de jatos Embraer 170/190 ainda tem uma aceitação muito grande no mercado mundial e os anúncios de vendas da empresa na feira de Farnborough foi uma prova incontestável de que o interesse pelas aeronaves permanece.

Em teleconferência feita para analistas que acompanham a empresa, em março deste ano, o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, disse que a companhia não ficaria alheia à chegada de motores mais eficientes e que ofereçam economia de combustível. “Nossos E-Jets são novos, mas não podemos ficar indiferentes à disponibilidade de motores mais econômicos”, afirmou. O executivo admitiu que estaria conversando com fabricantes de motores e que a remotorização seria uma coisa certa para se manter a liderança no segmento de até 120 assentos. Em entrevista concedida anteriormente ao Valor, o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Embraer, Luiz Carlos Aguiar, disse que a empresa não iria copiar concorrentes, mas sim ouvir seus clientes atentamente. A partir daí, tentaria desenvolver um jato que vai agregar valor adicional ao que já está fazendo para eles.

Segundo uma fonte que atua no mercado de desenvolvimento aeronáutico, a Embraer precisa tomar decisões rápidas para evitar a perda de mercado. “A família 170/190 já tem 10 anos e qualquer ganho que os aviões incorporarem vão fazer muita diferença para o operador em termos de custos operacionais”. A alternativa da remotorização, de acordo com a fonte, seria acompanhada de melhorias aerodinâmicas, o que traria como benefício um avião mais eficiente e com um custo de operação menor. “O desenvolvimento de um novo avião implicaria na construção de uma nova fuselagem, na utilização de materiais mais eficientes e em um novo motor”, explicou.

O desenvolvimento de um novo jato, maior que o 195, segundo o especialista, demandaria um investimento mínimo de US$ 2 bilhões. Para o analista do Santander, a Embraer tem competência para colocar esse avião no mercado em um tempo recorde de quatro anos. A remotorização, por sua vez, custaria bem menos, entre US$ 800 milhões e US$ 1 bilhão. A concorrente Bombardier, segundo Dias, está investindo cerca de Us$ 2,5 bilhões no desenvolvimento dos seus novos jatos CSeries e a previsão é que entrem no mercado por volta de 2014.

Fonte: Valor Econômico

Infraero abre licitação de início da instalação do Módulo Operacional de Imperatriz

08/04/2011 – Infraero

A Infraero abriu nesta quinta-feira (7/4) uma licitação para as obras de adequação da infraestrutura onde será instalado o Módulo Operacional do Aeroporto de Imperatriz/Prefeito Renato Moreira (MA). O investimento será da ordem de R$ 1,5 milhão só para infraestrutura. A empresa que fará a instalação do Módulo Operacional do aeroporto já foi contratada, sendo que a instalação em si, com investimento estimado de R$ 3,9 milhões, tem duração prevista de cerca de 180 dias.

Os Módulos Operacionais são estruturas modulares pré-fabricadas de instalação rápida e eficiente, capazes de cumprir as funções de uma sala de embarque e desembarque tradicional com todas as condições de conforto e infraestrutura, como isolamento termoacústico, climatização, lojas de conveniência e outros. O Módulo do Aeroporto de Imperatriz cumprirá as funções de sala de embarque, desembarque e check-in,  terá 1.582 m² e aumentará a capacidade operacional do aeroporto em 500 mil passageiros/ano.

“Com essa nova área, os usuários de Imperatriz terão mais espaço e conforto”, notou a superintendente do Aeroporto de Imperatriz, Rozineide Munis. “Com uma solução prática e eficiente, a Infraero demonstra o seu empenho para garantir infraestrutura de qualidade para os passageiros”, finalizou Munis.

Assessoria de Imprensa - Infraero
imprensa@infraero.gov.br
www.twitter.com/canalinfraero

sábado, 9 de abril de 2011

Situacao Precaria dos Aeroportos

09/04/2011 - Pista 73 (Portugal)
http://pista73.com/ervjbP

«Aldo Demarchi – Apresentei no início desta semana, na Assembleia Legislativa, a Indicação 284/2011, dirigida à presidente da República, Dilma Rousseff, para que determine com urgência à Secretaria de Aviação Civil a realização de estudos para ampliar, modernizar e reorganizar os aeroportos paulistas administrados pela Infraero.

Como estamos cansados de saber, a situação dos aeroportos em todo país é muito ruim e, caso não sejam adotadas providências imediatas, deverá se tornar caótica na Copa do Mundo de 2014, quando o tráfego aéreo no país, segundo estimativas de especialistas, crescerá quase 50%. A previsão é de que os dezasseis aeroportos das cidades-sede da Copa chegarão a 2014 com um déficit de 30% em sua capacidade operacional.

Entre as medidas primordiais, os técnicos apontam a necessidade de maior número de guichês de check-in, única maneira de se reduzir as filas quilométricas. Além disso, é imprescindível acabarmos com a superlotação nas salas de embarque, uma vez que para os passageiros terem o mínimo de conforto não pode haver mais de uma pessoa por metro quadrado.

Sem contar a demora na retirada de bagagens, principalmente pelo fato de que as esteiras são obsoletas e não atendem a demanda. Por elas passam em média 600 bagagens por hora, enquanto nos grandes aeroportos do exterior o ritmo chega a aproximadamente 2.000 malas por hora. Para piorar, sofremos ainda com a falta de vagas para os aviões nos pátios, o que leva os usuários desse tipo de transporte a ficarem praticamente de castigo na aeronave à espera de espaço para o desembarque.

Em Guarulhos, um problema critico é o fluxo de passageiros que chegam do exterior. Primeiro formam-se longas filas no setor de imigração para apresentar o passaporte aos agentes da Polícia Federal, que têm apenas vinte guichês para essa finalidade, enquanto em Seul, por exemplo, existem 120 postos de inspeção de passaportes.

Depois, nova fila se formana alfândega, para a entrega de uma “papeleta nada a declarar” à Receita Federal. Ao todo, se pode levar duas horas entre cruzar a porta do avião e sair do terminal. Além disso, mesmo que as autoridades resolvessem agilizar o desembarque em Guarulhos, faltaria espaço físico para ampliar as instalações da Polícia Federal e da Alfândega. Esse problema poderia ser resolvido, pelo menos em parte, por meio da construção do terceiro terminal do aeroporto já previsto, mas que até hoje não sai do papel.

Em matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo no dia 18 de abril de 2010 – há quase um ano, portanto -, a Infraero afirmava que o projeto básico para o terceiro terminal de Cumbica, obra mais importante para ampliar a capacidade operacional do aeroporto, estava em fase final de licitação. Até agora, entretanto, nada saiu do papel.

Por conta disso e da tradicional morosidade do governo federal em resolver questões cruciais de infraestrutura de nosso País, decidi apelar à presidente Dilma, que em março editou a Medida Provisória 527, conferindo à Secretaria de Aviação Civil atribuições até então exclusivas do Ministério da Defesa. Espero que algo seja feito, pois, diante da proximidade da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, corremos o risco de protagonizar uma crise sem precedentes na história do transporte aéreo internacional.»
Deputado estadual Aldo Demarchi, artigo publicado no “Jornalcidade“
(9 Abril 2011)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

TAM aumenta número de voos internacionais para o Rio
Enviada em 8 de abril de 2011imprimir - enviar para um amigo
A TAM investiu cerca de US$ 300 milhões para elevar o número de voos internacionais, ligando o Rio de Janeiro a Frankfurt, Nova York e Londres.
Para isso, a companhia vai receber duas novas aeronaves Airbus, do modelo A330, uma entregue em abril e a outra em maio.
O voo para a cidade alemã passará a ser diário. A empresa espera elevar o número de saídas para Nova York de quatro para seis viagens diárias.

Um dos voos adicionais começa a operar em maio, e a TAM espera ainda a aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para o outro.

A companhia informou, por meio de nota, que aguarda ainda outra autorização, para o aumento dos voos para a capital britânica, de três para seis partidas semanais. A operação deve ser iniciada em 1º de agosto.

A frota atual da TAM é de 152 aeronaves. A previsão é de que seja elevada para 156 aviões até o final do ano.

O Rio de Janeiro é, atualmente, o segundo centro de conexões internacionais da companhia.
‘Com as novas frequências, estamos reafirmando a nossa paixão pelo Rio e reconhecendo a importância da cidade como uma porta de entrada ou saída do país para viajantes de negócios ou a lazer’, afirma Líbano Barroso, presidente da TAM Linhas Aéreas, em nota.
Fonte: Juliana Ennes | Valor

08/04/2011 - Agencia T1

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Embraer exibe jato movido a etanol

07/04/2011 - Webtranspo

Empresa quer ampliar vendas no Centro-Oeste



Modelo é produzido desde 2005

Durante a 10ª edição da Tecnoshow Comigo – evento que acontece de 12 a 16 de abril em Goiás, a Embraer exibirá a aeronave Ipanema movida a etanol. “Esta feira vem acompanhando o crescimento do Centro-Oeste no setor agrícola e, a cada ano, tem mostrado maior importância no circuito dos grandes eventos agrícolas do País. Sem dúvida, é uma excelente oportunidade para expormos nosso produto a potenciais clientes da região”, destaca Fábio Bertoldi Carretto, gerente comercial da empresa.

Carreto aponta que as vantagens que a pulverização aérea traz ao produtor, como, por exemplo, a rapidez de aplicação em grandes extensões de terras, operação em qualquer tipo de solo, podendo ser realizada após chuvas, em solos encharcados ou irrigados, e até mesmo a ausência de perdas por amassamento da lavoura são razões para o sucesso da aeronave.

Segundo o executivo, “em 2010, o Centro-Oeste representou 20% das vendas deste produto, o que reforça o posicionamento de liderança da região como maior compradora de Ipanema desde o seu lançamento, com 38% de participação nas vendas”.

O avião Ipanema é produzido há mais de 40 anos. Sua versão movida a etanol - a primeira aeronave produzida em série certificada para voar com este tipo de combustível - começou a ser produzida em 2005 e hoje representa aproximadamente 25% da frota em operação.

A feira será realizada no município de Rio Verde, a 254 quilômetros de Goiânia. Mais informações podem ser obtidas pelo site do evento: www.tecnoshowcomigo.com.br. A fabricante de aviões ocupará o estande na esquina da Avenida E com a Rua 9.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Goiânia e Vitória: saiba o que será feito nos aeroportos com situação mais crítica do Brasil

06/04/2011 - Melhores Destinos

O Melhores Destinos publicou em março matérias sobre os investimentos previstos no sistema aeroportuário brasileiro com para a Copa 2014, incluindo investimentos nos terminais e instalação dos módulos operacionais. Tanto nessas matérias como em outras, recebemos muitas reclamações sobre os aeroportos Santa Genoveva, em Goiânia, e Eurico de Aguiar Salles, em Vitória.

Para finalizar esta série, entramos em contato com a Infraero para saber quais são os planos da empresa para esses dois aeroportos, que são considerados hoje os piores do Brasil, proporcionalmente à população que atendem.

Apesar de não pertencerem a cidades sedes da Copa, estes terminais são importantes como auxiliares do sistema, especialmente no caso de Goiânia e Brasília. Mais do que isso, independente de Copa, esses dois aeroportos já não atendem a demanda dessas importantes capitais há bastante tempo.

Novo projeto em Vitória

Em resposta ao Melhores Destinos, a Infraero informou que no dia 28 de março abriu licitação para a “complementação dos projetos básico e executivo das obras do novo Terminal de Passageiros do Aeroporto de Vitória”. Estes projetos definirão exatamente o que será feito, com que prazo e com a que custo. Apenas após a conclusão – e dependendo da disponibilidade dos recursos federais – será aberta uma nova licitação, desta vez para contratar a empresa que construirá finalmente o novo terminal.

A empresa informou ainda que já licitou as obras para a nova Torre de Controle e da nova Seção Contra-Incêndio do Aeroporto de Vitória.

Módulos Operacionais

Além disso, a Infraero publicou edital para a conclusão da instalação de Módulos Operacionais – estruturas pré-fabricadas que cumprem a função de sala de embarque, desembarque ou check-in com toda a infraestrutura de uma área tradicional – para os aeroportos de Vitória e Goiânia. A previsão é que abertura da licitação ocorra neste mês .

O Módulo Operacional de Vitória, com investimentos estimados de R$ 5,3 milhões, operará embarques e desembarques, ampliando a capacidade operacional do aeroporto em 800 mil passageiros/ano. Já o Módulo de Goiânia, para o qual estão previstos cerca de R$ 2,7 milhões, será utilizado para operações de embarque, e ampliará a capacidade do aeroporto em 700 mil passageiros/ano.

Problemas legais

Em relação a questões legais envolvendo Vitória e Goiânia, a Infraero informou que as obras de ampliação do Aeroporto de Vitória e as obras do novo Aeroporto de Goiânia se encontram paralisadas. Buscando subsidiar perícia técnica, a empresa contratou em 2010 o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para a análise das obras dos dois terminais, visando ao levantamento dos serviços remanescentes dos contratos anteriores. Essa perícia servirá de base para solucionar a demanda judicial existente entre a Infraero e o consórcio construtor, sanando as pendências existentes.

Em Vitória, o contrato com o consórcio foi rescindido em 2009, e a empresa aguarda decisão judicial sobre o encontro de contas do contrato rescindido. O IPT iniciou os trabalhos de perícia em Vitória em fevereiro do ano passado e a previsão de conclusão do encontro de contas é para o final deste mês.

Em Goiânia, a obra foi paralisada em 2007 por iniciativa do consórcio. A Infraero aguarda decisão da Justiça sobre o encerramento do contrato e encontro de contas para regularização das obras. A perícia técnica do IPT no Aeroporto de Goiânia foi iniciada em maio de 2010, e a Infraero aguarda a conclusão dos trabalhos de perícia.
Conclusão

Entre pendências e lutas judiciais a serem resolvidas e a demora nas licitações, os usuários de Goiânia e Vitória continuarão a sofrer por um bom tempo com as péssimas condições de seus aeroportos. A saída mais rápida parece ser a implantação dos módulos operacionais, que não são uma solução definitiva mas pelo menos devem garantir um mínimo de conforto a estes usuários. Resta acompanharmos para ver se o “provisório” não vira “definitivo”.

Aeroporto de Foz será explorado por iniciativa privada

06/04/2011 - Panrotas

CURITIBA - Exploração por concessão. Este é o novo modelo que será adotado em breve pelo Aeroporto Internacional Cataratas, no Paraná. A informação é do secretário de Turismo de Foz do Iguaçu, Felipe Gonzalez (foto), que está em Curitiba para o 17º Salão Paranaense de Turismo.

Segundo o dirigente, os setores integrados de turismo da região levaram uma proposta à Infraero e ao Ministério do Planejamento por meio da qual atestam que o aeroporto deva receber investimentos de R$ 400 milhões para ampliação de terminal, melhoramento de esteiras, construção de uma pista de 2,7 mil metros entre outras ações. “Deixamos claro que o investimento deve vir da iniciativa privada, através de concessão para exploração”, explica González. “O Ministério concordou e o modelo será aplicado”, complementa.

O próximo passo é a abertura de licitação, prevista para o segundo semestre. “Temos empresas interessadas”, revela o secretário. “Esperamos que em maio de 2014 tenhamos o novo aeroporto consolidado”, finaliza Gonzalez.

Fonte: Panrotas, com Abetar

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Governo aprova projeto do novo aeroporto em Floripa

04/04/2011 - Panrotas, Danilo Teixeira Alves

Na última quinta-feira (dia 31), foi assinado o projeto de lei que autoriza a construção do novo aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Após despachado para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), o projeto deverá ser aprovado em 15 dias.

Previsto para ser entregue em 2014, a obra tem tudo para ser aprovada. “Estamos com as licenças ambientais bem adiantadas, aproximadamente 90%. O projeto está pronto, e a Infraero tem recursos em caixa para realizá-lo”, afirmou o governador Raimundo Colombo.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Infraero prevê módulos temporários em 4 aeroportos

24/3/2011- Panrotas

O novo presidente da Infraero, Gustavo do Vale, tomou posse hoje, em Brasília, e já anunciou investimentos de R$ 5,23 bilhões, de 2011 a 2014, em 13 aeroportos estratégicos para a Copa do Mundo de Futebol: Brasília, Confins, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, São Gonçalo do Amarante (RN), Porto Alegre, Recife, Galeão, Salvador, Guarulhos e Campinas (SP).

Além de ampliação de pista ou terminal e até a construção de novos terminais, as obras contarão com os módulos operacionais temporários nos aeroportos de Brasília, que já tem um em funcionamento, Guarulhos, Campinas e Cuiabá. Segundo a Infraero, esses módulos são muito comuns em grandes eventos e resolvem problemas específicos de crescimento de demanda. 

Avianca voará para dois novos destinos no Nordeste

23/3/2011 - Mercado e Eventos, por Leila Melo

Entre o final do primeiro semestre e início do segundo semestre deste ano, a Avianca incluirá dois novos destinos brasileiros em sua malha aérea. Segundo Rodrigo Viana, executivo de Vendas da Avianca, eles estão localizados no Nordeste. "As novas rotas já foram aprovadas e em breve anunciaremos as localidades", revelou Viana. A Avianca já voa para Salvador, Recife, Petrolina e Aracaju. Entre as cidades cogitadas está Natal.

Atualmente, a empresa opera em 18 cidades brasileiras. Essa expansão de oferta, segundo o executivo, está atrelada a chegada de novas aeronaves. A frota da Avianca no país é composta por três A319 e 14 Fokker 28. Em âmbito internacional, a companhia conta com cinco A330, 18 A320 - um deles é direcionado para a rota São Paulo-Bogotá - e 5 A319. Foram encomendados um total de 60 aviões. "Em breve também lançaremos uma tarifa agente para os destinos internacionais operados pela Avianca.

Rodrigo Viana mencionou ainda a compra de 67% das ações da Taca pela Avianca. Esse negócio significou a integração dos programas de milhagens da Avianca Internacional e da Taca e irá beneficiar a entrada das empresas aéreas na Star Alliance. "A autorização das companhias na aliança global está aprovada. Agora, falta definirmos a data de entrada", comentou.

Passaredo recebe nota máxima na distância entre os assentos

24/3/2011 - Assessoria de Imprensa Passaredo Linhas Aéreas

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) se inspirou na etiqueta de eficiência energética do Inmetro para criar o selo dimensional das aeronaves comerciais que operam no Brasil. A ideia é informar os consumidores sobre o espaço das poltronas que as companhias aéreas oferecem no país. Depois de ser avaliada pelo órgão, a Passaredo Linhas Aéreas, empresa de aviação regional, recebeu nota A, o que corresponde que a distancia entre os assentos de todas as suas aeronaves são maiores do que 73cm, favorecendo um maior conforto e comodidade aos passageiros.  
 
O formato da etiqueta da ANAC é parecido com a do Inmetro: classifica o espaço entre as fileiras em cinco notas, de A a E. A faixa A é maior com mais de 73 cm; a B, de 71 cm a 73 cm, a C, de 69 cm a 71 cm, D, de 67 cm a 69 cm, e E, com menos de 67 cm.
 
“Isso demonstra a preocupação que temos em oferecer para nossos passageiros maior conforto e comodidade na hora de voar”, afirma o presidente da empresa, Comandante Felício. 
 
A Passaredo Linhas Aéreas 

A Passaredo Linhas Aéreas, empresa aérea com sede em Ribeirão Preto (SP), voa atualmente com uma frota 100% nacional composta por 13jatos Embraer ERJ 145 que atendem 19 destinos: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Cuiabá, Palmas, Recife, Salvador, Vitória da Conquista, Barreiras, Ribeirão Preto, Ji-Paraná, Uberlândia, São José do Rio Preto,  Araguaína e Londrina.

Passageiros de avião devem superar os de ônibus em 2011

22/03/11 - G1

De acordo com a Abetar (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional), em 2011 o número de passageiros que utilizam o transporte aéreo em viagens interestaduais deve ultrapassar a quantidade daqueles que utilizam ônibus. 

Em 2010, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) registrou o transporte de aproximadamente 66,7 milhões de passageiros. No mesmo período, o número de desembarques de passageiros no Brasil em voos regulares chegou a 65,9 milhões, segundo dados divulgados pelo MTur (Ministério do Turismo), com base em levantamento da Infraero.

O número de pessoas que viajam de avião ainda foi um pouco menor do que o dos que utilizaram ônibus. No entanto, a tendência, conforme informou a Abetar, é de que essa diferença seja alterada. Só em janeiro deste ano, os desembarques domésticos somaram 6,7 milhões (entre voos regulares e não regulares). No mesmo período do ano passado, foram 5,7 milhões. Segundo dados da ANTT, a tendência de queda no transporte rodoviário de longa distância é observada de forma mais acentuada desde 2008.

"Se seguir essa tendência de crescimento do número de passageiros do transporte aéreo e queda no terrestre, deveremos ter uma inversão. Há vários fatores que indicam esse cenário.  As companhias estão de olho nas classes C, D e até na E, estão ampliando condições de pagamento das passagens, vêm derrubando os preços das tarifas", disse o presidente o presidente da Abetar, Apostole Lazaro Chryssafidis.

A falta de infraestrutura das estradas e as longas distâncias que separam os estados brasileiros também são apontados pela as sociação como um dos desafios enfrentados pelas empresas de transporte rodoviário.

"A política econômica atual, de valorização do real frente ao dólar também contribui para que as tarifas fiquem ainda mais competitivas, porque diminui o custo das empresas", afirmou Chryssafidis.

Tam e Trip prestes a se unirem

31/03/2011 - Aviacao Brasil, Alexandre Barros

A Tam e a Trip assinaram nesta terça-feira (29) uma carta de intenções, com o objetivo de identificar eventuais  oportunidades para o fortalecimento e a expansão dos seus negócios, por meio  do desenvolvimento de uma aliança estratégica complementar ao Acordo de Codeshare existente entre as duas companhias.

Nos termos da carta de intenções assinada, uma vez celebrados os contratos definitivos e verificadas as condições precedentes a serem acordadas (inclusive com relação à aprovação pelas autoridades competentes), a Tam poderá adquirir, ao final, uma participação minoritária no capital social da Trip, representativa de 31% do seu capital social total, sendo 25% do seu capital social votante e o restante em ações preferenciais.
 
A Tam procura capturar o crescimento do mercado e ter uma exposição mais significativa no mercado de rotas de média densidade. As rotas atuais da Tam e da Trip, em sua grande maioria, são complementares. A melhoria da conectividade poderá gerar um fluxo de passageiros ainda maior para as duas companhias.
 
A Tam informou que manterá seus acionistas e o mercado em geral informados a respeito da eventual conclusão desses entendimentos e voltará a comentar o assunto caso seja concretizado qualquer fato que deva ser divulgado, de acordo com a lei e a regulamentação da CVM.
 
O banco BTG Pactual atua como assessor financeiro exclusivo, e o escritório Barbosa, Mussnich & Aragão Advogados presta assessoria legal à Tam.  O Bradesco BBI atua como assessor financeiro, e o escritório Souza, Cescon, Barrieu, & Flesch Advogados é o assessor legal  da Trip.

Infraero planeja demolir hangares de Congonhas para ampliar aeroporto

29/3/2011 - O Estado de São Paulo, por Marília Lopes

Prédios pertenciam à Vasp, que oficializou falência em 2008; derrubada depende de autorização do Conpresp

SÃO PAULO - A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) pretende demolir 15 imóveis no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Segundo a assessoria da estatal, os prédios e hangares que podem ser demolidos pertenciam à Vasp.

A companhia aérea, que parou de voar em 2005, teve a falência decretada pela Justiça de São Paulo em setembro de 2008. Desde então, a área que pertencia a Vasp, cerca de 126 mil m², está desativada. A Infraero quer expandir o aeroporto e pretende utilizar o espaço.

Na terça-feira, representantes da Infraero se reúnem com o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico (Conpresp) para discutir a demolição dos imóveis. Em 2004, o Conpresp abriu um processo de tombamento do aeroporto, que ainda não foi finalizado, por isso qualquer modificação na área deve ser submetida ao conselho.

A assessoria da Infraero afirmou que, caso o Conpresp conceda autorização para demolição, ainda não há previsão de quando isso deva ocorrer, já que a empresa aguarda o parecer.

Cresce movimento de passageiros no aeroporto de Uberaba

31/3/2011 - Jornal da Manhã/JM Online

Infraestrutura aeroportuária de Uberaba está preparada para atender a crescente demanda por voos domésticos na região.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) a capacidade é para receber 200 mil passageiros por ano e atualmente apenas 50% está sendo utilizada.

Em Uberaba a demanda por voos domésticos aumentou significativamente de 2010 para 2011. De acordo com balanço publicado no site da Infraero, em janeiro deste ano circularam 5.781 passageiros, 1.608 a mais que no mesmo período do ano passado.

Atualmente, apenas duas companhias aéreas atuam na cidade, Trip Linhas Aéreas e Pantanal, a expectativa é que até o próximo dia 14 de abril a empresa Azul também passe a realizar voos partindo de Uberaba. A nova empresa vai disponibilizar dois voos diários para Campinas com conexões para várias partes do país.

Durante a última reforma realizada na Infraestrutura Aeroportuária, o local foi todo adaptado para atender a legislação no que diz respeito à acessibilidade, inclusive os sanitários. Porém, diversas mudanças ainda estão em andamento. De acordo com nota enviada pela assessoria de imprensa da Infraero, serão instalados terminais bancários feitas as substituições dos monitores do sistema informativo de voo e ampliação do estacionamento.

Pensando na melhor comodidade do passageiro a empresa ainda anuncia que há disponibilidade de área para locação de loja de conveniência, o que após licitada sem sucesso, está sendo novamente licitada, além de processo de licitação, a construção de um hotel em frente ao terminal.

Com a saturação do aeroporto de Uberlândia a tendência é cada vez mais passageiros, de Uberaba e região, optarem pelos voos que partem da cidade. Para atender à esta demanda, a Infraero garante que os sistemas operacionais estão preparados para manter o aeroporto da cidade em funcionamento 24 horas por dia. (EK)

Infraero publica licitação de projetos para ampliar Aeroporto de Porto Alegre

01/04/2011 - Mercado e Eventos

A Infraero publicou na última terça-feira (29/3), no Diário Oficial da União, o edital para licitação dos projetos de reforma e ampliação do Terminal 1 de Passageiros do Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho (RS). Com as melhorias, a área do Terminal de Passageiros passará de 37,6 mil m² para 56,4 mil m², com capacidade para até dez milhões de passageiros ao ano.

No mesmo dia, a Infraero publicou outra licitação, esta para contratação de serviços técnicos para elaboração de projetos de engenharia para implementação do Sistema Gestor de Estacionamento (Gest) no Aeroporto Salgado Filho, que vai otimizar o funcionamento do estacionamento para veículos. Os dois projetos - Terminal de Passageiros e estacionamento - estão orçados em R$ 9,28 milhões.

"Essas melhorias certamente vão beneficiar passageiros e demais usuários do Aeroporto de Porto Alegre", destacou Jorge Herdina, superintendente do Salgado Filho.

Prefeitura de Campos vai administrar aeroporto da cidade

01/04/2011 - R7

Objetivo é expandir atividades do aeroporto que não tem voos regulares

O Aeroporto Bartholomeu Lyzandro, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, vai ser municipalizado até o final deste semestre. A informação divulgada pela prefeitura de Campos é baseada na confirmação dada pela Secretaria de Aviação Civil, em Brasília.

O objetivo da prefeitura é recuperar e expandir as atividades de transporte de passageiros e de cargas no aeroporto. Atualmente o terminal não tem voos regulares para passageiros. Faz apenas fretamentos e transporte de cargas. Até o ano passado o aeroporto tinha seis voos semanais para o Rio de Janeiro, que foram suspensos.

Passaredo Linhas Aéreas anuncia novas opções de voos em Londrina

01/04/2011 - Passaredo Linhas Aereas

Empresa, que é uma das que mais cresce no mercado da aviação, investe na cidade de Londrina

A Passaredo Linhas Aéreas, empresa de aviação regional, que conta com uma expansão planejada que resultou em um crescimento de mais de 130% no último ano, ressalta a continuidade de sua evolução no mercado da aviação anunciando novas opções de voo para a cidade de Londrina (PR). O novo voo que irá ligar a cidade do interior paranaense a Ribeirão Preto irá possibilitar ao passageiro fazer conexões para 9 capitais: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo (Guarulhos) e outras 4 cidade: Barreiras, Ji-Paraná, São José do Rio Preto e Vitória da Conquista.

Os novos voos serão operados a partir do dia 11 de abril, com jatos Embraer 145, que tem capacidade para 50 passageiros.

“Vamos oferecer para nossos clientes de Londrina mais um opção de voo. Nosso objetivo com isso é proporcionar cada vez mais um serviço de excelência e qualidade para nossos passageiros do sul do país”, afirma Ricardo Merenda, diretor de planejamento da empresa.

A rota que irá ligar Londrina a Ribeirão Preto, parte às 05h20 do Paraná e chega às 06h05 no interior de São Paulo.

As passagens que já estão a venda no site da Passaredo Linhas Aéreas ou com os agentes de viagem, tem seus valores a partir de R$109.

A empresa
A Passaredo Linhas Aéreas, empresa aérea com sede em Ribeirão Preto (SP), voa atualmente com uma frota 100% nacional composta por 11 aeronaves - 10 Jatos ERJ 145 e 1 Jato ERJ 135 que atendem 19 destinos: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Cuiabá, Palmas, Recife, Salvador, Vitória da Conquista, Barreiras, Ribeirão Preto, Ji-Paraná, Uberlândia, São José do Rio Preto,  Araguaína e Londrina.

Gol terá 125 aeronaves até 2014

01/04/2011 - Panrotas

ATIBAIA - Por conta dos megaeventos que o País será sede, Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos 2016, a Gol fará um incremento nas ofertas de assentos. Até 2014, a companhia pretende adquirir mais 13 aeronaves, atingindo um total de 125 aviões.

Hoje a companhia conta com 112 aeronaves, voando para 53 destinos domésticos e 14 destinos internacionais, totalizando 900 voos diários.